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BNDES 2008

Administração

* As numerações que você vê abaixo não correspondem à numeração original da prova. Alguns ajustes foram necessário para colocar estas questões no sistema
Questão 1

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
“Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard faz contraria dez entre dez livros de negócios.” (L. 1-2) porque

Questão 2

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Na passagem “Isso não quer dizer que seus funcionários sejam preguiçosos, apesar do ambiente maneiro.” (L. 14-15), o vocábulo destacado faz referência semântica a

Questão 3

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
A grande competição que ocorre para preenchimento de uma vaga nessa empresa deve-se à(s)

Questão 4

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Em “ ‘Negócios podem ser lucrativos sem perder a alma’ ” (L. 24-25), o sentido da expressão destacada é

Questão 5

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Segundo as idéias apresentadas no 3º parágrafo, a importância da atividade física em relação à atividade profissional nessa empresa é servir para

Questão 6

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Na linha argumentativa do texto, o penúltimo período, em relação ao primeiro período, caracteriza-se como sendo um[a]

Questão 7

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
A filosofia do alpinismo transposta para os negócios da empresa concebe o lucro obtido e a qualidade do trabalho como sendo o[a]

Questão 8

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Assinale a opção cuja classe gramatical do que difere da dos demais.

Questão 9

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1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Assinale a opção em que a palavra é grafada com hífen do mesmo modo que “bem-feito” (l. 36).

Questão 10

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
Segundo a norma culta, há ERRO de concordância na opção

Questão 11

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Tudo que o aventureiro americano Yvon Chouinard
 
faz contraria dez entre dez livros de negócios. Dono de
 
fábrica de roupas e artigos esportivos, ele pergunta a
 
seus clientes, numa etiqueta estampada em cada roupa:
5
você realmente precisa disto? Alpinista de renome,
 
surfista e ativista ecológico, ele se levanta de sua mesa
 
e incita os 350 funcionários da sede da empresa, na
 
cidade de Ventura, na Califórnia, a deixar seus postos
 
e pegar suas pranchas de surfe tão logo as ondas
10
sobem. Aos 67 anos de idade, ele vai junto. Resultado:
 
a empresa, que faturou US$ 270 milhões em 2006, foi
 
considerada pela revista Fortune a mais cool do mundo,
 
em uma reportagem de capa.
 
Isso não quer dizer que seus funcionários sejam
15
preguiçosos, apesar do ambiente maneiro. A equipe é
 
motivada e gabaritada, como o perfeccionismo do dono
 
exige. Para cada vaga que abre, a companhia recebe
 
cerca de 900 currículos - como o do jovem Scott
 
Robinson, de 26 anos, que, com dois MBAs no bolso e
20
passagens por outras empresas, implorou para ser
 
aceito como estoquista de uma das lojas (ganhou o
 
posto). Robinson justificou: “Queria trabalhar numa
 
companhia conduzida por valores”. Que valores são
 
esses? “Negócios podem ser lucrativos sem perder a
25
alma”, diz Chouinard.
 
Essa alma está no parque de Yosemite, onde, nos
 
anos 60, Chouinard se reunia com a elite do alpinismo
 
para escalar paredões de granito. Foi quando começou
 
a fabricar pinos de escalada de alumínio, reutilizáveis,
30
uma novidade. Vendia-os a US$ 1,50. Em 1972, nascia
 
a empresa, com o objetivo de criar roupas para esportes
 
mais duráveis e de pouco impacto ao meio ambiente.
 
A filosofia do alpinismo - não importa só aonde você
 
chega, mas como você chega - foi adotada nos
35
negócios. O lucro não seria uma meta, mas a
 
conseqüência do trabalho bem-feito. A empresa foi
 
pioneira no uso de algodão orgânico (depois adotado
 
por outras marcas), fabricou jaquetas com garrafas
 
plásticas usadas e passou a utilizar poliéster reciclado.
40
Hoje, o filho de Chouinard, Fletcher, de 31 anos,
 
desenvolve pranchas de surfe sem materiais tóxicos
 
que diz serem mais leves e resistentes que as atuais.
 
Chouinard, que se define como um antiempresário, virou
 
tema de estudo em escolas de negócios. Quando dá
45
palestras em Stanford ou Harvard, não sobra lugar.
 
Nem de pé.
Revista Época Negócios. jun. 2007. (Adaptado)
“Isso não quer dizer que seus funcionários sejam preguiçosos,” (l. 14-15)

Assinale a opção em que o verbo está flexionado no mesmo tempo e modo que o destacado na passagem acima.

Questão 12

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
O Texto II estrutura-se a partir de uma situação

Questão 13

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
No Texto II, as repetições, os jogos de palavras caracterizam a luta para a conquista, a aceitação. Nessa luta, NÃO há, por parte da moça,

Questão 14

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
O parágrafo que apresenta os sentidos originais do termo correspondente ao tema do Texto II é o

Questão 15

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
O emprego dos dois pontos no 2ª parágrafo justifica-se por anteceder um[a]

Questão 16

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
“É, pois, um estado de compreensão prévia,” (L. 24).

Assinale a opção em que o vocábulo destacado tem o mesmo valor semântico que o do destacado na passagem acima.

Questão 17

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
“E depois discorde à vontade.” (L. 37-38).

Assinale a opção em que a palavra destacada também deve ter acento grave, como a do trecho acima.

Questão 18

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
O substantivo abstrato derivado do verbo apresentado NÃO é grafado com o mesmo fonema consonantal dos demais em

Questão 19

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
Assinale a opção cuja regência do verbo apresentado é a mesma do verbo destacado na passagem “Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de maior alcance...” (L. 28-29).

Questão 20

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Ele não aceitava a moça. Ela foi, foi, conversou,
 
conversou, rodou, rodou, artimanhou, manhou, arte e
 
manha, miou, afinal rendeu. Criança de emoções
 
superficiais, rápidas, espontâneas e passageiras, ele
5
cedeu. Aceitou-a.
 
Fiquei pensando em algo tão definido pelos
 
psicólogos e literatos, porém inesgotável e eterno como
 
o tema humano: a necessidade de ser aceito.
 
Ser aceito não é receber a concordância. É receber
10
até a discordância, mas dentro de um princípio indefinível
 
e fluídico de acolhimento prévio e gratuito do que se é
 
como pessoa.
 
Ser aceito é realizar a plenitude dos sentidos do
 
verbo latino Accipio, que deu origem à palavra
15
portuguesa. Accipio quer dizer: tomar para si; receber,
 
acolher; perceber; ouvir, ouvir dizer; saber; compreender;
 
interpretar; sofrer; experimentar; aprovar; aceitar; estar
 
satisfeito com. Tem vários sentidos, tal e qual essa
 
aceitação misteriosa e empática que alguns nos
20
concedem.
 
Ser aceito é ser percebido antes de ser entendido.
 
É ser acolhido antes de ser querido. É ser recebido
 
antes de ser conhecido. É ser experimentado antes da
 
experiência. É, pois, um estado de compreensão prévia,
25
que abre caminho para uma posterior concordância ou
 
discordância, sem perda do afeto natural por nossa
 
maneira de ser.
 
Ser aceito implica mecanismos mais sutis e de
 
maior alcance do que os que derivam da razão.Implica
30
intuição; compreensão milagrosa porque antecipatória;
 
conhecimento efetivo e afetivo do universo interior;
 
compreensão pela fraqueza; cuidado com as cicatrizes
 
e nervos expostos, tolerância com delírio, tolices,
 
medos, desordens, vesícula preguiçosa, medo do
35
dentista ou disritmia.
 
Ser aceito é ser feliz. Raro, pois. Quer fazer alguém
 
feliz? Aceite-a em profundidade. E depois discorde à
 
vontade. Ela aceitará.
Artur da Távola
As palavras que se acentuam pela mesma regra de “prévia” e “até”, respectivamente, são

Questão 21

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
All the statements below refer to ideas expressed in the first paragraph, EXCEPT one. Mark it.

Questão 22

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
”...mitigación del cambio climático...” (línea 3)

Se puede inferir por el contexto (1er párrafo) que la palabra en negrito significa:

Questão 23

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
The main purpose of the third paragraph is to:

Questão 24

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
Según el texto la publicación del informe “Biocombustibles: ¿ es el remedio peor que la enfermedad?” (líneas 6-7) ocurrió el día:

Questão 25

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
The correct opposites for the words “hot” (line 1) and “wasteful”(line 27) as they are used in the text are, respectively:

Questão 26

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
La creciente demanda de biocombustibles biológicos llevará los agricultores a vivir bajo el conflicto “comida o combustible” lo que, de acuerdo con el texto, exigiría por parte de estos una actitud de:

Questão 27

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
In Paragraph 4, the author:

Questão 28

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
Según el texto, el informe de la OCDE apunta desventajas en el uso de los biocarburantes, relacionadas en las opciones abajo, EXCEPTO en la/el:

Questão 29

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
Mark the sentence in which the idea introduced by the word in bold type is correctly described.

Questão 30

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
”no aportarán a cambio ningún benificio medioambiental, puesto que la reducción de las emisiones de C02 no superará el 3%.” (líneas 40-42)

El conector puesto que establece en la frase una relación de:

Questão 31

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
The sentence in which “can” is used in the same sense as in “there is a great deal you can do to push your green datacenter initiative forward.” (lines 49-50) is:

Questão 32

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
“...UE no acaba de dar con la fórmula para frenar el cambio climático...” (líneas 50-51)

Se comprende el sentido de la expresión en negrito como:

Questão 33

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
Check the correct pair of synonyms.

Questão 34

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
De las siglas del texto las que se refieren a organismos que coinciden en sus expectativas sobre la apuesta por los biocombustibles son:

Questão 35

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
If you “push your ... initiative forward” (lines 49-50) you:

Questão 36

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
“La UE apostó por ellos el pasado marzo,” (líneas 58-59).

El pronombre em negrito se refiere a:

Questão 37

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
The final message of the text (lines 55-66) is that:

Questão 38

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
En la frase “_ y les insta imponer políticas ‘más eficientes’,” (líneas 71-72-), el pronombre les sustituye a:

Questão 39

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
The title that best summarizes the content of the article is:

Questão 40

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
1
Green is the hot topic these days, and the concept
 
is having an impact on the way people think about
 
datacenters. Companies around the world are
 
announcing ways to save energy and reduce costs by
5
buying new hardware and services. Yet, there is little
 
guidance on how you can take action to control energy
 
costs. In the past, electricity has been treated as an
 
overhead expense, like the cost of space. But with rising
 
power costs and issues regarding reliability, supply, and
10
capacity, electricity requires its own specific strategy.
 
Projects regarding performance optimization and
 
cost reduction are a part of everyday best practices in
 
nearly every area of business. So why not treat energy
 
cost in the same way?
15
As Information Technologies (IT) pros, many of us
 
make decisions about the configuration and setup of
 
servers, the specifications on the equipment our
 
organizations purchase, and the requirements for
 
datacenter upgrades and construction. We even provide
20
early design input during application development. When
 
it comes to these projects, we obviously have a golden
 
opportunity to be green and influence the energy
 
efficiency of any datacenter.
 
The first part of any strategy is to know your current
25
energy usage. You need to know where your energy is
 
used and by what specific equipment, as well as what
 
usage is efficient and what is wasteful in the datacenter.
 
Unfortunately, it’s rare to find power-consumption
 
metering in place that can break down usage to a level
30
where people can see the results of their actions. Most
 
organizations typically only see a monthly power bill
 
that rolls up consumption into an overall bottom line.
 
This offers little incentive for saving energy since
 
individuals never see the impact of their decisions, and
35
there is no way for them to prove that their changes
 
have actually saved energy.
 
One of the first issues people confront when
 
considering a green datacenter initiative is whether they
 
have executive support. For the purpose of the article, I
40
am going to assume the answer is “not yet.” Executive
 
support requires a serious commitment that provides
 
resources and budget for your initiative. And while there
 
is a lot of talk about green datacenters, the reality is
 
that there is still often a lack of serious support at the
45
executive level. If you did already have such executive
 
support, you would probably be running a green
 
datacenter right now.
 
Still, even assuming you are not getting the support
 
you need, there is a great deal you can do to push your
50
green datacenter initiative forward. So how do you
 
determine effective actions to take in achieving your
 
goals? Fortunately, energy efficiency is not a new
 
concept and there is a lot that IT pros can learn from
 
other industries. […]
55
Anyway, for whichever direction you choose,
 
planning an energy efficiency program for your datacenter
 
will require collaboration across groups in IT. Until
 
recently, the typical approach to planning IT solutions
 
has been to ignore power costs early on during the design
60
phase, focusing on the hardware and software being
 
purchased, along with the labor and hosting costs of
 
the solution. When power is buried in the overhead cost
 
of running solutions in a datacenter, energy efficiency
 
is a low priority. Exposing the actual power being
65
consumed by solutions is the first critical step in changing
 
the behavior of your organization.
By Dave Ohara TechNet Magazine, October 2007
1
La Unión Europea se ha comprometido a que el 10% de sus combustibles serán biológicos para 2020
 
Laura Villena. Servicio Especial
 
Bruselas. La contribución de los biocarburantes a la
 
mitigación del cambio climático es cada vez más
5
cuestionada. Ayer, la Organización para Cooperación y
 
el Desarrollo Económico (OCDE) reavivó el debate con la
 
publicación del informe “Biocombustibles:¿es el remedio
 
peor que la enfermedad?”, en el que se ponen en duda la
 
rentabilidad y el benificio medioambiental del uso de
10
combustibles biológicos.
 
El informe denuncia que la creciente demanda de
 
biocombustibles para sustituir a los carburantes fósiles
 
carbón, petróleo o gas natural tendrá consecuencias
 
económicas a nivel mundial. Pone el ejemplo del conflicto
15
“comida contra combustibles”, que obligará a los
 
agricultores a decantarse por destinar sus campos de
 
cultivo a la alimentación o a la elaboración de
 
biocombustibles, producidos sobre todo de maíz, caña
 
de azúcar o cereal.
20
La consecuencia de cualquier desvío de la
 
producción hacia la generación de energía biológica
 
encarecerá el precio de la comida, según el informe, que
 
augura ya una subida para la próxima década. Y es que,
 
a pesar de que son las regiones tropicales las más
25
adecuadas para dedicarse a estos cultivos, el hecho de
 
que los productos medioambientales estén
 
subvencionados y cuenten con incentivos en la UE
 
provocará, según el texto, una destrucción de los
 
ecosistemas naturales, como bosques, humedales y
30
pastos, en favor de las cosechas para energía biológica.
 
Amenaza al medio ambiente
 
La obsesión por los biocarburantes puede suponer una
 
amenaza para el medio ambiente y la biodiversidad. El
 
informe alerta de que se tienen en cuenta la acidificación
35
de la tierra, el uso de fertilizantes, la pérdida de
 
biodiversidad y la toxicidad del uso de pesticidas agrícolas
 
durante el proceso de producción de bioetanol o biodiésel,
 
su impacto medioambiental “puede superar fácilmente el
 
de la gasolina o el diésel mineral”.
40
El progresivo uso de biocarburantes creará
 
problemas que, según la OCDE, no aportarán a cambio
 
ningún beneficio medioambiental, puesto que la reducción
 
de las emisiones de CO
 
no superará el 3%.
45
El empeño por preservar su liderazgo y la lucha
 
global contra el cambio climático han empujado a la UE a
 
imponer medidas y firmar compromisos de manera
 
desenfrenada durante los últimos años. Pero lo que un
 
día se firmó con el convencimiento de que era el camino
50
más corto hacia la reducción de emisiones, despierta hoy más de una incógnita.
 
El primer ejemplo de que la UE no acaba de dar
 
con la fórmula para frenar el cambio climático fue el sistema
 
de comercio de emisiones (ETS, en sus siglas en inglés),
 
cuya primera fase está a punto de concluir con un fracaso
55
a la espalda y la esperanza de la Comisión Europea de
 
que la segunda fase traiga consigo resultados.
 
Si los pronósticos de la FAO y la OCDE se cumplen,
 
al chasco del ETS podría sumarse en de unos años el de
 
los biocombustibles. La UE apostó por ellos el pasado
60
marzo, cuando se comprometió a que al menos el 10%
 
de los combustibles consumidos por los automóviles
 
europeos sean de origen biológico para 2020. Este
 
compromisao supone la importación del 20% del
 
biocombustible necesario y el uso de 59 millones de
65
toneladas de cereales __el 18% de la producción
 
interna__.
 
Segunda generación
 
Ante esta apuesta y los riesgos presentados en su informe,
 
la OCDE invita a la UE y a sus Gobiernos a intersarse por
70
los biocarburantes de segunda generación – que pueden
 
producirse a partir de fuentes no alimentarias como
 
residuos agrícolas(paja) y desechos de madera__ y les
 
insta imponer políticas “más eficientes”, como los
 
impuestos sobre el carbón. Por último, llama la atención
75
de “sostenible” para los biocarburantes.
 
La OCDE también llama a los países en vías de
 
desarrollo, como Brasil, de donde proceden en muchos
 
casos el bioetanol y otros combustibles biológicos, a
 
utilizar sus fuentes energéticas no sólo desde el “cómodo”
80
punto de vista de la exportación, sino como la vía para
 
identificar nuevas formas de progreso económico, como
 
la investigación en bioenergía.
Más información em: http://www.oecd.org ABC Miércoles 12-09-2007
Para alcanzar su objetivo “...10% de los combustibles consumidos por los automóviles europeos sean de origen biológico para 2020.” (líneas 59-61).UE tendrá que:

Questão 41

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
A respeito da responsabilidade civil da Administração, a jurisprudência e a melhor doutrina pátria reconhecem, com amparo na atual disciplina constitucional e legal da matéria, que o Brasil adota a teoria:

Questão 42

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
A adoção da Teoria da Empresa no direito positivo brasileiro se consolida com a entrada em vigor do Código Civil de 2002.
Ainda assim, o atual ordenamento jurídico brasileiro reconhece hipóteses de atividades econômicas civis que não se submetem ao regime jurídico-empresarial. A esse respeito, analise os exemplos a seguir.

I - Leonardo presta serviços de consultoria diretamente a pessoas físicas ou jurídicas, com habitualidade e intuito lucrativo, mas sem constituir sociedade, tampouco contratar empregados.

II - Cristina é advogada recém-formada que atende pessoalmente seus primeiros clientes no escritório de advocacia do qual é sócia com sua amiga Ana, também advogada, contando com o auxílio de colaboradores empregados nas funções de recepcionista, secretária e arquivista.

III - Helena prepara em sua casa doces que vende para restaurantes e bufês, com habitualidade e intuito lucrativo, mas sem constituir sociedade, tampouco contratar empregados.

Submete(m)-se ao regime jurídico-empresarial a(s) atividade(s) exercida(s) por

Questão 43

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Sobre as sociedades anônimas, é INCORRETO afirmar que

Questão 44

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
A Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101/2000) estabelece que o ato que criar ou aumentar despesa obrigatória de caráter continuado deverá ser instruído com estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva entrar em vigor e nos dois subseqüentes, bem como demonstrar a origem dos recursos para seu custeio.
Nesse contexto, a legislação estabelece que se considera obrigatória de caráter continuado a despesa corrente derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo normativo que fixe para o ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a(ao):

Questão 45

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
A diretoria do BNDES acaba de anunciar uma demanda latente por um fundo específico para financiar empresas, no exterior, que importam bens de capital de alto valor agregado ou serviços das empresas brasileiras. A tarefa do departamento de marketing da instituição, nesse caso, é:

Questão 46

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Presidente de uma multinacional instalada no Brasil, José Ferreira solicita à diretoria que elabore o planejamento de 2008 da empresa com base no conceito societal de marketing. Assim, ele propõe que os diretores equilibrem três premissas:

Questão 47

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Suponha que a curva de oferta por determinado bem seja dada pela equação q = 3p, p > 0, onde q é a quantidade ofertada e p é o preço do bem, medidos em unidades adequadas. Assim, pode-se afirmar que

Questão 48

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
O PIB real do Brasil cresceu muito rapidamente durante o período de “Milagre Econômico” (1968-1973). Tal crescimento

Questão 49

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
O processo de substituição de importações na economia brasileira

Questão 50

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Se o valor, em dólar, das exportações de bens exceder ao das importações, pode-se afirmar que

Questão 51

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma empresa pública federal que tem por missão contribuir para o desenvolvimento econômico e social do País. Essa característica eleva o grau de responsabilidade de seus administradores e empregados quanto à lisura e transparência na condução dos negócios da Instituição.”

Disponível em: http://www.bndes.gov.br/empresa/etica.asp.

A passagem retrata a importância da cultura organizacional para o processo de gestão cuja essência, pelo texto, é compreendida pela forma como

Questão 52

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
“(...) contemplam financiamentos de longo prazo e custos competitivos, para o desenvolvimento de projetos de investimentos e para a comercialização de máquinas e equipamentos novos, fabricados no país, bem como para o incremento das exportações brasileiras. Contribui, também, para o fortalecimento da estrutura de capital das empresas privadas e desenvolvimento do mercado de capitais.”

Disponível em: http://www.bndes.gov.br/empresa/default.asp.

O campo de atuação do BNDES, brevemente descrito no texto acima, reflete o processo de mudança organizacional pelo qual, em virtude da globalização, muitas empresas brasileiras tiveram que passar.
Nesse contexto, relaciona-se como principal variável para o sucesso desta premissa de gestão o “agente de mudança”, que é compreendido por conjunto de

Questão 53

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
“As principais linhas de ação da Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior do BNDES são:
• modernização industrial;
• inovação e desenvolvimento tecnológico;
• promoção de setores estratégicos; e
• inserção externa.”

Disponível em : http://www.bndes.gov.br/modernizacao/default.asp.

Esse conjunto representa, entre outros, o modelo japonês de gestão. Esse modelo, adequando suas premissas para tornar as empresas brasileiras competitivas no cenário internacional, fará com que estas se tornem eficientes e eficazes,

Questão 54

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
“O BNDES apóia projetos que tenham impacto direto na melhoria das condições de vida da população brasileira.”

Disponível em: http://www.bndes.gov.br/social/default.asp.

Essa premissa social do BNDES está de acordo com a prática de gestão preconizada pela Instituição no que concerne à sua relação com o desenvolvimento humano e também com os princípios de Responsabilidade Social.

Considerando esse conceito, analise as afirmativas abaixo.

I - As organizações são instituições que utilizam recursos da sociedade.

II - O papel da empresa é aumentar a riqueza da sociedade.

III - A responsabilidade pelos problemas da sociedade é do governo e dos cidadãos.

Tais afirmações representam visões, respectivamente, de

Questão 55

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Desde os primórdios da administração, especificamente da administração científica de Taylor, as organizações tiveram que se adaptar a movimentos de constantes flutuações em suas gestões.
Em seu “estudo de tempos e movimentos”, Taylor analisava as unidades básicas de trabalho de cada indivíduo. Partindo-se dessa premissa, a validade dos estudos de tempos e movimentos se dá pela

Questão 56

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
“As Políticas Operacionais do BNDES, (...) estabelecem como prioridade o apoio aos investimentos que promovam a inovação tecnológica. No que toca ao apoio à exploração de novas oportunidades, a aceleração, por toda parte, das mudanças tecnológicas, e, a ela associada, a agilização da competição impõem à economia brasileira rápidos avanços no que concerne à geração e difusão de inovações. Essas oportunidades conformam uma nova fronteira de crescimento, centrada na inovação, e, portanto, plenamente sintonizada com a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior.”

Disponível em: http://www.bndes.gov.br/inovacao/default.asp.

O texto acima remete à importância do planejamento e da formulação da estratégia para que tantas inovações possam ser obtidas e implantadas com sucesso nas organizações.
Para o conceito da análise estratégica de planejamento deve ser levado em consideração o processo dinâmico de planejamento, que é compreendido por ações

Questão 57

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Uma determinada empresa, em seu planejamento de pessoal, parte da escolha de um fator estratégico, estabelece níveis históricos e futuros desse fator, determina os níveis históricos da força de trabalho e, por fim, projeta os níveis futuros de força de trabalho para cada unidade. Pode-se, então, afirmar que a empresa adota o modelo

Questão 58

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
O processo de recompensar é um elemento importante na condução de um funcionário em termos de retribuição, retroação ou reconhecimento do seu desempenho na organização. Atualmente, enquanto algumas organizações se apóiam em processos rígidos e tradicionais, outras buscam processos mais avançados e flexíveis tanto para motivar quanto para incentivar seus funcionários. A abordagem tradicional baseia-se nas seguintes premissas:

I - processos individualizados;

II - política de generalização;

III - modelo do homem econômico;

IV - baseado em metas;

V - ênfase no futuro.

Estão corretas as premissas

Questão 59

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Considere as afirmativas a seguir.

Treinamento e desenvolvimento empregam, sempre, métodos distintos para afetar a aprendizagem.


PORQUE

Enquanto o treinamento é orientado para o presente, focaliza o cargo atual e tem por objetivo melhorar as habilidades e capacidades relacionadas com o desempenho imediato, o desenvolvimento focaliza, em geral, os cargos a serem ocupados futuramente na organização, assim como as novas habilidades que serão requeridas.

Analisando as afirmativas acima, é correto concluir que

Questão 60

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
O estresse é um conjunto de reações físicas, químicas e mentais decorrente de estímulos ou estressores. Esses podem ser de dois tipos: ambientais e individuais. No que diz respeito ao nível individual, a detecção do estresse se dá por meio de algumas categorias de indicadores. Os sinais de esquecimento, pouca concentração e erros de decisão situam-se no campo

Questão 61

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Sobre o tema responsabilidade social no Brasil, é correto afirmar que

Questão 62

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Marque a resposta que traz a ordem correta dos objetivos das empresas conforme sua orientação para acionistas, empregados, fornecedores e ambiente natural.

Questão 63

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Por “estágio evolutivo da gestão ambiental” entende-se a

Questão 64

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Barbieri (2004) indica que a abordagem ambiental na empresa pode ser:

I  controle da poluição;

II  controle da produção;

III  controle das relações com os empregados;

IV  integração preventiva;

V  integração estratégica;

VI  integração tática;

VII  conscientização dos empregados.

Estão corretos os tipos:

Questão 65

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
O ciclo de vida de um produto representa estágios distintos na história das vendas de um determinado produto, com diferentes oportunidades e problemas em relação às estratégias metodológicas, operacionais e financeiras. Dentre as opções a seguir, assinale aquela que identifica corretamente a fase introdutória do produto no mercado.

Questão 66

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Uma carga rodoviária de 55 toneladas parte da cidade de Curitiba e faz três paradas para entregas: uma na cidade de São Paulo, a segunda, no Rio de Janeiro e, por último, em Vitória, onde finaliza a entrega. Fica acertado o valor de R$ 150,00 por escala. As distâncias aproximadas entre as respectivas cidades são as mostradas na tabela abaixo.



Considerando que o custo por quilômetro rodado é de R$ 12,00, o custo total, em reais, do transporte será de

Questão 67

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
Um fabricante de comida congelada opera com três lojas e decide centralizar os estoques dos produtos em um único armazém geral refrigerado. Cada loja, em vez de manter grandes estoques de produtos, fará seus pedidos diretamente ao armazém, que enviará estoques de reposição para cada uma das lojas, conforme a demanda. A localização de cada loja é indicada pelos seus pares ordenados (xi, yj), sendo xi a abscissa e yj a ordenada, em quilômetros. A tabela abaixo contém as coordenadas e as quantidades despachadas dos produtos para cada uma das três lojas.



Levando-se em conta que cada uma das lojas tem diferentes volumes de vendas, a opção que representa corretamente as coordenadas de localização do armazém geral com menor custo, calculado pelo método do centro de gravidade, é:

Questão 68

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração

» Esta questão foi anulada pela banca.
A FALIQ é uma fábrica de liquidificadores que produz três modelos diferentes: o “super luxo”, o “standard” e o “básico”. O modelo “super luxo” pode ser montado em 2 horas, o “standard”, em 1,5 horas e o “básico”, em 30 minutos.
O setor de montagem da fábrica tem disponíveis 20 colaboradores trabalhando 8 horas por dia, em 5 dias por semana.
A demanda de aparelhos “super luxo”, “standard” e “básico” está na proporção 1:2:6, respectivamente. Qual a quantidade total de liquidificadores produzidos por semana?

Questão 69

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
As forças competitivas em uma indústria, segundo o modelo proposto por Michael Porter, são função de:

I  pressões competitivas entre firmas rivais, que por sua vez resultam da disputa por uma melhor posição no mercado e das manobras para obter vantagem competitiva;

II  disponibilidade de produtos substitutos que têm custos competitivos e/ou ameaça de entrada de novos participantes no mercado;

III  capacidade de fornecedores e compradores exercerem poder de barganha.

Está(ão) correto(s) o(s) item(ns)

Questão 70

BNDES 2008 - CESGRANRIO - Administração
A estratégia competitiva é o modelo de decisão de uma empresa que determina o que ela pretende fazer para

Questão 71

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Ao escolher usar a estratégia genérica de diferenciação em busca de uma vantagem competitiva atraente, o que seria menos provável?

Questão 72

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Assinale a afirmativa INCORRETA sobre a construção da estratégia de uma empresa.

Questão 73

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Um indivíduo fez uma aplicação com taxa pré-fixada de 2,25% ao mês. Entretanto, passados 20 dias, precisou fazer o resgate. Suponha que seja possível escolher entre os regimes de capitalização simples ou composto para realizar o resgate desse montante. Pode-se afirmar que o montante obtido:

Questão 74

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A fim de avaliar a viabilidade financeira de um projeto a ser financiado, o Banco X realizou algumas simulações, chegando à seguinte distribuição de freqüências do VPL – Valor Presente Líquido (valores em milhões de reais):



A esse respeito, analise as afirmações abaixo.

I  O VPL médio é de 15 milhões.
II  O VPL médio é de 30 milhões.
III  O desvio padrão do VPL é, aproximadamente, 14 milhões.
IV  O desvio padrão do VPL é, aproximadamente, 20 milhões.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmação(ões):

Questão 75

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O dono de uma sapataria deseja e merece a taxa de retorno de 20% a.a.. A dívida de longo prazo da empresa (sapataria) possui um custo livre de impostos de 10%a.a.. Qual é o custo médio ponderado de capital de um investimento de R$ 50.000,00, financiado por R$ 20.000,00 do dono e o restante por dívida?

Questão 76

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Um projeto de desenvolvimento de novos processos em uma indústria requer um investimento inicial de R$1 milhão, e mais R$100 mil ao fim do primeiro ano. O resultado seria percebido somente no final do segundo ano, no valor de R$1,32 milhões. A Taxa Interna de Retorno desse projeto é de:

Questão 77

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Uma série de 10 anuidades de R$1 milhão pode ser usada para amortizar um determinado financiamento. Sabendo que a taxa de juros para financiamento é 1,25% ao mês, pode-se afirmar que o preço justo para pagamento à vista é:

Questão 78

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Dois títulos de renda fixa são emitidos pela mesma empresa e vencem daqui a 12 anos e com valor de face de R$ 100.000,00. O custo de capital (taxa mínima de atratividade) apropriado é de 11% ao ano para esta empresa. O primeiro tem uma taxa de cupom de 10%a.a. para pagamento anual; já o segundo título tem uma taxa de cupom de 12% a.a., mas paga seus juros semestralmente. Não havendo outras cláusulas contratuais nem inadimplência, se os dois títulos estiverem com seus preços justos espera-se que

Questão 79

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Considerando o modelo de CAPM e a realidade de um determinado país, sabe-se que a ação de uma fábrica de tratores tem um Beta de 1,50 e o custo de capital do acionista é de 17% ao ano. Sabe-se, ainda, que a poupança, que é considerada a aplicação sem risco, paga, em média, 8% ao ano, e que a Cia. de Saneamento possui um custo de capital próprio de 14% a.a..

Com base no exposto, o Beta da Cia. de Saneamento será

Questão 80

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Um pequeno empresário está avaliando se deve ou não implantar um sistema de gestão na sua fábrica. O custo de implantação do sistema está avaliado em R$ 30.000,00, e o principal benefício esperando será uma redução de custos com estoque da ordem de R$ 1.500,00 por mês. Usando o método de análise de payback simples (sem atualização do valor no tempo), pode-se afirmar que o:



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