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BR Distribuidora 2008

Profissional Júnior - Administração

Questão 1

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
De acordo com a leitura do primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar que

Questão 2

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
Segundo o texto, o conceito de paz consiste em

Questão 3

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
A afirmação de que o modelo de repressão apresenta resultados rápidos e contribui para uma sensação abstrata de segurança reflete o[a]

Questão 4

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
Cada um dos paradigmas apresenta vários objetivos explícitos. Assinale a opção que NÃO se configura como tal.

Questão 5

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
Na exposição do autor, os paradigmas apresentam-se

Questão 6

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
O autor discorre sobre a violência e estrutura seu ponto de vista em três tópicos principais. Trata-se, por isso, de um texto

Questão 7

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
O(s) termo(s) destacado(s) NÃO recebe(m) a mesma classificação gramatical dos apresentados nas demais opções em

Questão 8

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
“O segundo paradigma afirma que a causa da violência reside na estrutura social e no modelo econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as injustiças ...” (L. 25-28)

O termo em destaque tem a função de

Questão 9

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
De acordo com as regras de pontuação, assinale o enunciado que está pontuado corretamente.

Questão 10

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A mobilização em prol da paz, no Brasil, nasceu
 
do aumento da violência, principalmente quando a
 
criminalidade passou a vitimar as classes privilegiadas
 
dos centros urbanos. A paz que os brasileiros buscam
5
está diretamente vinculada à redução de crimes e
 
homicídios. Refletir sobre a construção da cultura de
 
paz passa, portanto, pela análise de como a sociedade
 
compreende e pretende enfrentar o fenômeno da
 
violência. Esse tem sido o tema de inúmeros debates.
10
É possível agrupar, grosso modo, três paradigmas que,
 
implícita ou explicitamente, estão presentes nessas
 
discussões — o da repressão, o estrutural e o da
 
cultura de paz.
 
O modelo baseado na repressão preconiza, como
15
solução para a violência, medidas de força, tais como
 
policiamento, presídios e leis mais duras. Essas
 
propostas sofrem de um grave problema — destinam-
 
se a remediar o mal, depois de ocorrido. Também
 
falham em não reconhecer as injustiças
20
socioeconômicas do país. Apesar disto, esse é o
 
modelo mais popular, pois, aparentemente, dá
 
resultados rápidos e contribui para uma sensação
 
abstrata (mas fundamental) de segurança e de que os
 
crimes serão punidos.(...)
25
O segundo paradigma afirma que a causa da
 
violência reside na estrutura social e no modelo
 
econômico. Conseqüentemente, se a exclusão e as
 
injustiças não forem sanadas, não há muito que se
 
fazer. Apesar de bem-intencionado, ao propor uma
30
sociedade mais justa, esse modelo vincula a solução
 
de um problema que afeta as pessoas de forma
 
imediata e concreta — violência — a questões
 
complexas que se situam fora da possibilidade de
 
intervenção dos indivíduos — desemprego, miséria,
35
etc. —, gerando, desse modo, sentimentos de
 
impotência e imobilismo.
 
Uma compreensão distorcida desse modelo tem
 
levado muitos a imaginar uma associação mecânica
 
entre pobreza e violência. (...)
40
É importante evidenciar a violência estrutural, pois
 
ela encontra-se incorporada ao cotidiano da sociedade,
 
tendo assumido a aparência de algo normal ou
 
imutável. Mas a paz não será conquistada apenas por
 
mudanças nos sistemas econômico, político e jurídico.
45
Há que se transformar o coração do homem.
 
O terceiro é o paradigma da cultura de paz, que
 
propõe mudanças de consciência e comportamento
 
— inspiradas em valores universais como justiça,
 
diversidade, respeito e solidariedade — tanto de parte
50
de indivíduos como de grupos, instituições e governos.
 
Os defensores dessa perspectiva compreendem que
 
promover transformações nos níveis macro e micro
 
não são processos excludentes, e sim
 
complementares. Buscam trabalhar em prol de
55
mudanças, tanto estruturais quanto de atitudes e estilos
 
de vida. Também enfatizam a necessidade e a
 
viabilidade de reduzir os níveis de violência através de
 
intervenções integradas e multiestratégicas,
 
fundamentadas na educação, na saúde, na ética, na
60
participação cidadã e na melhoria da qualidade de vida.
 
O primeiro passo rumo à conquista de paz e não-
 
violência no Brasil é uma mudança paradigmática: o
 
modelo da cultura de paz deve tornar-se o foco
 
prioritário das discussões, decisões e ações. Só será
65
possível colher os frutos da paz quando semearmos
 
os valores e comportamentos da cultura de paz. Isso
 
é a tarefa de cada um de nós, começando pelas
 
pequenas coisas, e no cotidiano, sem esperar pelos
 
outros. Gradualmente, outros serão sensibilizados e
70
decidirão fazer a sua parte também.
MILANI, Feizi M. Jornal do Brasil, 02 jan. 2002.
Analise as expressões destacadas.
• “ ... agrupar, grosso modo,” (L. 10)
• “... na repressão preconiza,” (L. 14)
• “Uma compreensão distorcida ...” (L. 37)
• “Também enfatizam a necessidade...” (L. 56)

A série que corresponde, respectivamente, ao significado dessas expressões em negrito é:

Questão 11

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
The main purpose of this text is to

Questão 12

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
According to the text, it is NOT correct to affirm that green gasoline

Questão 13

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
In the sentence “‘It is likely that the future consumer will not even know that they are putting biofuels into their car,’”(lines 16-17), “It is likely that” could be substituted by

Questão 14

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1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
The item “themselves” (line 27) refers to

Questão 15

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
Which alternative contains a correct correspondence of meaning?

Questão 16

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
Mark the sentence in which the idea introduced by the word in bold type is correctly described.

Questão 17

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
Paragraph 4 (lines 24-31) informs that UMass researchers produce green gasoline by

Questão 18

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
According to this text, it might be said that corn ethanol and soy biodiesel have

Questão 19

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1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
The text says that research on green gasoline has

Questão 20

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1
Researchers make breakthrough in creating gasoline from
 
plant matter, with almost no carbon footprint
 
 
April 7,
5
National Science Foundation
 
 
Researchers have made a breakthrough in the
 
development of “green gasoline,” a liquid identical to
 
standard gasoline yet created from sustainable biomass
10
sources like switchgrass and poplar trees. Reporting
 
in the cover article of the April 7, 2008 issue of
 
Chemistry & Sustainability, Energy & Materials,
 
chemical engineer and National Science Foundation
 
(NSF) researcher George Huber of the University of
15
Massachusetts-Amherst and his graduate students
 
announced the first direct conversion of plant cellulose
 
into gasoline components.
 
Even though it may be 5 to 10 years before green
 
gasoline arrives at the pump or finds its way into a jet
20
airplane, these breakthroughs have bypassed
 
significant difficulties to bringing green gasoline biofuels
 
to market. “It is likely that the future consumer will not
 
even know that they are putting biofuels into their car,”
 
said Huber.
25
“Biofuels in the future will most likely be similar in
 
chemical composition to gasoline and diesel fuel used
 
today. The challenge for chemical engineers is to
 
efficiently produce liquid fuels from biomass while fitting
 
into the existing infrastructure today.”
30
For their new approach, the UMass researchers
 
rapidly heated cellulose in the presence of solid
 
catalysts, materials that speed up reactions without
 
sacrificing themselves in the process. They then rapidly
 
cooled the products to create a liquid that contains many
35
of the compounds found in gasoline. The entire process
 
was completed in less than two minutes using relatively
 
moderate amounts of heat.
 
“Green gasoline is an attractive alternative to
 
bioethanol since it can be used in existing engines and
40
does not incur the 30 percent gas mileage penalty of
 
ethanol-based flex fuel,” said John Regalbuto, who
 
directs the Catalysis and Biocatalysis Program at NSF
 
and supported this research.
 
“In theory it requires much less energy to make
45
than ethanol, giving it a smaller carbon footprint and
 
making it cheaper to produce,” Regalbuto said. “Making
 
it from cellulose sources such as switchgrass or poplar
 
trees grown as energy crops, or forest or agricultural
 
residues such as wood chips or corn stover, solves the
50
lifecycle greenhouse gas problem that has recently
 
surfaced with corn ethanol and soy biodiesel.”
 
Beyond academic laboratories, both small
 
businesses and petroleum refiners are pursuing green
 
gasoline. Companies are designing ways to hybridize
55
their existing refineries to enable petroleum products
 
including fuels, textiles, and plastics to be made from
 
either crude oil or biomass and the military community
 
has shown strong interest in making jet fuel and diesel
 
from the same sources.
60
“Huber’s new process for the direct conversion of
 
cellulose to gasoline aromatics is at the leading edge
 
of the new ‘Green Gasoline’ alternate energy paradigm
 
that NSF, along with other federal agencies, is helping
 
to promote,” states Regalbuto.
http://www.nsf.gov/news/news_summ.jsp?cntn_id=111392
The title of the text, “Money Doesn’t Grow on Trees, But Gasoline Might”, refers to the

Questão 21

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No Microsoft PowerPoint 2003, o que determina se um arquivo de som é inserido na apresentação como um arquivo vinculado?

Questão 22

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O suporte ao XML padrão no Microsoft Excel 2003 consiste em

Questão 23

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Para se criar uma estrutura de tópicos deve-se começar o documento no formato modo de estrutura de tópicos.

PORQUE

Da mesma forma que o modo normal ou de layout de página, o modo de estrutura de tópicos oferece uma exibição exclusiva para o conteúdo do documento.

A esse respeito conclui-se que

Questão 24

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A Internet é um conglomerado de redes em escala mundial de milhões de computadores que são interligados pelo protocolo de Internet que consiste em

Questão 25

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As ameaças à segurança da informação na Internet, Intranets e demais redes de comunicação, são relacionadas diretamente à perda de uma de suas três características principais que são, respectivamente,

Questão 26

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A figura acima ilustra um triângulo ABC, tal que a base BC mede 6 cm e os ângulos e medem, respectivamente, 30º e 135º. A altura deste triângulo, relativa ao lado BC, mede, em cm,

Questão 27

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
O valor de é

Questão 28

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
Álvaro, Benedito e Celso são donos de três empresas. As custódias acionárias são, respectivamente,
• 20%, 30% e 50% na primeira empresa;
• 40%, 40% e 20% na segunda empresa;
• 45%, 25% e 30% na terceira empresa.

Essas porcentagens foram escolhidas de modo a permitir que, ao se considerar o valor de cada uma das empresas, os três possuíssem o mesmo patrimônio no valor de R$ 700.000,00.

Com base nessas informações, é correto afirmar que a

Questão 29

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Seja f uma função de IR em IR cuja lei é f(x) = A.x2 + B.x + C. Sabendo-se que f(0) = 12, f(3) = 0 e f(– 1) = 8, o valor de A + B + C é

Questão 30

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A tabela abaixo apresenta os pesos de um grupo de pessoas
 
e suas respectivas freqüências. Não há observações coin-
 
cidentes com os extremos das classes.
 
O peso médio do conjunto de pessoas, em kgf, é

Questão 31

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1
A tabela abaixo apresenta os pesos de um grupo de pessoas
 
e suas respectivas freqüências. Não há observações coin-
 
cidentes com os extremos das classes.
 
O valor aproximado, em kgf, do peso mediano do conjunto de pessoas é

Questão 32

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
1
A tabela abaixo apresenta os pesos de um grupo de pessoas
 
e suas respectivas freqüências. Não há observações coin-
 
cidentes com os extremos das classes.
 
Uma pessoa com mais de 50 kgf será escolhida ao acaso. A probabilidade de que o peso dessa pessoa esteja entre 60 kgf e 80 kgf é, aproximadamente,

Questão 33

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Um grupo é formado por 7 mulheres, dentre as quais está Maria, e 5 homens, dentre os quais está João. Deseja-se escolher 5 pessoas desse grupo, sendo 3 mulheres e 2 homens. De quantas maneiras essa escolha pode ser feita de modo que Maria seja escolhida e João, não?

Questão 34

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Em um grupo de 40 pessoas adultas, a idade média é 30 anos. A idade média dos homens desse grupo é 36 anos, enquanto a média das idades das mulheres é 26 anos. O número de homens nesse grupo é

Questão 35

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Do total de funcionários de uma empresa, foi retirada uma amostra de seis indivíduos. A tabela abaixo apresenta o tempo trabalhado na empresa, em anos completos, por cada um deles.


A variância dessa amostra é

Questão 36

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Ao pesquisar os estilos de liderança na empresa em que atua, José encontrou em Rafael um exemplo de líder, visto como alguém que auxilia seus liderados no alcance dos seus objetivos, oferecendo-lhes apoio e direção. Sua liderança mantém, visivelmente, uma relação estreita com a motivação dos seus liderados, e releva a contribuição dos fatores situacionais referentes ao ambiente de trabalho e às características individuais das pessoas com quem se trabalha. O estilo de liderança de Rafael é conhecido como

Questão 37

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
A avaliação do treinamento mostra benefícios para a organização, o que leva autores a estudarem o treinamento sob diferentes níveis de avaliação. Borges-Andrade et al. (2002), ao classificarem os níveis de avaliação, destacam a importância de medir os efeitos do treinamento no desempenho do indivíduo no trabalho, diretamente relacionados aos objetivos do treinamento, ou em outros desempenhos, podendo aí ser incluídas as avaliações de impacto no indivíduo e na organização. Assim, nesse nível de avaliação, se focaliza a(o)

Questão 38

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
Segundo Hipólito (2002), considera-se uma forma de remuneração variável de longo prazo usada pelas empresas nos seus sistemas de recompensa, o[a]

Questão 39

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
Ao avaliar o desempenho de um funcionário, o gerente de uma empresa o reprovou, com base nas informações sobre as atividades desenvolvidas por ele no último mês, sem analisar as atividades dos meses anteriores. Os registros mostraram que seu desempenho sempre foi bom, mas no último mês havia caído, em virtude de problemas de saúde. Diante da situação apresentada, é correto afirmar que o gerente apresentou uma distorção de percepção no processo de avaliação efetuado, denominada

Questão 40

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Uma organização é uma equipe e todos os seus membros precisam saber o que está ocorrendo para que o trabalho em conjunto possa ser o melhor possível. Nem sempre, porém, a comunicação se completa na organização, porque podem-se formar algumas barreiras, impedindo-a, total ou parcialmente, ou dando-lhe um significado incorreto.

Assim, em situações de trabalho, as emoções limitam a comunicação, formando barreiras

Questão 41

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Notícias do mundo empresarial mencionam uma série de erros de empresas que atuam globalmente. Um exemplo é o de uma cera de piso, de uma empresa americana, que fracassou no Japão. A cera deixava o piso muito escorregadio e a empresa não percebeu que os japoneses não usam sapatos dentro de suas casas. Esses problemas podem ser evitados se houver

Questão 42

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Alguns especialistas consideram difícil medir o retorno dos investimentos em projetos sociais por parte das empresas. No entanto, as empresas socialmente comprometidas tendem a

Questão 43

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Em artigo para uma revista semanal, um consultor empresarial tecia dois comentários a respeito do atual panorama econômico.

Primeiro comentário: a paisagem de hoje está salpicada de novos produtos que o presidente Getúlio Vargas não chegou a conhecer, como satélites, câmeras digitais, fax, correio eletrônico, telefones celulares e computadores portáteis.

Segundo comentário: um atacadista de flores em Colônia, na Alemanha, que esteja sem estoque de rosas vermelhas, pode fazer seu pedido e receber de Tel Aviv, na manhã seguinte, toda uma carga aérea dessas flores.

Os comentários exemplificam duas forças do ambiente externo que estão reconfigurando a economia, denominadas

Questão 44

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Concentrar-se em atender um nicho de mercado pode trazer altas margens de lucro para a empresa, uma vez que esses clientes

Questão 45

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João de Souza, proprietário de uma rede de lojas de conveniência, planeja o lançamento de uma nova linha de sanduíches. Como pretende que os produtos sejam customizados, deve

Questão 46

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Diretores de uma rede de postos de gasolina no interior do país orgulharam-se de uma reportagem que classificava a empresa como orientada para o marketing. Conclui-se, então, que a matéria argumentava que a empresa

Questão 47

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Considere as afirmativas a seguir sobre as funções da atividade de vendas.

I - A multiplicidade de produtos e de negócios autônomos dirigidos a diversos grupos de consumidores e clientes exige uma definição estratégica única para a função de vendas, em nível corporativo.

II - As ações táticas da administração de vendas e dos vendedores devem ser uma importante extensão das estratégicas de marketing de cada produto e de cada mercado em particular.

III - O papel do pessoal de vendas como canal de distribuição para colocar produtos e/ou serviços no mercado é dar seqüência às estratégias de P&D (pesquisa e desenvolvimento).

É(São) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 48

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As empresas utilizam vários instrumentos para encontrar idéias que melhorem um produto ou serviço existente. O método denominado ideal acontece quando o profissional de marketing

Questão 49

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No gerenciamento da melhoria da qualidade, nos processos de produção de bens, a medida que indica o grau de dispersão em relação a um valor central é a

Questão 50

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Os estoques são classificados de acordo com as funções que desempenham. Neste sentido, o estoque que é feito para cobrir flutuações aleatórias e imprevisíveis do suprimento é denominado estoque de

Questão 51

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Em uma empresa, a projeção da demanda, em unidades/ mês, de óleo combustível para o período de quatro meses é dada na tabela a seguir. A empresa trabalha nesses meses, respectivamente, 21, 23, 20 e 20 dias.


Supondo que o estoque inicial seja de 2.500 unidades e o estoque final desejado, ao final do período, seja de 3.000 unidades, a produção diária que atenda aos requisitos da demanda, por unidade/dia, deve ser, no mínimo, de

Questão 52

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Em uma manufatura que trabalha com produtos discretos, geralmente customizados, em que o período de tempo para fazer o produto e o intervalo para a conclusão de cada produto são relativamente longos, é utilizado o tipo de processo

Questão 53

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No que diz respeito à higiene no trabalho, são preceitos legais que cabem à empresa:

I - cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;

II - facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente;

III - delegar aos empregados a responsabilidade pela solução dos problemas referentes a doenças ocupacionais e acidentes de trabalho;

IV - adotar as medidas determinadas pelo órgão regional competente.

Estão corretos os preceitos

Questão 54

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
As cadeias de lojas varejistas, em seus centros de distribuição, fazem uso freqüente do processo de cross docking, que tem como maior vantagem:

Questão 55

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Um componente de uma válvula para controle de pressão nos dutos de gás é fabricado num centro de trabalho específico, sendo necessários 40 minutos para a preparação da máquina e um tempo de operação de 2 minutos por peça. Um pedido de 200 unidades deve ser processado, simultaneamente, em duas máquinas. As máquinas podem ser preparadas ao mesmo tempo. De quantos minutos é o tempo de operação exigido para atender esse pedido?

Questão 56

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No planejamento e coordenação de projetos, o método PERT (Program Evaluation and Review Technique) faz uso de um diagrama de rede para apresentar as principais atividades do projeto e suas relações seqüenciais. Nesse tipo de rede, o caminho crítico tem tolerância permissível, ou seja, um tempo de folga igual

Questão 57

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
A entrada de dinheiro no Caixa, seja através de receita ou outro recebimento, denomina-se

Questão 58

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A Empresa Aurora Boreal Ltda. apresentou o seguinte balancete de verificação, em reais, em 30 de setembro de 2007:


Em outubro de 2007 realizou, em reais, as seguintes transações:
• venda de mercadorias a prazo, no valor de 140.000,00, com baixa do estoque de 100.000,00;
• desconto de 200.000,00 em duplicatas no Banco, pagando no ato 5% de juros;
• provisão de salários do mês: 12.000,00;
• amortização da parcela de seguros correspondente a setembro: 500,00;
• pagamento em dinheiro das seguintes despesas:
- Aluguel 400,00
- Energia elétrica 400,00
- Telefone, fax e telex 200,00
• recebimento em dinheiro de 20.000,00, em duplicatas de clientes quitadas com atraso com acréscimo de juros de 2%.

Considerando, exclusivamente, as informações acima, o lucro operacional, em reais, apurado pela empresa, em outubro de 2007, montou a

Questão 59

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A Indústria Tabatinga Ltda. possui a seguinte composição de custos num determinado produto que fabrica:
• matéria-prima 50%
• mão-de-obra direta 30%
• custos indiretos de fabricação 20%

Sabe-se que:
• cada unidade produzida é vendida a R$ 5,00;
• as matérias-primas utilizadas na fabricação do produto aumentaram 10%;
• a quantidade de produção e os valores em reais dos demais elementos de custos não foram alterados.

Para que a empresa mantenha o mesmo percentual da margem de lucro que vinha obtendo antes do aumento das matérias-primas, terá que vender cada unidade, em reais, por

Questão 60

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
A Indústria Telespacial Ltda. possui uma capacidade instalada de 10.000 unidades de produção. Neste nível de produção, os custos fixos totais montam a R$ 42.750,00 e os custos variáveis totais montam a R$ 105.000,00.

Considerando-se o critério de custeio por absorção, caso a empresa fabrique 9.500 unidades, o custo unitário total do produto, em reais, será

Questão 61

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
A Indústria Telesistemas Ltda. possui capacidade instalada para 200.000 unidades de produção. Sabendo-se que o preço de venda unitário do produto é R$ 5,00; o custo variável unitário é R$ 2,00 e que o custo fixo total monta a R$ 300.000,00, o ponto de equilíbrio da receita, em reais, é

Questão 62

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
Uma empresa trabalha com um nível de atividade de 125.000 unidades. Sabendo-se que o total de custos e despesas fixos monta a R$ 4.500.000,00, e que os custos e despesas variáveis representam 60% do preço de venda de R$ 100,00, qual a margem de segurança da empresa?

Questão 63

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
Se a taxa de juros compostos usada para desconto de fluxos financeiros for de 1% a.m., então dois pagamentos iguais a R$ 100,00, o primeiro ao fim de um mês e o segundo, de dois meses, terão um Valor Presente Líquido, conjunto, em reais, aproximadamente, de

Questão 64

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
A Taxa Interna de Retorno (TIR) do fluxo financeiro de um projeto

Questão 65

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
Se uma empresa (sociedade anônima) se financiar parcialmente através da emissão de títulos, pagando taxa de juros fixa,

Questão 66

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
O balanço patrimonial de uma empresa é um demonstrativo financeiro que mostra o valor do[a]

Questão 67

BR Distribuidora 2008 - CESGRANRIO - Profissional Júnior - Administração
O índice de liquidez corrente é um indicador financeiro obtido dividindo-se

Questão 68

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O custo de capital para uma empresa é

Questão 69

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Há várias fontes de financiamento a curto prazo para uma empresa, entre as quais NÃO se encontram as(os)

Questão 70

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Ao aumentar o nível e o valor dos estoques que mantém, uma empresa



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