×
×

CAPES 2008

Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática

Questão 1

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
Assinale a opção que exprime corretamente as idéias do primeiro parágrafo.

Questão 2

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
A “Revolução da Informação” a que se refere o autor exerce influência na organização social, utilizando instrumentos que

Questão 3

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
O alargamento dos espaços do conhecimento, referido no segundo parágrafo, traz, como conseqüência,

Questão 4

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
Para o autor, na atualidade, a era do computador promove a(o)

Questão 5

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
Conforme o texto, é INCORRETO afirmar que “ser cidadão” é

Questão 6

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
Os verbos estão flexionados corretamente em:

Questão 7

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
No conjunto abaixo, um dos elementos foge ao campo semântico dos demais. Qual é ele?

Questão 8

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
A transformação da escola em espaço aberto ___novas estratégias tecnológicas certamente vai deixá-la ___ par do que é mais adequado ___ formação cidadã.

A seqüência que preenche corretamente as lacunas da frase acima é

Questão 9

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
“mesmo admitindo que grandes massas da população estejam excluídas dele.” (l. 8-10)

O termo destacado no trecho acima está empregado na mesma classe gramatical em

Questão 10

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Costuma-se definir nossa era como a era do conhecimento.
 
Se for pela importância dada hoje ao conhecimento, em todos os setores,
 
pode-se dizer que se vive
 
mesmo na era do conhecimento, na sociedade do
5
conhecimento, sobretudo em conseqüência da
 
informatização e do processo de globalização das
 
telecomunicações a ela associado. Pode ser que, de fato,
 
já se tenha ingressado na era do conhecimento, mesmo
 
admitindo que grandes massas da população estejam
10
excluídas dele.Todavia, o que se constata é a
 
predominância da difusão de dados e informações e não de
 
conhecimentos. Isso está sendo possível graças às
 
novas tecnologias que estocam o conhecimento, de
 
forma prática e acessível, em gigantescos volumes de
15
informações, que são armazenadas inteligentemente,
 
permitindo a pesquisa e o acesso de maneira muito
 
simples, amigável e flexível. É o que já acontece com a
 
Internet: para ser “usuário”, basta dispor de uma linha
 
telefônica e um computador. “Usuário” não significa aqui
20
apenas receptor de informações, mas também emissor
 
de informações. Pela Internet, a partir de qualquer sala
 
de aula do planeta, podem-se acessar inúmeras bibliotecas em muitas
 
partes do mundo. As novas tecnologias
 
permitem acessar conhecimentos transmitidos não apenas por palavras,
25
mas também por imagens, sons, fotos,
 
vídeos (hipermídia), etc. Nos últimos anos, a informação
 
deixou de ser uma área ou especialidade para se tornar
 
uma dimensão de tudo, transformando profundamente a
 
forma como a sociedade se organiza. Pode-se dizer que
30
está em andamento uma Revolução da Informação, como
 
ocorreram no passado a Revolução Agrícola e a Revolu-
 
ção Industrial. (...)
 
As novas tecnologias criaram novos espaços do
 
conhecimento. Agora, além da escola, também a
35
empresa, o espaço domiciliar e o espaço social tornaram-se
 
educativos. (...) Esses espaços de formação têm tudo
 
para permitir maior democratização da informação e do
 
conhecimento, portanto, menos distorção e menos
 
manipulação, menos controle e mais liberdade.(...)
40
O conhecimento é o grande capital da humanidade.
 
Não é apenas o capital da transnacional que precisa dele
 
para a inovação tecnológica.
 
Ele é básico para a sobrevivência de todos e,
 
por isso, não deve ser vendido ou comprado, mas sim disponibilizado a todos.
45
Esta é a função de instituições que se dedicam ao conhecimento
 
apoiado nos avanços tecnológicos. Espera-se que a educação do futuro
 
seja mais democrática, menos excludente.
 
Essa é ao mesmo tempo nossa causa e nosso desafio.
 
Infelizmente, diante da falta de políticas públicas no
50
setor, acabaram surgindo “indústrias do conhecimento”,
 
prejudicando uma possível visão humanista, tornando-o
 
instrumento de lucro e de poder econômico.(...)
 
Neste contexto de impregnação do conhecimento,
 
cabe à escola: amar o conhecimento como espaço
55
de realização humana, de alegria e de contentamento
 
cultural; selecionar e rever criticamente a informação;
 
formular hipóteses; ser criativa e inventiva (inovar); ser
 
provocadora de mensagens e não pura receptora;
 
produzir, construir e reconstruir conhecimento elaborado.
60
E mais: numa perspectiva emancipadora da educação, a
 
escola tem que fazer tudo isso em favor dos excluídos,
 
não discriminando o pobre. Ela não pode distribuir poder,
 
mas pode construir e reconstruir conhecimentos, saber,
 
que é poder. Numa perspectiva emancipadora da educa-
65
ção, a tecnologia contribui muito pouco para a emancipa-
 
ção dos excluídos se não for associada ao exercício da
 
cidadania.(...)
 
Em geral, temos a tendência de desvalorizar o que
 
fazemos na escola e de buscar receitas fora dela quando
70
é ela mesma que deveria governar-se. É dever dela ser
 
cidadã e desenvolver na sociedade a capacidade de
 
governar e controlar o desenvolvimento econômico e o
 
mercado. A cidadania precisa controlar o Estado e o
 
mercado, verdadeira alternativa ao capitalismo neoliberal
75
e ao socialismo burocrático e autoritário.
 
A escola precisa dar o exemplo, ousar construir o futuro. Inovar é mais
 
importante do que reproduzir com qualidade o que existe.
 
A matéria-prima da escola é sua visão do futuro.(...)
GADOTTI, Moacir. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php? Acesso em abr 2008
“mesmo admitindo que grandes massas da população estejam excluídas dele.” (l. 8-10)

Os segmentos destacados têm a mesma função que a oração em destaque em:

Questão 11

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
The purpose of this article is to

Questão 12

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
“This tactic” (line 6) refers to which of Shaun Osher’s behavior?

Questão 13

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
In “One person could handle an issue that should take two minutes,” (lines 14-15), “handle” means “to deal with”. Mark the sentence in which the word “handle” is used in the same way.

Questão 14

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
When Shaun Osher affirms that “… the pendulum has swung way too much to the other side,” (lines 23-24), he means that

Questão 15

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática

» Esta questão foi anulada pela banca.
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
In “...your job could be on the line if you indulge in the luxury of being offline?” (lines 32-33) the expressions ‘on the line’ and ‘offline’, respectively, mean

Questão 16

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
According to Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets, in Paragraph 5 (lines 38-44),

Questão 17

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
Based on Ellen Kossek’s analysis in Paragraph 6 (lines 45-53),

Questão 18

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
Which option describes accurately the meaning relationship between the pairs of words?

Questão 19

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
Mark the sentence in which the idea introduced by the word in bold type is correctly described.

Questão 20

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
1
Majority of workers feel overwhelmed by deluge of data,
 
survey finds
 
 
By Eve Tahmincioglu
5
updated 8:18 p.m. ET March 16,
 
 
Don’t expect Shaun Osher, the CEO of Core Group
 
Marketing in New York, to answer your e-mail right away.
 
He has stopped responding to e-mails every minute and
10
only checks his e-mail account twice a day. He also started
 
turning off his BlackBerry during meetings.
 
This tactic has made him so much more productive
 
that earlier this year he held a meeting with his staff of
 
and “strongly suggested” that they stop relying so heavily
15
on e-mail and actually start calling clients on the phone.
 
And, he requested his employees put cell phones and
 
PDAs on silent mode during meetings, as well as curtail
 
the common practice of cc-ing everybody when sending
 
out an e-mail. “There was so much redundancy, so much
20
unnecessary work,” he explains. “One person could handle
 
an issue that should take two minutes, but when an e-
 
mail goes out and five people get cc-ed, then everybody
 
responds to it and there’s a snowball effect.”
 
It’s not that Osher has anything against technology. In
25
fact, he loves it. The problem is, last year he realized he
 
was inundated with so many e-mails and so much
 
information in general that he began to experience data
 
overload. “In the beginning, e-mail and all this data was a
 
great phenomenon, revolutionizing what we do. But the
30
pendulum has swung way too much to the other side,” he
 
maintains. “We’re less productive.”
 
Osher isn’t the only one out there under a data
 
avalanche. Thanks to technological innovations, you can
 
be talking to a customer on your cell phone, answering a
35
LinkedIn invitation on your laptop, and responding to e-
 
mail on your PDA all at the same time. Besides, during
 
tough economic times, who will want to miss any
 
information when your job could be on the line if you indulge
 
in the luxury of being offline? Turns out, seven out of
40
office workers in the United States feel overwhelmed by
 
information in the workplace, and more than two in five
 
say they are headed for a data “breaking point,” according
 
to a recently released Workplace Productivity Survey.
 
Mike Walsh, CEO of LexisNexis U.S. Legal Markets,
45
says there are a host of reasons we’re all on the information
 
brink: “exponential growth of the size of the information
 
‘haystack,’ the immensity and immediacy of digital
 
communications, and the fact that professionals are not
 
being provided with sufficient tools and training to help
50
them keep pace with the growing information burden.”
 
Ellen Kossek, a professor from Michigan State, believes
 
we are less productive in this age of 24-7 technology, and
 
our multitasking mentality has spawned a “not-mentally-
 
present” society. “We’re becoming an attention-deficit
55
disorder society switching back and forth like crazy,”
 
Kossek says. “We’re connected all the time. We’re
 
working on planes, in coffee shops, working on the
 
weekends. Work is very seductive, but yet we’re actually
 
less effective.”
60
The key to getting your head above the data flood,
 
according to workplace experts, is managing and reducing
 
the information you’re bombarded with.
© 2008 MSNBC Interactive - (slightly adapted) http://www.msnbc.msn.com/id/23636252/
Check the only alternative that presents a statement that is INCONSISTENT with the arguments and reasoning introduced in the text you have read.

Questão 21

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
A figura ilustra um tabuleiro do jogo RESTA UM. Começa-se o jogo com peças em todas as casas, exceto em uma, que está inicialmente vazia (Figura 1). Nesse jogo, todas as peças podem ser movimentadas. No entanto, cada casa comporta, no máximo, uma peça.



Nesse jogo, a única jogada possível consiste em: dadas três casas consecutivas em linha, na horizontal ou na vertical, se uma das casas, que não a central, estiver vazia e as outras duas, ocupadas, uma das peças salta a outra, adjacente, retirando-se do jogo a que foi pulada. Se não for possível realizar a jogada, o jogo acaba.

Na Figura 2, vê-se a casa A vazia e as casas B e C ocupadas. A peça que está em C pula a que está em B e passa a ocupar a casa A. A peça da casa B, que foi pulada, é retirada do jogo (Figura 3).

Abaixo, está representada uma situação de jogo no Resta Um.



Na situação apresentada, o jogo acaba com, no mínimo, um número de peças igual a

Questão 22

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Observando o calendário de um certo ano, Gabriel percebeu que havia dois meses consecutivos que totalizavam 60 dias. Se esse ano começa em uma segunda-feira, então termina em uma

Questão 23

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Chama-se tautologia à proposição composta que possui valor lógico verdadeiro, quaisquer que sejam os valores lógicos das proposições que a compõem.

Sejam p e q proposições simples e ~p e ~q as suas respectivas negações. Em cada uma das alternativas abaixo, há uma proposição composta, formada por p e q. Qual corresponde a uma tautologia?

Questão 24

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O silogismo é uma forma de raciocínio dedutivo. Na sua forma padronizada, é constituído por três proposições: as duas primeiras denominam-se premissas e a terceira, conclusão.

As premissas são juízos que precedem a conclusão. Em um silogismo, a conclusão é conseqüência necessária das premissas.

Assinale a alternativa que corresponde a um silogismo.

Premissa 1:    Marcelo é matemático. 
Premissa 2: Alguns matemáticos gostam de física.
Conclusão: Marcelo gosta de física.
.

Premissa 1:    Marcelo é matemático. 
Premissa 2: Alguns matemáticos gostam de física.
Conclusão: Marcelo não gosta de física.
.

Premissa 1:    Mário gosta de física. 
Premissa 2: Alguns matemáticos gostam de física.
Conclusão: Mário é matemático.
.

Premissa 1:    Mário gosta de física. 
Premissa 2: Todos os matemáticos gostam de física.
Conclusão: Mário é matemático.
.

Premissa 1:    Mário gosta de física. 
Premissa 2: Nenhum matemático gosta de física.
Conclusão: Mário não é matemático.
.

Questão 25

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Sílvio partiu de avião, do Rio de Janeiro para São Paulo, às 17h do dia 07 de abril. Levou, no trajeto, 50 minutos de vôo. Chegando lá, transferiu-se para outro avião que, saindo de São Paulo 40 minutos depois da sua chegada, foi direto a Istambul, na Turquia, levando para isso 23 horas e 50 minutos. Rio e São Paulo estão no mesmo fuso horário e têm 6 horas de atraso com relação ao horário de Istambul. Sílvio chegou a Istambul

Questão 26

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Alberto, Bruno e Cláudio são três irmãos e fazem as seguintes declarações:

Alberto: eu sou o mais velho dos três irmãos.
Bruno: eu não sou o mais velho dos três irmãos.
Cláudio: eu não sou o mais novo dos três irmãos.

Sabendo-se que apenas uma das declarações é verdadeira, conclui-se que

Questão 27

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Dos funcionários que trabalham em uma certa empresa, 29% são homens casados, 24% são mulheres solteiras e 3% são pessoas que não são casadas e nem solteiras (por exemplo, viúvas) Sabendo-se que 59% dos funcionários são casados e que 45% dos funcionários são homens, é correto concluir que

Questão 28

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Sejam p e q proposições simples e ~p e ~q, respectivamente, as suas negações. A negação da proposição composta é

Questão 29

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática




No rio Heródoto, há duas ilhas: Alfa e Beta. A ilha Alfa é ligada à margem direita pela ponte 1 e à margem esquerda pela ponte 2. A ilha Beta é ligada à margem direita pelas pontes 3 e 4, mas não é ligada à margem esquerda. Há ainda as ponte 5 e 6, que ligam uma ilha à outra.
Percursos diferentes passando pelas pontes são caracterizados por seqüências diferentes formadas com números do conjunto {1, 2, 3, 4, 5, 6}. Por exemplo, (1,2) é um percurso que começa na margem direta, passa pela ponte 1, atravessa a ilha Alfa e, passando pela ponte 2, termina na margem esquerda. Note ainda que (1,5,3), (1,5,4) e (3,5,1) são diferentes percursos que saem da margem direita e chegam a essa mesma margem, passando pelas duas ilhas.
O nº de percursos diferentes que podem ser feitos, começando na margem esquerda e terminando na margem direita, visitando necessariamente as duas ilhas sem que se passe por uma mesma ponte duas vezes, é

Questão 30

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática




A figura acima ilustra um sólido fechado. Sua planificação é

Questão 31

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Em sentido formal, a Administração Pública pode ser conceituada como o[a]

Questão 32

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O instituto da requisição, previsto na Constituição Federal (artigo 5º, inciso XXV), autoriza às autoridades o uso de propriedade particular em determinadas situações, assegurando ao proprietário indenização ulterior, se houver dano. Trata-se de exemplo típico de aplicação concreta de um dos princípios que norteia a Administração, que é o da

Questão 33

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O poder disciplinar pode ser definido como “a faculdade de punir internamente as infrações funcionais dos servidores e demais pessoas sujeitas à disciplina dos órgãos e serviços da Administração” (Hely Lopes Meirelles, in Direito Administrativo Brasileiro. 25ª edição. Malheiros, 2000, p. 115).

Assim, tem-se como característica do poder disciplinar a(o)

Questão 34

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Nos casos de responsabilidade civil objetiva do Estado, a Administração se exime de responder pelo dano sofrido pelo administrado se

Questão 35

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
A revogação de um ato administrativo

Questão 36

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O controle judicial dos atos administrativos se estende à investigação de sua

I - motivação;
II - finalidade;
III - causa.

Está(ão) correto(s) o(s) item(ns)

Questão 37

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Sobre os contratos administrativos firmados entre entidade pública e terceiro, está INCORRETO afirmar que

Questão 38

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
As disposições da Lei de Responsabilidade Fiscal obrigam a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, compreendendo:

I - o Poder Executivo;
II - o Poder Legislativo, neste abrangidos os Tribunais de Contas;
III - o Poder Judiciário;
IV - o Ministério Público;
V - as respectivas administrações diretas, fundos, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes.

Estão corretos os itens

Questão 39

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Nas licitações na modalidade pregão, o termo de referência é o documento que

Questão 40

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
De acordo com o Código de Conduta da Alta Administração Federal, a autoridade pública deverá tornar pública a sua participação societária em empresa que negocie com o Poder Público, caso sua participação no capital seja superior a

Questão 41

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Em uma empresa, a estação de trabalho de um determinado usuário travou. Ele entra em contato com a central de serviços relatando o fato e informando, adicionalmente, que essa mesma situação já ocorreu há seis meses atrás. Segundo o ITIL, esse evento caracteriza um [a]

Questão 42

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O processo ITIL responsável por definir, analisar, planejar, medir e melhorar todos os aspectos da disponibilidade dos serviços de TI é o gerenciamento da(o)

Questão 43

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Segundo o PMBOK, terceira edição, a função básica do patrocinador é

Questão 44

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Seja S o resultado da soma dos números binários X e Y, onde:

X= 00110010
Y= 01010111

Qual o valor de S em hexadecimal?

Questão 45

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
A que nível do CMMI é equivalente o nível de maturidade B do MPS.Br?

Questão 46

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Que tecnologia de comunicação de dados, baseada no padrão 802.16, foi criada para oferecer acesso sem fio de alta velocidade dentro de uma área metropolitana?

Questão 47

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Em qual técnica de escrita (write) em cache a informação é gravada, de maneira síncrona, tanto no cache como nos blocos inferiores da hierarquia de memória?

Questão 48

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Considere o seguinte conjunto de processos e a duração de surto de CPU expressa em milissegundos:



Se os processos chegam na ordem X, Y e Z, onde X chega no instante 0, qual o tempo de espera médio se os processos forem atendidos segundo o escalonamento FCFS (firstcome, first-served)?

Questão 49

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O seguinte comando foi aplicado em um determinado servidor Linux:
        chmod 775 /var/log/messages


As permissões resultantes no arquivo são

Questão 50

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Que afirmativa apresenta um conjunto de formatos abertos projetados para adicionar semântica em documentos na WEB?

Questão 51

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Cláudio assinou um determinado email E utilizando certificação digital e o enviou à Mariana. A esse respeito, observe as afirmativas abaixo.

I - E poderia ser alterado sem que Mariana percebesse a modificação.
II - Se o tráfego de rede no envio de E fosse farejado (sniffer), a confidencialidade da mensagem estaria comprometida.
III - Mariana saberá que E foi enviada, de fato, por Cláudio.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 52

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
No âmbito de VPN, que protocolo pode ser usado para tunelamento na camada de enlace?

Questão 53

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O link Internet de uma determinada empresa está sobrecarregado, especificamente o tráfego de entrada, que é caracterizado, em uma sua maioria, por resultados de solicitações HTTP para um pequeno grupo de sites. Uma ação válida para aliviar consideravelmente tal sobrecarga é

Questão 54

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
É uma função da camada de sessão do modelo OSI o[a]

Questão 55

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Xen e VMWare são produtos relacionados à tecnologia

Questão 56

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
No âmbito de VoIP, quais os três tipos de servidores que compõem a arquitetura do SIP (Session Initiated Protocol)?

Questão 57

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Ao executar um programa P, um computador gasta 80% do seu tempo de execução em um determinado tipo de cálculo X. O tempo total para execução de P é de 100 segundos. Se uma mudança for feita nesse computador que melhore X, tornando esse tipo de cálculo 10 vezes mais rápido, qual será o novo tempo de execução, em segundos, de P?

Questão 58

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Em que fase do RUP deve ser criada uma arquitetura robusta e confiável?

Questão 59

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Em que porção da JVM (Java Virtual Machine) são armazenados objetos instanciados em um programa JAVA?

Questão 60

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Um determinado host Y está recebendo dados de um host X em uma taxa mais alta do que pode processar. Que mensagem ICMP Y pode enviar a X para que a taxa de transmissão seja reduzida?

Questão 61

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Seja S uma determinada sub-rede TCP/IP formada pelos equipamentos abaixo.
       Estação X, Endereço IP: 192.168.1.21/29 
Roteador R, Endereço IP: 192.168.1.22/29


Quantas novas estações podem ser conectadas a S?

Questão 62

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
No SNMP, que operação é utilizada por um agente para comunicar a um gerente a ocorrência de um determinado evento?

Questão 63

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Uma autenticação é caracterizada como forte quando estão presentes 2 ou mais itens dos seguintes fatores:

Questão 64

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
Observe as afirmativas abaixo sobre certificados digitais ICP- Brasil.

I - Somente as Autoridades Certificadoras ligadas diretamente à AC Raiz da ICP-Brasil podem emitir certificados para pessoa física.
II - A ICP-Brasil mantém, por segurança, uma cópia das chaves privadas de cada certificado A3 emitido.
III - Um certificado digital contém, entre outros itens, a chave pública do proprietário e a assinatura digital do emissor.

Está(ão) correta(s) SOMENTE a(s) afirmativa(s)

Questão 65

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
São exemplos, respectivamente, de um Firewall e de um sistema de detecção de intrusão:

Questão 66

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
No âmbito de sistemas operacionais, a Anomalia de Belady é um conceito relacionado à gerência de

Questão 67

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
A ferramenta de sistema “Limpeza de Disco”, disponível no Windows XP Professional SP2 (instalação padrão), apresenta uma opção de compactação de arquivos antigos, após a análise da unidade onde será executada a limpeza. O critério padrão utilizado por essa opção é compactar

Questão 68

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
No PostgreSQL, o utilitário que pode ser acionado para efetuar um backup de um banco de dados é o

Questão 69

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
No âmbito de banco de dados, considere os comportamentos:

I - Dirty Read;
II - Phantom Read;
III - Nonrepeatable Read.

No nível de isolamento REPEATABLE READ do padrão SQL- 92, é(são) possível(eis) o(s) comportamento(s)

Questão 70

CAPES 2008 - CESGRANRIO - Analista em Ciência e Tecnologia Júnior I - Análise de Sistemas / Informática
O nível de arquitetura de um banco de dados que contém a representação e organização física dos dados nos dispositivos de armazenamento é o



Provas de Concursos » Cesgranrio 2008