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EPE 2008

Assistente Administrativo Júnior

Questão 1

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
O sentido da passagem “Vivemos em um mundo repleto de informação,” (L. 1) é ratificado, semanticamente, por:

Questão 2

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
Segundo o texto, é correto afirmar que o[a]

Questão 3

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
Em relação às idéias apresentadas no texto, é correto afirmar que a(o)

Questão 4

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
No texto, “refletir” (A. 30) só NÃO está empregado com o sentido de

Questão 5

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
O substantivo seleção admite apenas uma forma de plural. Entre os apresentados a seguir, o substantivo que também só admite uma forma para o plural é

Questão 6

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
Assinale a opção cuja frase apresenta ERRO de pontuação.

Questão 7

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
O conhecimento ___________ se referia o profissional, se faz presente nas pessoas ___________ valores não são materiais.

Assinale a opção que, segundo o registro culto e formal da língua, preenche as lacunas acima.

Questão 8

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Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
Qual palavra pode substituir a destacada em “Portanto, para aumentar a nossa sabedoria,” (L. 28), sem que haja alteração de sentido, quanto à argumentação original?

Questão 9

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
Em relação às correspondências oficiais, analise as afirmativas abaixo.

I - Ata: Redigida sem parágrafos, sem abreviatura de palavras ou expressões, sem emendas ou rasuras. Se constatado erro ou omissão, no momento de redigi-la, emprega-se a expressão “em tempo”.

II - Requerimento: Entre o destinatário e o corpo do texto, deve haver espaço de sete linhas pautadas ou de sete espaços duplos, onde será redigido o despacho.

III - Ofício: Os fechos “respeitosamente” e “atenciosamente” são empregados, respectivamente, para autoridades superiores e para as da mesma hierarquia ou de hierarquia inferior, seguidos de vírgula.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 10

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1

Vivemos em um mundo repleto de informação, com
 
o volume de dados dobrando a cada 18 meses, sedento
 
por conhecimento e desesperado por sabedoria.
 
A transição da informação para conhecimento
5
acontece através da experiência. Esta é a diferença
 
entre um profissional recém-formado e outro com
 
10 anos de trabalho, mas a experiência não traz
 
sabedoria. Posso garantir que você conheceu muitos
 
com um conhecimento vasto, mas sem sabedoria.
10
A diferença entre quem tem conhecimento e quem
 
tem sabedoria é que um sábio analisa o mundo não
 
somente através do conhecimento técnico, mas também
 
através de valores. Valores que levam em consideração
 
um maior número de perspectivas e, por isso mesmo,
15
inclui uma quantidade maior de pessoas.
 
Segundo o psicólogo Robert Sternberg, a sabedoria
 
é um conhecimento tácito, isto é, adquirido por prática,
 
que permite ao indivíduo balancear duas áreas. A primeira
 
é o equilíbrio das suas próprias necessidades com as
20
dos outros, sendo capaz de incluir as necessidades de
 
pessoas e coisas que possam ser afetadas a longo
 
prazo, como instituições e o meio ambiente.
 
A segunda área corresponde à capacidade do sábio
 
de equilibrar três respostas às situações de vida: a
25
adaptação (mudando a si mesmo para se ajustar ao
 
mundo), a intervenção (mudando o ambiente a sua volta)
 
e a seleção (escolhendo mudar para um novo ambiente).
 
Portanto, para aumentar a nossa sabedoria, o
 
conhecimento é necessário, mas não suficiente e, acima
30
de tudo, temos de refletir a respeito dos nossos valores, e
 
do impacto de nossas ações sobre o universo, como um
 
todo.
PORTO, Frederico. Disponível em: http://www.integracaohumana.com.br/ artigos_nao_nos_falta_informacao_e_sim_sabedoria.htm. Acesso em: 06 nov. 2008.
No quadro abaixo, indique a forma de tratamento e sua respectiva abreviatura, no singular, que estão INCORRETAMENTE relacionadas ao título.

Questão 11

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
The main purpose of this article is to

Questão 12

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
In paragraph 2, it is said that China and India

Questão 13

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
In the sentence “Countries that need oil clawed at each other to lock up their scarce supplies,” (lines 22-23), lock up means the same as

Questão 14

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
According to paragraph 3 (lines 21-29), the development of oil-rich countries did not reach the levels expected because

Questão 15

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
In paragraph 4 (lines 30-37), Germany is mentioned because it

Questão 16

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
According to paragraph 5 (lines 38-44),

Questão 17

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
The only item where the boldfaced word may be replaced by while is

Questão 18

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
Which option contains a correct correspondence of meaning?

Questão 19

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
In terms of reference, it is correct to affirm that

Questão 20

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1
In 1999, the price of oil hovered around $16 a barrel.
 
In July 2008, it reached a peak of $147 a barrel. In the
 
months that followed, as fears of a global recession grew,
 
prices plunged to the $75 a barrel range, a roller coaster
5
ride that left both producers and consumers confused
 
and wrung out. Prices were still far higher than they had
 
been a few years earlier, but oil-producing countries that
 
had reshaped their economies around the huge influx of
 
revenues faced a suddenly altered landscape.
10
Many factors contributed to the long buildup
 
between 1999 and 2008, including the relentless growth
 
of the economies of China and India and widespread
 
instability in oil-producing regions, including Iraq and
 
Nigeria’s delta region. The triple-digit oil prices that
15
followed appeared to redraw the economic and political
 
map of the world, challenging some old notions of power.
 
Oil-rich nations enjoyed historic gains and opportunities,
 
whereas major importers — including China and India,
 
home to a third of the world’s population — confronted
20
rising economic and social costs.
 
Managing this new order became a central problem
 
of global politics. Countries that need oil clawed at each
 
other to lock up their scarce supplies, and were willing to
 
deal with any government, no matter how unsavory, to do
25
it. In many poor nations with oil, much of the proceeds
 
were lost to corruption, depriving these countries of their
 
best hope for development. And oil fueled gargantuan
 
investment funds run by foreign governments, which some
 
in the West see as a new threat.
30
Countries like Russia, Venezuela and Iran that were
 
flush with rising oil revenue saw that change reflected in
 
newly aggressive foreign policies. But some unexpected
 
countries reaped benefits, as well as costs, from higher
 
prices. Consider Germany. Although it imports virtually
35
all its oil, it has prospered from extensive trade with a
 
booming Russia and the Middle East. German exports
 
to Russia grew 128 percent from 2001 to 2006.
 
The high price of gas became an important issue in
 
the presidential campaign. Senator John McCain in
40
particular made energy a focus, proposing to suspend
 
the gas tax during the summer. He also made fervent
 
calls to expand domestic drilling for oil, whereas his
 
opponent, Barack Obama, emphasized the need for
 
alternative fuels.
45
The surge in prices hit automakers hard, as sales
 
of the truck-based models that had been Detroit’s most
 
profitable product dropped sharply. Mass transit systems
 
across the country reported a sharp increase in riders.
 
As prices fell in the fall, the question facing Opec and
50
car makers alike was whether those shifts would reverse,
 
as they had in previous downturns, or whether a tipping
 
point had been reached.
http://topics.nytimes.com/top/reference/timestopics/subjects/o/ oil_petroleum_and_gasoline/index.html?scp=1-spot&sq=&st=nyt
According to the last paragraph (lines 45-52), a consequence of the increase in oil prices is the

Questão 21

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Para encontrar o servidor de arquivos na rede, João perguntou ao seu suporte de rede qual era o endereço IP do servidor. Qual das opções abaixo representa um possível endereço IP para o servidor de arquivos?

Questão 22

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
João deseja armazenar em seu HD local três arquivos de som de 3.510KB e dois arquivos de vídeo de 512MB. o verificar o espaço disponível para armazenar arquivos no seu HD, ele chegou à conclusão de que somente conseguiria armazenar três arquivos de som e um arquivo de vídeo. Qual é o espaço disponível no HD local de João?

Questão 23

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Na instalação padrão do Windows XP, qual dos logs abaixo pode ser consultado pelo recurso “Visualizar Eventos”?

Questão 24

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Com relação aos recursos do sistema operacional Windows XP, em sua configuração padrão, considere as afirmações a seguir.

I - O Gerenciador de Tarefas fornece informações sobre programas e processos que estão sendo executados no computador.

II - No Windows Explorer, para mover uma pasta (e todo o seu conteúdo), localizada em “c:\temp”, para o diretório “d:\Documentos”, basta arrastar a pasta da origem até o destino, segurando a tecla Shift.

III - Através do ícone “Meu computador”, presente no desktop do Windows, é possível verificar informações acerca do computador em uso, tal como a velocidade do processador e a quantidade de memória instalada.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 25

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
A figura abaixo mostra uma janela do Word 2003, em sua configuração padrão, com um documento em edição.



Com relação a essa figura e ao Word 2003, assinale a afirmação correta.

Questão 26

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
A planilha abaixo foi criada usando o Excel 2003, a partir da sua configuração padrão.


Seja a seguinte fórmula: =SE(MÉDIA(A1:B2)>4;MÁXIMO(B2:C3);CONT.SE(A1:C1;">=2"))

O resultado da fórmula dada, se ela for digitada na célula B5, é

Questão 27

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior



A figura acima mostra um slide de uma apresentação, em janela do PowerPoint 2003. Com relação a essa figura e aos recursos do PowerPoint 2003, pode-se afirmar que

Questão 28

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Para recuperar registros de uma tabela no banco de dados no Access 2003, pode-se utilizar o comando SQL

Questão 29

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
O aplicativo de correio eletrônico Outlook 2003, na sua configuração padrão, pode apresentar alguns ícones associados a cada mensagem. Os ícones e ao lado de uma mensagem indicam, respectivamente, que a mensagem

Questão 30

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior



Com relação à figura acima, que mostra uma janela do navegador Internet Explorer 6, e as funcionalidades desse software em sua configuração padrão, é correto afirmar que,

Questão 31

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Um cilindro circular reto, de altura 3 dm, sem fundo e sem tampa, é construído dobrando-se uma chapa metálica retangular de área 18 dm2. Considerando-se = 3, o volume, em litros, desse cilindro é

Questão 32

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Um dado cúbico com cada uma de suas faces numeradas de 1 a 6 é dito um dado comum.

Um dado em que todos os resultados têm a mesma probabilidade de serem obtidos é chamado um dado honesto.

Lança-se um dado comum e honesto repetidas vezes. Qual a probabilidade de que o 6 seja obtido pela primeira vez no terceiro lançamento?

Questão 33

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Sejam x, y e k números reais. Para que a reta dada pela equação y – x = k (k constante) seja tangente à parábola de equação y = 2x2 + 1, o valor de k deve ser um número entre

Questão 34

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Um grupo é formado por 7 pessoas, dentre as quais estão Lúcio e Pedro. De quantas maneiras diferentes é possível escolher 4 pessoas desse grupo de forma que Lúcio e Pedro não façam parte, simultaneamente, dos quatro selecionados?

Questão 35

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Uma seqüência de números é tal que seus 4 primeiros termos são:

T1 = 5

T2 = 13

T3 = 24

T4 = 38

Observa-se que:

13 = 5 + 8

24 = 5 + 8 + 11

38 = 5 + 8 + 11 + 14

Conclui-se, então, que o 30o termo (T30) dessa seqüência é

Questão 36

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Um carro leva um tempo T para ir da cidade A para a cidade B com velocidade constante igual a V. A seguir, vai da cidade B para a cidade C, também com velocidade constante, só que igual à terça parte de V. O tempo gasto para ir de B até C, sabendo-se que essa distância é o dobro da percorrida de A até B, é:

Questão 37

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Após a data de seu vencimento, uma dívida é submetida a juros compostos com taxa mensal de 10%, além de ser acrescida de uma multa contratual correspondente a 3% da dívida original.

José pagou R$ 2.852,00 para quitar uma dívida com exatamente 2 meses de atraso. O valor da dívida original, em reais, sem juros e sem multa, corresponde a um número

Questão 38

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Um retângulo tem área 11 cm2. Para que ele se torne um quadrado, seu comprimento foi reduzido de 1,5 cm e sua largura, aumentada de 2 cm. O perímetro, em cm, do retângulo era

Questão 39

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
O valor da soma infinita é

Questão 40

EPE 2008 - CESGRANRIO - Assistente Administrativo Júnior
Uma dívida de valor nominal R$ 5.600,00 vence em 2 meses, enquanto outra, de valor nominal R$ 3.150,00, vence em 4 meses. Deseja-se converter as duas dívidas em uma única equivalente, com vencimento para daqui a 3 meses. Considerando-se o desconto como sendo racional composto e a taxa de juros de 5% ao mês, o valor da dívida única, em reais, é:



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