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PETROBRAS 2008

Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software

Questão 1

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
De acordo com o texto, uma característica apresentada pela vida, que NÃO é justificativa para a necessidade de se fazer escolhas, é

Questão 2

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
Semanticamente, o pensamento de Albert Schweitzer está ratificado no

Questão 3

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
O substantivo abstrato cujo sentido NÃO caracteriza a atitude do profissional num momento crucial de decisão é

Questão 4

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1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
No oitavo parágrafo do texto, os sentidos de “armadilhas” (L. 54-55) e de “benefício” (L. 59), respectivamente, no contexto em que se inserem, são

Questão 5

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1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
Quanto ao tipo, o texto classifica-se predominantemente, como

Questão 6

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
Com base nas idéias apresentadas no oitavo parágrafo, qual interpretação está correta?

Questão 7

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
Em relação às idéias apresentadas no fragmento “Prazer e

Vocação”, assinale a afirmativa IMPROCEDENTE.

Questão 8

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
Assinale a opção em que a seqüência de verbos NÃO pode ser considerada uma locução verbal.

Questão 9

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1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
Na passagem “Você troca segurança por desafio,” (L. 23-24), substituindo-se o verbo destacado pelo verbo preferir, segundo o registro culto e formal da língua, teremos:

Questão 10

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
“Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.”
 
(Albert Schweitzer)
 
 
Muitos amigos leitores têm solicitado minha
5
opinião acerca de qual rumo dar às suas carreiras.
 
Alguns apreciam seu trabalho, mas não a empresa onde
 
estão. Outros admiram a estabilidade conquistada, mas
 
não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.
 
Uns recebem propostas para mudar de emprego,
10
financeiramente desfavoráveis, porém, desafiadoras.
 
Outros têm diante de si um vasto leque de opções, muitas
 
coisas para fazer, mas não conseguem abraçar tudo.
 
Todas estas pessoas têm algo em comum: a
 
necessidade premente de fazer escolhas. Lembro-me de
15
Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um
 
caminho: escolher.”
 
Acredito que quase todas as pessoas passam ao
 
longo de sua trajetória pelo “dilema da virada”. Um
 
momento especial em que uma decisão clara, específica
20
e irrevogável tem que ser tomada simplesmente porque a
 
vida não pode continuar como está. Algumas pessoas
 
passam por isso aos 15 anos, outras, aos 50. Algumas
 
talvez nunca tomem esta decisão, e outras o façam
 
várias vezes no decorrer de sua existência.
25
Fazer escolhas implica renunciar a alguns
 
desejos para viabilizar outros. Você troca segurança por
 
desafio, dinheiro por satisfação, o pouco certo pelo muito
 
duvidoso. Assim, uma companhia que oferece estabili-
 
dade com apatia pode dar lugar a outra dotada de instabi-
30
lidade com ousadia. Analogamente, a aventura de uma
 
vida de solteiro pode ceder espaço ao conforto de um
 
casamento.
 
 
PRAZER E VOCAÇÃO
35
 
Os anos ensinaram-me algumas lições. A primeira
 
delas vem de Leonardo da Vinci, que dizia que “A sabe-
 
doria da vida não está em fazer aquilo que se gosta, mas
 
em gostar daquilo que se faz”. Sempre imaginei que fosse
40
o contrário, porém, refletindo, passei a compreender que
 
quando estimamos aquilo que fazemos, podemos nos
 
sentir completos, satisfeitos e plenos, ao passo que se
 
apenas procurarmos fazer o que gostamos, estaremos
 
sempre numa busca insaciável, porque o que gostamos
45
hoje não será o mesmo que prezaremos amanhã.
 
Todavia, é indiscutivelmente importante aliar
 
prazer às nossas aptidões; encontrar o talento que
 
reside dentro de cada um de nós, ao que chamamos de
 
vocação. Oriunda do latim vocatione e traduzida
50
literalmente por “chamado”, simboliza uma espécie de
 
predestinação imanente a cada pessoa, algo revestido
 
de certa magia e divindade.(...)
 
Escolhas são feitas com base em nossas prefe-
 
rências. E aí recorro novamente à etimologia das pala-
55
vras para descobrir que o verbo preferir vem do latim
 
praeferere e significa “levar à frente”. Parece-me uma
 
indicação clara de que nossas escolhas devem ser
 
feitas com os olhos no futuro, no uso de nosso livre arbítrio.
 
O mundo corporativo nos guarda muitas armadi-
60
lhas. Trocar de empresa ou de atribuição, por exemplo,
 
são convites permanentes. O problema de recusá-los é
 
passar o resto da vida se perguntando “O que teria
 
acontecido se eu tivesse aceitado?”. Prefiro não carregar
 
comigo o benefício desta dúvida, por isso opto por assumir
65
riscos evidentemente calculados e seguir adiante. Dizem
 
que somos livres para escolher, porém, prisioneiros das
 
conseqüências...
 
Para aqueles insatisfeitos com seu ambiente
 
de trabalho, uma alternativa à mudança de empresa é
70
postular a melhoria do ambiente interno atual. Dialogar e
 
apresentar propostas são um bom caminho. De nada
 
adianta assumir uma postura meramente defensiva e
 
crítica. Lembre-se de que as pessoas não estão contra
 
você, mas a favor delas.
75
Por fim, combata a mediocridade em todas as suas
 
vertentes. A mediocridade de trabalhos desconectados
 
com sua vocação, de empresas que não valorizam funcio-
 
nários, de relacionamentos falidos. Sob este aspecto,
 
como diria Tolstoi, “Não se pode ser bom pela metade”.
80
Meias-palavras, meias-verdades, meias-mentiras, meio
 
caminho para o fim.
 
Os gregos não escreviam obituários. Quando um
 
homem morria, faziam uma pergunta: “Ele viveu com
 
paixão?”.
85
QUAL SERIA A RESPOSTA PARA VOCÊ?
COELHO, Tom. Disponível em: <http://www.catho.com.br/jcs/ inputer_view.phtml?id=6415>. Acesso em: 07 mai. 2008.(adaptado)
As palavras destacadas em “mas não têm qualquer prazer no exercício de suas funções.” (L. 4-5) e “Quando um homem morria,” (L. 77-78) podem ser substituídas, respectivamente, sem alteração de sentido, por

Questão 11

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
According to Paragraph 1 (lines 1-10), Brazil

Questão 12

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
The sentence “Yet there are reasons to believe that South America’s economic powerhouse of 190 million people is starting to count in the world.” (lines 11-13), which introduces Paragraph 2,

Questão 13

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
According to Paragraph 2 (lines 11-20),

Questão 14

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
Which alternative contains a correct correspondence of meaning?

Questão 15

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
Check the option in which the phrase is INCORRECTLY explained.

Questão 16

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
In terms of reference, it is correct to affirm that

Questão 17

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
The only item where the boldfaced word may be replaced by furthermore is

Questão 18

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
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According to Paragraph 6 (lines 48-54), oil can be considered a cause of concern because

Questão 19

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1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
The fragment “Brazil’s leaders should ask themselves why so many other countries have made bigger returns from a much smaller natural endowment.” (lines 56-58) means that

Brazil’s leaders

Questão 20

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
1
The legend is that Brazil never lives up to its vast potential.
 
When Stefan Zweig, an exiled Austrian writer, said in
 
of his new home that it was the “country of the future”,
 
popular humour quickly added “and it always will be”. More
5
recently, when Goldman Sachs classified Brazil together
 
with Russia, India and China as the “BRIC” countries that
 
collectively represent the world’s economic future, there
 
was much complaining that its mediocre rate of economic
 
growth condemned it to be an intruder in such dynamic
10
company.
 
Yet there are reasons to believe that South America’s
 
economic powerhouse of 190 million people is starting to
 
count in the world. Economic growth has risen steadily,
 
to 5.4% last year. That is modest by Chinese standards—
15
but the comparison is misleading. Brazil enjoyed Chinese
 
rates of growth in the third quarter of the 20th century.
 
That was when it was almost as poor as China. It is much
 
harder for a middle-income country, as Brazil now is, to
 
grow at such rates. And now it looks as if Brazil will
20
become an oil power, too.
 
Brazil’s previous growth boom was derailed by debt and
 
high oil prices, a collapse that obliged its then military
 
government to give way to civilian rule. The early years of
 
restored democracy saw chronic inflation, economic torpor
25
and political drift. In the past decade and a half, however,
 
under reforming democratic governments, Brazil has
 
conquered inflation, opened a protected economy to the
 
world and begun to tackle its social problems. Poverty
 
and inequality are falling steadily.
30
All this has gradually created a new mood among business
 
people. Brazilian companies, traditionally inward-looking
 
family-owned affairs, are going to the stockmarket to raise
 
funds, in many cases to finance expansion abroad. Some,
 
such as Vale, the world’s second-biggest mining company,
35
and Embraer, its third-largest maker of civilian aircraft,
 
both privatised in the 1990s, are well-known. A string of
 
others are about to become so.
 
Many of these companies are linked to agribusiness or
 
other primary commodities. Additionally, some economists
40
argue that Brazil is the beneficiary of a structural shift, in
 
which the industrialisation of Asia and the rise of a new
 
middle class in the developing world will keep commodity
 
prices high. Besides, Brazil produces more than just
 
soyabeans. It has a lot of manufacturing industry too. And
45
its newly discovered offshore fields of oil and natural gas
 
may turn out to be bigger than those in the North Sea in
 
the 1960s.
 
Oil wealth is lovely, of course. But it is also a cause for
 
concern. The worry now is that a bonanza of oil will weaken
50
an already infirm resolve to dig deeper into the economy’s
 
structural problems. These difficulties include an
 
oppressive tax system and a labour code that makes firms
 
cautious in hiring. Between them these have confined
 
some 40% of the workforce to the informal economy.
55
Compared with its past, Brazil is indeed doing much better.
 
But before oil euphoria kicks in, Brazil’s leaders should
 
ask themselves why so many other countries have made
 
bigger returns from a much smaller natural endowment.
Apr 17th 2008 From The Economist print edition
The text as a whole is both

Questão 21

PETROBRAS 2008 - CESGRANRIO - Analista de Sistemas Júnior - Engenharia de Software
Um computador tem um registrador R e um conjunto de instruções de um operando, todas com modo de endereçamento indireto. Três destas instruções são especificadas a seguir.

LD : Copia da memória principal para o registrador R.

AC: Adiciona da memória principal ao registrador R.

ST: Move do registrador R para a memória principal.

Considere o programa apresentado abaixo, executado no computador, acessando o bloco de memória principal, cuja situação inicial é mostrada a seguir.


Considere que tanto o endereçamento quanto os valores envolvidos nas operações utilizam apenas um byte de memória cada. Após a execução do programa, qual será, em hexadecimais, a soma dos valores armazenados no bloco de memória?

Questão 22

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Alguns sistemas operacionais permitem que seus processos criem múltiplos threads de execução. Em operação normal, o que é previsto que os threads de um mesmo processo do sistema operacional compartilhem?

Questão 23

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É correto afirmar que qualquer relação válida de um modelo relacional

Questão 24

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Um modelo entidade-relacionamento foi reestruturado conforme mostrado na figura acima. Concluiu-se que todos os usuários eram funcionários, embora nem todos os funcionários fossem usuários. O modelo relacional derivado desse modelo conceitual possuía originalmente duas variáveis de relação básicas, com os mesmos nomes das entidades correspondentes, tendo ambas EMAIL como chave primária.

Considerando que a variável de relação FUNCIONARIO não será modificada e que a independência de dados lógica será honrada, a variável de relação USUARIO

Questão 25

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1
 
Considere as tabelas de um banco de dados relacional descritas abaixo, onde os campos que compõem chaves primárias
 
estão assinalados com *.
 
5
 
 
Há uma chave estrangeira de VENDA para CLIENTE com base nos campos CODIGO_C e de VENDA para PRODUTO com
 
base nos campos CODIGO_P.
 
O campo CPF é chave candidata para CLIENTE e também é armazenado na tabela VENDA.
10
Os campos NOME e DESCRICAO também são chaves candidatas de suas respectivas tabelas.
 
Os campos CIDADE, PRECO, DATA e QUANTIDADE admitem valores repetidos.
Sobre as formas normais a que as tabelas satisfazem, assinale a afirmativa correta.

Questão 26

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1
 
Considere as tabelas de um banco de dados relacional descritas abaixo, onde os campos que compõem chaves primárias
 
estão assinalados com *.
 
5
 
 
Há uma chave estrangeira de VENDA para CLIENTE com base nos campos CODIGO_C e de VENDA para PRODUTO com
 
base nos campos CODIGO_P.
 
O campo CPF é chave candidata para CLIENTE e também é armazenado na tabela VENDA.
10
Os campos NOME e DESCRICAO também são chaves candidatas de suas respectivas tabelas.
 
Os campos CIDADE, PRECO, DATA e QUANTIDADE admitem valores repetidos.
Considere o comando em SQL apresentado a seguir. <br>

O que exibe esse comando?

Questão 27

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1
 
Considere as tabelas de um banco de dados relacional descritas abaixo, onde os campos que compõem chaves primárias
 
estão assinalados com *.
 
5
 
 
Há uma chave estrangeira de VENDA para CLIENTE com base nos campos CODIGO_C e de VENDA para PRODUTO com
 
base nos campos CODIGO_P.
 
O campo CPF é chave candidata para CLIENTE e também é armazenado na tabela VENDA.
10
Os campos NOME e DESCRICAO também são chaves candidatas de suas respectivas tabelas.
 
Os campos CIDADE, PRECO, DATA e QUANTIDADE admitem valores repetidos.
Há 3 cidades com 5 clientes cada, 2 cidades com 4 clientes cada e 10 produtos cadastrados no banco de dados. Se um cliente não compra o mesmo produto duas vezes no mesmo dia e nem em dois dias seguidos, a quantidade máxima de registros na tabela VENDA, para clientes de uma determinada cidade, em um intervalo qualquer de 30 dias, será

Questão 28

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1
 
Considere as tabelas de um banco de dados relacional descritas abaixo, onde os campos que compõem chaves primárias
 
estão assinalados com *.
 
5
 
 
Há uma chave estrangeira de VENDA para CLIENTE com base nos campos CODIGO_C e de VENDA para PRODUTO com
 
base nos campos CODIGO_P.
 
O campo CPF é chave candidata para CLIENTE e também é armazenado na tabela VENDA.
10
Os campos NOME e DESCRICAO também são chaves candidatas de suas respectivas tabelas.
 
Os campos CIDADE, PRECO, DATA e QUANTIDADE admitem valores repetidos.
Um datamart será montado para análise das vendas. Consultas serão feitas com base em produtos, períodos, cidades e clientes. Assinale a afirmação correta sobre o modelo multidimensional a ser gerado.

Questão 29

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Os formatos de distribuição de informações e notícias (newsfeeds) RSS e ATOM foram disseminados pelos blogs e têm sido utilizados nos mais variados tipos de sites como alternativa a outras modalidades de distribuição de notícias. Sobre este tema, é correto afirmar que

Questão 30

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Durante o projeto de uma aplicação Internet, verificou-se a necessidade de a mesma proporcionar conexões seguras entre o browser dos clientes e o servidor de aplicações, utilizando HTTPS. Durante uma reunião entre os diversos membros da equipe do projeto, foram feitas as afirmativas a seguir.

I - Será preciso dotar o servidor de aplicação de um certificado digital.

II - Será preciso obter uma autorização de funcionamento (FA) de uma autoridade certificadora (CA).

III - Se um cliente não possuir uma identidade digital, tal como um e-CPF ou e-CNPJ, somente serão criptografados os dados enviados do cliente para o servidor; nesta situação, o servidor não deve exibir dados sigilosos para o cliente, pelo fato de os mesmos estarem sujeitos à interceptação; esta é a principal razão pela qual alguns serviços na Internet só são disponibilizados para clientes que possuem identidade digital.

IV - Um mesmo endereço de Internet poderá ser usado para conexões HTTP e HTTPS, desde que sejam utilizadas portas diferentes para cada um.

Estão corretas APENAS as afirmativas

Questão 31

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Um tag XML válido do ponto de vista sintático é

Questão 32

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Analise as afirmativas a seguir, sobre CSS (Cascading Style Sheets).

I - Uma folha de estilo CSS é um documento XML, em conformidade com o esquema XML xsd:css mantido pelo consórcio W3C, o que constitui uma barreira inicial de adoção para organizações onde o layout e a programação visual dos sites e portais são mantidas por profissionais de criação ao invés de desenvolvedores.

II - O uso de folhas de estilo CSS externas, em alternativa à marcação com atributos nos tags HTML e XHTML, proporciona uma redução significativa da exigência de banda, melhorando a experiência do usuário e demandando menos recursos dos servidores do site.

III - É possível especificar folhas de estilos diferentes para diferentes mídias em que a página será utilizada, o que permite, por exemplo, que uma mesma página se apresente de forma diferente quando visualizada no browser e impressa.

IV - O termo “Cascading”, que, em Português, pode ser traduzido como “Em Cascata”, reflete o fato de que, durante a aplicação de estilos a um documento, os tags que satisfazem a mais de um seletor receberão apenas os atributos de estilo do seletor especificado por último, ignorando todos os atributos de seletores anteriores.

Estão corretas APENAS as afirmativas

Questão 33

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Ao apresentar o cronograma de um projeto à diretoria da empresa, o gerente foi informado de que a data de término do projeto deverá ser antecipada em 3 meses. Esta exigência implicará, necessariamente, em

Questão 34

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A Estrutura Analítica do Projeto - EAP (em Inglês Work Breakdown Structure – WBS) inclui

Questão 35

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São enumeradas a seguir algumas métricas colhidas para determinado intervalo de tempo ao longo da vida de um projeto.

I - Custo orçado do trabalho previsto.

II - Custo orçado do trabalho realizado.

III - Custo real do trabalho previsto.

IV - Custo real do trabalho realizado.

A técnica de Gerenciamento de Valor Agregado – GVA (em Inglês, Earned Value Management – EVM) se baseia nas métricas

Questão 36

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1
Um sistema legado utiliza uma senha alfanumérica de 4 po-
 
sições, onde só são permitidos dígitos de 0 a 9 e caracteres
 
alfabéticos maiúsculos de A a Z (incluindo as letras K, W e
 
Y). Uma senha válida deve ter exatamente 4 caracteres, con-
5
ter pelo menos um caracter alfabético, e não pode conter ou
 
ser igual ao login do usuário.
Assumindo que o sistema permite um número ilimitado de tentativas de acesso com senhas erradas, em quantas tentativas, no mínimo, é garantido que um software, capaz de gerar todas as senhas válidas para um determinado login e tentar se autenticar no sistema, determine a senha do usuário cujo login é CID?

Questão 37

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1
Um sistema legado utiliza uma senha alfanumérica de 4 po-
 
sições, onde só são permitidos dígitos de 0 a 9 e caracteres
 
alfabéticos maiúsculos de A a Z (incluindo as letras K, W e
 
Y). Uma senha válida deve ter exatamente 4 caracteres, con-
5
ter pelo menos um caracter alfabético, e não pode conter ou
 
ser igual ao login do usuário.
Acrescentando ao sistema a restrição de que a senha não deve conter caracteres repetidos, quantas senhas válidas diferentes são possíveis para o usuário cujo login é NINA?

Questão 38

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É recomendado que um projeto possua um mecanismo formal e documentado de controle de mudanças. Sobre este mecanismo, são feitas as afirmativas a seguir.

I - O mecanismo deve rastrear e tratar mudanças em quaisquer fatores críticos de sucesso do projeto, incluindo escopo, prazos e custos.

II - Para tornar o processo gerenciável, é recomendado que sejam rastreadas apenas mudanças que possuam impacto significativo no custo ou nos prazos do projeto e que não sejam rejeitadas em primeira análise.

III - A avaliação e a aprovação de quaisquer solicitações de mudanças são atribuições exclusivas do gerente de projeto, pois o mesmo detém a autoridade e a responsabilidade sobre os resultados finais do projeto perante os stakeholders.

IV - Tipicamente, o mecanismo de controle de mudanças prevê algumas categorias de mudanças que são automaticamente aprovadas – tais como as resultantes de emergências – as quais devem ser registradas e rastreadas, da mesma forma que as demais.

Estão corretas APENAS as afirmativas

Questão 39

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Para que valores de p, q, r, s e t, respectivamente, a proposição acima é verdadeira?

Questão 40

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Se Ana sabe que Beatriz tem acesso ao sistema de almoxarifado, então Ana não fez um pedido. Ou Ana fez um pedido ou a senha de Beatriz foi descoberta. Se Carlos conversou com Ana, então Ana sabe que Beatriz tem acesso ao sistema de almoxarifado. Ora, nem a senha de Beatriz foi descoberta nem Beatriz conhece Carlos. Logo:

I - Ana fez um pedido;

II - Ana sabe que Beatriz tem acesso ao sistema de almoxarifado;

III - Carlos não conversou com Ana;

IV - Beatriz conhece Carlos.

São verdadeiras APENAS as conclusões

Questão 41

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“O projeto será bem-sucedido se ou o processo de desenvolvimento é o Processo Unificado ou a linguagem utilizada é Java.”

Uma possível tradução da sentença acima para a lógica de predicados de primeira ordem é

Questão 42

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Nas afirmativas a seguir, sobre a norma ISO 27001, a sigla ISMS se refere a um Sistema de Gerenciamento de Segurança da Informação (Information Security Management System) no contexto de uma organização.

I - A norma ISO 27001 estabelece uma abordagem do tipo PDCA (Plan, Do, Check, Act) para a definição e manutenção do ISMS.

II - A norma ISO 27001 prescreve as práticas de implantação e as métricas utilizadas para avaliar o desempenho do ISMS.

III - Um dos controles listados na norma ISO 27001 preconiza que a organização deve manter contato com grupos especiais de interesse ou outros fóruns e associações profissionais especializados em segurança.

IV - O ISMS é definido formalmente na ISO 27001 como um conjunto de regras (rules) e boas práticas (best practices) nas áreas de segurança física, autenticação de usuários, autorização de acessos e manutenção de um ambiente controlado para o tratamento e gerenciamento de informação e ativos sensíveis.

Estão corretas APENAS as afirmativas

Questão 43

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Os três princípios fundamentais aplicáveis à segurança da informação são:

Questão 44

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São feitas 4 afirmativas sobre a tecnologia de portais.

I - Um portal em geral utiliza uma instância de banco de dados para armazenar informações específicas do portal, como as personalizações dos usuários, índices para busca, regras de autorização de acesso ao conteúdo e, possivelmente, o próprio conteúdo.

II - Os portais B2B (Business-to-Business) e B2G (Business-to-Government) normalmente apresentam estrutura tecnológica similar, fazendo uso de web services em uma arquitetura A2A (Application-to- Application).

III - Um portal corporativo B2E (Business-to-Employees) pode ser utilizado para prover, além do conteúdo específico de interesse dos funcionários, recursos de integração com ferramentas de data warehouse e BI (Business Intelligence).

IV - Ferramentas mais avançadas de portal fornecem recursos para detecção de padrões de comportamento e áreas de interesse dos usuários, que serão utilizados para fornecer conteúdo personalizado ao mesmo.

Estão corretas as afirmativas

Questão 45

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“Classes devem estar abertas para extensão e fechadas para modificação” é um princípio de projeto de modelos orientados a objetos. Tal princípio pode ser aplicado através do padrão de projeto

Questão 46

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A interoperabilidade entre aplicações nos dias atuais é fortemente baseada no uso de web services. Duas abordagens arquiteturais distintas para o projeto e implementação de web services têm-se firmado no cenário de tecnologia. São elas:

Questão 47

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Um servidor de aplicações provê diversos serviços para as aplicações que hospeda. Considerando-se implementações típicas em J2EE/JEE e .NET, compondo uma arquitetura em 3 camadas, é correto afirmar que, dentre os serviços oferecidos pelos servidores de aplicações, encontra-se

Questão 48

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Um princípio fundamental do Processo Unificado é

Questão 49

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O modelo de casos de uso é um dos artefatos mais importantes previstos pelo Processo Unificado. Sobre o modelo de casos de uso, são feitas as afirmativas a seguir.

I - Atores humanos são identificados com base no papel que desempenham do ponto de vista do sistema, e não necessariamente no cargo que ocupam na instituição em que o sistema rodará.

II - A evolução dos casos de uso ao longo do ciclo de vida do projeto prevê que os mesmos ganhem em seu texto os detalhes específicos de implementação necessários à construção do software na tecnologia adotada.

III - As combinações possíveis do fluxo principal com os fluxos alternativos de um caso de uso fornecem todos os cenários possíveis para o mesmo, os quais, por sua vez, podem ser utilizados como unidades de planejamento, implementação e testes.

IV - É recomendável que cada caso de uso seja decomposto funcionalmente e passe a incluir casos de uso menores, sucessivamente, até a menor unidade implementável possível, atendendo ao princípio da decomposição funcional.

Estão corretas APENAS as afirmativas

Questão 50

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Estudos baseados na análise de diversos projetos de desenvolvimento de software sugerem que tais projetos têm maior chance de sucesso quando empregam metodologia e gerenciamento alinhados ao paradigma de desenvolvimento de novos produtos, em contraponto ao paradigma de produção industrial. Com base nessas observações, a maioria das metodologias modernas de desenvolvimento de software recomenda:

Questão 51

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A atividade analisar um caso de uso, prevista no Processo Unificado, produz um artefato chamado realização de análise de caso de uso, que mostra como as classes de análise colaboram para que o caso de uso apresente o comportamento especificado. A esse respeito, assinale a afirmação correta.

Questão 52

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Sobre testes no Processo Unificado, é correto afirmar que um[a]

Questão 53

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Aplicações com interfaces web podem apresentar fluxos de navegação complexos entre suas páginas. Há links e botões a serem clicados a qualquer momento, disparando eventos de transição de uma página para outra e até para si mesma. Utilizando Javascript no lado do cliente, e possivelmente recursos Ajax, é possível habilitar ou desabilitar links e permitir ou impedir o envio de formulários com base em condições verificadas em tempo real. Dentre os tipos de diagrama UML listados a seguir, qual o que melhor modelaria o fluxo de navegação descrito?

Questão 54

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A figura acima mostra um diagrama de classes UML desenvolvido para um projeto em que ainda não se sabe em que linguagem será realizada a implementação. Sobre o diagrama, assinale a afirmação correta.

Questão 55

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Considere o seguinte código de um método de uma classe Java:



Qual a complexidade ciclomática do método?

Questão 56

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Sobre o algoritmo de ordenação heapsort, assinale a afirmação correta.

Questão 57

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1
Considere uma tabela hash H, onde H[i] denota uma posição da tabela. H é implementada usando uma função h(k) para
 
determinar a posição i de armazenamento, k sendo a chave do elemento de dados x a ser armazenado em H, e denotada por
 
k = chave[x]. H é um hash com encadeamento, ou seja, cada H[i] é uma lista encadeada que armazenará os elementos de
 
dados que, de outra forma, colidiriam para a posição. Nesta implementação, as listas são duplamente encadeadas, ou seja,
5
cada elemento e da lista armazena também os ponteiros proximo[e] e anterior[e]. Cada lista L possui ainda o valor inicio[L],
 
que aponta para o primeiro elemento da lista. NIL representa um ponteiro vazio.
 
 denota o operador de atribuição.
 
O pseudocódigo a seguir mostra uma operação nesta estrutura, porém apresenta erro em uma de suas linhas. As linhas estão
 
numeradas apenas para facilitar a correspondência com as alternativas.
10
 
O erro citado é corrigido por

Questão 58

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1
Considere uma tabela hash H, onde H[i] denota uma posição da tabela. H é implementada usando uma função h(k) para
 
determinar a posição i de armazenamento, k sendo a chave do elemento de dados x a ser armazenado em H, e denotada por
 
k = chave[x]. H é um hash com encadeamento, ou seja, cada H[i] é uma lista encadeada que armazenará os elementos de
 
dados que, de outra forma, colidiriam para a posição. Nesta implementação, as listas são duplamente encadeadas, ou seja,
5
cada elemento e da lista armazena também os ponteiros proximo[e] e anterior[e]. Cada lista L possui ainda o valor inicio[L],
 
que aponta para o primeiro elemento da lista. NIL representa um ponteiro vazio.
 
 denota o operador de atribuição.
 
O pseudocódigo a seguir mostra uma operação nesta estrutura, porém apresenta erro em uma de suas linhas. As linhas estão
 
numeradas apenas para facilitar a correspondência com as alternativas.
10
 
Corrigindo-se o erro citado, o pseudocódigo corresponderia a uma operação de

Questão 59

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Considere uma árvore B de grau mínimo igual a 2 (o que significa que cada nó pode ter, no máximo, 3 chaves) inicialmente vazia, na qual são inseridas as chaves N, D, T, B, Z, K, R, F, G, nesta ordem, as quais são comparadas com base na ordem do alfabeto. Considerando o algoritmo de inserção em uma única passagem, conclui-se que

Questão 60

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1
São mostrados a seguir os códigos fontes das classes Produto e ProdutoTest. O método testDescontoValido() é invocado
 
pelo framework de testes automaticamente quando os testes são executados, para exercitar o método descontoValido() da
 
classe Produto. O método assertEquals gera um junit.framework.AssertionFailedError quando os valores de seus argumentos
 
são diferentes entre si.
5
 
 
 
Com base nos códigos fontes apresentados, conclui-se que

Questão 61

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1
São mostrados a seguir os códigos fontes das classes Produto e ProdutoTest. O método testDescontoValido() é invocado
 
pelo framework de testes automaticamente quando os testes são executados, para exercitar o método descontoValido() da
 
classe Produto. O método assertEquals gera um junit.framework.AssertionFailedError quando os valores de seus argumentos
 
são diferentes entre si.
5
 
 
 
testDescontoValido() valida a verificação para o produto caderno, mas gera uma exceção para o produto caneta, indicando que o desconto de 90% não é válido para canetas, o que está incorreto. A causa do problema e uma possível solução seriam:

Questão 62

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Com base no diagrama acima, analise os trechos de código Java a seguir.


Estão corretos APENAS os trechos de código

Questão 63

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Assinale o diagrama de classe que expressa corretamente a implementação mostrada acima, em Java, das classes Produto e Fabricante, bem como da associação entre as mesmas.

Questão 64

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Considere o trecho de código a seguir.


Se x for da classe String e tiver sido inicializado, esse trecho de código Java

Questão 65

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Qual será a saída da execução da classe Java acima?

Questão 66

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A respeito de sistemas de informações gerenciais, são feitas as afirmativas a seguir.

I - Uma das diferenças entre bancos de dados relacionais e multidimensionais diz respeito ao compromisso entre performance e escalabilidade: bancos de dados relacionais proporcionam consultas mais rápidas, enquanto bancos de dados multidimensionais lidam melhor com grandes quantidades de informações armazenadas.

II - ROLAP se refere a um tipo de solução OLAP que utiliza um bancos de dados relacional.

III - Quando um projeto inicia por datamarts departamentais especializados que mais tarde se consolidam em um data warehouse institucional, existe uma chance maior de surgirem problemas de inconsistência de metadados do que quando um data warehouse institucional dá origem a datamarts departamentais.

IV - Para melhoria de performance, as tabelas em data warehouses, em geral, estão nas formas normais mais altas (considerando que 5 FN é mais alta que 1 FN).

Estão corretas APENAS as afirmativas

Questão 67

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O CMMI define níveis crescentes de capacidade (capability) para as áreas de processos e de maturidade (maturity) organizacional. Sobre os níveis de maturidade, é correto afirmar que, no nível

Questão 68

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Durante os testes de um software produzido pelo departamento de TI de uma empresa, verificou-se que o mesmo não atendia a alguns dos requisitos originais especificados pelos clientes. Sobre a condução da situação, são feitas as afirmativas a seguir, que devem ser analisadas à luz de seu alinhamento com a norma ISO 9001:2000.

I - Independente do destino a ser dado ao software, as causas da não-conformidade devem ser identificadas e eliminadas do processo de desenvolvimento.

II - O software deve ser entregue provisoriamente nestas condições, para diminuir a insatisfação do cliente, sendo substituído por uma versão que atenda aos requisitos o mais rápido possível (ASAP).

III - O gerente do projeto de desenvolvimento pode definir e propor um procedimento alternativo para lidar com a não-conformidade, diferente daquele previsto no processo de desenvolvimento de software organizacional, desde que aprovado pelo cliente.

IV - Devem ser mantidos registros de quaisquer ações corretivas realizadas, ainda que as mesmas não se revelem eficazes para tratar a não-conformidade, bem como dos indicadores de satisfação do cliente, qualquer que seja o resultado do projeto.

Estão alinhadas com as exigências da norma ISO 9001:2000 APENAS as afirmativas

Questão 69

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O COBIT 4.0, especificado pelo IT Governance Institute (ITGI), é um framework para governança de TI. Conforme definida pelo ITGI para fundamentação do COBIT 4.0, a governança de TI

Questão 70

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O COBIT 4.0 apresenta 34 processos de TI divididos por 4 áreas ou domínios. Cada processo possui um objetivo ou requisito de controle de alto nível e objetivos detalhados. Além disso, há objetivos de controle genéricos que os processos devem observar, que são identificados como PCn, de “process control number”. NÃO corresponde a um dos objetivos de controle genéricos do COBIT 4.0:



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