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TERMOAÇU 2008

Administrador Júnior

Questão 1

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
A frase “Aquilo era serviço de mulher.” (L. 16-17), a respeito do trabalho dos pescadores da lagoa, se configura como manifestação

Questão 2

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
“Pescar camarão de lamparina acesa, [...] era mesmo para gente mofina,” (L. 23-26)
A esse respeito, os pescadores de longo curso consideravam que a pesca de camarão na lagoa NÃO exigia

Questão 3

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
A realidade dos pescadores de camarão se contrapunha à opinião dos pescadores de alto-mar. A passagem em que se estabelece essa oposição é

Questão 4

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
“recusavam ofertas, não cediam no preço.” (L. 50)
Isto ocorria porque

Questão 5

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
“vozes que se elevavam de dentro dos seus corações, como se estivessem chamando gente em socorro.” (L. 35-37)
Pode-se inferir que o lamento que irrompia do coração dos pescadores encontrava eco

Questão 6

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
Considere as afirmações a seguir sobre o emprego dos pronomes nas frases.

I – “O vento da noite cortava-lhes o lombo,” (L. 30) – Pronome pessoal com sentido possessivo.

II – “Os pescadores de largo curso olhavam para eles com certo desprezo.” (L. 15-16) – Pronome indefinido atenuando o sentido do substantivo desprezo.

III – “era como se todo o mundo se aproximasse para aconchegá-los.” (L. 40-41) – Pronome indefinido todo equivalendo a qualquer.

É(São) verdadeira(s), APENAS, a(s) afirmação(ões)

Questão 7

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
Analise as frases.

– Desejavam saber o preço __________ venderiam o camarão.
– Com cenário iluminado, a pesca na lagoa foi a mais bonita __________ assistiu.
– O barco __________ estavam os que se dirigiam ao porto passava distante dos pescadores.

Tendo em vista a regência verbal, as frases acima se completam com

Questão 8

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1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
A classificação que NÃO corresponde à palavra em destaque é

Questão 9

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
A cidade ___________ morta, o frio e a fome inclementes deixavam os pescadores mais ______ .

De acordo com a norma culta da língua, as palavras que completam a frase são

Questão 10

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
1
Os pescadores de camarão, nas noites de escuro,
 
iluminavam a lagoa com suas tochas e candeeiros e
 
na água mansa deitavam as redes, furavam a terra com
 
varas, faziam rumor, e no silêncio e na paz da noite escura
5
pareciam uma multidão de guerreiros. Às vezes conver-
 
savam, cantavam e o sacudir das redes na lagoa ecoava
 
surdamente até longe. A noite inteira na pescaria monó-
 
tona, sem os grandes rasgos do alto-mar, a luta com os
 
peixes grandes e as ondas bravias. Ali era no manso.
10
Quando a lagoa se encrespava e o vento cortava forte,
 
deixavam o trabalho para a outra noite. Nos tempos de
 
frio agüentavam quase despidos a crueldade do sudoeste.
 
Mas ficavam até o clarear do dia, no duro, manobrando
 
as redes, sofrendo horrores. Só queriam a lagoa quieta,
15
sem água revolta. Os pescadores de largo curso olhavam
 
para eles com certo desprezo. Aquilo era serviço de
 
mulher. Aonde a coragem de se meter no mar alto, de se
 
deixar cercar pelos tubarões, de lutar braço a braço com
 
os peixes gigantes, os meros de dentes afiados, os
20
cações de três braças e vencer, e sangrar os bichos,
 
retalhar as carnes e trazer os troféus sangrentos,
 
marcas de dentadas, cortes fundos dos combates.
 
Pescar camarão de lamparina acesa, ficar ali horas como
 
se estivessem em velório de defunto, bebendo cachaça
25
no descanso, para matar o frio, dormir até em cima das
 
canoas, tudo aquilo era mesmo para gente mofina, sem
 
disposição ao perigo. E, no entanto, os pescadores de
 
camarão sabiam que não era fácil assim o seu trabalho,
 
que as dificuldades do seu ofício não eram tão maneiras.
30
O vento da noite cortava-lhes o lombo, atravessava-lhes a
 
carne até os ossos. O céu estrelado, a escuridão da
 
noite, os terrores das histórias de almas penadas,
 
as dores, tudo ficava com eles, no silêncio prolongado.
 
Às vezes cantavam. Cantavam tristes, vozes conduzidas
35
pelo pavor da escuridão, vozes que se elevavam de dentro
 
dos seus corações, como se estivessem chamando
 
gente em socorro. Não era um cantar de trabalho festivo,
 
era mais um lamento. As barcaças que desciam para o
 
porto passavam a horas mortas por eles, e, um grito de
40
boa noite, um dito de camaradagem, era como se todo
 
o mundo se aproximasse para aconchegá-los. Caras
 
tristes, corpos marcados de fome e insônia, curtidos pela
 
cachaça. De manhã, chegavam ao mercado do peixe para
 
negociar a presa da noite. E conversavam, falavam ainda,
45
discutiam os preços com o cesto carregado da mercadoria
 
que lhes custara a noite inteira, o sono e o medo das
 
horas de solidão. Viam-se cercados pelos fregueses.
 
Vinham cozinheiras, homens de importância da terra,
 
para conversar, regatear. Respondiam às perguntas,
50
recusavam ofertas, não cediam no preço. Pareciam
 
quietos, de noite bem dormida, mas a cara amarela,
 
os lábios roxos, o olhar vivo, diriam do esforço, da resis-
 
tência contra o frio e o sono.
LINS DO REGO, José. Água-Mãe. Ficção Completa. Vol. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, S.A. 1976.
O termo da oração em destaque está identificado de acordo com a sintaxe em

Questão 11

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
1
By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
The main purpose of the text is to

Questão 12

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
1
By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
The fragment “… the melting of the Greenland ice sheet could result in a substantive sea level rise over centuries rather than millennia.” (lines 33-35) means that

Questão 13

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1
By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
According to Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth Institute,

Questão 14

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1
By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
Where in the article does the author present alarming evidences of human impact on climate change?

Questão 15

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1
By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
Which alternative contains a correct correspondence of meaning?

Questão 16

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
1
By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
The boldfaced item introduces a result in

Questão 17

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By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
International Herald Tribune, November 18, 2007
 
 
VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
5
the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
In terms of reference, it is correct to affirm that

Questão 18

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By Elisabeth Rosenthal and James Kanter
 
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VALENCIA, Spain: The blunt and alarming final report of
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the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
In “… delegates in Bali should take action immediately by public financing for demonstration projects on new technologies…” (lines 51-53), the verb that can replace should without changing the meaning of the sentence is

Questão 19

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the United Nations Intergovernmental Panel on Climate
 
Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
Which statement does NOT represent the opinion expressed by one of the experts mentioned?

Questão 20

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5
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Change (IPPC), released here by UN Secretary General
 
Ban Ki Moon, may well underplay the problem of climate
 
change, many experts and even the report’s authors admit.
 
The report describes the evidence for human-induced
10
climate change as “unequivocal.” The rise in greenhouse
 
gases in the atmosphere thus far will result in an average
 
rise in sea levels of up to 4.6 feet, or 1.4 meters, it
 
concluded.
 
“Slowing - and reversing - these threats is the defining
15
challenge of our age,” Ban said upon the report’s release
 
Saturday. Ban said he had just completed a whirlwind
 
tour of some climate change hot spots, which he called
 
as “frightening as a science-fiction movie.”
 
He described ice sheets breaking up in Antarctica, the
20
destruction of the Amazon rainforest in Brazil, and children
 
in Chile having to wear protective clothing because an
 
ozone hole was letting in so much ultraviolet radiation.
 
The panel’s fourth and final report summarized and
 
integrated the most significant findings of three sections
25
of the panel’s exhaustive climate-science review, to create
 
an official “pocket guide” to climate change for policy
 
makers who must now decide how the world will respond.
 
The first covered climate trends; the second, the world’s
 
ability to adapt to a warming planet; the third, strategies
30
for reducing carbon emissions.
 
“The sense of urgency when you put these pieces together
 
is new and striking,” said Martin Parry, a British climate
 
expert who was co-chairman of the delegation that wrote
 
the second report.
35
This report’s summary was the first to acknowledge that
 
the melting of the Greenland ice sheet could result in a
 
substantive sea level rise over centuries rather than
 
millennia. “Many of my colleagues would consider that
 
kind of melt a catastrophe” so rapid that mankind would
40
not be able to adapt, said Michael Oppenheimer, a climate
 
scientist at Princeton University who contributed to the
 
IPCC.
 
Delegations from hundreds of nations will be meeting in
 
Bali, Indonesia in two weeks to start hammering out a
45
global climate agreement to succeed the Kyoto Protocol,
 
the current climate change treaty.
 
 
“It’s extremely clear and is very explicit that the cost of
 
inaction will be huge compared to the cost of action,” said
50
Jeffrey Sachs, head of Columbia University’s Earth
 
Institute. “We can’t afford to wait for some perfect accord
 
to replace Kyoto, whose first phase expires in 2012, for
 
some grand agreement. We can’t afford to spend years
 
bickering about it. We need to start acting now.”
55
He said that delegates in Bali should take action
 
immediately by public financing for demonstration projects
 
on new technologies like “carbon capture,” a “promising
 
but not proved” system that pumps emissions underground
 
instead of releasing them into the sky. He said the energy
60
ministers should start a global fund to help poor countries
 
avoid deforestation, which causes emissions to increase
 
because growing plants absorb carbon in the atmosphere.
 
Although the scientific data is not new, this was the first
 
time it had been looked at together in its entirety, leading
65
the scientists to new emphasis and more sweeping
 
conclusions.
 
“And the new science is saying: ‘You thought it was bad?
 
No it’s worse.’ ”
 
The IPCC chairman, Rajendra Pachauri, an engineer and
70
economist from India, acknowledged the new trajectory.
 
“If there’s no action before 2012, that’s too late,” Pachauri
 
said. “What we do in the next two to three years will
 
determine our future.”
http://www.iht.com/articles/2007/11/18/europe/climate.php
The text as a whole is both

Questão 21

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Em determinada cidade, 80 pessoas foram entrevistadas sobre o meio de transporte utilizado para ir ao trabalho. Quarenta e duas responderam ônibus, 28 responderam carro e 30 responderam metrô. Doze utilizam ônibus e carro, 14, carro e metrô e 18, ônibus e metrô. Cinco utilizam ônibus, carro e metrô. Dentre as pessoas que responderam que utilizam pelo menos um desses três meios de transporte, a probabilidade de que uma pessoa selecionada ao acaso utilize somente um desses veículos é

Questão 22

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Em certa turma, 40% dos homens e 20% das mulheres falam inglês fluentemente. 80% das pessoas são homens. A probabilidade de um aluno fluente na língua inglesa, selecionado ao acaso, ser homem é

Questão 23

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
O Departamento de Recursos Humanos de uma empresa realizou um levantamento dos salários dos 120 funcionários do setor administrativo e obteve o seguinte resultado:


Não existem observações coincidentes com os extremos das classes.
A média, a mediana e o desvio padrão dos salários, em salários mínimos, são, aproximadamente,

Questão 24

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
A tabela a seguir apresenta a distribuição dos 50 milhões de domicílios particulares por recebimento de dinheiro de programa social do governo federal, segundo as classes de rendimento mensal domiciliar per capita, em salários mínimos.


Um domicílio é selecionado aleatoriamente. Sabendo-se que esse domicílio recebe dinheiro de pelo menos um programa social do governo, a probabilidade de sua renda familiar ser inferior a ¼ do salário mínimo é, aproximadamente,

Questão 25

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Analise as afirmativas abaixo sobre responsabilidade socioambiental no Brasil.

I - As estratégias devem ser baseadas em ações sociais de outros países.

II - A cultura brasileira não incentiva a valorização do tema.

III - O surgimento de entidades e órgãos relacionados ao tema denota o crescimento da sua valorização.

Está(ão) correta(s) APENAS a(s) afirmativa(s)

Questão 26

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Estágio evolutivo da gestão ambiental é

Questão 27

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
A Governança Corporativa diz respeito aos sistemas de controle e monitoramento estabelecidos para atender aos interesses dos

Questão 28

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
A negociação de ações emitidas por companhias que adotam boas práticas de governança corporativa na Bolsa de Valores de São Paulo está associada ao segmento de listagem chamado de

Questão 29

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Dentre as seguintes estratégias, a que NÃO representa uma estratégia genérica de diferenciação que traria uma vantagem competitiva atraente é

Questão 30

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
As forças competitivas em uma indústria, segundo o modelo proposto por Michael Porter, são função de:

I  pressões competitivas entre firmas rivais, que por sua vez resultam da disputa por uma melhor posição no mercado e das manobras para obter vantagem competitiva;

II  disponibilidade de produtos substitutos que têm custos competitivos e/ou ameaça de entrada de novos participantes no mercado;

III  capacidade de fornecedores e compradores exercerem poder de barganha.

Está(ão) correto(s) o(s) item(ns)

Questão 31

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
A seqüência de níveis hierárquicos de uma empresa, do nível mais alto para o mais baixo, é:

Questão 32

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Em relação às estruturas organizacionais, tem-se que a estrutura

Questão 33

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Em relação ao planejamento estratégico, tem-se que

Questão 34

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Marque a resposta que traz a ordem correta dos objetivos das empresas conforme sua orientação para acionistas, empregados, fornecedores e ambiente natural.

Questão 35

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Uma determinada companhia foi criada no início deste ano, com um caixa constituído de R$30.000,00. As vendas nos meses de janeiro e fevereiro foram R$300.000,00 e R$400.000,00. Do total das vendas efetuadas, 30% são recebidas no próprio mês das vendas e 70% são recebidas no mês seguinte. Estima-se que os custos totais de produção alcancem 80% da receita, sendo pagos 50% no próprio mês e 50% no mês seguinte. Os produtos são vendidos no próprio mês em que são fabricados. Desconsiderando-se quaisquer outros recebimentos ou despesas, pode-se garantir que o caixa ao final de fevereiro, em reais, será

Questão 36

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
A empresa NoteBem produz computadores portáteis de última geração. Segue o orçamento de vendas da empresa para o próximo trimestre.


A empresa tem a política de manter em estoque no fim de cada mês 40% da produção do mês seguinte. O processo produtivo envolve uma matéria-prima básica (composto plástico para a parte externa), e cada unidade produzida consome 200 gramas de matéria-prima, que custa R$100,00 o quilo (R$20,00 cada 200 gramas). Assim, o orçamento de compras desta matéria-prima, em reais, para o mês de maio, é

Questão 37

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Uma empresa tomou um empréstimo junto a uma instituição financeira, usando uma determinada taxa de juros. A dívida pode ser quitada de três maneiras diferentes:

I - à vista;

II - em 10 prestações iguais;

III - em 10 prestações iguais, mas com um determinado prazo de carência (diferimento).

Analisando essas possibilidades, conclui-se que

Questão 38

TERMOAÇU 2008 - CESGRANRIO - Administrador Júnior
Os dados sobre os retornos (esperado) e os riscos (desvio padrão) de 5 projetos são apresentados na tabela a seguir.


Considerando condições de eficiência e diferenças no grau de aversão a risco, os projetos que poderiam vir a ser escolhidos isoladamente seriam:

Questão 39

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O Departamento de Compras tem como uma de suas responsabilidades, dentre várias, a aquisição de materiais, peças e suprimentos necessários para fabricar ou fornecer uma mercadoria ou serviço. Considerando que uma determinada peça, material ou serviço tenha um valor monetário anual elevado, a providência a ser tomada pelo Departamento de Compras é

Questão 40

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Qual é uma das principais características da programação Just in Time de suprimentos?

Questão 41

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Qual ferramenta utilizada na gestão pela qualidade total avalia a existência de correlação entre os valores de duas variáveis?

Questão 42

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Existem muitas tecnologias que compartilham e analisam as informações na cadeia de suprimentos, sendo que uma das existentes é o EDI (Eletronic Data Interchange). Uma característica deste sistema é que

Questão 43

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O PERT (Program Evaluation and Review Technique) é um método utilizado no planejamento e na coordenação de projetos que faz uso de uma rede para apresentar as principais atividades de projeto e suas relações seqüenciais, conforme a ilustração abaixo.


A duração esperada do projeto, em semanas, é

Questão 44

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Os estoques constituem uma parte vital nos negócios. Eles são necessários para as operações e contribuem para o nível de satisfação do cliente. Uma das principais funções do estoque é

Questão 45

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Suponha que o Magazine Berta Ltda tenha em seu estoque aproximadamente 28.800 itens diferentes. No inventário do ano anterior verificou-se que havia, em média, 20 unidades de cada item. Supondo que um colaborador possa contar, em média, 60 unidades por minuto, quantas pessoas serão necessárias para contar todos os itens em dois dias de trabalho, com jornada de trabalho padrão?

Questão 46

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Uma empresa consome mensalmente 5.000 unidades de uma peça de código TMC–012. O estoque de segurança desta peça é de 500 unidades, e o tempo de reposição, de 45 dias. O ponto de pedido ou lote padrão é

Questão 47

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A empresa Ferro S.A. está com problemas na área de estoque, pois um de seus equipamentos está paralisado há um mês, em manutenção. O setor de manutenção justifica a demora alegando que depende da aquisição de uma determinada peça, que está em falta. Entretanto, a área de compras informa que existem três peças em estoque, pois a planilha do banco de dados identifica a existência dessas peças, muito embora o responsável pelo setor de estoque não encontre nenhuma dessas peças na prateleira. Deste modo, o departamento de compras não efetiva nova compra de peças tendo em vista a potencial existência da mesma em estoque. Nesta situação, duas técnicas de controle de estoque que não foram utilizadas pelo setor de estoques, que poderiam ter prevenido o impasse em questão, são:

Questão 48

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Uma indústria fabricante de portas e janelas de alumínio tem 8.000 unidades de determinado insumo disponíveis em seu estoque, sendo que utiliza anualmente 60.000 unidades. Supondo que um período de suprimento é uma mensuração do número equivalente de dias de estoque disponível, com base na utilização e na informação de que esta indústria trabalhe 300 dias por ano, o período de suprimento, em dias, é

Questão 49

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Os três fatores mais relevantes para uma empresa no processo de seleção de fornecedores são:

Questão 50

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A Higiene no Trabalho, também conhecida como Higiene Industrial, tem como principais objetivos:

I  eliminar ou reduzir os fatores que propiciem o surgimento das doenças profissionais;

II  reduzir os efeitos prejudiciais provocados pelo trabalho;

III  maximizar os fatores que propiciam o surgimento das doenças profissionais;

IV  prevenir lesões ou deficiências apresentadas pelos empregados;

V  avaliar a cultura organizacional da empresa.

Estão corretos, APENAS, os objetivos

Questão 51

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É sabido que cada decisão a respeito da escolha entre diversos candidatos envolve o indivíduo em um tipo de resolução a ser tomada, um tratamento. De acordo com o tratamento, é possível identificar qual o modelo de decisão adotado em uma determinada situação. O modelo em que há um só candidato e uma só vaga a ser preenchida por aquele candidato, que não inclui a alternativa de rejeição e em que candidato apresentado deve ser admitido, sem sofrer qualquer rejeição, é denominado

Questão 52

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Considere as afirmativas a seguir.
Toda organização precisa ter alguma dose de estabilidade como complemento ou suplemento à mudança.


PORQUE

Uma organização altamente mutável e pouco estável tem tanta probabilidade de sair do mercado quanto uma organização pouco adaptativa, com características rígidas e imutáveis.

Analisando as afirmativas acima, conclui-se que:

Questão 53

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Sabe-se que existem dois tipos puros de recrutamento: interno e externo. Ambos apresentam vantagens e desvantagens. Uma determinada empresa, em suas diretrizes de gestão de pessoas, preconiza o investimento no mercado interno de trabalho. Diante disso, é possível apontar as seguintes vantagens desse tipo de seleção:

I - enriquece o patrimônio humano;

II - demanda a socialização organizacional;

III - favorece a rotina atual;

IV - incentiva a fidelidade dos funcionários;

V - motiva o desenvolvimento profissional.

São verdadeiras APENAS as vantagens

Questão 54

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Levando-se em conta o grau de assertividade (tentativa de satisfazer os próprios interesses e objetivos) ou de cooperação (tentativa de satisfazer os interesses de outras pessoas) é possível compor um modelo que retrata cinco estilos de administração de conflitos: evitação ou fuga; acomodação ou suavização; competição ou comando autoritário; compromisso; colaboração ou solução de problemas. O estilo de compromisso

Questão 55

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Os benefícios sociais podem ser classificados quanto à sua exigibilidade legal, quanto à sua natureza e quanto aos seus objetivos. No que diz respeito à exigibilidade legal, os planos de benefícios podem ser

Questão 56

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As recompensas podem ser classificadas como financeiras e não financeiras. Além disso, as recompensas financeiras podem ser diretas e indiretas. Entre as recompensas diretas encontram-se

Questão 57

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A contribuição sindical possui natureza tributária e é recolhida compulsoriamente pelos empregadores no mês de

Questão 58

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As teorias sobre motivação tratam de diferentes variáveis de resultados. Enquanto algumas são voltadas à explicação da rotatividade, outras enfatizam a produtividade. A teoria que, embora não ofereça muita explicação sobre a satisfação dos funcionários, nem sobre sua decisão de deixar a empresa, é útil no papel de previsora de fatores tais como qualidade e quantidade de trabalho, persistência de esforço, absenteísmo, impontualidade e taxas de acidentes é a

Questão 59

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O sistema de avaliação que contempla a opinião da chefia, dos colegas e pares, dos subordinados (se existirem), dos clientes internos e externos e dos fornecedores é denominado

Questão 60

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O desenvolvimento organizacional é uma abordagem de mudança organizacional por meio da qual os próprios funcionários estabelecem e implementam a mudança necessária à empresa. Cada técnica de desenvolvimento organizacional atua em determinados níveis de intervenção. A consultoria de procedimentos atua no nível



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