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MPE/PA 2019

Estagiário - Odontologia

Questão 1

MPE/PA 2019 - CONSULPLAN - Estagiário - Odontologia
1
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
Dentre os termos/expressões destacados a seguir, indique aquele cujo sentido, de acordo com o contexto, NÃO foi indicado corretamente.

Questão 2

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1
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
Considerando os excertos: “atendimento às vítimas” (2º§), “se antecipar a esse tipo de tragédia” (2º§), “de modo a estimular o diálogo” (5º§), “relacionados à estrutura das escolas” (7º§) pode-se afirmar que:

Questão 3

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1
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
De acordo com as informações e ideias apresentadas no texto, assinale a afirmativa correta.

Questão 4

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1
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
Em “Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. ” (3º§), acerca da expressão “segundo ele” pode-se afirmar que:

Questão 5

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Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
O emprego de verbos impessoais possui características específicas que os distinguem do que ocorre com outros verbos de modo geral. A conformidade de seu uso de acordo com a variedade padrão da língua pode ser observada em “há ao menos duas coisas importantes” (3º§). Indique, a seguir, a alternativa que NÃO apresenta erro de acordo com a norma padrão.

Questão 6

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Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
Em “exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.” (7º§), as vírgulas foram empregadas com o objetivo de:

Questão 7

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1
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
5
atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
10
Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
15
antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
20
iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
25
há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
30
Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
35
Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
Pode-se reconhecer que o desenvolvimento do conteúdo textual em análise teve como elemento motivador:

Questão 8

MPE/PA 2019 - CONSULPLAN - Estagiário - Odontologia
1
Pesquisas sugerem que atiradores são deprimidos e suicidas. Iniciativas centradas no diálogo e na saúde mental de
 
estudantes e professores podem ajudar a evitar tragédias, dizem especialistas.
 
 
Em 1999, poucos dias depois dos ataques ao Colégio Columbine, nos Estados Unidos, um incidente semelhante
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atingiu a pequena cidade de Taber, em Alberta, no Canadá. Um garoto de 14 anos invadiu o colégio W. R. Myers,
 
disparando a esmo. Matou um estudante e feriu outros dois.
 
Especialista em estresse pós-traumático, o psicólogo Kevin Cameron foi chamado de imediato, para prestar
 
atendimento às vítimas e sobreviventes. Desde então, ele e seus colegas tentam se antecipar a esse tipo de tragédia: “É
 
possível prevenir tiroteios em colégio. E temos nos aprimorado nessa tarefa”, me disse ele durante o final de semana.
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Cameron comanda hoje o Centro Norte-Americano para Avaliação de Riscos e Resposta a Traumas. Seu trabalho
 
envolve ensinar educadores, policiais e pais a identificar jovens em risco para cometer atos de violência extrema, de modo
 
a ajudá-los. Segundo ele, há ao menos duas coisas importantes a saber sobre esses adolescentes: a maioria sofre de
 
problemas psicológicos graves, está deprimida e tem comportamento suicida. Não raro, têm histórico de convívio
 
conflituoso com a família ou de abuso doméstico; e a maioria fala sobre seus planos, com amigos, pais ou professores,
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antes de executá-los: “A questão é que a maior parte das pessoas não leva a sério. Ninguém acha que aquele garoto seria
 
capaz de praticar algo tão horrendo”, me disse Cameron. [...]
 
Segundo Cameron, o programa vem se mostrando bem-sucedido. Baseia-se em criar, nas escolas, ambiente propício
 
ao diálogo e de proximidade com as famílias dos estudantes. A ideia é conhecer o contexto em que vivem, que problemas
 
enfrentam, de modo a oferecer ajuda se necessário. Em 2013, o jornal The New York Times escreveu a respeito da
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iniciativa.
 
Na esteira do atentado à Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira, a questão se tornou
 
fundamental também para o Brasil. Incidentes dessa natureza não são tão comuns no país quanto nos EUA ou no Canadá.
 
Mas pesquisadores defendem que mudar a dinâmica do convívio escolar, de modo a estimular o diálogo e oferecer
 
suporte psicológico a alunos e estudantes, pode reduzir índices de violência: “As escolas mais violentas são aquelas onde
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há pior comunicação”, me disse a professora Kathie Njaine, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz e especialista em
 
violência em escolas.
 
Njaine me disse que observou isso em trabalhos desenvolvidos por orientandas suas em municípios da Baixada
 
Fluminense: “Mesmo naquelas situações em que o entorno do colégio era violento, as escolas onde havia uma boa relação
 
com os jovens e as famílias tinham menos conflitos”, afirmou.
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Construir ambiente propício ao diálogo nem sempre é tarefa simples. Por vezes, esbarra em problemas relacionados
 
à estrutura das escolas: com tantos alunos, nem sempre professores e funcionários conseguem prestar a devida atenção
 
a todos. É um desafio, também, porque exige que, não raro, as escolas lidem com problemas surgidos fora de seus muros.
 
Compreender os problemas dos jovens requer, por exemplo, estar atento ao contexto em que vivem. “É importante olhar
 
para as relações com a família, para os projetos de vida desses adolescentes”, diz Njaine.
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Se o projeto de Los Angeles serve de exemplo, esse esforço de comunicação traz resultados: “Quando tragédias como
 
a de Suzano acontecem, muita gente passa a discutir segurança pública. Passa a falar sobre a necessidade de colocar
 
policiais nas escolas. Isso não basta”, diz Njaine. “Isso não resolve se você não pensar na educação como um todo. É
 
preciso criar, nas escolas, ambientes abertos ao diálogo”.
(Rafael Ciscati. Disponível em: https://epoca.globo.com/aprimorar-dialogo-ajuda-prevenir-tiroteios-em-escolas-23536751. 20/03/2019. Adaptado.)
Ao relacionar os desafios enfrentados nas escolas, o texto aponta duas situações específicas e diversas: a estrutura das escolas e o contexto vivido pelos alunos fora dela. No desenvolvimento dessas ideias, foram utilizadas as expressões “construir ambiente propício” e “problemas surgidos fora de seus muros”. Acerca dos sentidos produzidos, analise as afirmativas a seguir.

I. As duas expressões destacadas fazem referência a um mesmo espaço que é reconhecido sob olhares diferentes.
II. O sentido metafórico pode ser identificado mediante o emprego do verbo “construir” tendo em vista o contexto em que está inserido.
III. A expressão “fora de seus muros” indica a extrapolação de um limite para atuação na resolução de questões diversas referentes ao contexto vivido pelos alunos.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)

Questão 9

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1
O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os
 
seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a
 
introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que
 
seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões),
5
tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.
 
A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características
 
importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar
 
casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar
 
emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada
10
situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais
 
poderão ser alcançados por softwares.
(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)
Considerando as ideias apresentadas, infere-se do texto que:

Questão 10

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1
O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os
 
seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a
 
introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que
 
seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões),
5
tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.
 
A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características
 
importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar
 
casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar
 
emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada
10
situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais
 
poderão ser alcançados por softwares.
(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)
Em “Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo (...)” (1º§) o termo separado por vírgulas:

Questão 11

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1
O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os
 
seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a
 
introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que
 
seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões),
5
tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.
 
A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características
 
importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar
 
casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar
 
emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada
10
situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais
 
poderão ser alcançados por softwares.
(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)
O período “O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. ” (1º§) manteria a correção linguística e semântica de acordo com a seguinte reescrita:

Questão 12

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1
O desenvolvimento tecnológico é indubitavelmente um fato positivo que traz progresso à vida humana em todos os
 
seus âmbitos, no Direito não há de ser diferente. Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a
 
introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que
 
seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões),
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tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.
 
A falha da supracitada suposição deve-se ao fato de o referido ponto de vista ignorar fatores e características
 
importantes de um ser humano. Uma máquina ou um programa computacional não possuem capacidade de trabalhar
 
casuisticamente (trabalhariam somente com teses padronizadas e programadas), assim como são incapazes de colocar
 
emoções nas acusações ou defesas, e muito menos podem interagir com o cliente e com todas as variáveis de cada
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situação. Existem muitas características exclusivamente humanas que são essenciais para as profissões jurídicas e jamais
 
poderão ser alcançados por softwares.
(Disponível em: https://www.conjur.com.br/2019-mar-29/opiniao-influencia-desenvolvimento-tecnologico-direito. Uma análise sobre a influência do desenvolvimento tecnológico no Direito. 29/03/2019. Por Flavio Quinaud Pedron, André Reale e Cleidineia Ramalho. Fragmento.)
Quanto aos termos destacados em: “Existe, contudo, um parvo e limitado ponto de vista segundo o qual a introdução de novas tecnologias no meio jurídico fomentará a substituição de advogados e juízes por máquinas, que seriam mais eficientes, assertivas e rápidas (tanto para fazer petições iniciais quanto formular defesas ou tomar decisões), tudo embasado em softwares que buscariam no arcabouço jurídico normas, doutrinas e jurisprudência.” (1º§) pode-se afirmar que:

I. Todos têm o mesmo referente e são classificados como partículas integrantes das orações em que estão inseridos.
II. As duas ocorrências do vocábulo “que” demonstram o desempenho da função sintática de sujeito nas orações em que se apresentam.
III. Apenas as duas ocorrências do “que” possuem referente textual, o mesmo não ocorre com “o qual”, expressão responsável por contribuir para a progressão textual.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 13

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Considerando o disposto na Lei Complementar nº 57, de 06 de julho de 2006, acerca da autonomia do Ministério Público do Pará, analise as afirmativas a seguir.

I. Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa, não dispondo de dotação orçamentária própria.
II. Ao Ministério Público compete a elaboração das regras e normas de seu próprio regimento interno.
III. O Ministério Público detém autonomia para a prática de seus próprios atos de gestão.
IV. A aquisição de bens e a contratação de serviços, efetuada a respectiva contabilização, cabem ao Ministério Público.
V. Cabe ao Ministério Público, após proposta apresentada pelo Poder Legislativo, fixar e reajustar o subsídio de seus membros.

Estão corretas apenas as afirmativas

Questão 14

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Nos termos da Lei Orgânica do Ministério Público do Estado do Pará, no que se refere à organização, é correto afirmar que:

Questão 15

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» Esta questão foi anulada pela banca.
O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do estado do Pará afastou-se em caráter de urgência, em licença médica. Diante do ocorrido, o Corregedor-Geral do Ministério Público o substituiu de imediato.
Considerando a situação hipotética narrada, assinale a alternativa correta.

Questão 16

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A aprovação do Regulamento do Estágio no Ministério Público, que disciplina seleção, investidura, atribuições, vedações e dispensa de estagiários, é de competência do:

Questão 17

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Considerando o que dispõe a Lei Orgânica do estado do Pará sobre os estagiários, assinale a alternativa correta.

Questão 18

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O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, pautando-se por Princípios Institucionais. Indique a alternativa que contempla corretamente os Princípios Institucionais do Ministério Público.

Questão 19

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Os cargos de Promotor de Justiça são classificados em entrâncias. A terceira entrância é correspondente às Promotorias de Justiça:

Questão 20

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Para indicação à vaga de Desembargador pelo quinto constitucional devida ao Ministério Público, o candidato a integrar a lista sêxtupla deverá atender aos seguintes requisitos, EXCETO:

Questão 21

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A nomeação do Procurador-Geral de Justiça é feita pelo Chefe do Poder Executivo, dentre os integrantes da carreira do Ministério Público que atendam aos requisitos legais, mediante lista tríplice que será formada pelos membros do Ministério Público mais votados em eleição realizada para esse fim. Sobre as eleições para lista tríplice, é correto afirmar que:

Questão 22

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A destituição do Procurador-Geral de Justiça poderá ser proposta por iniciativa do Colégio de Procuradores de Justiça, devendo, neste caso, serem observadas a forma e a condução previstas na Lei Orgânica do Ministério Público. Serão razões para a destituição do Procurador-Geral de Justiça do cargo, EXCETO:

Questão 23

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Em algumas situações específicas, é possível, ao membro do Ministério Público afastado de seu cargo, o reingresso, reestabelecendo o vínculo jurídico com o Ministério Público. Sobre as modalidades de reingresso, assinale a alternativa correta.

Questão 24

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Considerando as vedações impostas aos membros do Ministério Público, analise as afirmativas a seguir.

I. É vedado aos membros do Ministério Púbico receber, a qualquer título e sob qualquer pretexto, honorários, porcentagens ou custas processuais.
II. Poderá o membro do Ministério Público exercer a advocacia, tão logo seja afastado por aposentadoria, ainda que no juízo do qual se afastou.
III. Não há impedimentos para que o membro do Ministério Público participe de sociedade comercial.
IV. É permitido ao membro do Ministério Público o exercício do Magistério.

Estão corretas apenas as afirmativas

Questão 25

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De acordo com Naressi et al (2013), biossegurança pode ser definida como “o conjunto de normas e procedimentos considerados seguros e adequados à manutenção da saúde em atividades de risco em que ocorrem doenças”. Assinale a alternativa que define corretamente degermação.

Questão 26

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“Um determinado paciente apresentou diagnóstico de periodontite, sendo necessário que o profissional realizasse os procedimentos de raspagem e de alisamento radicular. Estavam disponíveis sobre a mesa clínica os seguintes instrumentos: pinça clínica, sonda milimetrada, espelho clínico e cureta de Gracey nº 5-6, uma cureta do tipo ___________, utilizada para a raspagem _____________________.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

Questão 27

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Os selantes são materiais adesivos aplicados em fóssulas e fissuras para prevenir o início de um processo de cárie ou interromper sua progressão, promovendo uma barreira física que inibe a retenção de micro-organismos e partículas de alimentos nesses locais.

Sobre a indicação desses materiais, é INCORRETO afirmar que

Questão 28

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“Técnica em que o feixe dos raios X será direcionado perpendicular ao plano do filme, produzindo imagens radiográficas com o mínimo de distorções geométricas dos dentes. Por razões anatômicas, o filme fica localizado mais afastado da face lingual dos dentes.”

Trata-se da técnica:

Questão 29

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De acordo com o artigo 51 do Código de Ética Odontológica, “a observância aos preceitos deste Código é obrigatória e sua violação sujeitará o infrator e quem, de qualquer modo, com ele concorrer para a infração, ainda que de forma indireta ou omissa”. NÃO está prevista neste artigo a seguinte penalidade:

Questão 30

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A utilização de bochechos com soluções à base de fluoretos alcançou grande popularidade no meio odontológico, difundindo-se em curto período, em praticamente todas as regiões do mundo. Atualmente, são praticados tanto na Escandinávia quanto nos EUA, no Brasil, ou na China, com mínimas variações na técnica, na dosagem e nos insumos empregados.

Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. Esse tipo de aplicação não é indicado para grupo etário com prevalência mais elevada.
II. Uma das vantagens é a possibilidade de utilizar essa técnica fora do ambiente clínico, como, por exemplo, em uma escola ou creche.
III. Essa técnica apresenta baixo custo.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 31

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“Paciente com 50 anos de idade chega a uma clínica odontológica reclamando de ‘dor de dente’. Ao ser questionado sobre qual dente estava doendo, ele aponta para o primeiro molar superior direito. Esse dente apresentava pequena extrusão, pequena mobilidade e dor leve e aguda à percussão vertical. Os testes térmicos constataram que o dente estava necrosado. Radiograficamente havia espessamento discreto do periodonto apical.”

É correto afirmar que o diagnóstico desse caso é:

Questão 32

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Sobre os cimentos de ionômero de vidro, que podem ser utilizados tanto para restaurações provisórias quanto definitivas, analise as afirmativas a seguir.

I. A reação de presa desse material é uma reação ácido-base, levemente exotérmica, que resulta na formação de sal.
II. Durante a manipulação, esse material deve ser espatulado e não aglutinado, pois a aglutinação promove a fratura das partículas de vidro, podendo alterar as suas propriedades mecânicas e a viscosidade.
III. Após a perda do brilho, o material deverá ser protegido contra perda por sinérese e embebição.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 33

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Observe a imagem. É correto afirmar que essa imagem ilustra a realização de uma restauração:

Questão 34

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O diagnóstico da doença cárie é um fator essencial para a elaboração de um plano de tratamento abrangente, no qual a decisão terapêutica deve estar de acordo com os princípios de promoção da saúde e medidas preventivas, a fim de substituir intervenções desnecessárias.

Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. A lesão de cárie sem cavidade apresenta a parte interna mais mineralizada que a zona superficial.
II. Nas lesões ativas com cavidade em dentina, observa-se tecido amolecido, amarelado e úmido.
III. Quanto maior a extensão/profundidade da perda mineral em esmalte (lesão de cárie sem cavidade), mais facilmente identificada pelo exame visual ela se torna.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão 35

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“Durante a instrumentação dos canais radiculares é de suma importância a utilização de soluções irrigadoras. Uma concentração apropriada de solução de _____________________ altera a permeabilidade da membrana citoplasmática e promove precipitação de proteínas, o que modifica o balanço osmótico da célula, interfere no metabolismo, no crescimento e na divisão celular e, ainda, inibe a enzima ATPase e o processo anaeróbio.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Questão 36

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“Ao iniciar o tratamento periodontal de uma paciente com 55 anos de idade, um cirurgião-dentista observou que no dente 43 (canino inferior direito) a distância da margem gengival à junção cemento esmalte foi de 1 mm. Neste mesmo dente, a distância da margem gengival ao fundo da bolsa periodontal foi de 5 mm.”

Com base nesses dados, assinale a alternativa correta sobre esse dente.

Questão 37

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No capítulo III, artigos 8º e 9º do Código de Ética Odontológica são explicitados os deveres do cirurgião-dentista, dos profissionais técnicos e auxiliares, e das pessoas jurídicas, que exerçam atividades no âmbito da odontologia. São considerados deveres do cirurgião-dentista, EXCETO:

Questão 38

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Os dentes acometidos de pulpite reversível apresentam uma sintomatologia provocada de resposta um pouco mais intensa que na polpa normal.

Diante dessa informação, é correto afirmar que:

Questão 39

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O MTA (Agregado de Trióxido Mineral) é um material que apresenta em sua composição silicato de tricálcio, aluminato de tricálcio e óxido de silicato, sendo avaliado pela primeira vez como material para selamento de perfurações radiculares laterais.

Em relação a esse material, é INCORRETO afirmar que:

Questão 40

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Durante um procedimento restaurador com resina composta deve-se escolher a cor da resina corretamente. Para isso são consideradas três dimensões: matiz, valor e saturação. É correto afirmar que:



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