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Técnico em Informática - Desenvolvimento Contador Engenheiro Civil Técnico em Informática - Suporte Técnico Bancário
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BANPARA 2016

BANPARA 2018

Técnico em Informática - Banco de Dados

Questão 1

BANPARA 2018 - FADESP - Técnico em Informática - Banco de Dados
1
[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
10
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
De acordo com o autor do texto Lastro e o sistema bancário, a reserva fracional foi criada com o objetivo de

Questão 2

BANPARA 2018 - FADESP - Técnico em Informática - Banco de Dados
1
[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
10
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
De acordo com o autor do texto, o sistema lastro-ouro causou problemas como os que aconteceram

Questão 3

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1
[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
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Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
A leitura do texto permite a compreensão de que

Questão 4

BANPARA 2018 - FADESP - Técnico em Informática - Banco de Dados
1
[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
10
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
Em Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro (linhas 1 e 2), a locução verbal poderia ser substituída, sem afetar o sentido do enunciado, por

Questão 5

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1
[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
10
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
A classe a que pertence a palavra grifada está corretamente indicada em

Questão 6

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[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
10
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
[...]
Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
Em No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei (linhas 23 e 24), a palavra grifada é sinônima de

Questão 7

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[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
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Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
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que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
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Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ Acessado em 20/03/20
Em Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única fonte de moeda é o empréstimo bancário (linhas 22 e 23), a expressão grifada poderia ser substituída por

Questão 8

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[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
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Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
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que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
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O enunciado em que a vírgula foi empregada em desacordo com as regras de pontuação é

Questão 9

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Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
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Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
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O enunciado em que duas ideias se opõem é

Questão 10

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[...]
 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar
 
ligados a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro. Como esse metal é
 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os
5
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro
 
e criaram manobras, como a reserva fracional, para emprestar muito mais dinheiro do que
 
realmente tinham em ouro nos cofres. Nas crises, como em 1929, todos queriam sacar
 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem
 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas.
10
Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro. Desde então, o
 
dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas bancárias, já não
 
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando
 
alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado
 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia.
15
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara
 
em um relatório do Bank of England de 2014.
 
Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em
 
canetaços a partir da concessão de empréstimos. O que torna tudo mais estranho e
 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se eu peço dinheiro
20
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma
 
quantidade maior do que essa. Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e
 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta
 
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única
 
fonte de moeda é o empréstimo bancário. No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro
25
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei.
 
Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo
 
escassa e abundante. Escassa porque só banqueiros podem criá-la, e abundante porque é
 
gerada pela simples manipulação de bancos de dados. O resultado é uma acumulação de
 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80 pessoas é maior do
30
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos.
 
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O autor do texto emprega com o mesmo significado os termos

Questão 11

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José, Maria e Pedro exercem as funções de médico(a), contador(a) e engenheiro(a) em um banco, não necessariamente nessa ordem. Nessa instituição eles têm diferentes tempos de serviço e cumprem diferentes jornadas diárias de trabalho.

A médica é a que cumpre a maior jornada diária de trabalho, mas não é a que tem mais tempo de serviço no banco, enquanto José é o que tem menos tempo de serviço na instituição e Pedro, que não é engenheiro, não cumpre a menor jornada diária de trabalho.

Com base nessas premissas, é correto afirmar que entre os três,

Questão 12

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Para obtenção do dígito verificador de contas correntes, um banco utiliza-se de um sistema conhecido como módulo 10. Tal dígito é obtido multiplicando-se os algarismos do número da conta, sucessivamente, por 2 (x 2) e por 1 (x 1), começando da direita para a esquerda, e, quando o produto passar de 10, deve-se considerar como resultado a soma de seus algarismos. Em seguida obtêm-se a soma de todos os resultados, divide-se por 10 e o dígito verificador será 10 menos o resto encontrado na divisão. Se a divisão for exata o dígito será zero.

O exemplo a seguir ilustra como calcular o dígito verificador de uma conta de número 351603, no módulo 10.



Soma 3 + 1 + 1 + 3 + 0 + 6 = 14. Como 14:10 =1, restando 4, então o dígito verificador será 10 – 4 = 6 e o número desta conta, com o dígito verificador, passará a ser 351603-6.

Nesse sistema o dígito verificador da conta número 694718 será

Questão 13

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Considere um lote de R$ 51.000.000,00 todo em cédulas de R$ 100,00. Se um quilograma corresponde a 1.000 gramas e uma cédula de R$ 100,00 pesa 0,25 gramas, o peso, somente das cédulas, desse lote estaria entre

Questão 14

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Certa quantia seria rateada igualmente por 4 pessoas, mas com a adesão de um quinto participante a cota individual, relativamente à anterior, reduziu R$ 360,00. Para que o valor individual a ser pago por cada colaborador fosse de R$ 600,00, seria necessário que a quantidade de pessoas participantes do rateio fosse igual a

Questão 15

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Suponha que um caixa automático de um banco disponibilize para saque uma quantidade suficiente das cédulas da figura abaixo:



Uma retirada de R$ 1.000,00 será feita neste caixa, de modo que nela exista pelo menos uma cédula de cada valor. Se M é o maior e N o menor número de cédulas possíveis de haver nesse saque, então M + N é igual a

Questão 16

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Ocorreu em março deste ano, em Brasília, a 8ª edição do Fórum Mundial da Água (FMA). O evento reúne governantes, empresários, pesquisadores e representantes da sociedade civil. Sobre o evento, é correto afirmar que

Questão 17

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Os cidadãos irlandeses estão sendo convocados pelo governo de seu país a dar votos cruciais em um referendo histórico que se realizará entre maio e junho de 2018, sobre

Questão 18

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A Guerra Civil na Síria completou sete anos, e sobre o conflito é correto afirmar que

Questão 19

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Em um mapeamento global, o Brasil, que é considerado o país mais violento do mundo contra ambientalistas, pelo levantamento da organização Global Witness, é também um dos piores em termos de conflitos ambientais. Três desastres marcam a inserção do país entre aqueles com os piores conflitos ambientais do mundo:

Questão 20

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O presidente Michel Temer decretou, em janeiro deste ano, uma intervenção federal no Rio de Janeiro por conta da crise de segurança pública pela qual passa o Estado. Trata-se de um expediente previsto na Constituição, mas que jamais foi usado. Sobre este procedimento, é correto afirmar que

Questão 21

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Em relação ao Modelo Entidade Relacionamento (MER), analise as assertivas a seguir.

I. Uma entidade fraca relaciona-se com uma entidade forte através de um relacionamento identificador.
II. Uma entidade fraca possui um atributo-chave o qual identifica uma única instância da entidade.
III. Um relacionamento entre entidades não pode conter atributos, somente as entidades possuem atributos.
IV. Um atributo multivalorado pode ser utilizado como atributo-chave de uma entidade.
V. O grau do relacionamento é a quantidade de entidades participantes do relacionamento.

Estão corretas as assertivas

Questão 22

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Analise o diagrama Entidade Relacionamento abaixo.



Com base nesse diagrama, pode-se afirmar que

Questão 23

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» Esta questão foi anulada pela banca.
A restrição de participação de uma entidade em um relacionamento pode ser total ou parcial. Ela depende da

Questão 24

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Os metadados (ou catálogo) de um sistema gerenciador de banco de dados (SGBD) possui informações sobre

Questão 25

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Considere as informações a seguir sobre chaves e a organização de arquivos. Toda tabela relacional deve possuir uma chave ____. Uma chave _____permite checar a unicidade de uma chave primária simples. Uma chave _____ permite implementar um relacionamento do tipo N:N.

Os termos que preenchem, respectivamente, as lacunas do enunciado são

Questão 26

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Examine as assertivas a seguir quanto às restrições de integridade referencial e de chave primária.

I. Um valor de chave estrangeira pode ser nulo.
II. Um valor de chave primária pode ser nulo.
III. Uma chave primária pode ter valores repetidos.
IV. Uma chave estrangeira pode ter valores repetidos.

Estão corretas as assertivas

Questão 27

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A linguagem de definição de dados (DDL) dos bancos de dados relacionais compreende os seguintes comandos:

Questão 28

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O comando em SQL para criar a tabela CARRO no SGBD Oracle, nomeando a restrição de chave primária, é

Questão 29

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Para inserir várias linhas de dados em uma tabela no SQL padrão, usando um único comando, utiliza-se

Questão 30

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Considere a seguinte expressão lógica em SQL:

val >= 5 or val <=7 and sal+10 < 24.

Considerando-se as regras de precedência e associatividade dos operadores, que mostram a ordem em que os termos da expressão serão executados, assinale a opção que esta com os parênteses nos lugares corretos na expressão

Questão 31

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Sobre a consulta a seguir, examine as seguintes assertivas.

Seja a tabela:
Empregado(cod_emp, nome, ender, cod_depto).

E seja a consulta:
Select e.cod_depto, count(*) from Empregado E group by E.cod_depto;

I. Se tiver um índice sobre o campo cod_depto, é possível responder à consulta varrendo apenas o índice.
II. Se tiver um índice sobre o campo cod_emp, é possível responder à consulta varrendo apenas o índice.
III. Não é possível responder à consulta sem varrer todo o arquivo de dados.

Está (Estão) correta(s) a(s) assetiva(s)

Questão 32

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Considere uma tabela criada pelo script de criação e carga apresentado a seguir:

create table empregado
(cdemp integer not null,
nome varchar(6),
fone varchar(10),
primary key (cdemp));

insert into empregado (cdemp, nome, fone) values (1, 'Toni', '282677');
insert into empregado (cdemp, nome, fone) values (2, 'Joao', '282677');
insert into empregado (cdemp, nome, fone) values (3, 'Maria', '260088');
insert into empregado (cdemp, nome, fone) values (4, 'Jose', '174590');
insert into empregado (cdemp, nome) values (5, 'Ana');

I. select count(*) from empregado
II. select count(fone) from empregado
III. select count(*) from empregado where nome like "_o%"

As três consultas (I, II e III) retornarão respectivamente os valores

Questão 33

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Durante o projeto de banco de dados, na etapa de mapeamento do Modelo Entidade Relacionamento (MER) para o Modelo Relacional, um atributo complexo (multivalorado e composto), contendo 4 atributos atômicos no MER, será (serão)

Questão 34

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Considere no MER um relacionamento n-ário com grau igual a 4, conforme o diagrama a seguir.



Ao realizar o mapeamento para o Modelo Relacional, serão criadas

Questão 35

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1
Considere as entidades resultantes de uma modelagem E-R (entidade e relacionamentos):
 
Conta_Corrente(ag, nro_conta, nome, cpf)
 
Cartão_Magnético(nro_cartao, data_validade)
 
Cheque(nro_cheque, valor)
5
 
Considere os seguintes relacionamentos: uma Conta_Corrente pode (opcionalmente) possuir no
 
máximo um Cartão_Magnético; cada Cartão_Magnético deve ser de uma só Conta_Corrente; uma
 
Conta_Corrente pode ser associada a vários Cheques; cada Cheque é de uma única Conta_Corrente.
No mapeamento para o modelo de banco de dados relacional, considerando-se a estratégia de “não ter campos com valores opcionais” nas tabelas criadas, serão geradas, no mínimo,

Questão 36

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1
Considere as entidades resultantes de uma modelagem E-R (entidade e relacionamentos):
 
Conta_Corrente(ag, nro_conta, nome, cpf)
 
Cartão_Magnético(nro_cartao, data_validade)
 
Cheque(nro_cheque, valor)
5
 
Considere os seguintes relacionamentos: uma Conta_Corrente pode (opcionalmente) possuir no
 
máximo um Cartão_Magnético; cada Cartão_Magnético deve ser de uma só Conta_Corrente; uma
 
Conta_Corrente pode ser associada a vários Cheques; cada Cheque é de uma única Conta_Corrente.
No mapeamento para o modelo de banco de dados relacional, considerando-se a estratégia de “criar o número mínimo de tabelas”, possivelmente pela regra fusão de tabelas (relações mescladas). Considerando-se todas as tabelas criadas pelo mapeamento, tem-se __ chave(s) primária(s) e __ chave(s) estrangeira(s).

Os números que completam respectivamente as lacunas do enunciado são

Questão 37

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Para atribuir privilégios ao usuário ATENDENTE para que ele realize as operações de leitura e modificação na tabela CLIENTE, sem propagar esses privilégios a terceiros, o comando correto em SQL padrão é

Questão 38

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O controle de acesso dos usuários ao banco de dados baseado em papéis (roles) permite

Questão 39

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A auditoria do banco de dados é um mecanismo utilizado para

Questão 40

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Caso ocorra uma falha catastrófica em um banco de dados às 12h, supondo-se que foi realizado um backup às 21h do dia anterior, para recuperar a situação do banco de dados ao momento mais próximo antes da falha é necessário:

Questão 41

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Se uma transação que realiza uma atualização nos dados armazenados em um banco de dados falhar por algum motivo, ela sofrerá

Questão 42

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Sobre desastre (falha catastrófica) e recuperação de dados, considere as afirmativas abaixo.

I- Um desastre (incidente) é um acontecimento que afeta um serviço e/ou sistema de forma drástica, exigindo um grande esforço para voltar ao seu estado original.
II- Um desastre pode ocorrer em razão de terremotos, ataques terroristas, inundações e incêndios.
III- Para restaurar um banco de dados, o DBA deve ter a cópia dos dados, a qual pode estar armazenada localmente ou remotamente.
IV- O armazenamento local de cópias de segurança sempre é preferido, pois, no caso de desastre, o DBA está bem próximo da cópia.

Estão corretas as afirmativas

Questão 43

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Quanto a tipos de backups, considere as assertivas a seguir.

Backup ___, realiza-se com o banco de dados off-line.
Backup ___, realiza-se com o banco de dados online. Backup ___, realiza-se uma cópia dos arquivos pertinentes ao funcionamento do banco de dados.
Backup ____, realiza-se uma copia das instruções SQL que serão capazes de reconstruir determinado banco de dados.

Os termos que preenchem respectivamente as lacunas dos enunciados são

Questão 44

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A otimização de consultas realizada pelo SGBD através da ordenação das operações da álgebra relacional em uma árvore de consulta é chamada de otimização baseada em

Questão 45

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Durante os ajustes no SGBD para fins de melhora do desempenho, várias atividades são necessárias, entre elas a

Questão 46

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» Esta questão foi anulada pela banca.
No SGDB Oracle podem-se utilizar conversões de dados explícitas. Para converter dados do tipo data (dd/mm/aa) em caracteres e caracteres em dados numéricos, é necessário executar respectivamente as funções

Questão 47

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No SGBD Oracle, o operador HAVING só pode ser utilizado em um comando de seleção (SELECT) se houver uma função de

Questão 48

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Sobre o utilitário bcp do SQL SERVER 2016, examine as seguintes assertivas.

I. Elimina linhas em duplicata no banco de dados.
II. Importa uma massa de dados de um arquivo para uma tabela do banco de dados.
III. Exporta uma massa de dados do banco de dados para um arquivo.

Está (Estão) correta(s) a(s) assertiva(s)

Questão 49

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Sobre os arquivos de controle (controlfiles) do Oracle, examine as seguintes assertivas.

I. Armazenam a localização dos arquivos físicos do banco de dados.
II. Armazenam o nome lógico das tabelas do banco de dados.
III. Armazenam o número de sequência do log atual do banco de dados.

Está (Estão) correta(s) a(s) assertiva(s)

Questão 50

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» Esta questão foi anulada pela banca.
O SGBD SQL SERVER 2008 r2 possui os seguintes tipos de arquivos de dados:

Questão 51

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Para a área de Banco de Dados, o termo downtime é melhor traduzido por

Questão 52

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Um SGBD deve aplicar os conceitos ACID (Atomicidade;Consistência;Isolamento;Durabilidade) na gestão das transações. Examine as seguintes assertivas.

I-Exclusividade na execução da transação.
II-Sem problemas de integridade.
III-Em uma transação ou se faz tudo ou nada.
IV-Permanência da gravação no banco.

São características das propriedades Consistência e Atomicidade

Questão 53

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Nos SGBDs existem recursos para verificar se a criação de um índice pode ou não otimizar a execução de uma determinada consulta. No MySQL, o comando que permite fazer este exame é

Questão 54

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A performance geral do banco pode ser melhorada por comandos de ajustes da porção de dados que pode ir para a memória. O comando do MySQL que pode ser utilizado para melhorar o desempenho geral do banco de dados é

Questão 55

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Sobre a primeira forma normal (1FN), examine as assertivas abaixo.

I - Uma tabela na 1FN pode conter tabelas aninhadas.
II - Uma tabela na 1FN pode possuir apenas atributos atômicos e monovalorados.
III - Uma tabela na 1FN pode possuir apenas uma chave primária do tipo simples (não composta).

Está (Estão) correta(s) a(s) assertiva(s)

Questão 56

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1
Seja X->Y, significando que Y depende funcionalmente de X.
 
Considere a tabela
 
MatriculaProjeto(CodMat, CodProj, Nome, CodCargo, NomeCargo, DataFim, Horas), com as seguintes
 
dependências funcionais:
5
CodMat->Nome,
 
CodMat->CodCargo,
 
CodCargo-> NomeCargo,
 
CodProj-> DataFim,
 
CodMat+CodProj->Horas.
A normalização desta tabela para a 2FN resultará, no mínimo, em

Questão 57

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1
Seja X->Y, significando que Y depende funcionalmente de X.
 
Considere a tabela
 
MatriculaProjeto(CodMat, CodProj, Nome, CodCargo, NomeCargo, DataFim, Horas), com as seguintes
 
dependências funcionais:
5
CodMat->Nome,
 
CodMat->CodCargo,
 
CodCargo-> NomeCargo,
 
CodProj-> DataFim,
 
CodMat+CodProj->Horas.
A normalização desta tabela para a 3FN resultará, no mínimo, em

Questão 58

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Considerando este texto, responda à questão abaixo.

“The data dictionary tables and views for a given database are stored in the SYSTEM tablespace for that database. All the data dictionary tables and views for a given database are owned by the user SYS. Connecting to the database with the SYSDBA privilege gives full access to the data dictionary. Oracle strongly recommends limiting access to the SYSDBA privilege to only those operations necessary such as patching and other administrative operations. The data dictionary is central to every Oracle database. You can view the contents of the data dictionary by querying data dictionary views, which are described in Oracle Database Reference. Be aware that not all objects in the data dictionary are exposed to users. A subset of data dictionary objects, such as those beginning with USER_% are exposed as read only to all database users.” From https://docs.oracle.com

Segundo o texto, está correto afirmar que

Questão 59

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O termo técnico inglês para a sigla SQL é

Questão 60

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Na versão 3 do ITIL, são siglas relacionadas com a quantificação financeira do valor do serviço e dos ativos



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