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Câmara de Abaetetuba/PA 2019

Câmara de Abaetetuba/PA 2018

Advogado

Questão 1

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
Segundo a autora do texto, a luta das mulheres, hoje, consiste em

Questão 2

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
Gilda de Castro acredita que muitos homens se consideram superiores às mulheres por

Questão 3

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
A autora considera que as exigências impostas pela maternidade

Questão 4

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A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
Ainda segundo a autora, os homens se sentem ameaçados pelas mulheres porque estas

Questão 5

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1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
Segundo o texto, a radicalização do movimento feminista

Questão 6

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1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
No primeiro parágrafo do texto, a palavra orgânica (linha 4) é sinônimo de

Questão 7

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1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
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Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
No quarto parágrafo, o conectivo logo (linha 23) poderia ser substituído por

Questão 8

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A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
Sem desobedecer a uma regra de colocação, o pronome não poderia ser empregado após o verbo em

Questão 9

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A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
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defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
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radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
A(s) vírgula(s) foi/foram empregada(s) para dar ênfase a uma ideia em

Questão 10

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
1
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não
 
condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero
 
resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade
 
orgânica.
5
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não
 
pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas
 
mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de
 
direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de
 
esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e
10
expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
 
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens
 
perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam
 
transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas
 
para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude
15
registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com
 
satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela
 
serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão
 
do Paraíso.
 
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos
20
religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as
 
intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição
 
porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos,
 
diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também
 
provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram
25
condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários,
 
especialmente na Espanha, França e Alemanha.
 
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de
 
forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num
 
templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua
30
defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta
 
pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
 
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem
 
relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes
 
tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas
35
radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém,
 
entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar
 
alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%ADnua-luta-das-mulheres- por-sua-autonomia-1.15825
Acessado em 1º/07/20Texto adaptado
Uma construção considerada própria da linguagem coloquial é

Questão 11

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
A Lei Estadual nº 5887, de 9 de maio de 1995, versa sobre a Política Estadual do Meio Ambiente. Esta Lei trata de um “conjunto de princípios, objetivos, instrumentos de ação, medidas e diretrizes fixadas nesta Lei, para o fim de preservar, conservar, proteger, defender o meio ambiente natural e recuperar e melhorar o meio ambiente antrópico, artificial e do trabalho, atendidas as peculiaridades regionais e locais, em harmonia com o desenvolvimento econômico-social, visando assegurar a qualidade ambiental propícia à vida”.

O capítulo VIII trata do Licenciamento Ambiental. Sobre este instrumento é correto afirmar que

I - a construção, instalação, ampliação, reforma e o funcionamento de empreendimentos e atividades utilizadoras e exploradoras de recursos naturais, considerados efetiva ou potencialmente poluidoras, bem como os capazes de causar significativa degradação ambiental, sob qualquer forma, dependerão de prévio licenciamento do órgão ambiental.
II – a licença de Operação é emitida após autorizada a implantação da atividade, de acordo com as especificações constantes do projeto executivo aprovado.
III - o licenciamento de obra ou atividade, comprovadamente considerada efetiva ou potencialmente poluidora ou capaz de causar degradação ambiental, dependerá de avaliação dos impactos ambientais.
IV - é vedada a concessão de licenciamento ambiental antes de efetivadas as exigências acatadas pelo Poder Público, em audiências públicas.

Está (Estão) correta (s) a (s) afirmação (afirmações).

Questão 12

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
A Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.

(http://www.mma.gov.br/responsabilidade-socioambiental/agenda-21)

Este instrumento foi planejado nas esferas global, nacional e local. Sobre a proteção da qualidade e do abastecimento dos recursos hídricos do Programa Agenda 21, é correto afirmar que

Questão 13

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
O conceito clássico de desenvolvimento sustentável afirma que “É o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro”

(BRUNDTLAND,1991).

São os componentes de desenvolvimento sustentável os

Questão 14

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
A Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente. Sobre a Lei de Crimes Ambientais, é correto afirmar que

I - é caracterizado crime contra a fauna matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida, sob pena de detenção, de seis meses a um ano, e multa.
II - considera-se pesca todo ato tendente a retirar, extrair, coletar, apanhar, apreender ou capturar espécimes dos grupos dos peixes, crustáceos, moluscos e vegetais hidróbios, suscetíveis ou não de aproveitamento econômico, ressalvadas as espécies ameaçadas de extinção, constantes nas listas oficiais da fauna e da flora.
III – é proibido causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora, sob pena de reclusão, de um a quatro anos, e multa, ainda que o crime seja culposo.

Está (Estão) correta (s) a (s) afirmação (afirmações).

Questão 15

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Segundo a Política Nacional de Educação Ambiental, Lei 9795/99, “Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade.” Sobre a aplicação da Educação Ambiental, é correto afirmar que

Questão 16

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
As saídas de imigrantes da costa da Líbia rumo à Europa se intensificaram em 2014, quando o conflito no país se agravou. Desde então, mais de 650 mil imigrantes atravessaram o Mar Mediterrâneo. Sobre esses acontecimentos, é correto afirmar que

Questão 17

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Treze governos estaduais reduziram o preço de referência para o ICMS do Diesel, atitude considerada fundamental pelo mercado para que seja ampliado o desconto do preço dos combustíveis nas bombas de abastecimento. O Estado que promoveu maior corte do preço de referência até o mês de julho deste ano foi o do(de)

Questão 18

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Em recente acidente na Ásia, empresário bilionário do ramo de tecnologia, Elon Musk, ofereceu seus serviços para ajudar na operação de resgate de 12 meninos e seu treinador de futebol, presos em uma caverna inundada. Este episódio ocorreu no(a)

Questão 19

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
No mês de julho do corrente ano, o ministro do Trabalho do Governo Temer, Helton Yomura, foi afastado do cargo em nova fase da Operação Registro Espúrio, da Polícia Federal, que investiga a suposta participação do ministro

Questão 20

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Ao longo da história brasileira, percebe-se a baixa densidade de participação de mulheres no Poder Legislativo. Ao todo, dos 513 deputados, somente 10,5% são mulheres. No Senado, dos parlamentares, 16% são mulheres. No intuito de aproximar a paridade entre homens e mulheres nesse setor da vida pública, o Tribunal Superior Eleitoral exige que os partidos políticos cheguem a um percentual mínimo de

Questão 21

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Sobre o controle de constitucionalidade de leis e atos normativos é correto afirmar o seguinte:

Questão 22

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Acerca da desapropriação é correto afirmar o seguinte:

Questão 23

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Sobre os bens públicos é correto afirmar o seguinte:

Questão 24

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Em um processo judicial de obrigação de fazer contra a construtora Casa dos Sonhos, que lhe vendeu um apartamento com infiltrações, Roberto Calos tenta obter a condenação da construtora para arcar com os serviços e reparos necessários. Após a citação e abertura do prazo para a contestação, a construtora formula defesa processual alegando que tal processo é a reprodução idêntica de outro, que já foi julgado e extinto com resolução do mérito, no qual Roberto Carlos já recebeu sua indenização.
Nesse caso, o pressuposto processual que está sendo violado é o da/do

Questão 25

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
É correto afirmar o seguinte:

Questão 26

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado

» Esta questão foi anulada pela banca.
Em razão da greve dos caminhoneiros de maio de 2018, que criou transtornos em todo o Brasil, o Governo Federal decidiu conceder subvenção e reduziu tributos incidentes sobre combustíveis, especificamente, a CIDE-combustível e as contribuições PIS-COFINS. Para não violar a Lei de Responsabilidade Fiscal precisou reativar o Projeto de Lei que caminhava no Poder Legislativo sobre a reoneração da folha de pagamento das empresas, acabando com isenções de contribuições sociais outrora concedidas. Assim, foi aprovada uma lei prevendo que a reoneração por ela veiculada passa a produzir efeitos a partir do primeiro dia do quarto mês subsequente à referida publicação. Sobre essa previsão legal é correto afirmar, quanto aos Princípios Constitucionais Tributários, que

Questão 27

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Sobre o processo de jurisdição voluntária para homologação de acordo extrajudicial é correto afirmar que

Questão 28

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De acordo com as disposições da Lei Estadual nº 6462/2002, é/são objetivo(s) da Política Estadual de Florestas e demais Formas de Vegetação

Questão 29

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
Sobre o Município e a Constituição Federal é INCORRETO afirmar o seguinte:

Questão 30

Câmara de Abaetetuba/PA 2018 - FADESP - Advogado
É INCORRETO afirmar o seguinte:



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