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METRÔ/SP 2008

Advogado Trainee

Questão 1

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
Segundo o autor, o novo modelo de herói se constitui atualmente de:

Questão 2

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
A preocupação apontada no último parágrafo do texto:

Questão 3

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
Identifica-se relação de causa [1] e conseqüência [2], respectivamente, entre as afirmativas transcritas em:

Questão 4

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1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
Considere as afirmativas a respeito do segmento isolado por aspas no 2o parágrafo:

I. O emprego de aspas indica tratar-se de reprodução exata de palavras alheias, introduzidas no texto.

II. Trata-se de um argumento que pode justificar a inclusão de figuras ficcionais ao lado de pessoas reais na mostra sobre os heróis.

III. Tem seu sentido contestado pelo exemplo do menino de Santa Catarina cuja atitude demonstrou que a realidade ainda supera a ficção.

Está correto o que se afirma SOMENTE em:

Questão 5

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1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
São heróis, não super-heróis ou celebridades, como os “heróis” de hoje. (final do 4o parágrafo)

As aspas em “heróis” assinalam:

Questão 6

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
Malgrado existam estes exemplos, dentre outros, assusta a resposta colhida em pesquisa feita ... (5o parágrafo)

O segmento grifado acima aparece, com outras palavras, mas sem alterar o sentido original, em:

Questão 7

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
... que preferiu a vida breve gloriosa a uma vida longa obscurecida ... (1o parágrafo)

O verbo que apresenta o mesmo tipo de regência que o do grifado acima está na frase:

Questão 8

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1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
Na exposição se percorre uma longa trajetória ... (1o parágrafo)

O segmento grifado acima pode ser corretamente substituído, sem alteração do sentido original, por:

Questão 9

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Uma nação se forja graças à sua memória. Ninguém
 
melhor do que os franceses para cultuar a sua História, bem
 
apresentada na Biblioteca François Mitterrand, em Paris, com a
 
exposição sobre os heróis, denominada De Aquiles a Zidane.
5
Curioso o título da mostra, a indicar o surgimento de um novo
 
modelo de herói. Na exposição se percorre uma longa trajetória,
 
que vai dos heróis gregos, como Aquiles, um bravo, corajoso,
 
impiedoso combatente, que preferiu a vida breve gloriosa a uma
 
vida longa obscurecida, até as figuras de gibi e televisão, como
10
Superman e Homem-Aranha, para finalizar com uma celebrida-
 
de do contagiante futebol. Dos pés de Aquiles, seu único ponto
 
fraco, aos pés de Zidane, seu ponto forte.
 
Sendo o herói de hoje efêmero, que tem seu rápido
 
momento de glória registrado pela mídia para ser logo
15
esquecido, teve-se de recorrer, para marcar o herói dos tempos
 
atuais, às figuras imaginárias do Superman, do Homem-Aranha,
 
consagradas nas revistas e nas telas de cinema ou televisão.
 
Como diz Michela Marzano sobre a morte espetáculo, “as fron-
 
teiras entre a ficção e realidade são cada vez mais vagas”. Os
20
heróis de hoje não são de carne e osso, são super-heróis indes-
 
trutíveis de um espetáculo de divertimento, mas que podem
 
confundir-se com o real, como fez o garoto de Santa Catarina
 
que, vestido de Homem-Aranha, penetrou nas chamas e retirou
 
a menininha do berço incendiado.
25
Mas a mostra rememora os heróis franceses a serem
 
cultuados e seguidos. Os heróis são símbolos nacionais ou
 
religiosos cujos prodígios se caracterizam pela bravura, pela
 
temeridade, pela renúncia, pelo idealismo. Põem acima do
 
próprio instinto de conservação a busca do bem coletivo. O
30
herói ressalta-se por sua vontade de vencer, pela força do
 
caráter, pela grandeza de alma, pela elevada virtude, que o faz
 
enfrentar sobranceiramente a morte. [...]
 
Lembrei o exemplo de mártires que, sem desprezo pela
 
morte, a enfrentaram com estoicismo, alimentados por suas
35
crenças em luta corajosa para a eliminação da injustiça e a
 
transformação da sociedade em benefício de todos. Não foram
 
estes homens combatentes de grandes feitos militares, portado-
 
res de estratagemas ou forças invencíveis. Foram pessoas
 
comuns, que tiveram destino diverso das demais por aceitarem
40
enfrentar os perigos em nome de uma causa, com a virtude da
 
renúncia aos próprios interesses. São heróis, não super-heróis
 
ou celebridades, como os “heróis” de hoje.
 
Nós, brasileiros, também temos exemplos de heróis de
 
carne e osso, em nossa História, que morreram na luta por suas
45
crenças. Lembro três: Zumbi, Frei Caneca e Marçal de Souza
 
Tupã-Y. Malgrado existam estes exemplos, dentre outros,
 
assusta a resposta colhida em pesquisa feita, por internet, entre
 
60 mil brasileiros, a quem se indagou qual a figura mais impor-
 
tante de nossa História. A resposta majoritária foi, num leque de
50
opções, o próprio povo brasileiro. Tal indica que deixamos de
 
ter modelos, valores a serem perseguidos. Perdeu-se a
 
memória.
(Adaptado de Miguel Reale Júnior. O Estado de S. Paulo, A2, 1 de dezembro de 2007)
Tal indica que deixamos de ter modelos, valores a serem perseguidos. (final do texto)

O pronome grifado acima substitui corretamente, considerando-se o contexto, a expressão:

Questão 10

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
Considere as afirmativas abaixo:

I. Livros de auto-ajuda correspondem, atualmente, a manuais de instrução, destinados a orientar as pessoas a superarem os desafios que permeiam as relações humanas no mundo moderno.

II. Empresas modernas só podem obter resultados satisfatórios no desempenho profissional dos funcionários se adotarem as regras divulgadas em livros de auto-ajuda e em palestras específicas.

III. Os meios de comunicação transmitem com eficácia comprovada as normas necessárias para facilitar a enorme complexidade das relações de trabalho numa empresa moderna.

De acordo com o texto, está correto o que se afirma em:

Questão 11

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
Um mundo, enfim, que exige manual de instruções. (2o parágrafo)

A frase transcrita acima:

Questão 12

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
... e lhes inculcar regras de convivência, quando não de sobrevivência, corporativa. (final do 1o parágrafo)

O segmento acima grifado evidencia, no contexto:

Questão 13

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
Traduz-se corretamente, em outras palavras, o sentido original de:

Questão 14

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
O verbo, originalmente no plural, que poderia ter sido corretamente empregado no singular está grifado na frase:

Questão 15

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
O termo grifado está substituído de modo INCORRETO pelo pronome em:

Questão 16

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
A busca incessante por regras resulta da necessidade de organizar a vida ... (início do 2o parágrafo)

O mesmo tipo de exigência existente na relação entre as palavras grifadas acima está em:

Questão 17

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
... com que as relações humanas sejam mais complicadas e conturbadas. (2o parágrafo)

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo que o do grifado acima está na frase:

Questão 18

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:

Questão 19

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
A obediência ...... regras sempre foi garantia do avanço da civilização, embora a transgressão ...... elas, confirma ...... História, também tenha propiciado saltos evolutivos.

As lacunas da frase acima estão corretamente preenchidas, respectivamente, por:

Questão 20

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Espalhou-se com força na corrente cultural do nosso
 
tempo uma febre por regras que, teoricamente, podem garantir
 
sucesso no enfrentamento das mais diversas situações. A
 
evidência mais estridente dessa febre são os livros de auto-
5
ajuda, um ramo de negócios que no último ano, no mundo,
 
arrecadou 8,5 bilhões de dólares. A essa enxurrada de regras
 
compiladas em livros somam-se outras tantas transmitidas em
 
programas de TV e em palestras. Estas se tornaram rotina nas
 
empresas como forma de motivar funcionários e lhes inculcar
10
regras de convivência, quando não de sobrevivência,
 
corporativa.
 
A busca incessante por regras resulta da necessidade de
 
organizar a vida num mundo cada vez mais complexo em todos
 
os aspectos. Os desafios no convívio social, familiar e
15
profissional aumentaram em proporção geométrica. No trabalho,
 
os funcionários de perfil tradicional, especializados em sua
 
função, deram lugar à exigência de que todos na empresa
 
tenham habilidades múltiplas. Além do mais, a pressão da
 
sociedade para obter sucesso na vida profissional a todo custo
20
é tremenda. Paralelamente a isso, o volume de informações que
 
circulam pelos meios de comunicação e pela internet é uma
 
algaravia. Todas essas mudanças causam perplexidade e,
 
sobretudo, fazem com que as relações humanas sejam mais
 
complicadas e conturbadas. Daí a necessidade de regras que
25
tornem menos dolorosa, ou mais prazerosa, a adaptação ao
 
admirável mundo novo. Um mundo, enfim, que exige manual de
 
instruções. “A globalização e a crise de valores provocada pela
 
rápida mudança nos costumes no século XX criaram um vácuo
 
de paradigmas na sociedade. Por isso as pessoas buscam
30
novas regras em que se apoiar”, diz Roberto Romano, professor
 
de Ética da Universidade Estadual de Campinas.
(Adaptado de Okky de Souza e Vanessa Vieira. Veja, 9 de janeiro de 2008, p.55)
Os desafios no convívio social, familiar e profissional aumentam em progressão geométrica.

Adotar regras tornou-se questão de sobrevivência num mundo cada vez mais complexo.

É necessário saber escolher as regras que trazem bons resultados.

As frases acima articulam-se em um único período, com clareza, correção e lógica, da seguinte maneira:

Questão 21

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Chicago, like any big city, has its share of traffic issues,
 
and it can sometimes be very frustrating traveling through the
 
city by car. Not to mention the scarcity of street parking and the
 
ever increasing costs of downtown parking garages, and
5
Chicago public transportation starts to look like a great choice
 
for getting around town. Fortunately, Chicago trains and buses
 
are a great way to get you where you need to go. Follow this
 
guide, and you'll be zipping around the city in no time.
 
10
Chicago Trains and Public Transportation Basics
 
 
The Chicago Transit Authority (CTA) runs a network of
 
trains and buses that service nearly every corner of the city. The
 
trains fall under two categories – subway and elevated trains
15
(the "L"). A quick look at a map of the Chicago train system, and
 
you can see it spiders out from downtown and is your best bet
 
for getting to most of your Chicago destinations. The CTA buses
 
fill in the gaps, running on a regular schedule on most major city
 
streets.
(Adapted from: http//gochicago.about.com/od/gettingaroundchicago/a/cta_overview.htm)
A synonym for issues in the above text is:

Questão 22

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Chicago, like any big city, has its share of traffic issues,
 
and it can sometimes be very frustrating traveling through the
 
city by car. Not to mention the scarcity of street parking and the
 
ever increasing costs of downtown parking garages, and
5
Chicago public transportation starts to look like a great choice
 
for getting around town. Fortunately, Chicago trains and buses
 
are a great way to get you where you need to go. Follow this
 
guide, and you'll be zipping around the city in no time.
 
10
Chicago Trains and Public Transportation Basics
 
 
The Chicago Transit Authority (CTA) runs a network of
 
trains and buses that service nearly every corner of the city. The
 
trains fall under two categories – subway and elevated trains
15
(the "L"). A quick look at a map of the Chicago train system, and
 
you can see it spiders out from downtown and is your best bet
 
for getting to most of your Chicago destinations. The CTA buses
 
fill in the gaps, running on a regular schedule on most major city
 
streets.
(Adapted from: http//gochicago.about.com/od/gettingaroundchicago/a/cta_overview.htm)
O significado de get, no texto, é:

Questão 23

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Chicago, like any big city, has its share of traffic issues,
 
and it can sometimes be very frustrating traveling through the
 
city by car. Not to mention the scarcity of street parking and the
 
ever increasing costs of downtown parking garages, and
5
Chicago public transportation starts to look like a great choice
 
for getting around town. Fortunately, Chicago trains and buses
 
are a great way to get you where you need to go. Follow this
 
guide, and you'll be zipping around the city in no time.
 
10
Chicago Trains and Public Transportation Basics
 
 
The Chicago Transit Authority (CTA) runs a network of
 
trains and buses that service nearly every corner of the city. The
 
trains fall under two categories – subway and elevated trains
15
(the "L"). A quick look at a map of the Chicago train system, and
 
you can see it spiders out from downtown and is your best bet
 
for getting to most of your Chicago destinations. The CTA buses
 
fill in the gaps, running on a regular schedule on most major city
 
streets.
(Adapted from: http//gochicago.about.com/od/gettingaroundchicago/a/cta_overview.htm)
No texto, nearly pode ser traduzido por:

Questão 24

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Chicago, like any big city, has its share of traffic issues,
 
and it can sometimes be very frustrating traveling through the
 
city by car. Not to mention the scarcity of street parking and the
 
ever increasing costs of downtown parking garages, and
5
Chicago public transportation starts to look like a great choice
 
for getting around town. Fortunately, Chicago trains and buses
 
are a great way to get you where you need to go. Follow this
 
guide, and you'll be zipping around the city in no time.
 
10
Chicago Trains and Public Transportation Basics
 
 
The Chicago Transit Authority (CTA) runs a network of
 
trains and buses that service nearly every corner of the city. The
 
trains fall under two categories – subway and elevated trains
15
(the "L"). A quick look at a map of the Chicago train system, and
 
you can see it spiders out from downtown and is your best bet
 
for getting to most of your Chicago destinations. The CTA buses
 
fill in the gaps, running on a regular schedule on most major city
 
streets.
(Adapted from: http//gochicago.about.com/od/gettingaroundchicago/a/cta_overview.htm)
Segundo o texto:

Questão 25

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
Chicago, like any big city, has its share of traffic issues,
 
and it can sometimes be very frustrating traveling through the
 
city by car. Not to mention the scarcity of street parking and the
 
ever increasing costs of downtown parking garages, and
5
Chicago public transportation starts to look like a great choice
 
for getting around town. Fortunately, Chicago trains and buses
 
are a great way to get you where you need to go. Follow this
 
guide, and you'll be zipping around the city in no time.
 
10
Chicago Trains and Public Transportation Basics
 
 
The Chicago Transit Authority (CTA) runs a network of
 
trains and buses that service nearly every corner of the city. The
 
trains fall under two categories – subway and elevated trains
15
(the "L"). A quick look at a map of the Chicago train system, and
 
you can see it spiders out from downtown and is your best bet
 
for getting to most of your Chicago destinations. The CTA buses
 
fill in the gaps, running on a regular schedule on most major city
 
streets.
(Adapted from: http//gochicago.about.com/od/gettingaroundchicago/a/cta_overview.htm)
Em Chicago:

Questão 26

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
In many parts of the western world the private car
 
currently dominates. But in major western urban areas with good
 
public transport systems and where the private car ownership
 
and use is discouraged, and also in the developing world, where
5
private car ownership is prohibitively expensive, walking,
 
(motor)cycling, and public transport offer well-used alternatives.
 
Many modern cities are investing in public transport initiatives to
 
increase the attractiveness and usage of public transport. A
 
popular transport mode in the developing world, and increasingly
10
in the western world, is the share taxi (mini-bus, jitney etc) that
 
run on flexible or semi-flexible routes.
 
Public transport can offer significant advantages in areas
 
with higher population densities, due to its smaller physical and
 
environmental footprint per rider.
15
(I) , road-based public transport risks being
 
considerably slower than private vehicles if it gets held up in
 
general traffic congestion. In addition scheduled transport
 
vehicles have to make frequent stops to board more passengers
 
and an individual trip may require one or more transfers. Routes
20
are often circuitous to increase the area serviced by the system.
 
Transport Authorities wishing to increase the attractiveness and
 
use of public transport often respond by increasing use of
 
dedicated or semi-dedicated travel lanes (grade-separated,
 
elevated, or depressed rights-of-way).
25
 
History
 
 
Conveyances for public hire are as old as the first ferries,
 
and the earliest public transport was water transport, for on land
30
people walked or rode an animal. This form of transport is part of
 
Greek mythology – corpses in ancient Greece were always
 
buried with a coin underneath their tongue to pay the ferryman
 
Charon to take them to Hades.
 
Some historical forms of public transport are the
35
stagecoach, traveling a fixed route from inn to inn, and the
 
horse-drawn boat carrying paying passengers, which was a
 
feature of canals from their 17th-century origins.
 
The omnibus, the first organized public transit system
 
within a city, appears to have originated in Nantes, France, in
40
1826 and was then introduced to London in July 1829.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Public_transport)
A palavra que preenche corretamente a lacuna (I), no texto, é:

Questão 27

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
In many parts of the western world the private car
 
currently dominates. But in major western urban areas with good
 
public transport systems and where the private car ownership
 
and use is discouraged, and also in the developing world, where
5
private car ownership is prohibitively expensive, walking,
 
(motor)cycling, and public transport offer well-used alternatives.
 
Many modern cities are investing in public transport initiatives to
 
increase the attractiveness and usage of public transport. A
 
popular transport mode in the developing world, and increasingly
10
in the western world, is the share taxi (mini-bus, jitney etc) that
 
run on flexible or semi-flexible routes.
 
Public transport can offer significant advantages in areas
 
with higher population densities, due to its smaller physical and
 
environmental footprint per rider.
15
(I) , road-based public transport risks being
 
considerably slower than private vehicles if it gets held up in
 
general traffic congestion. In addition scheduled transport
 
vehicles have to make frequent stops to board more passengers
 
and an individual trip may require one or more transfers. Routes
20
are often circuitous to increase the area serviced by the system.
 
Transport Authorities wishing to increase the attractiveness and
 
use of public transport often respond by increasing use of
 
dedicated or semi-dedicated travel lanes (grade-separated,
 
elevated, or depressed rights-of-way).
25
 
History
 
 
Conveyances for public hire are as old as the first ferries,
 
and the earliest public transport was water transport, for on land
30
people walked or rode an animal. This form of transport is part of
 
Greek mythology – corpses in ancient Greece were always
 
buried with a coin underneath their tongue to pay the ferryman
 
Charon to take them to Hades.
 
Some historical forms of public transport are the
35
stagecoach, traveling a fixed route from inn to inn, and the
 
horse-drawn boat carrying paying passengers, which was a
 
feature of canals from their 17th-century origins.
 
The omnibus, the first organized public transit system
 
within a city, appears to have originated in Nantes, France, in
40
1826 and was then introduced to London in July 1829.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Public_transport)
No texto, due to significa:

Questão 28

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
In many parts of the western world the private car
 
currently dominates. But in major western urban areas with good
 
public transport systems and where the private car ownership
 
and use is discouraged, and also in the developing world, where
5
private car ownership is prohibitively expensive, walking,
 
(motor)cycling, and public transport offer well-used alternatives.
 
Many modern cities are investing in public transport initiatives to
 
increase the attractiveness and usage of public transport. A
 
popular transport mode in the developing world, and increasingly
10
in the western world, is the share taxi (mini-bus, jitney etc) that
 
run on flexible or semi-flexible routes.
 
Public transport can offer significant advantages in areas
 
with higher population densities, due to its smaller physical and
 
environmental footprint per rider.
15
(I) , road-based public transport risks being
 
considerably slower than private vehicles if it gets held up in
 
general traffic congestion. In addition scheduled transport
 
vehicles have to make frequent stops to board more passengers
 
and an individual trip may require one or more transfers. Routes
20
are often circuitous to increase the area serviced by the system.
 
Transport Authorities wishing to increase the attractiveness and
 
use of public transport often respond by increasing use of
 
dedicated or semi-dedicated travel lanes (grade-separated,
 
elevated, or depressed rights-of-way).
25
 
History
 
 
Conveyances for public hire are as old as the first ferries,
 
and the earliest public transport was water transport, for on land
30
people walked or rode an animal. This form of transport is part of
 
Greek mythology – corpses in ancient Greece were always
 
buried with a coin underneath their tongue to pay the ferryman
 
Charon to take them to Hades.
 
Some historical forms of public transport are the
35
stagecoach, traveling a fixed route from inn to inn, and the
 
horse-drawn boat carrying paying passengers, which was a
 
feature of canals from their 17th-century origins.
 
The omnibus, the first organized public transit system
 
within a city, appears to have originated in Nantes, France, in
40
1826 and was then introduced to London in July 1829.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Public_transport)
Segundo o texto:

Questão 29

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
In many parts of the western world the private car
 
currently dominates. But in major western urban areas with good
 
public transport systems and where the private car ownership
 
and use is discouraged, and also in the developing world, where
5
private car ownership is prohibitively expensive, walking,
 
(motor)cycling, and public transport offer well-used alternatives.
 
Many modern cities are investing in public transport initiatives to
 
increase the attractiveness and usage of public transport. A
 
popular transport mode in the developing world, and increasingly
10
in the western world, is the share taxi (mini-bus, jitney etc) that
 
run on flexible or semi-flexible routes.
 
Public transport can offer significant advantages in areas
 
with higher population densities, due to its smaller physical and
 
environmental footprint per rider.
15
(I) , road-based public transport risks being
 
considerably slower than private vehicles if it gets held up in
 
general traffic congestion. In addition scheduled transport
 
vehicles have to make frequent stops to board more passengers
 
and an individual trip may require one or more transfers. Routes
20
are often circuitous to increase the area serviced by the system.
 
Transport Authorities wishing to increase the attractiveness and
 
use of public transport often respond by increasing use of
 
dedicated or semi-dedicated travel lanes (grade-separated,
 
elevated, or depressed rights-of-way).
25
 
History
 
 
Conveyances for public hire are as old as the first ferries,
 
and the earliest public transport was water transport, for on land
30
people walked or rode an animal. This form of transport is part of
 
Greek mythology – corpses in ancient Greece were always
 
buried with a coin underneath their tongue to pay the ferryman
 
Charon to take them to Hades.
 
Some historical forms of public transport are the
35
stagecoach, traveling a fixed route from inn to inn, and the
 
horse-drawn boat carrying paying passengers, which was a
 
feature of canals from their 17th-century origins.
 
The omnibus, the first organized public transit system
 
within a city, appears to have originated in Nantes, France, in
40
1826 and was then introduced to London in July 1829.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Public_transport)
Uma das formas encontradas pelas autoridades para tornar o ônibus mais atraente para o usuário é:

Questão 30

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
1
In many parts of the western world the private car
 
currently dominates. But in major western urban areas with good
 
public transport systems and where the private car ownership
 
and use is discouraged, and also in the developing world, where
5
private car ownership is prohibitively expensive, walking,
 
(motor)cycling, and public transport offer well-used alternatives.
 
Many modern cities are investing in public transport initiatives to
 
increase the attractiveness and usage of public transport. A
 
popular transport mode in the developing world, and increasingly
10
in the western world, is the share taxi (mini-bus, jitney etc) that
 
run on flexible or semi-flexible routes.
 
Public transport can offer significant advantages in areas
 
with higher population densities, due to its smaller physical and
 
environmental footprint per rider.
15
(I) , road-based public transport risks being
 
considerably slower than private vehicles if it gets held up in
 
general traffic congestion. In addition scheduled transport
 
vehicles have to make frequent stops to board more passengers
 
and an individual trip may require one or more transfers. Routes
20
are often circuitous to increase the area serviced by the system.
 
Transport Authorities wishing to increase the attractiveness and
 
use of public transport often respond by increasing use of
 
dedicated or semi-dedicated travel lanes (grade-separated,
 
elevated, or depressed rights-of-way).
25
 
History
 
 
Conveyances for public hire are as old as the first ferries,
 
and the earliest public transport was water transport, for on land
30
people walked or rode an animal. This form of transport is part of
 
Greek mythology – corpses in ancient Greece were always
 
buried with a coin underneath their tongue to pay the ferryman
 
Charon to take them to Hades.
 
Some historical forms of public transport are the
35
stagecoach, traveling a fixed route from inn to inn, and the
 
horse-drawn boat carrying paying passengers, which was a
 
feature of canals from their 17th-century origins.
 
The omnibus, the first organized public transit system
 
within a city, appears to have originated in Nantes, France, in
40
1826 and was then introduced to London in July 1829.
(Adapted from http://en.wikipedia.org/wiki/Public_transport)
De acordo com o texto:

Questão 31

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Pérsio, por inexperiência, se obrigou a prestação manifestamente desproporcional, uma vez que contratou o mecânico Otávio para a realização de serviço de substituição de uma simples peça de motor pelo pagamento da quantia de R$ 4.300,00 (quatro mil e trezentos reais), enquanto que a praxe comercial vigente ao tempo em que foi celebrado o negócio jurídico entre as partes era de no máximo R$ 300,00 (trezentos reais). Neste caso, de acordo com o Código Civil brasileiro, o negócio jurídico poderá ser anulado em razão da ocorrência de

Questão 32

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
No tocante ao seguro de pessoa, é INCORRETO afirmar:

Questão 33

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
De acordo com as normas previstas no Código Civil brasileiro, com relação à hipoteca, considere:

I. A hipoteca não abrange todas as acessões, melhoramentos ou construções do imóvel.

II. O dono do imóvel hipotecado pode constituir outra hipoteca sobre ele, mediante novo título, em favor do mesmo ou de outro credor.

III. Salvo o caso de insolvência do devedor, o credor da segunda hipoteca, embora vencida, não poderá executar o imóvel antes de vencida a primeira.

IV. Dentro de noventa dias, contados do registro do título aquisitivo, tem o adquirente do imóvel hipotecado o direito de remi-lo, citando os credores hipotecários e propondo importância não inferior ao preço por que o adquiriu.

Está correto o que consta SOMENTE em

Questão 34

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Quando forem constatados vícios de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço, poderá ser aplicada ao fornecedor pela autoridade administrativa, mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, não sendo caso de reincidência na prática das infrações de maior gravidade previstas na Lei no 8.078/90, a sanção de

Questão 35

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
De acordo com o Código de Processo Civil brasileiro, é competente o foro do lugar do ato ou fato para ação em que for

Questão 36

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
No tocante à ação de prestação de contas, considere:

I. Aquele que pretender exigir a prestação de contas requererá a citação do réu para, no prazo de cinco dias, as apresentar ou contestar a ação.

II. Prestadas as contas, terá o autor quinze dias para dizer sobre elas, sendo que o seu silêncio importará no seu consentimento tácito.

III. A sentença, que julgar procedente a ação, condenará o réu a prestar as contas no prazo de dez dias, sob pena de não Ihe ser lícito impugnar as que o autor apresentar.

IV. As contas do inventariante, do tutor, do curador, do depositário e de outro qualquer administrador serão prestadas em apenso aos autos do processo em que tiver sido nomeado.

De acordo com o Código de Processo Civil brasileiro, está correto o que consta SOMENTE em

Questão 37

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
De acordo com o Código de Processo Civil brasileiro, a sentença que condenar o réu no pagamento de uma prestação, consistente em dinheiro ou em coisa, valerá como título constitutivo de

Questão 38

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Pendendo um litígio entre Rômulo e Remo, Tício, tendo interesse jurídico em que a sentença seja favorável a Remo, pediu a sua intervenção no processo para assistilo. Nesse caso, para impugnar o pedido de assistência formulado por Tício, Rômulo possui o prazo processual de

Questão 39

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Considere as seguintes penas:

I. reclusão.

II. limitação de fim de semana.

III. multa.

IV. perda de bens e valores.

V. prestação pecuniária.

São penas restritivas de direito SOMENTE

Questão 40

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee

» Esta questão foi anulada pela banca.
Maria, sob influência do estado puerperal, matou, com o auxílio do pai, Pedro, e do vizinho, João, o próprio filho, durante o parto. Nesse caso,

Questão 41

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Paulo havia trabalhado como cobrador no asilo Alpha e, por isso, conhecia a lista das pessoas que contribuíam através de donativos para aquela entidade beneficente.
Após ter deixado o referido emprego, Paulo procurou uma dessas pessoas e, dizendo-se funcionário do asilo Alpha, recebeu donativo de R$ 1.000,00 (um mil reais), que consumiu em proveito próprio. Nesse caso, Paulo responderá por crime de

Questão 42

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Durante um julgamento perante o Tribunal do Júri, um jurado, que em sua vida normal exerce a função de vendedor, solicitou R$ 10.000,00 (dez mil reais) ao advogado do réu para votar pela absolvição deste. O jurado

Questão 43

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
João reside em São Paulo e viajou até Ubatuba, onde furtou objetos do apartamento de veraneio de Paulo, residente em Campinas. Em seguida, vendeu alguns objetos furtados numa feira em Santos e o restante num bar no Guarujá. O foro competente para processar e julgar João pelo delito de furto cometido é o da Comarca de

Questão 44

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
A respeito da ação penal, é correto afirmar:

Questão 45

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
A revisão criminal

Questão 46

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
A respeito das citações, considere:

I. Verificando-se que o réu se oculta para não ser citado, a citação far-se-á por edital, com prazo de cinco dias.

II. Se o acusado, citado por edital, não comparecer, nem constituir advogado, será decretada a sua revelia e o processo prosseguirá normalmente com a designação de defensor dativo.

III. Quando incerta a pessoa que tiver de ser citada, a citação será feita por edital com prazo de 30 dias.

Está correto o que consta SOMENTE em

Questão 47

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Quanto ao Poder Executivo, considere as seguintes afirmações:

I. Vagando os cargos de Presidente e Vice- Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.

II. Se, decorridos trinta dias da data fixada para a posse, o Presidente e o Vice-Presidente não tiverem assumido, convocar-se-á, dentre os remanescentes do pleito, o que obteve a maioria dos votos válidos.

III. Nos crimes de responsabilidade, admitida a acusação contra o Presidente da República, por dois terços do Senado Federal, será ele submetido a julgamento perante o Congresso Nacional.

IV. Nas infrações penais comuns, o Presidente ficará suspenso de suas funções se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal.

V. Dentre outras, compete ao Presidente da República, mediante decreto, dispor sobre extinção de funções ou cargos públicos, quando vagos.

Estão corretas SOMENTE

Questão 48

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
A Constituição Federal estabelece que aquele que, não sendo proprietário de imóvel ..I , possua como seu, por ..II anos ..III , sem oposição, área de terra em zona rural, ..IV hectares, tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua ..V , adquirirlhe-á a ..VI .

Para completar corretamente o texto, as lacunas de I a VI devem ser preenchidas, respectivamente, por:

Questão 49

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Em relação ao Conselho Nacional de Justiça, é correto afirmar:

Questão 50

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Quanto ao controle de constitucionalidade por omissão e a ação de inconstitucionalidade por omissão, é INCORRETO afirmar que

Questão 51

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Sobre concessão, autorização e permissão, considere:

I. Concessão é forma de delegação de serviço público feita mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de empresas.

II. Permissão é forma de delegação de serviço público feita por licitação somente à pessoa física.

III. Permissão é forma de delegação de serviço público feita a título precário, mediante licitação, à pessoa física ou jurídica.

IV. Autorização é ato administrativo vinculado ou discricionário, por meio do qual o Poder Público permite ao interessado o exercício de uma atividade.

V. Concessão é forma de delegação de serviço público, a título precário, mediante qualquer modalidade de licitação.

Está correto o que consta SOMENTE em

Questão 52

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
O instrumento do contrato é obrigatório

Questão 53

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
No contrato administrativo, cláusulas exorbitantes são as

Questão 54

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Na ação popular,

Questão 55

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Sobre a limitação do poder de tributar, é correto afirmar que à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios é permitido

Questão 56

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Sobre isenção tributária, considere:

I. A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante, em função de condições a ela peculiares.

II. Salvo disposição de lei em contrário, a isenção é extensiva às taxas e às contribuições de melhoria.

III. A isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo.

IV. A isenção não é extensiva aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão, salvo disposição em contrário.

V. A isenção, mesmo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo.

É correto o que consta SOMENTE em

Questão 57

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Quanto à sentença no procedimento de falência do devedor, é correto afirmar:

Questão 58

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Quanto às sanções administrativas previstas no Código de

Defesa do Consumidor, considere:

I. As sanções de multa, apreensão do produto e inutilização do produto serão aplicadas pela autoridade administrativa, no âmbito de sua atribuição, não podendo ser aplicadas cumulativamente, salvo por medida cautelar, antecedente ou incidente de procedimento administrativo.

II. As penas de apreensão, de inutilização de produtos, de proibição de fabricação de produtos, de suspensão do fornecimento de produto ou serviço, de cassação do registro do produto e revogação da concessão ou permissão de uso serão aplicadas pela administração, mediante procedimento administrativo, assegurada ampla defesa, quando forem constatados vícios de quantidade ou de qualidade por inadequação ou insegurança do produto ou serviço.

III. A pena de intervenção administrativa será aplicada sempre que as circunstâncias de fato desaconselharem a cassação de licença, a interdição ou suspensão da atividade.

IV. Ainda que pendente ação judicial na qual se discuta a imposição de penalidade administrativa, haverá reincidência até o trânsito em julgado da sentença.

V. A pena de cassação da concessão será aplicada à concessionária de serviço público, quando violar obrigação legal ou contratual.

É correto o que consta SOMENTE em

Questão 59

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
A contratação de serviços de vigilância e de conservação e limpeza, bem como a de serviços especializados ligados à atividade-meio do tomador,

Questão 60

METRÔ/SP 2008 - FCC - Advogado Trainee
Os empregados de uma ou mais empresas que decidirem celebrar Acordo Coletivo de Trabalho com as respectivas empresas darão ciência de sua resolução, por escrito,



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