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MPE/RS 2010

MPE/RS 2008

Agente Administrativo

Questão 1

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Considere:

I. Expedir carteira funcional dos membros e dos servidores do Ministério Público.

II. Decidir sobre pedido de revisão de processo administrativo-disciplinar, no prazo de trinta dias.

III. Dirigir e acompanhar o Estágio probatório dos membros do Ministério Público.

IV. Resolver os conflitos de atribuições entre membros do Ministério Público.

Incluem-se dentre as atribuições do Procurador-Geral de Justiça as indicadas APENAS em:

Questão 2

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Os Secretários de Diligências do Quadro de Pessoal da Procuradoria-Geral de Justiça, no desempenho de atividades externas próprias de seu cargo, têm direito a gratificação mensal por exercício de atividades perigosas, comprovadas mediante atestado de efetividade expedido pela respectiva chefia. Tal gratificação consistirá no percentual de:

Questão 3

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O auxílio-creche a que têm direito os servidores ativos do Ministério Público que, preenchidas as demais condições legais, tenham filhos dependentes com idade igual ou inferior a 6 anos, consistirá em 12 parcelas e será concedido mensalmente:

Questão 4

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A respeito do Auxílio-Refeição concedido aos servidores em atividade do Ministério Público, é correto afirmar que:

Questão 5

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De acordo com a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, incluem-se dentre os órgãos de Administração do Ministério Público:

Questão 6

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De acordo com a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, NÃO compete ao Colégio de Procuradores de Justiça julgar recurso contra decisão:

Questão 7

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Dentre as prerrogativas do membro do Ministério Público se inclui a de ingressar e transitar livremente:

I. nas salas de Sessões dos Tribunais, mesmo além dos limites que separam a parte reservada aos Magistrados.

II. nas salas e dependências de audiências, secretarias, cartórios e tabelionatos.

III. nas delegacias de polícia e estabelecimentos de internação coletiva.

IV. em qualquer recinto privado, em qualquer horário e independentemente de mandado judicial.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 8

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A respeito dos princípios institucionais e das garantias do Ministério Público, é INCORRETO afirmar:

Questão 9

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Entre as competências do Conselho Nacional do Ministério Público está a de:

Questão 10

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De acordo com a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, o Conselho Superior do Ministério Público:

Questão 11

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A Constituição Federal vigente situa o Ministério Público:

Questão 12

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De acordo com a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, a respeito das funções do Ministério Público, é correto afirmar:

Questão 13

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Nos termos da Lei de Licitações, é dispensável a licitação, dentre outras hipóteses:

Questão 14

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Sobre os registros cadastrais na Lei de Licitações, considere:

I. Para a preservação do sigilo, é proibido às unidades administrativas utilizarem-se de registros cadastrais de outros órgãos ou entidades da Administração Pública.

II. Os inscritos serão classificados por categorias, tendo-se em vista sua especialização, subdivididas em grupos, segundo a qualificação técnica e econômica avaliada pelos elementos constantes da documentação exigida pela lei.

III. A atuação do licitante no cumprimento de obrigações assumidas será anotada no respectivo registro cadastral.

IV. O registro cadastral é válido por, no máximo, dois anos.

Está correto o que consta APENAS em:

Questão 15

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Nos contratos administrativos, a garantia contratual, desde que prevista no instrumento convocatório, será calculada sobre o valor do contrato, não podendo exceder a:

Questão 16

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Nos termos da Lei de licitações, serão observados dentre outros atos, os seguintes, durante o procedimento e julgamento da licitação:

Questão 17

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NÃO se inclui entre as cláusulas necessárias do contrato administrativo, dentre outras:

Questão 18

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É certo que, para participar de pregão presencial o interessado:

Questão 19

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Entende-se por liquidação da despesa:

Questão 20

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Sobre o empenho da despesa, considere:

I. Empenho é o ato emanado da autoridade competente que cria para o Estado obrigação de pagamento.

II. Empenho equivale à Nota de empenho, da qual devem constar, dentre outros requisitos, o nome do credor e a importância da despesa.

III. É permitida a realização de despesa sem prévio empenho, desde que regularizada a situação dentro de trinta dias.

IV. É possível o empenho de despesa por conta de futuro crédito orçamentário.

V. O empenho de despesa cujo montante não se possa determinar é feito por estimativa.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 21

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Tendo em vista o orçamento público e o disposto na Lei no 4.320/64, analise:

I. Despesas necessárias à prestação de serviços e à manutenção da ação da administração.

II. Despesas realizadas com o propósito de formar e/ou adquirir ativos reais.

Os conceitos acima se referem, respectivamente, a:

Questão 22

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Sobre o projeto de lei orçamentária anual, considere:

I. Todas as despesas relativas à dívida pública, mobiliária ou contratual, e as receitas que as atenderão, constarão da lei orçamentária anual.

II. É permitido consignar na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada, a ser posteriormente definida, face aos incidentes contratuais.

III. A lei orçamentária não consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.

IV. As despesas do Banco Central do Brasil relativas a pessoal e encargos sociais e custeio administrativo não integrarão as despesas da União, e não serão incluídas na lei orçamentária.

V. Conterá, dentre outros requisitos, reserva de contingência destinada ao atendimento de passivos contingentes e outros riscos e eventos fiscais imprevistos.

Nesses casos, estão corretos APENAS:

Questão 23

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Aponte a alternativa que NÃO contém instrumentos de transparência da gestão fiscal expressamente previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal:

Questão 24

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Quando o montante da despesa total com pessoal ultrapassou 90% (noventa por cento) do limite e quando os gastos com inativos e pensionistas se encontram acima do limite definido em lei, os poderes e órgãos responsáveis devem ser alertados pelos:

Questão 25

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Certo dia, coube a dois agentes administrativos – Percival e Joviano – prestar atendimento ao público. Ao final do expediente desse dia, eles observaram que:

– juntos, haviam atendido 81 pessoas pela manhã e 56 pessoas à tarde;

– as quantidades de pessoas que haviam atendido pela manhã eram diretamente proporcionais às suas respectivas idades: 32 e 40 anos;

– os números de pessoas atendidas à tarde eram inversamente proporcionais aos seus respectivos tempos de serviço no Ministério Público: 8 e 6 anos

Nessas condições, se Percival era o mais jovem e Joviano trabalhava há menos tempo no Ministério, comparando-se o total de pessoas atendidas apenas por Percival e o total das atendidas apenas por Joviano, é correto afirmar que:

Percival atendeu

Questão 26

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Hoje, Filomena gastou 3 horas de trabalho ininterrupto para digitar 3/5 do total de páginas de um texto e, amanhã, Gertrudes deverá digitar as páginas restantes. Consideran- do que a capacidade operacional de Gertrudes é 80% da ca- pacidade de Filomena, então, o esperado é que Gertrudes digite a sua parte em:

Questão 27

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Se uma dívida, contraída a juros compostos e a uma taxa fixa, aumentou 125% em 2 anos, a taxa anual de juros cobrada foi de:

Questão 28

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Um agente administrativo foi incumbido de tirar cópias das 255 páginas de um texto. Para tal ele só dispõe de uma impressora que apresenta o seguinte defeito: apenas nas páginas de números 8, 16, 24, 32, ... (múltiplos de 8) o cartucho de tinta vermelha falha. Considerando que em todas as páginas do texto aparecem destaques na cor vermelha, então, ao tirar uma única cópia do texto, o número de páginas que serão impressas sem essa falha é:

Questão 29

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No ano de 2007, uma Unidade do Ministério Público recebeu mensalmente apenas um lote de certo tipo de suprimento. Relativamente às quantidades de suprimentos desses lotes, sabe-se que:

– a média aritmética das quantidades recebidas nos doze meses era igual a 61;

– excluído o lote de dezembro, a média aritmética das quantidades recebidas nos meses restantes passou a ser 60.

Nessas condições, quantas unidades de suprimento havia no lote de dezembro?

Questão 30

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Em uma Unidade de uma Repartição Pública vai ser construído um anfiteatro com as seguintes especificações:

− a sua forma deverá ser semelhante à de um paralelepípedo retângulo;

– deverá acomodar no máximo 270 pessoas;

– a medida do comprimento do seu piso deverá ser igual ao triplo da medida da largura;

– a altura do anfiteatro deverá medir 3,6 m.

Supondo que para cada pessoa seja necessário um volume de 4 m3, então a área do piso dessa sala, em metros quadrados, será de:

Questão 31

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
Frente à resistência por ações concretas, o resultado é histórico. (Texto I)

A frase acima, em outras palavras, significa corretamente:

Questão 32

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1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
O ditado popular transcrito no 1o parágrafo do Texto II faz sentido considerando-se que:

Questão 33

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1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
É correto inferir do Texto II que, na opinião do autor:

Questão 34

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Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
A importância dos países em desenvolvimento, de acordo com o Texto II, encontra-se no fato de que:

Questão 35

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1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
A frase do Texto II que traduz sentido conotativo é:

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Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
O desenvolvimento das idéias no 2o parágrafo do Texto II ocorre por meio de:

Questão 37

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
É verdade, mas isso não isenta os demais países. (último parágrafo do Texto II)

O pronome grifado acima substitui corretamente, considerando-se o contexto:

Questão 38

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
A forma verbal que aparece originalmente no singular, no Texto II, e que poderia ser empregada corretamente no plural está grifada na frase:

Questão 39

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
... para aprovar, até o final de 2009, um texto ... (2o parágrafo do Texto II)

O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o do grifado acima está na frase:

Questão 40

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
1
Representantes de 190 países acordaram ontem, na
 
Indonésia, diretrizes para um novo regime político contra o
 
aquecimento global. O chamado “mapa do caminho de Bali”,
 
festejado por diplomatas e visto com ceticismo por ambien-
5
talistas, foi aceito no encerramento da 13a Conferência do Cli-
 
ma (COP-13). Frente à resistência por ações concretas, o
 
resultado é histórico.
(Cristina Amorim. O Estado de S. Paulo, 16 de dezembro de 2007)
1
Continua acesa a discussão em torno dos resultados da
 
reunião da convenção do clima em Bali. E talvez uma síntese
 
dos argumentos colocados tanto pelos que vêem avanços como
 
pelos que se decepcionaram possa estar no velho dito popular
5
“ruim com ele, pior sem ele”. De fato, o resultado é modesto.
 
Mas, sem o que se decidiu, continuaríamos avançando em
 
direção a situações cada vez mais graves, interrompendo um
 
processo de negociações que possa levar a compromissos de
 
redução das emissões de gases.
10
O acordo de Bali reconhece que o aquecimento já
 
apontado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climá-
 
ticas é inequívoco, que retardar um acordo para reduzir
 
emissões aumenta o risco de impactos graves, que os cortes a
 
definir terão de ser profundos e que é preciso chegar a um
15
acordo sobre eles, negociando já a partir do início de 2008, para
 
aprovar, até o final de 2009, um texto que inclua os compromis-
 
sos de todos os países, a vigorar em 2013, quando cessa a
 
vigência do Protocolo de Kyoto. Além disso, pela primeira vez, o
 
G77, que inclui os países em desenvolvimento, aceitou que
20
serão necessárias, de sua parte, metas de redução das
 
emissões. E o texto, também pela primeira vez, explicita que o
 
futuro tratado deve incluir entre seus objetivos a redução do
 
desmatamento em florestas tropicais.
 
De fato, não há como fugir aos temas que se referem
25
aos países em desenvolvimento. Eles respondem por 74% do
 
aumento da demanda de energia previsto para as próximas
 
décadas, e a maior parte continuará a vir da queima de
 
combustíveis fósseis. E as emissões provocadas por desmata-
 
mentos, queimadas e mudanças no uso do solo em florestas járespondem por 20% do total das emissões globais. Esses
30
países têm argumentado que os industrializados emitem mais e
 
há mais tempo; a eles, portanto, cabe a maior responsabilidade
 
pela redução. É verdade, mas isso não isenta os demais países.
 
E é possível calcular com quanto cada um deles, desenvolvido
 
ou em desenvolvimento, contribuiu para a concentração de
35
gases que já estão na atmosfera, provocando as mudanças do
 
clima. O argumento de que reduzir as emissões prejudicaria o
 
desenvolvimento econômico pode ser respondido dizendo que
 
só prejudica formas insustentáveis de desenvolvimento,
 
centrado apenas no crescimento econômico a qualquer custo.
(Adaptado de Washington Novaes. O Estado de S. Paulo, 21 de dezembro de 2007)
Considerando-se os textos I e II, a única afirmativa INCORRETA é:

Questão 41

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
No que diz respeito à Organização do Estado, em conformidade com a Constituição da República Federativa do Brasil, é correto afirmar que os Estados federados:

Questão 42

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Tendo em vista as prescrições constitucionais aplicáveis à Organização dos Poderes, analise:

I. A imunidade formal implica na subtração da responsabilidade penal, civil e política do parlamentar por suas opiniões, palavras e votos.

II. As imunidades dos parlamentares são irrenunciáveis, o que não ocorre com a respectiva representação.

III. Em relação à natureza jurídica do impeachment, a maioria da doutrina nacional entende ser de natureza política, existindo outras posições considerando-o de natureza penal, e ainda outras, como de natureza mista.

IV. A competência originária do Supremo Tribunal Federal qualifica-se como um conjunto de atribuições jurisdicionais de extração social, comportando a extensão de seu rol, que é exemplificativo.

Nesses casos, são corretos APENAS o que se afirma em:

Questão 43

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Dentre os direitos e garantias fundamentais existentes na Constituição Federal, encontra-se o direito à vida, sendo certo que este direito:

Questão 44

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Assinale a alternativa referente a órgãos ou entidades que NÃO integram a Administração Indireta:

Questão 45

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Desconcentração administrativa é:

Questão 46

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Sobre os atos administrativos, considere:

I. Ato constitutivo é aquele pelo qual a Administração cria, modifica ou extingue um direito ou uma situação do administrado.

II. Ato declaratório é aquele pelo qual a Administração apenas atesta ou reconhece determinada situação de fato ou de direito.

III. Auto-executoriedade é atributo do ato administrativo pelo qual ele pode ser posto em execução pela própria Administração Pública.

IV. Ato de gestão é o que a Administração pratica usando da sua supremacia sobre o administrado ou servidor e lhes impõe obrigatório atendimento.

V. Ato discricionário é o que a Administração pode praticar com liberdade de escolha de seu conteúdo, de seu destinatário, de sua conveniência, de sua oportunidade e do modo de sua realização.

Está correto o que consta APENAS em:

Questão 47

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Obrigação de reparar danos causados a terceiros em decorrência de comportamentos comissivos ou omissivos, materiais ou jurídicos, lícitos ou ilícitos, imputáveis aos agentes públicos. Esse conceito refere-se à teoria da responsabilidade:

Questão 48

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
No que se refere ao controle da Administração Pública analise:

I. Solicitação ou súplica escrita, dirigida pelo interessado à autoridade, autora do ato, para que o retire do ordenamento jurídico ou o modifique segundo suas pretensões.

II. Pedido de reexame do ato ou decisão de agente ou órgão que o interessado faz a agente ou órgão superior, visando o seu desfazimento ou modificação.

Os conceitos acima se referem, respectivamente, a:

Questão 49

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo

» Esta questão foi anulada pela banca.
NÃO se inclui entre os sujeitos passivos da improbidade administrativa:

Questão 50

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Sobre os atos de improbidade administrativa, considere:

I. O ato de improbidade administrativa não se caracteriza por omissão do agente público.

II. O ato de improbidade administrativa pode se caracterizar mesmo que não tenha havido prejuízo para o erário.

III. Caracteriza ato de improbidade administrativa conduta que atente contra o princípio da moralidade.

IV. Atos que importam enriquecimento ilícito só configuram improbidade administrativa se causarem prejuízo ao erário.

V. A apuração dos atos de improbidade administrativa dependem da investigação criminal e da conclusão do processo administrativo.

Está correto o que consta APENAS em:

Questão 51

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Os aplicativos abertos pelos usuários no Windows XP, que podem ser alternados como janela ativa ou inativa, são apresentados na forma de:

Questão 52

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Um papel de parede pode ser aplicado no Windows XP por meio das Propriedades de Vídeo na guia:

Questão 53

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Estando o cursor em qualquer posição dentro do texto de um documento Word, a função da tecla especial Home é movimentá-lo para o início:

Questão 54

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Para criar um cabeçalho novo em um documento Word deve-se primeiramente:

Questão 55

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Dada a fórmula =(A1+B1+C1+D1)/4 contida na célula E1 de uma planilha Excel, para manter o mesmo resultado final a fórmula poderá ser substituída pela função:

Questão 56

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
A formatação da altura de uma linha selecionada da planilha Excel, com a opção AutoAjuste, indica que a altura da mesma será ajustada:

Questão 57

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
A exibição de tela inteira do computador para mostrar da mesma maneira que o público verá a aparência, os elementos e os efeitos nos slides é utilizada pelo PowerPoint no modo de exibição:

Questão 58

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Uma apresentação em PowerPoint pode conter efeitos nas exibições dos slides, entre outros, do tipo esquema de transição:

Questão 59

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Os dispositivos de rede de computadores que são interconectados física e logicamente para possibilitar o tráfego de informações pelas redes compõem layouts denominados:

Questão 60

MPE/RS 2008 - FCC - Agente Administrativo
Considere:

I. Uma Intranet é uma rede pública e uma Extranet é uma rede privada.

II. O protocolo padrão da Internet é o TCP/IP.

III. Os softwares plug-ins acrescentam funcionalidades aos navegadores da Internet.

Está correto o que se afirma em:



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