×
Auditor Procurador
×

TCE/AL 2008

Analista de Sistemas

Questão 1

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
A autora defende a tese de que afirmamos nossa liberdade quando:

Questão 2

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Considere as seguintes afirmações:

I. Ao sustentar que Não há como começar do nada, a autora deixa implícito que somos fatalmente conduzidos para um destino já traçado.

II. O conflito que, para muitos filósofos, se traduz como problema da nossa liberdade é o que se estabelece entre as amarras do passado e o anseio de ser livre.

III. O fracasso em iniciativas passadas não deve impedir que as retomemos, pois é essa insistência que atesta nossa liberdade.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em:

Questão 3

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de uma expressão do texto em:

Questão 4

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Ao dar ênfase ao caráter consciente e voluntário dos nossos propósitos, a autora coloca-se contra:

Questão 5

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Considerando-se o contexto, na frase É ela que dá à vida uma direção e um destino, o pronome sublinhado está diretamente vinculado à expressão

Questão 6

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Estão plenamente respeitadas as normas de concordância verbal na frase:

Questão 7

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
A autora poderia ter optado, corretamente, pela seguinte redação da frase em que formula sua preferência:

Questão 8

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.

A palavra sublinhada na frase acima está empregada com função e sentido diferentes em:

Questão 9

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
É a liberdade que dá à vida uma direção.

O termo sublinhado na frase acima exerce a mesma função sintática do termo sublinhado em:

Questão 10

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Numa outra redação de um segmento do 5o parágrafo do texto, estará correta e coerente com o sentido original a seguinte construção:

Sem nossa história e nosso passado, não teríamos

Questão 11

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Nossa história e nosso passado não são nem cargas indesejadas, nem determinações absolutas.

Mantêm-se o sentido e a correção da frase acima substituindo-se o segmento sublinhado por:

Questão 12

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Ser livre é tomar a iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir novos tempos.

No trecho acima, entende-se que Desamarrar e Abrir novos tempos exercem a mesma função sintática de:

Questão 13

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Está inteiramente correta a pontuação da seguinte frase:

Questão 14

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

Questão 15

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
A transposição para a voz passiva é possível apenas em:

Questão 16

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Formular propósitos? Quem apenas formula propósitos, quem atribui aos propósitos uma força mágica e não encaminha os propósitos para uma ação imediata, não recomeça nada, de fato.

Evitam-se as abusivas repetições do texto acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

Questão 17

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Considere estas afirmações:

I. Os homens desejam ser livres.

II. Os homens prendem-se ao seu passado.

III. Desejo de liberdade e amarras do passado tornam os homens conflituosos.

Essas afirmações articulam-se com coerência, clareza e correção em:

Questão 18

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
Estão corretos o emprego e a grafia de todas as palavras em:

Questão 19

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qualquer novo propósito, em qualquer tempo.

Na frase acima, levando-se em conta o contexto do primeiro parágrafo:

Questão 20

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
1
Propósitos e liberdade
 
 
Desde que nascemos e a nossa vida começou, não há
 
mais nenhum ponto zero possível. Não há como começar do
5
nada. Talvez seja isso que torna tão difícil cumprir propósitos de
 
Ano Novo. E, a bem da verdade, o que dificulta realizar qual-
 
quer novo propósito, em qualquer tempo.
 
O passado é como argila que nos molda e a que esta-
 
mos presos, embora chamados imperiosamente pelo futuro.
10
Não escapamos do tempo, não escapamos da nossa história.
 
Somos pressionados pela realidade e pelos desejos. Como
 
pode o ser humano ser livre se ele está inexoravelmente
 
premido por seus anseios e amarrado ao enredo de sua vida?
 
Para muitos filósofos, é nesse conflito que está o problema da
15
nossa liberdade.
 
Alguns tentam resolver esse dilema afirmando que a
 
liberdade é a nossa capacidade de escolher, a que chamam
 
livre-arbítrio. Liberdade se traduziria por ponderar e eleger entre
 
o que quero e o que não quero ou entre o bem e o mal, por
20
exemplo. Liberdade seria, portanto, sinônimo de decisão.
 
Prefiro a interpretação de outros pensadores, que nos
 
dizem que somos livres quando agimos. E agir é iniciar uma
 
nova cadeia de acontecimentos, por mais atrelados que este-
 
jamos a uma ordem anterior. Liberdade é, então, começar o
25
improvável e o impensável. É sobrepujar hábitos, crenças,
 
determinações, medos, preconceitos. Ser livre é tomar a
 
iniciativa de principiar novas possibilidades. Desamarrar. Abrir
 
novos tempos.
 
Nossa história e nosso passado não são nem cargas
30
indesejadas, nem determinações absolutas. Sem eles, não
 
teríamos de onde sair, nem para onde nos projetar. Sem
 
passado e sem história, quem seríamos? Mas não é porque não
 
pudemos (fazer, falar, mudar, enfrentar...) que jamais
 
poderemos. Nossa capacidade de dar um novo início para as
35
mesmas coisas e situações é nosso poder original e está na raiz
 
da nossa condição humana. É ela que dá à vida uma direção e
 
um destino. Somos livres quando, ao agir, recomeçamos.
 
Nossos gestos e palavras, mesmo inconscientes e
 
involuntários, sempre destinam nossas vidas para algum lugar.
40
A função dos propósitos é transformar esse agir, que cria
 
destinos, numa ação consciente e voluntária. Sua tarefa é a de
 
romper com a casualidade aparente da vida e apagar a
 
impressão de que uma mão dirige nossa existência.
 
Os propósitos nos devolvem a autoria da vida.
(Dulce Critelli. Folha de São Paulo, 24/01/2008)
O elemento sublinhado tem valor causal em:

Questão 21

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere os fatores abaixo:

I. Informações organizacionais.

II. TI e seus recursos: software, hardware, sistemas de telecomunicações, gestão de dados e informações.

III. Sistemas de informação estratégicos gerenciais e operacionais.

IV. Pessoas envolvidas.

V. Infra-estrutura necessária para o atendimento das decisões, ações e respectivos processos da organização.

O Planejamento Estratégico de Informações − PEI é um processo dinâmico e interativo para estruturar estratégica, tática e operacionalmente o que consta em

Questão 22

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Na análise SWOT são atributos da organização

Questão 23

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Na Engenharia da Informação são características visíveis durante o Planejamento Estratégico da Informação:

Questão 24

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
O alinhamento entre o Planejamento Estratégico de Informação − PEI e o Planejamento Estratégico − PE se constitui a partir das

Questão 25

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Em um sistema cujo objetivo principal seja emitir guias de cobrança de impostos e fazer o controle de contribuintes, NÃO é um produto inerente ao trabalho de levantamento de requisitos

Questão 26

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere a lista dos seguintes elementos no âmbito da arquitetura dos sistemas de informação:

• Monitoring/Event Management
• Process/Orchestration
• Services
• Data Services/Messaging
• Data Abstraction


O metamodelo que assim, na mesma ordem da lista, os especifica é o

Questão 27

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Durante a medição do grau de complexidade de um sistema foram apurados 550 pontos de função brutos. Considerando que o somatório dos graus atribuídos aos fatores de ajuste foi 30, a medida final em pontos de função foi

Questão 28

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
A integridade de software é medida

Questão 29

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
NÃO é uma tarefa pertinente às camadas concêntricas do Software Configuration Management

Questão 30

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere o diagrama:



Na UML 2.0 os elementos X1 e X2 (semicírculo e círculo) representam, respectivamente,

Questão 31

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
A maior parcela do fluxo dos processos fundamentais do RUP, correspondente à modelagem de negócio,

Questão 32

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Na modelagem funcional

Questão 33

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Um gerente de projetos solicita a imediata aquisição de ferramentas de apoio ao processo de software do tipo upper CASE. Com tal decisão, entre outros objetivos, ele busca

Questão 34

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Um diagrama de objetos

Questão 35

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Originalmente, o único produto da atividade de Projeto que é realizado como parte do processo XP (Extreme Programming)

Questão 36

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere a tabela:



As topologias de rede de computadores com seus aspectos marcantes apresentados em I, II e III, são respectivamente,

Questão 37

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No âmbito das tecnologias WAP (wireless application protocol), o application framework inclui o user-agent WAE que é um

Questão 38

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No modelo de referência OSI, os pacotes e os quadros são unidades intercambiadas, respectivamente, pelas camadas de

Questão 39

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
NÃO é uma característica atendida pelo padrão 802.3z (Gigabit Ethernet)

Questão 40

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Switches, Repetidores e Roteadores atuam respectivamente nas camadas

Questão 41

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No âmbito específico da transmissão de voz e vídeo por uma rede de computadores, é fundamental na construção de uma rede robusta para videoconferência com H.323, o

Questão 42

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No certificado padrão X.509, o campo issuer contém

Questão 43

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No modelo de referência TCP/IP, os protocolos IP, TCP e também aquele cujo objetivo é organizar máquinas em domínios e mapear nomes de hosts em ambientes IP, são, respecivamente, partes integrantes das camadas

Questão 44

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
O daemon de correio eletrônico que se comunica com o SMTP permanece em escuta na porta

Questão 45

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
O URL acessado para verificar e fazer o registro de um domínio para a internet no Brasil é

Questão 46

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No âmbito do SNMP, o comando usado pelo dispositivo gerenciado para reportar eventos sem qualquer sincronia ao NMS é o

Questão 47

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Das operações definidas no SNMP a função que permite ao NMS modificar valores de uma instância de objetos em um agente é

Questão 48

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No contexto do SNMP, MIB é

Questão 49

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Com os grupos adicionados ao RMON2 − Remote Monitoring MIB versão 2, conforme especificado na RFC2021, é possível monitorar, por exemplo, o tipo de tráfego provocado e a largura de banda ocupada pelos serviços em uma rede. Entretanto, NÃO é um grupo adicionado ao RMON2 por já existir no RMON, o

Questão 50

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere as seguintes características:

I. Velocidade de funcionamento.

II. Exame das camadas superiores do modelo OSI.

III. Escalabilidade quanto ao uso de recurso de CPU.

IV. Atendimento a esquemas avançados de autenticação.

São, respectivamente, duas vantagens e duas desvantagens dos Packet Filtering Firewalls em relação aos Application Proxy Firewalls:

Questão 51

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
É um elemento biométrico de identificação

Questão 52

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere a seguinte definição: “Evitar violação de qualquer lei criminal ou civil, estatutos, regulamentação ou obrigações contratuais; evitar a violação de direitos autorais dos software − manter mecanismos de controle dos softwares legalmente adquiridos”.

De acordo com as especificações das normas brasileiras de segurança da informação, esta definição se inclui corretamente em

Questão 53

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
No âmbito das possibilidades de invasão de redes de computadores, SNORT é

Questão 54

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Caso uma instalação particular de rede apresente um sistema com as seguintes características:

I. Alto e crítico tráfego na internet.

II. Oferta de serviços a usuários na internet.

III. Rede protegida contendo dados de alto valor.

O uso da arquitetura de firewall Dual-Homed Host é menos apropriada em

Questão 55

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
É correto afirmar que o RAID

Questão 56

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
NÃO é um dos quatro domínios cobertos pelo CobiT

Questão 57

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Na transformação de um modelo de dados conceitual para um BD relacional normalizado, um relacionamento binário muitos-para-muitos só pode ser definido em termos de uma tabela

Questão 58

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considere o seguinte resultado de uma consulta SQL à tabela TabPessoas, onde Sobrenome é o nome da coluna da qual se deseja obter os dados:



Na hipótese de ambos os sobrenomes estarem adequadamente cadastrados na TabPessoas, sem importar a ordem, a correta expressão que obtém tal resultado é

Questão 59

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
Considerando as extensões aplicadas ao modelo E-R, quando um relacionamento binário RB entre duas entidades necessita ser relacionado a uma terceira entidade, RB se caracteriza como

Questão 60

TCE/AL 2008 - FCC - Analista de Sistemas
A organização dos data warehouse em tabela de fato e tabelas de dimensão relacionadas, é característica



Provas de Concursos » Fcc 2008