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Analista Técnico de Controle Externo - Auditoria Governamental
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TCE/AM 2012 TCE/AM 2013 TCE/AM 2015

TCE/AM 2008

Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação

Questão 1

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
No primeiro parágrafo, o autor afirma que a evolução não cria características especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espécie a fim de justificar:

Questão 2

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
Atente para as seguintes afirmações:

I. A resposta à pergunta De onde emergiu a consciência humana? vem em favor da hipótese de que a inteligência seria um dom exclusivo da nossa espécie.

II. O texto faz crer que não há razão para se considerar que existam atributos exclusivos dos seres humanos.

III. Uma das características próprias da espécie humana seria, para alguns, a capacidade de agir em função de objetivos não imediatos.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 3

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
No último parágrafo, o paralelo estabelecido entre chimpanzés e homens concorre para atestar o fato de que:

Questão 4

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1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
No contexto da frase Aceita essa premissa, na última década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das características únicas dos seres humanos, a expressão sublinhada deve ser entendida como:

Questão 5

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
As normas de concordância estão plenamente observadas na frase:

Questão 6

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:

Questão 7

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
Está clara, coerente e correta a redação da seguinte frase:

Questão 8

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1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
Entender a inteligência de que tanto nos orgulhamos como resultado de milhões de anos de seleção natural obedece à lógica evolutiva (...).

Os elementos sublinhados podem permanecer na frase acima caso se substitua:

Questão 9

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
Está inteiramente correta a pontuação da seguinte frase:

Questão 10

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A partir de estudos realizados com primatas não-huma-
 
nos, publicados nos anos 60, a defesa dogmática de que a inte-
 
ligência seria um dom exclusivo do Homo sapiens tornou-se
 
insustentável. Entender a inteligência de que tanto nos orgulha-
5
mos como resultado de milhões de anos de seleção natural
 
obedece à lógica evolutiva, visto que a evolução não cria carac-
 
terísticas especiais para favorecer ou prejudicar nenhuma espé-
 
cie. Como atestam os dinossauros, a natureza é madrasta
 
impiedosa.
10
De onde emergiu a consciência humana?
 
A resposta é bem simples: da consciência dos animais.
 
Não há justificativa para considerá-la como propriedade exclu-
 
siva da espécie humana, respondeu Ernst Mayr, o biólogo mais
 
influente do século passado. Aceita essa premissa, na última
15
década, o foco da primatologia se deslocou para o estudo das
 
características únicas dos seres humanos. Afinal, não se tem
 
notícia de outros animais que componham sinfonias ou
 
resolvam equações de segundo grau.
 
Para alguns, nossa capacidade de trocar a recompensa
20
imediata por outra futura (sem a qual nem sequer iríamos à
 
escola) é que nos diferencia de animais mais impulsivos. Outros
 
argumentam que a paciência necessária para aguardar resulta-
 
dos mais promissores também tem raízes evolutivas, e que, em
 
certas situações experimentais, somos mais imediatistas do que
25
os chimpanzés. Embora chimpanzés possam dar manifestações
 
incontestáveis de paciência para aguardar resultados de suas
 
ações, entre eles falta uma típica característica humana: o
 
altruísmo desinteressado. Há evidências claras da existência de
 
comportamentos cooperativos e de altruísmo em outras espé-
30
cies, mas eles estão sempre associados a interesses de reci-
 
procidade. O verdadeiro altruísmo parece exigir níveis elevados
 
de cognição, que envolvem a capacidade de decifrar o estado
 
mental do outro.
(Adaptado de Dráusio Varela, Folha de S. Paulo)
NÃO admite transposição para a voz passiva a construção verbal da seguinte frase:

Questão 11

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-
 
próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a igno-
 
rância da verdadeira significação desse termo amor-próprio le-
 
vantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-
5
próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguin-
 
te, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as
 
virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o
 
amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gra-
 
vado em nós pela natureza; que esse sentimento se transfor-
10
mava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e
 
as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferente-
 
mente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia.
 
O conhecimento dessas idéias teria preservado La
 
Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a huma-
15
nidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a co-
 
nheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indi-
 
ferença de quase todos os homens a nosso respeito é um
 
espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é pre-
 
ciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu
20
amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos
 
ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do
 
inverno.
 
Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos
 
séculos XVII e XVIII, respectivamente.
(Helvétius, Os Pensadores)
De acordo com Helvétius, a afirmação de La Rochefoucauld a respeito do amor-próprio não foi compreendida porque as pessoas:

Questão 12

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-
 
próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a igno-
 
rância da verdadeira significação desse termo amor-próprio le-
 
vantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-
5
próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguin-
 
te, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as
 
virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o
 
amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gra-
 
vado em nós pela natureza; que esse sentimento se transfor-
10
mava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e
 
as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferente-
 
mente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia.
 
O conhecimento dessas idéias teria preservado La
 
Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a huma-
15
nidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a co-
 
nheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indi-
 
ferença de quase todos os homens a nosso respeito é um
 
espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é pre-
 
ciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu
20
amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos
 
ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do
 
inverno.
 
Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos
 
séculos XVII e XVIII, respectivamente.
(Helvétius, Os Pensadores)
Comentando a afirmação de La Rochefoucauld a respeito do amor-próprio, Helvétius lembra que esse sentimento:

Questão 13

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-
 
próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a igno-
 
rância da verdadeira significação desse termo amor-próprio le-
 
vantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-
5
próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguin-
 
te, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as
 
virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o
 
amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gra-
 
vado em nós pela natureza; que esse sentimento se transfor-
10
mava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e
 
as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferente-
 
mente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia.
 
O conhecimento dessas idéias teria preservado La
 
Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a huma-
15
nidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a co-
 
nheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indi-
 
ferença de quase todos os homens a nosso respeito é um
 
espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é pre-
 
ciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu
20
amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos
 
ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do
 
inverno.
 
Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos
 
séculos XVII e XVIII, respectivamente.
(Helvétius, Os Pensadores)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para preencher de modo correto a lacuna da frase:

Questão 14

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-
 
próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a igno-
 
rância da verdadeira significação desse termo amor-próprio le-
 
vantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-
5
próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguin-
 
te, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as
 
virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o
 
amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gra-
 
vado em nós pela natureza; que esse sentimento se transfor-
10
mava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e
 
as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferente-
 
mente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia.
 
O conhecimento dessas idéias teria preservado La
 
Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a huma-
15
nidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a co-
 
nheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indi-
 
ferença de quase todos os homens a nosso respeito é um
 
espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é pre-
 
ciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu
20
amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos
 
ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do
 
inverno.
 
Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos
 
séculos XVII e XVIII, respectivamente.
(Helvétius, Os Pensadores)
No contexto do segundo parágrafo, o segmento mas, enfim, é preciso tomar os homens como são pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido e a correção, por:

Questão 15

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-
 
próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a igno-
 
rância da verdadeira significação desse termo amor-próprio le-
 
vantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-
5
próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguin-
 
te, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as
 
virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o
 
amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gra-
 
vado em nós pela natureza; que esse sentimento se transfor-
10
mava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e
 
as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferente-
 
mente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia.
 
O conhecimento dessas idéias teria preservado La
 
Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a huma-
15
nidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a co-
 
nheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indi-
 
ferença de quase todos os homens a nosso respeito é um
 
espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é pre-
 
ciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu
20
amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos
 
ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do
 
inverno.
 
Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos
 
séculos XVII e XVIII, respectivamente.
(Helvétius, Os Pensadores)
Atente para as seguintes afirmações:

I. Todo homem tem amor-próprio.

II. O amor-próprio é uma marca da natureza.

III. As marcas da natureza são incontornáveis.

As afirmações acima articulam-se de modo claro, correto e coerente na frase:

Questão 16

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
Quando o célebre La Rochefoucauld disse que o amor-
 
próprio é o princípio de todas as nossas ações, como a igno-
 
rância da verdadeira significação desse termo amor-próprio le-
 
vantou pessoas contra esse ilustre pensador! Tomou-se o amor-
5
próprio como orgulho e vaidade e imaginou-se, por conseguin-
 
te, que La Rochefoucauld colocava no vício a fonte de todas as
 
virtudes. No entanto, era fácil perceber que o amor-próprio, ou o
 
amor de si, não era outra coisa a não ser um sentimento gra-
 
vado em nós pela natureza; que esse sentimento se transfor-
10
mava em cada homem em vício ou virtude, segundo os gostos e
 
as paixões que o dominavam; e que o amor-próprio, diferente-
 
mente modificado, produzia igualmente o orgulho e a modéstia.
 
O conhecimento dessas idéias teria preservado La
 
Rochefoucauld da censura tão repetida de que ele via a huma-
15
nidade de modo por demais pessimista; na verdade, ele a co-
 
nheceu tal qual ela é. Concordo com que a visão nítida da indi-
 
ferença de quase todos os homens a nosso respeito é um
 
espetáculo desolador para a nossa vaidade, mas, enfim, é pre-
 
ciso tomar os homens como são: irritar-se com os efeitos de seu
20
amor-próprio é queixar-se dos aguaceiros da primavera, dos
 
ardores do verão, das chuvas de outono e das geadas do
 
inverno.
 
Nota: La Rochefoucauld e Helvétius são pensadores franceses dos
 
séculos XVII e XVIII, respectivamente.
(Helvétius, Os Pensadores)
O emprego e a grafia de todas as palavras estão corretos na frase:

Questão 17

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas
 
o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende
 
antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha,
 
sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
5
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do
 
celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o re-
 
trospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como
 
as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do
 
advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocupa-
10
ram a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor,
 
“empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a
 
mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça,
 
temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao
 
piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
Em seu comentário crítico, Hélio Pólvora afirma que o romance em questão desenvolve-se:

Questão 18

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas
 
o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende
 
antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha,
 
sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
5
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do
 
celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o re-
 
trospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como
 
as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do
 
advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocupa-
10
ram a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor,
 
“empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a
 
mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça,
 
temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao
 
piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
Atente para as seguintes afirmações:

I. Lianas do aparato verbal e estrondos estilísticos são recursos recusados pela linguagem de Márcio Souza em seu romance.

II. Expressões como inferno verde e celeiro mundial conotam visões estereotipadas da região amazônica.

III. O verbo espocar é utilizado em mais de um sentido, no contexto do segundo parágrafo.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 19

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas
 
o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende
 
antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha,
 
sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
5
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do
 
celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o re-
 
trospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como
 
as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do
 
advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocupa-
10
ram a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor,
 
“empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a
 
mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça,
 
temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao
 
piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
Considerando-se o contexto, têm sentido contrastante os seguintes elementos:

Questão 20

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
1
A paisagem pode ser luxuriante, intrincada, retorcida, mas
 
o romancista recusa-lhe as lianas do aparato verbal. Pretende
 
antes de tudo caricaturar as aventuras do ciclo da borracha,
 
sem convocar adjetivos para compor estrondos estilísticos.
5
Nem as lendas do inferno verde, nem as lendas do
 
celeiro mundial. O romancista Márcio Souza prefere o re-
 
trospecto irônico, que às vezes faz espocar um sarcasmo, como
 
as rolhas de champanha francês e os foguetes anunciadores do
 
advento do século XX nos confins do Acre. Cearenses ocupa-
10
ram a região duas vezes maior que Portugal. No dizer do autor,
 
“empurraram a fronteira com a própria miséria”. E dali vem a
 
mais fina borracha que resulta em contas bancárias na Suíça,
 
temporadas líricas, bordéis tumultuosos, tangos e maxixes ao
 
piano, diamantes a faiscarem no colo farto de damas pelintras.
(Hélio Pólvora, revista VEJA)
A forma por que preenche corretamente a lacuna da frase:

Questão 21

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considere as seguintes afirmativas.

I. Compete ao Tribunal de Contas do Estado julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros, bens e valores públicos da administração direta ou indireta, incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público estadual, e as contas daqueles que derem causa a perda, extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público.

II. Aplicar aos responsáveis, em caso de legalidade de despesa, irregularidade de contas ou cumprimento de suas decisões, as sanções administrativas e pecuniárias, previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário e inabilitação temporária do agente administrativo para o exercício de determinadas funções.

III. As decisões do Tribunal de Contas do Estado de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 22

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Os responsáveis pelo controle interno, ao tomarem conhecimento de qualquer ocorrência irregular ou ilegal ou ofensa aos princípios da Administração Pública, delas darão ciência:

Questão 23

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
A solicitação para prestar os esclarecimentos necessários, dirigida à autoridade responsável, diante de indícios de despesas não-autorizadas, ainda que sob a forma de investimentos não-programados ou de subsídios nãoaprovados, conforme Constituição do Estado do Amazonas, poderá ser exercida:

Questão 24

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
De acordo com o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Amazonas, compete às Câmaras:

Questão 25

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considere as seguintes finalidades do sistema de controle interno, contidas na Constituição Federal, que os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário devem manter de forma integrada:

I. Avaliar o cumprimento das metas previstas no Plano plurianual, a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União, Distrito Federal, Estado e Municípios.

II. Comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência, da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado.

III. Exercer o controle das operações de crédito, avais e garantias, bem como dos direitos e haveres da União.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 26

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
O controle externo, a cargo do Congresso Nacional, será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União, ao qual compete apreciar as contas prestadas pelo Presidente da República:

Questão 27

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Deverá prestar contas da utilização, arrecadação, guarda, gerenciamento ou administração de dinheiros, bens e valores públicos pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária:

Questão 28

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considerando a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Amazonas, considere as afirmativas abaixo:

I. As empresas públicas não-revestidas da forma de sociedade anônima remeterão ao Tribunal suas contas anuais, no máximo, até 60 (sessenta) dias após o encerramento dos respectivos exercícios financeiros.

II. Os processos de prestação ou de tomada de contas e tomada de contas especial da administração direta serão encaminhados ao Tribunal de Contas pela autoridade responsável, e os referentes às entidades da administração indireta, das fundações instituídas pelo Poder Público e dos fundos, pela autoridade a que estiverem vinculados.

III. As Sociedades de Economia Mista e as Empresas Públicas que se revistam da forma de Sociedade Anônima apresentarão ao Tribunal suas contas anuais, até 30 (trinta) dias antes da realização da Assembléia em que devam ser apreciadas.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 29

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Na ocorrência de caso fortuito ou de força maior, comprovadamente alheio à vontade do responsável, que tornar materialmente impossível o julgamento de mérito, conforme previsto no artigo 22 da Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, as contas serão consideradas:

Questão 30

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
De acordo com a Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Amazonas, as contas serão julgadas regulares com ressalvas quando:

Questão 31

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Na hipótese de intervenção do Estado em um Município para prover a execução de lei, o decreto de intervenção:

Questão 32

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considere as seguintes afirmações sobre a disciplina constitucional da liberdade de associação:

I. É plena a liberdade de associação para fins lícitos, vedada a de caráter paramilitar.

II. A criação de associação independe de autorização, sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.

III. As associações somente poderão ter suas atividades suspensas por decisão judicial transitada em julgado.

IV. As entidades associativas têm legitimidade para representar seus filiados judicial e extrajudicialmente, independentemente de autorização.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 33

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Nos termos da Constituição da República e da lei que rege a matéria, a súmula de efeito vinculante:

Questão 34

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
A vedação constitucional de cobrar tributos no mesmo exercício financeiro em que publicada a lei que os criou ou instituiu NÃO se aplica ao imposto sobre:

Questão 35

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Sobre os Tribunais de Justiça estaduais, estabelece a Constituição da República que:

Questão 36

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Ao dispor sobre matéria de finanças públicas, prevê a Constituição da República que:

Questão 37

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Sobre o processo de elaboração de emendas à Constituição da República, é INCORRETO afirmar que:

Questão 38

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
O financiamento da seguridade social por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, bem como de contribuições sociais enumeradas na Constituição da República, esteia-se no princípio constitucional da:

Questão 39

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Sobre as afirmações abaixo, marque a alternativa correta:

I - A lei não poderá estabelecer condições para o exercício de atividade econômica, salvo para disciplinar, com base no interesse nacional, os investimentos de capital estrangeiro.

PORQUE

II - A Constituição da República assegura a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, sem ressalvas.

Questão 40

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Sobre as afirmações abaixo, marque a alternativa correta:

I - A Constituição do Estado do Amazonas estabelece que, em matéria de legislação concorrente, diante da inexistência de lei federal, ou se esta for omissa, quanto ao aspecto regional, o Estado exercerá a competência legislativa plena

PORQUE

II - A Constituição da República prevê que, no âmbito da legislação concorrente, a competência da União limitar-seá a estabelecer normas gerais.

Questão 41

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
O artigo 37 da Constituição federal estabelece que a Administração Pública obedecerá aos princípios da “legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. Essa enumeração:

Questão 42

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
“A natureza de ...... conferida à Agência é caracterizada por independência administrativa, ausência de subordinação hierárquica, mandato fixo e estabilidade de seus dirigentes e autonomia financeira”.

Esse texto de lei, referente a uma das agências reguladoras brasileiras, tem sua lacuna corretamente completada pela expressão:

Questão 43

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Caracteriza um ato administrativo como discricionário:

Questão 44

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
É regra comum à modalidade de licitação conhecida como pregão e às modalidades tradicionais da Lei no 8.666/93 (concorrência, tomada de preços e convite) a:

Questão 45

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
É cláusula típica do regime dos contratos administrativos a:

Questão 46

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Nos termos da Constituição federal, como regra, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. Uma das exceções a essa regra, quando houver compatibilidade de horários, é a de:

Questão 47

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
É item estranho ao rol de direitos dos usuários de serviços públicos, nos termos da lei geral sobre concessões:

Questão 48

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Não se aplica aos consórcios públicos, nos termos da legislação federal pertinente, a regra segundo a qual:

Questão 49

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
A regra constitucional da imprescritibilidade dos bens públicos:

Questão 50

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Conforme evolução doutrinária da matéria, a responsabilidade objetiva do Estado por danos causados a terceiros, hoje prevista no Direito brasileiro, tem por fundamento a teoria:

Questão 51

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação

» Esta questão foi anulada pela banca.
O estudo e avaliação do controle interno é um item prescrito pela INTOSAI por meio do grupo de:

Questão 52

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Se o auditor discordar ou tiver dúvidas quanto a um ou mais elementos específicos das demonstrações financeiras que sejam relevantes, mas não fundamentais para a compreensão delas, o conteúdo do parecer de auditoria deve indicar claramente que se trata de um parecer:

Questão 53

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
No âmbito da governança, um Comitê de Auditoria NÃO deve:

Questão 54

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considere:

I. Risco de auditoria é a possibilidade de o auditor vir a emitir uma opinião tecnicamente inadequada sobre demonstrações contábeis significativamente incorretas.

II. A análise dos riscos de auditoria deve ser feita na fase de execução dos trabalhos considerando a relevância em dois níveis: geral e específico.

III. Para determinar o risco da auditoria, o auditor deve avaliar o ambiente de controle da entidade.

Está correto o que consta APENAS em:

Questão 55

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Na aplicação dos testes de observância e substantivos, a verificação do comportamento de valores significativos, mediante índices, quocientes, quantidades absolutas ou outros meios, com vistas à identificação de situação ou tendências atípicas, é considerado um procedimento técnico básico de:

Questão 56

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
A estrutura de gerenciamento de riscos corporativos, segundo o COSO, Comitê de Organizações Patrocinadoras da Comissão do Comércio, é orientada a fim de alcançar os objetivos de uma organização e, como objetivos correlatos, são categorizados os objetivos:

Questão 57

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Sobre as finanças públicas disciplinadas na Constituição Federal, considere:

I. A Lei Orçamentária Anual (LOA) é um instrumento intermediário entre o Plano Plurianual (PPA) e a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

II. As diretrizes, objetivos e metas da administração pública para investimentos que ultrapassem um ano devem ser estabelecidos no PPA.

III. As metas e as prioridades da administração pública para um período de um ano devem ser estabelecidas na LOA.

IV. A política econômico-financeira e o plano de trabalho do governo para um período de um ano devem ser estabelecidos na LDO.

Está correto o que consta APENAS em:

Questão 58

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
NÃO é parte da contabilidade pública governamental para demonstrar o resultado geral do exercício:

Questão 59

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
A categoria econômica Receitas Correntes contém, entre outras, uma receita pública orçamentária denominada:

Questão 60

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
O resultado nominal do setor público é a diferença entre o total das receitas correntes do governo e o total das suas despesas, incluindo, neste último:

Questão 61

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Dois objetivos básicos do sistema RAID consistem em:

I. acelerar o carregamento de dados do disco − RAID 0.

II. tornar o sistema de disco mais seguro − RAID 1.

As técnicas associadas a esses objetivos são, respectivamente, conhecidas por:

Questão 62

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Em um ambiente com usuários interativos, para evitar que um processo se aposse da CPU e com isso negue serviço aos outros, é essencial:

Questão 63

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Na comparação do uso de fibras ópticas com o dos fios de cobre é correto que uma:

Questão 64

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Quando ocorre um evento inesperado na internet, este é reportado pelo protocolo:

Questão 65

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Controlar o acesso ao canal compartilhado é uma questão que as redes de difusão têm a resolver na camada de enlace de dados. Para cuidar desse problema existe:

Questão 66

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Para mostrar a quantidade máxima de um pedido do item número 125, em SQL − ANSI usa-se select:

Questão 67

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Para mostrar a composição de peças e respectivos componentes (peças são compostas de peças), em um DER, usa-se:

Questão 68

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Em um banco de dados relacional, a operação de exclusão sobre a tabela referenciada se propaga para todas as chaves estrangeiras correspondentes quando usada a expressão SQL ANSI on delete:

Questão 69

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Um banco de dados relacional normalizado significa que as relações que o compõe atendem à:

Questão 70

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
A normalização das tabelas de dimensão em um star schema conduz a um:

Questão 71

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
NÃO é um dos sete princípios (David Hooker) da Engenharia de Software:

Questão 72

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
O metamodelo CMMI contínuo define que cada área de processo é avaliada formalmente, com base em metas e práticas específicas, e classificada de acordo com seis níveis de capacitação. O nível 3 é o:

Questão 73

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
NÃO é uma das nove características em um tratamento detalhado das métricas de software (Whitmire) para o modelo de projeto orientado a objeto:

Questão 74

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considere, as definições abaixo:

I. Especificação do número de ocorrências de um objeto que pode ser relacionado ao número de ocorrências de outro objeto.

II. Especificação da participação (ou não) do relacionamento de um objeto em particular.

Na modelagem de dados estas definições pertencem, respectivamente, a:

Questão 75

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Em um Caso de Uso, um relacionamento de inclusão é a estereotipação:

Questão 76

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Na UML um nó é um elemento físico que existe em tempo de execução e representa um recurso computacional.

Graficamente, ele é representado por:

Questão 77

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Considere 1952 pontos por função brutos e a aplicação do valor 3 a todos os fatores de ajuste. Os pontos por função ajustados são:

Questão 78

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Na Delphi, permite o desenvolvimento off-line econômico com um SQL de alta performance compatível com ANSI 92 e oferece acessibilidade a outros servidores de banco de dados, especificamente o:

Questão 79

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Serviço que permite ao usuário entrar em outro computador ligado à internet, transformando sua máquina local em um terminal do computador remoto é o:

Questão 80

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Ameaças à segurança das redes que fazem com que os micros infectados por esses tipos de vírus formem redes de computadores "zumbis" que são comandados simultaneamente por seus invasores para enviar mensagens indesejadas (spam), colocar sites fora do ar e promover fraudes são categorizadas como:

Questão 81

TCE/AM 2008 - FCC - Analista Técnico de Controle Externo - Tecnologia da Informação
Programa capaz de capturar e armazenar as teclas digitadas pelo usuário no teclado de um computador é o:

Questão 82

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Um dos tipos de IDS, capaz de reconhecer ataques por meio de técnicas avançadas como inteligência artificial, é denominado:

Questão 83

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Por meio da análise dos procedimentos para estabelecer e finalizar uma conexão utilizada para troca de informações entre dois hosts, obtém-se informações que permitem uma prospecção sobre os serviços por eles oferecidos. Essa técnica, utilizada para descobrir um possível ataque do tipo DoS, é denominada:

Questão 84

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Considere as definições:

I. A principal desvantagem do 3DES é que o software do algoritmo é relativamente lento.

II. Um ponto fraco tanto do DES quanto do 3DES é que usam um tamanho de bloco de 64 bits.

III. A finalidade de uma função de hash é produzir uma “impressão digital” de um arquivo, mensagem ou outro bloco de dados.

Está correto o que se afirma em:

Questão 85

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São, respectivamente, um tipo de ataque ativo e um tipo de ataque passivo à segurança das redes de computadores:

Questão 86

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As tarefas iniciais de análise de valor dos ativos de TI para o negócio, identificando as ameaças a estes ativos e avaliando as vulnerabilidades dos mesmos, caracterizam um processo de Risk:

Questão 87

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Segundo o ITIL V.3, disponibilidade, capacidade, continuidade, gerenciamento de serviços e outsourcing são itens básicos do ciclo de vida de serviços previstos no estágio de:

Questão 88

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No ciclo de vida do ITIL V.3, o processo de gerenciamento de serviço que está associado ao estágio de Transição de Serviços e ao estágio de Operação de Serviços denomina-se:

Questão 89

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NÃO se trata de uma das áreas foco da governança de TI utilizada para mapeamento dos processos do COBIT:

Questão 90

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Considere os critérios de informação do COBIT:

I. Eficácia − diz respeito à provisão da informação por meio do uso ótimo (mais produtivo e econômico) dos recursos.

II. Eficiência − trata da informação que está sendo relevante e pertinente ao processo do negócio, bem como que esteja sendo entregue de um modo oportuno, correto, consistente e útil.

III. Confidencialidade − diz respeito à proteção da informação sigilosa contra a revelação não-autorizada.

IV. Integridade − relaciona-se à exatidão e à inteireza da informação, bem como à sua validez de acordo com os valores e expectativas do negócio.

Está correto o que consta em:

Questão 91

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No domínio Aquisição e Implementação do modelo de processos do COBIT, entre outros, consta o processo Gerenciar:

Questão 92

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Antes de desenvolver ou mudar o plano estratégico de TI, ou de longo prazo, a administração de TI deve:

Questão 93

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Considerando o princípio de segregação de responsabilidade, o mesmo perfil funcional de um analista de desenvolvimento de sistemas pode ser atribuído a um:

Questão 94

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Um programa genérico de auditoria de sistemas deve prever os tópicos:

I. Evidência dos riscos dos objetivos de controle não serem cumpridos.

II. Avaliação baseada nos testes de conformidade.

III. Avaliação baseada nos testes substantivos.

IV. Obtenção do entendimento dos processos em revisão.

Baseado no processo de auditoria, o programa deve ser estruturado na seguinte seqüência:

Questão 95

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O modelo de controle definido pelo COBIT NÃO estabelece:

Questão 96

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Os acordos de níveis de serviço devem ser estabelecidos e formalizados com:

Questão 97

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Uma auditoria na aquisição de bens e serviços de TI deve considerar, entre outras, a avaliação de controle sobre:

Questão 98

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NÃO é considerado bens e serviços de informática e automação para as finalidades previstas no Decreto no 1.070 de 02/03/1994:

Questão 99

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Com base no Decreto no 2.271 de 07/07/1997, considere o artigo e seus respectivos parágrafos:

I. Art. 1o No âmbito da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional poderão ser objeto de execução indireta as atividades materiais acessórias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem área de competência legal do órgão ou entidade.

II. § 1o As atividades de conservação, limpeza, segurança, vigilância, transportes, informática, copeiragem, recepção, reprografia, telecomunicações e manutenção de prédios, equipamentos e instalações serão, de preferência, objeto de execução indireta.

III. § 2o Poderão ser objeto de execução indireta as atividades inerentes às categorias funcionais abrangidas pelo plano de cargos do órgão ou entidade, salvo expressa disposição legal em contrário ou quando se tratar de cargo extinto, total ou parcialmente, no âmbito do quadro geral de pessoal.

Está correto o que consta em:

Questão 100

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A modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação, que consta na Lei no 8.666 de 21/06/1993, denomina-se:



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