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TCE/CE 2015

TCE/CE 2008

Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação

Questão 1

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
A seguinte formulação resume, conceitualmente, o argumento central do texto:

Questão 2

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Atente para as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, ao empregar a expressão à sua obra, a autora está-se referindo às propriedades acumuladas pelo velho da classe mais favorecida.

II. No segundo parágrafo, o contexto permite entender que o termo “investe”, entre aspas, está empregado na acepção que lhe conferem os economistas.

III. No terceiro parágrafo, a expressão racionalização do trabalho identifica o rigor com que se planeja e se operacionaliza a produção industrial.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 3

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Depreende-se da leitura do texto que, na sociedade industrial, a sabedoria acumulada pelos velhos:

Questão 4

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Considerando-se o contexto, traduz-se corretamente o sentido de um segmento do texto em:

Questão 5

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
A concordância verbal está plenamente respeitada na frase:

Questão 6

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Transpondo-se para a voz ativa a construção aproveita-se dele o braço servil, a forma verbal resultante deverá ser:

Questão 7

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
Está clara, correta e coerente a redação da seguinte frase:

Questão 8

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
A sociedade rejeita o velho, não oferece nenhuma sobre-
 
vivência à sua obra, às coisas que ele realizou e que fizeram o
 
sentido de sua vida. Perdendo a força de trabalho, ele já não é
 
produtor nem reprodutor. Se a posse e a propriedade consti-
5
tuem, segundo Sartre, uma defesa contra o outro, o velho de
 
uma classe favorecida defende-se pela acumulação de bens.
 
Suas propriedades o defendem da desvalorização de sua pes-
 
soa.
 
Nos cuidados com a criança, o adulto “investe” para o
10
futuro, mas em relação ao velho age com duplicidade e má fé. A
 
moral oficial prega o respeito ao velho, mas quer convencê-lo a
 
ceder seu lugar aos jovens, afastá-lo delicada mas firmemente
 
dos postos de direção. Que ele nos poupe de seus conselhos e
 
se resigne a um papel passivo. Veja-se no interior das famílias a
15
cumplicidade dos adultos em manejar os velhos, em imobilizá-
 
los com cuidados “para o seu próprio bem”. Em privá-los da
 
liberdade de escolha, em torná-los cada vez mais dependentes,
 
“administrando” sua aposentadoria, obrigando-os a sair do seu
 
canto, a mudar de casa (experiência terrível para o velho) e, por
20
fim, submetendo-os à internação hospitalar. Se o idoso não
 
cede à persuasão, à mentira, não se hesitará em usar a força.
 
Quantos anciãos não pensam estar provisoriamente no asilo em
 
que foram abandonados pelos seus?
 
Quando se vive o primado da mercadoria sobre o
25
homem, a idade engendra desvalorização. A racionalização do
 
trabalho, que exige cadências cada vez mais rápidas, elimina da
 
indústria os velhos operários. Nas épocas de desemprego, os
 
velhos são especialmente discriminados e obrigados a rebaixar
 
sua exigência de salário e aceitar empreitas pesadas e nocivas
30
à saúde. Como no interior de certas famílias, aproveita-se deles
 
o braço servil, mas não o conselho.
(Adaptado de Ecléa Bosi, Memória e sociedade)
No interior das famílias, costuma-se manejar os velhos, tratar os velhos como seres passivos, negar aos velhos a oportunidade de escolha, manter os velhos imobilizados num canto qualquer.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por:

Questão 9

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
Ao dizer que, por vezes, é preciso julgar os fatos ocultos, o juiz referido no texto está considerando os casos em que há a necessidade de:

Questão 10

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
Atente para as seguintes afirmações:

I. Depreende-se da leitura do texto que a lição que ficou para o narrador, útil para muitas situações da nossa vida, é a de que as aparências não costumam nos enganar.

II. O bom humor da última fala do juiz no texto é um efeito produzido pela associação entre as expressões fatos ocultos e concurso do espírito, que lembram fenômenos sobrenaturais.

III. Depreende-se do que afirma o narrador no último parágrafo do texto que ele considera o gracejo uma manifestação menos conseqüente que a do bom humor.

Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em:

Questão 11

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
Na frase essa é a verdade que sofreu um processo de camuflagem, o segmento sublinhado tem sentido equivalente ao da expressão:

Questão 12

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
O verbo indicado entre parênteses deverá ser flexionado numa forma do plural para preencher corretamente a lacuna da frase:

Questão 13

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
Está inteiramente adequada a pontuação da frase:

Questão 14

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
Há uma relação de causa e efeito entre os seguintes segmentos:

Questão 15

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
1
− O mais difícil, em certos processos, não é julgar os
 
fatos expostos. É julgar os fatos ocultos.
 
Foi o que ouvi, há muito tempo, quando eu ainda pensa-
 
va em fazer Direito, de um parente juiz. Estranhei a expressão
5
“fatos ocultos”, que me cheirou a esoterismo, mas ele explicou:
 
− A gente costuma estudar um caso, avaliar as razões
 
das partes, pesar os dados levantados, consultar minuciosa-
 
mente a legislação e a jurisprudência, para, enfim, dar a sen-
 
tença. Mas há situações em que a intuição e a experiência de
10
um juiz fazem-no sentir que a verdade profunda do caso não foi
 
exposta. Por vezes, ao ouvir os litigantes, esse sentimento
 
cresce ainda mais. Aí a tarefa fica difícil. Objetivamente, um juiz
 
não pode ignorar o que está nos autos; subjetivamente, no
 
entanto, ele sabe que há mais complexidade na situação a ser
15
julgada do que fazem ver as palavras do processo. Esses são
 
os fatos ocultos; essa é a verdade que sofreu um processo de
 
camuflagem da parte do impetrante, do impetrado ou de ambos.
 
− E o que faz você numa situação dessa?
 
− Ele parou de falar por um tempo, dando a impressão
20
de que não iria responder. Mas acabou esclarecendo:
 
− Aplico a lei, naturalmente. É tudo o que devo e posso
 
fazer. No entanto, para isso preciso também sentir o que se
 
entende por espírito da lei, aquilo que nem sempre está nela
 
explicitado com todas as letras, mas constitui, sem qualquer
25
dúvida, o que a justifica e a legitima em sua profundidade.
 
Como vê, às vezes julgo fatos ocultos com o concurso do
 
espírito...
 
Foi uma manifestação de bom humor, não um gracejo;
 
foi uma lição que me ficou, que me parece útil para muitas
30
situações da nossa vida.
(Etelvino Corrêa e Souza, inédito)
Estão corretamente grafadas e flexionadas todas formas verbais da frase:

Questão 16

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O sistema operacional Windows, 2000 ou XP, pode reconhecer:

Questão 17

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Na arquitetura do sistema operacional Windows, 2000 ou XP, uma unidade de execução dentro de um processo é representada pelo objeto:

Questão 18

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Os arquivos Linux conhecidos como FIFO (First In, First Out) são caracterizados como arquivo:

Questão 19

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Um processo do sistema Linux que é interrompido ao receber um sinal STOP ou TSPS e reiniciado somente com o recebimento do sinal CONT encontra-se no estado de execução denominado:

Questão 20

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Sobre o BrOffice.org 2.4 com padrão de configuração original.

No Calc, a célula A1 contém a fórmula =30+B1 e a célula B1 contém o valor 8. Todas as demais células estão vazias. Ao arrastar a alça de preenchimento da célula A1 para A2, o valor de A2 será igual a:

Questão 21

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Sobre o BrOffice.org 2.4 com padrão de configuração original.

O número 2.350.000 inserido em uma célula do Calc com o formato Científico será exibido na célula como:

Questão 22

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Sobre o BrOffice.org 2.4 com padrão de configuração original.

No Writer, o ícone utilizado para copiar a formatação do objeto ou do texto selecionado e aplicá-la a outro objeto ou a outra seleção de texto é o:

Questão 23

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O controle de constitucionalidade de leis e atos normativos estaduais em face da Constituição da República, perante o Supremo Tribunal Federal, pode ser efetuado em sede de:

Questão 24

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação à disciplina constitucional da ordem econômica e financeira, considere as assertivas abaixo:

I. São princípios constitucionais da ordem econômica a soberania nacional, a propriedade privada, a função social da propriedade e a defesa do meio ambiente, entre outros.

II. É assegurado a todos, sem exceções, o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos.

III. O Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento da atividade econômica, sendo o último determinante para os setores público e privado.

IV. O sistema financeiro nacional será regulado por leis complementares que disporão sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 25

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em matéria orçamentária, a Constituição da República autoriza a:

Questão 26

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplica-se a disposição constitucional segundo a qual:

Questão 27

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O servidor público ocupante de cargo da administração direta que vier a ser investido no mandato de Prefeito:

Questão 28

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Será inconstitucional a medida provisória que:

Questão 29

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Nos termos da Constituição do Estado do Ceará, a Assembléia Legislativa:

Questão 30

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
No Brasil, o Direito Administrativo é ramo do Direito que tem como característica, no que diz respeito a suas fontes:

Questão 31

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
NÃO são entidades integrantes da administração indireta da União:

Questão 32

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Os bens públicos de uso comum do povo têm como característica, nos termos da lei civil:

Questão 33

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Denominam-se cláusulas exorbitantes dos contratos administrativos aquelas que atribuem à Administração determinados poderes, derrogatórios do regime jurídico dos contratos privados. Entre estas cláusulas, estão as que confiram à Administração:

Questão 34

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A modalidade de licitação apropriada para a escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de remuneração ao vencedor, é:

Questão 35

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O funcionário público civil do Estado do Ceará que, exercendo função de chefia, presenciar a prática de ilícito administrativo, deverá:

Questão 36

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Relativamente à instrução dos processos administrativos em nível federal, é correto afirmar que:

Questão 37

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação às competências, considere as assertivas abaixo:

I. Compete ao Tribunal de Contas da União representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados.

II. Compete ao Congresso Nacional fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe, de forma direta ou indireta, nos termos do tratado constitutivo.

III. Compete ao Congresso Nacional aplicar aos responsáveis, em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas, as sanções previstas em lei, que estabelecerá, entre outras cominações, multa proporcional ao dano causado ao erário.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 38

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O poder que possibilita ao Tribunal de Contas do Estado do Ceará, no âmbito de sua competência e jurisdição, expedir atos e instruções normativas sobre matéria de suas atribuições e sobre a organização dos processos que lhe devam ser submetidos, obrigando ao seu cumprimento, denomina-se poder:

Questão 39

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A decisão pela qual o Tribunal de Contas do Estado do Ceará ordena o trancamento das contas que forem consideradas iliquidáveis, devido à impossibilidade de julgamento de mérito, denomina-se:

Questão 40

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação às competências definidas na Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado do Ceará, considere as assertivas abaixo:.

I. Julgar os atos de admissão de pessoal, a qualquer título, na administração direta e indireta, excluídas as fundações instituídas e mantidas pelo poder público.

II. Apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de nomeação para cargos de provimento em comissão.

III. Apreciar, para fins de registro, a legalidade dos atos de concessão de aposentadoria, reformas e pensões, excetuadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Questão 41

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação à fiscalização das Contas do Governador a cargo do Tribunal de Contas do Estado do Ceará, é correto afirmar:

Questão 42

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere as assertivas abaixo:

I. Aprovar os enunciados da Súmula da Jurisprudência do Tribunal.

II. Deliberar originariamente sobre conflitos de competência entre os órgãos do Tribunal.

III. Manter a ordem e a disciplina no Tribunal.

De acordo com o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Ceará, compete ao Presidente do Tribunal de Contas o que se afirma APENAS em:

Questão 43

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
No Tribunal de Contas do Estado do Ceará, as deliberações do Plenário e, no que couber, as das Câmaras terão forma de Acórdãos quando se tratar de:

Questão 44

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O Produto Interno Bruto de uma economia é igual ao somatório dos valores de produção de bens e serviços:

Questão 45

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Suponha uma economia hipotética sem governo, na qual tenham ocorrido as seguintes transações:

I. A empresa A adquire insumos da empresa C no valor de 100 e produz bens no valor de 300, sendo 70% da produção vendida para a empresa B e o restante para consumidores finais.

II. A empresa B, com os insumos adquiridos da empresa A, fabrica bens no valor de 400, dos quais 20% são vendidos como insumos para a empresa C e o restante para consumidores finais.

III. A empresa C, com os insumos adquiridos da empresa B, fabrica bens no valor de 200, dos quais 50% são vendidos para a empresa A e o restante para consumidores finais.

Considerando essas informações, é correto concluir que o valor agregado por essa economia é:

Questão 46

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Sobre a taxa de desemprego de um país, é correto afirmar:

Questão 47

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O índice geral de preços de uma determinada economia apresentou o seguinte comportamento em um período de dez anos:



Assumindo-se que este índice represente adequadamente o nível geral de preços da economia, a taxa de inflação:

Questão 48

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
É uma medida que reduz o déficit primário do setor público:

Questão 49

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere as definições das siglas a seguir:

C = Consumo privado

I = Investimento privado

G = Gastos totais do Governo

X = Exportação de bens e serviços

M = Importação de bens e serviços

A demanda agregada da economia, supondo-se que a oferta agregada seja infinitamente elástica, é representada pela seguinte expressão:

Questão 50

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A teoria macroeconômica de determinação do nível de equilíbrio de renda, no curto prazo, postula que a economia está em equilíbrio quando, em um determinado nível geral de preços, a:

Questão 51

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação ao código de ética estabelecido pelo INTOSAI é correto afirmar que:

Questão 52

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Compõe um elemento da estrutura a ser avaliado pela metodologia COSO − Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission:

Questão 53

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em decorrência do processo de harmonização das normas contábeis brasileiras às normas internacionais, para melhor expressar sua opinião em relatórios e nos parágrafos de opinião dos pareceres, o auditor deve utilizar a expressão:

Questão 54

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere as situações:

I. Foi constatado pela auditoria que uma verba salarial paga na folha de pagamentos não foi contabilizada, em virtude de não estar prevista no sistema de integração contábil.

II. Após apresentada pelo responsável da área fiscal a alíquota de ICMS, de 18%, dos novos produtos a serem comercializados, a chefia determinou o cadastramento com a alíquota de 12%.

III. Foram constatados contratos de manutenção de máquinas de copiar. Ao verificar no departamento de controle do patrimônio da empresa, constatou-se que não existiam máquinas dessa natureza, sendo utilizado prestador de serviço externo.

Em conformidade com os conceitos de fraude e erro, as situações I, II e III referem-se, respectivamente, a:

Questão 55

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Os procedimentos de auditoria constituem-se no conjunto de:

Questão 56

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A análise dos riscos de auditoria deve ser feita:

Questão 57

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Na elaboração do roteiro de monitoramento de uma auditoria operacional, o auditor deverá considerar:

Questão 58

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O auditor ao estabelecer uma amostra confiável NÃO deverá levar em consideração o:

Questão 59

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
No processo de Governança Corporativa Governamental, são elementos que identificam a boa conduta e podem compor o código de ética:

Questão 60

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
No processo de apresentação dos trabalhos de auditoria operacional, deve ser observado o monitoramento dos benefícios alcançados pela implementação das recomendações. Assim, os benefícios alcançados em procedimentos gerenciais geram impactos:

Questão 61

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere as assertivas abaixo:

I. A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa, não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito, ainda que por antecipação de receita, nos termos da lei.

II. O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito, sobre as receitas e despesas, decorrente de isenções, anistias, remissões, subsídios e benefícios de natureza financeira, tributária e creditícia.

III. A lei de diretrizes orçamentárias compreenderá as metas e prioridades da administração pública federal, incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente, orientará a elaboração da lei orçamentária anual, disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento.

Está correto o que se afirma em:

Questão 62

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação ao Orçamento, incluem-se no rol das vedações estabelecidas no art. 167 da Constituição Federal, a:

Questão 63

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A proibição de se consignar na Lei Orçamentária dispositivo estranho à fixação das despesas e à previsão das receitas, ressalvada autorização para abertura de créditos suplementares, decorre do princípio orçamentário da:

Questão 64

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em relação ao orçamento público no Brasil, de acordo com

Portaria da STN − Secretaria Tesouro Nacional, o instrumento de organização da ação governamental que visa a concretização dos objetivos pretendidos pela administração, sendo mensurado pelos seus indicadores, denomina-se:

Questão 65

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere as assertivas abaixo:

I. A Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas caso se concretizem.

II. O anexo de metas fiscais deverá integrar a Lei Orçamentária Anual, que demonstrará a evolução do patrimônio líquido da entidade, no exercício a que se referir.

III. A avaliação financeira e atuarial dos fundos de previdência está compreendida no Anexo de Metas Fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Está correto o que se afirma em:

Questão 66

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Observadas as normas técnicas e legais, as previsões de receita considerarão os efeitos das alterações na legislação, da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou de qualquer outro fator relevante, e serão acompanhadas, além do demonstrativo de sua evolução nos últimos três anos, da:

Questão 67

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O investimento cuja duração ultrapasse um exercício financeiro, só poderá ser iniciado se for previamente incluído:

Questão 68

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O projeto de lei orçamentária anual, elaborado de forma compatível com o Plano Plurianual, com a Lei de Diretrizes Orçamentárias e com as normas da Lei de Responsabilidade Fiscal, disporá sobre:

Questão 69

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
De acordo a Lei de Responsabilidade fiscal, acompanharão o relatório resumido da execução orçamentária, dentre outros, o demonstrativo relativo a:

Questão 70

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A meta relativa ao montante da dívida pública, para o exercício a que se referir e para os dois seguintes, em valores correntes e constantes, será estabelecida no Anexo de:

Questão 71

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Criado para sistemas de tempo compartilhado e semelhante ao escalonamento FCFS, porém com preempção para alternar entre processos. Trata-se do algoritmo de escalonamento:

Questão 72

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
São dois métodos aplicáveis à técnica de comutação de pacotes o de:

Questão 73

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Alguns números fixos de porta no TCP são reservados para finalidades específicas, independentemente da implementação. Desta forma, as portas 23, 25 e 53 são destinadas, respectivamente, a:

Questão 74

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
É comum um determinado órgão público receber reclamações de pessoas sobre o atendimento do serviço. As reclamações recebidas são digitadas de forma apressada em um aplicativo de computador. O administrador do órgão pretende obter informações úteis para análise das reclamações. Assim, ele solicita o apoio tecnológico para atendimento dessa demanda. A equipe então adota, acertadamente, uma solução específica para tratamento de dados semi-estruturados (o software utiliza uma ontologia de correlação de palavras e conceitos) conhecida por:

Questão 75

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere o seguinte requisito: “Para cada departamento com menos de 1000 funcionários devem ser listados os salários médios de cada departamento”. As cláusulas SQL-ANSI vinculadas a uma única expressão SELECT, uma que calcula o salário médio e a outra que restringe a quantidade de empregados são, respectivamente:

Questão 76

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
No CMMI é possível a comparação entre os níveis de capacidade (representação contínua) e os níveis de maturidade (representação por estágios). Assim, uma comparação de mesmo nível entre eles é:

Questão 77

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
NÃO é um elemento da modelagem funcional (DFD):

Questão 78

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Os mecanismos de extensibilidade da UML incluem :

Questão 79

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Considere que 20 é o nível de influência global (ajuste fino total) aplicado em um cálculo de pontos por função. Então, o número de pontos por função ajustado (PFA) em relação ao bruto (PFB) é dado por:

Questão 80

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Recurso Java que permite que uma thread invoque um método em um objeto remoto (semelhante à RPC) denomina-se:

Questão 81

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Um processo de classificação da informação tem por objetivo:

Questão 82

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A implementação de uma política de mesa limpa e tela limpa é uma regra de controle de acesso que deve ser estabelecida formalmente no processo de:

Questão 83

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em 2001, o NIST − National Institute of Standards and Technology lançou um algoritmo de criptografia como um padrão federal de processamento de informações. O algoritmo proposto com um tamanho de bloco de 128 bits e suporte para tamanhos de chave de 128, 192 e 256 bits foi o:

Questão 84

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Spoofing e Sniffing são, respectivamente:

Questão 85

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Na ABNT NBR ISO/IEC 17799:2005, a Gestão de mudanças é parte integrante da seção 10 que trata:

Questão 86

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O processo Definir um Plano Estratégico de TI, segundo Governança de TI, por meio do COBIT, assegura primariamente o requisito eficácia, porém, secundariamente o requisito eficiência pode ser impactado por:

Questão 87

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A segregação de responsabilidades de menor risco, caso não exista, está entre as unidades funcionais:

Questão 88

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Em uma revisão detalhada das atividades gerenciais de recursos humanos de TI, NÃO se aplica a identificação de:

Questão 89

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
No ITIL, a seqüência correta de eventos para descrever um incidente do ciclo de vida (incident lifecycle) depois que ele ocorreu é:

Questão 90

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
O COBIT, em seus fundamentos, define quatro domínios dentro dos quais ele insere os processos de TI. No domínio de Planejamento e Organização está o processo:

Questão 91

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
As Diretrizes de Auditoria (Audit Guidelines) do COBIT devem:

Questão 92

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Os passos a serem seguidos para registrar as atividades que prejudicam os objetivos de controle, bem como para identificar as medidas e os procedimentos de controle estabelecidos, são descritos na etapa do processo de auditoria denominada:

Questão 93

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Como alternativa para a auditoria de TI, um modelo de avaliação do risco de um ativo, que identifica também o risco residual e produz um plano de ação, deve combinar a probabilidade da ameaça:

Questão 94

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Uma auditoria deve avaliar uma amostra de acordos de nível de serviço, concluídos e vigentes, firmados com os:

Questão 95

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A obtenção de todos os contratos de hardware e software tem o objetivo de avaliar se os softwares de sistema:

Questão 96

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
A Lei no 8.666, de 21/06/1993, estabelece, no art. 1o, normas gerais apenas sobre:

Questão 97

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Segundo a Lei no 8.666, de 21/06/1993, uma licitação é inexigível quando houver inviabilidade de competição, em especial para:

I. Aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca.

II. Contratação de serviços técnicos, enumerados no art. 13 da Lei, de natureza singular, com profissionais ou empresas de notória especialização, inclusive para serviços de publicidade e divulgação.

III. Contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

Está correto o que se afirma em:

Questão 98

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Uma empresa contratada por meio de uma concorrência deverá manter presente um preposto, aceito pela Administração da contratante, para:

Questão 99

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
Para os efeitos da Lei no 8.248, de 23/10/1991, NÃO são considerados bens e serviços de informática e automação:

Questão 100

TCE/CE 2008 - FCC - Analista - Auditoria de Tecnologia da Informação
De acordo com a Lei no 8.248, de 23/10/1991, farão jus aos benefícios de isenção de IPI e depreciação acelerada para máquinas e equipamentos, tratados pela Lei no 8.191 de 11/06/1991, as empresas de desenvolvimento ou produção de bens e serviços de informática e automação que:



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