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TRT 18ª 2013 TRT 18ª 2014

TRT 18ª 2008

Analista Judiciário - Administrativa

Questão 1

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Considerando-se o sentido integral do texto, o título Viagem para fora representa:

Questão 2

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Atente para as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, configura-se a tensão entre o desejo de recolhimento íntimo de um passageiro e a agitação de uma viagem noturna.

II. No segundo parágrafo, o cruzamento de mensagens, em diferentes meios de comunicação, é considerado invasivo por quem preferiria entregarse ao curso da imaginação pessoal.

III. No terceiro parágrafo, o autor considera a possibilidade de os recursos da mídia eletrônica e o cultivo da vida serem usufruídos em tempos distintos.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 3

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
O autor vale-se do emprego do pronome você, ao longo do segundo parágrafo, da mesma forma que esse pronome é empregado em:

Questão 4

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
O último período do texto retoma e arremata, conclusivamente, uma idéia que já se representara na seguinte passagem:

Questão 5

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Claro que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica de muita gente (...)

A frase acima conservará o sentido básico, sem prejuízo para a correção, substituindo-se o elemento sublinhado por:

Questão 6

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Está adequada a correlação entre os tempos e modos verbais na frase:

Questão 7

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher de modo correto a lacuna da frase:

Questão 8

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Está correta a construção da seguinte frase:

Questão 9

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Está correta a grafia de todas as palavras da frase:

Questão 10

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Há não tanto tempo assim, uma viagem de ônibus,
 
sobretudo quando noturna, era a oportunidade para um passa-
 
geiro ficar com o nariz na janela e, mesmo vendo pouco, ou
 
nada, entreter-se com algumas luzes, talvez a lua, e certamente
5
com os próprios pensamentos. A escuridão e o silêncio no
 
interior do ônibus propiciavam um pequeno devaneio, a memó-
 
ria de alguma cena longínqua, uma reflexão qualquer.
 
Nos dias de hoje as pessoas não parecem dispostas a
 
esse exercício mínimo de solidão. Não sei se a temem: sei que
10
há dispositivos de toda espécie para não deixar um passageiro
 
entregar-se ao curso das idéias e da imaginação pessoal. Há
 
sempre um filme passando nos três ou quatro monitores de TV,
 
estrategicamente dispostos no corredor. Em geral, é um filme
 
ritmado pelo som de tiros, gritos, explosões. É também bastante
15
possível que seu vizinho de poltrona prefira não assistir ao filme
 
e deixar-se embalar pela música altíssima de seu fone de
 
ouvido, que você também ouvirá, traduzida num chiado
 
interminável, com direito a batidas mecânicas de algum sucesso
 
pop. Inevitável, também, acompanhar a variedade dos toques
20
personalizados dos celulares, que vão do latido de um cachorro
 
à versão eletrônica de uma abertura sinfônica de Mozart. Claro
 
que você também se inteirará dos detalhes da vida doméstica
 
de muita gente: a senhora da frente pergunta pelo cardápio do
 
jantar que a espera, enquanto o senhor logo atrás de você
25
lamenta não ter incluído certos dados em seu último relatório.
 
Quando o ônibus chega, enfim, ao destino, você desce tomado
 
por um inexplicável cansaço.
 
Acho interessantes todas as conquistas da tecnologia da
 
mídia moderna, mas prefiro desfrutar de uma a cada vez, e em
30
momentos que eu escolho. Mas parece que a maioria das pes-
 
soas entrega-se gozosa e voluptuosamente a uma sobrecarga
 
de estímulos áudio-visuais, evitando o rumo dos mudos pensa-
 
mentos e das imagens internas, sem luz. Ninguém mais gosta
 
de ficar, por um tempo mínimo que seja, metido no seu canto,
35
entretido consigo mesmo? Por que se deleitam todos com tan-
 
tas engenhocas eletrônicas, numa viagem que poderia propiciar
 
o prazer de uma pequena incursão íntima? Fica a impressão de
 
que a vida interior das pessoas vem-se reduzindo na mesma
 
proporção em que se expandem os recursos eletrônicos.
(Thiago Solito da Cruz, inédito)
Sempre gostei das viagens de ônibus, mas atualmente considero as viagens de ônibus uma verdadeira provação, pois o que vem caracterizando as viagens de ônibus é uma profusão de ruídos de toda espécie, o que torna as viagens de ônibus um desafio aos nervos de um pacato passageiro.

Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

Questão 11

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Ao tratar da amizade verdadeira, Cícero dá um peso especial ao fato de que ela:

Questão 12

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
No segundo parágrafo, os segmentos iniciados por as riquezas (...), as honrarias (...) e os prazeres (...) deixam subentendida a forma verbal:

Questão 13

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Atente para as seguintes afirmações:

I. A expressão nossos reveses (1o parágrafo) é empregada com sentido equivalente ao de golpes mais duros (3o parágrafo).

II. Em vez de podermos contar (2o parágrafo), o emprego da forma pudermos contar seria mais adequado à construção da frase.

III. Os termos comunicados e partilhados (3o parágrafo) referem-se ao termo anterior favores.

Em relação ao texto, está correto SOMENTE o que se afirma em:

Questão 14

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Que há de mais agradável que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?

Pode-se substituir o segmento sublinhado na frase acima, sem prejuízo para o sentido, clareza e correção, por:

Questão 15

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Há um deslize na concordância verbal da seguinte frase:

Questão 16

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Transpondo-se para a voz ativa a frase Nossos reveses podem ser consolados pela palavra amiga, a forma verbal resultante será:

Questão 17

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram só existem em função de uma única forma de utilização (...).

No período acima, são exemplos de uma mesma função sintática:

Questão 18

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Está inteiramente adequada a pontuação da seguinte frase:

Questão 19

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
É importante que você possa contar com minha amizade; confie nela, que eu não o decepcionarei.

A frase acima permanecerá correta no caso de substituirmos os elementos sublinhados, respectivamente, por:

Questão 20

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
A amizade
 
 
Uma amizade verdadeira possui tão grandes vantagens
 
que mal posso descrevê-las. Para começar, em que pode
5
consistir uma “vida vivível” que não encontre descanso na
 
afeição partilhada com um amigo? Que há de mais agradável
 
que ter alguém a quem se ousa contar tudo como a si mesmo?
 
De que seria feita a graça tão intensa de nossos sucessos, sem
 
um ser para se alegrar com eles tanto quanto nós? E em
10
relação a nossos reveses, seriam mais difíceis de suportar sem
 
essa pessoa, para quem eles são ainda mais penosos que para
 
nós mesmos.
 
Os outros privilégios da vida a que as pessoas aspiram
 
só existem em função de uma única forma de utilização: as
15
riquezas, para serem gastas; o poder, para ser cortejado; as
 
honrarias, para suscitarem os elogios; os prazeres, para deles
 
se obter satisfação; a saúde, para não termos de padecer a dor
 
e podermos contar com os recursos de nosso corpo.
 
Quanto à amizade, ela contém uma série de possibi-
20
lidades. Em qualquer direção a que a gente se volte, ela está lá,
 
prestativa, jamais excluída de alguma situação, jamais importuna,
 
jamais embaraçosa. Por isso, como diz o ditado, “nem a água nem
 
o fogo nos são mais prestimosos que a amizade”. E aqui não se
 
trata da amizade comum ou medíocre (que, no entanto,
25
proporciona alguma satisfação e utilidade), mas da verdadeira, da
 
perfeita, à qual venho me referindo. Pois a amizade torna mais
 
maravilhosos os favores da vida, e mais leves, porque
 
comunicados e partilhados, seus golpes mais duros.
(Adaptado de Cícero, filósofo e jurista romano)
Pensador conseqüente, a Cícero não importavam as questões secundárias; interessavam-lhe os valores essenciais da conduta humana.

O sentido da frase acima permanecerá inalterado caso ela seja introduzida por:

Questão 21

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto aos Princípios Fundamentais, é correto afirmar que a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais, dentre outros, pelo princípio da

Questão 22

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que tange aos Direitos Sociais, considere:

I. Nas empresas de mais de duzentos empregados, é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores.

II. A lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical.

III. É permitida a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um Município.

IV. É vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pela autoridade pública administrativa competente, não podendo ser inferior à área de um Município.

Está correto o que consta APENAS em

Questão 23

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação à Organização dos Poderes, é correto afirmar que compete privativamente à Câmara dos Deputados

Questão 24

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Quanto aos Princípios Gerais da Atividade Econômica, analise:

I. As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado.

II. Como agente normativo e regulador da atividade econômica, o Estado exercerá, na forma da lei, as funções de fiscalização, incentivo e planejamento, sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado.

III. Dependerá de autorização ou concessão o aproveitamento do potencial de energia renovável de capacidade reduzida.

IV. O atendimento de requisição de documento ou informação de natureza comercial, feita por autoridade administrativa ou judiciária estrangeira à pessoa física ou jurídica, residente ou domiciliada no País, não dependerá de autorização do Poder competente.

Está INCORRETO o que consta APENAS em

Questão 25

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito dos princípios básicos da Administração Pública, considere:

I. Conjunto de princípios ou padrões morais que norteiam a conduta dos agentes públicos no exercício de suas funções e a prática dos atos administrativos.

II. Adequação entre meios e fins, vedada imposição de obrigações, restrições e sanções em medida superior àquelas estritamente necessárias ao atendimento do interesse público.

Os itens I e II referem-se, respectivamente, aos princípios da

Questão 26

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Sendo um dos requisitos do ato administrativo, o objeto consiste

Questão 27

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nas hipóteses de danos causados a terceiros, o servidor que o causou responderá perante

Questão 28

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na prática de ato de improbidade administrativa que importe enriquecimento ilícito, o agente público está sujeito à pena de suspensão dos direitos políticos com duração de, no mínimo,

Questão 29

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Sobre dispensa e inexigibilidade de licitação, considere as hipóteses abaixo, previstas na Lei de Licitações:

I. Casos de guerra ou grave perturbação da ordem.

II. Quando não acudirem interessados à licitação anterior e esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, mantidas, neste caso, todas as condições preestabelecidas.

III. Contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

Estas hipóteses correspondem, respectivamente, a casos de

Questão 30

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa

» Esta questão foi anulada pela banca.
Na sessão pública para recebimento das propostas do pregão eletrônico, o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% (dez por cento) superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor. Não havendo pelo menos três ofertas nestas condições,

Questão 31

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito das associações, é correto afirmar:

Questão 32

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O domicílio do marítimo é onde

Questão 33

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito da prescrição, considere:

I. A renúncia da prescrição só pode ser expressa.

II. Os prazos de prescrição podem ser alterados por acordo das partes constante de contrato escrito.

III. Não corre a prescrição contra os ausentes do país em serviço público dos Municípios.

IV. A prescrição pode ser interrompida por qualquer interessado.

Está correto o que consta SOMENTE em

Questão 34

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Se o credor consentir em receber prestação diversa da que lhe é devida ocorre a

Questão 35

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Numa execução de cheque dado para pagamento de empréstimo bancário, devolvido por insuficiência de fundos e protestado, à falta de outros bens, podem ser penhorados

Questão 36

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O juiz

Questão 37

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito dos prazos processuais, é correto afirmar:

Questão 38

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O recurso adesivo

Questão 39

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Samanta, João e Diego são empregados da empresa GGG na modalidade de regime de tempo parcial com jornada semanal, respectivamente, de vinte horas, oito horas e vinte e cinco horas. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, após cada período de doze meses de vigência do contrato de trabalho, o gozo de dezoito dias de férias caberá legalmente apenas a

Questão 40

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Mariana, empregada doméstica, labora para a família Sócrates, que está se mudando para os Estados Unidos. A família Sócrates vendeu sua mansão para a família Demóstenes com toda a mobília e utensílios domésticos.

Neste caso, Mariana

Questão 41

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Faz um ano que Tício teve rescindido o seu contrato de trabalho com a empresa GUKO. Considerando que Tício laborava para a empresa há dez anos, em regra, ele terá mais

Questão 42

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito da equiparação salarial, analise:

I. Trabalho de igual valor, para efeitos de equiparação salarial, será o que for feito com igual produtividade e com a mesma perfeição técnica, entre pessoas cuja diferença de tempo de serviço não for superior a dois anos.

II. O trabalhador readaptado em nova função por motivo de deficiência física atestada pelo órgão competente da Previdência Social poderá servir de paradigma para fins de equiparação salarial.

III. Para efeitos da equiparação salarial, mesma localidade significa mesmo estabelecimento.

IV. Para efeito de equiparação de salários em caso de trabalho igual, conta-se o tempo de serviço na função e não no emprego.

Está correto o que consta APENAS em

Questão 43

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O contrato de trabalho de Ana foi extinto com o reconhecimento da culpa recíproca entre as partes pela Justiça do Trabalho. O contrato de trabalho de João foi extinto por força maior, também reconhecida pela Justiça do Trabalho. Nesses casos, com relação ao FGTS, a empresa empregadora de Ana e a de João pagarão multa de

Questão 44

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa

» Esta questão foi anulada pela banca.
Com relação à remuneração e ao salário, é certo que

Questão 45

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No processo do trabalho, considere as assertivas abaixo a respeito das Custas e Emolumentos judiciais:

I. A União e suas autarquias e fundações públicas federais que não explorem atividade econômica estão isentos do pagamento de custas, bem como de reembolsar as despesas judiciais realizadas pela parte vencedora.

II. As custas serão pagas pelo vencido, após o trânsito em julgado da decisão. No caso de recurso, as custas serão pagas e comprovado o recolhimento dentro do prazo recursal.

III. A parte vencedora na primeira instância, se vencida na segunda, está obrigada, independentemente de intimação, a pagar as custas fixadas na sentença originária, das quais ficará isenta a parte vencida.

IV. Entidades fiscalizadoras do exercício profissional, como, por exemplo, a Ordem dos Advogados do Brasil, estão isentas do pagamento das custas.

De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, está correto o que consta APENAS em

Questão 46

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em execução de sentença de reclamação trabalhista, despacho de magistrado determinou a realização de perícia contábil. A parte reclamante discordou da decisão, tendo em vista a necessidade de celeridade do processo para recebimento do crédito, indagando seu respectivo patrono da necessidade de recorrer da decisão. O recorrente foi informado que, neste caso,

Questão 47

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em regra, a petição inicial que estiver desacompanhada de documento indispensável à propositura da ação

Questão 48

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação aos prazos processuais, é certo que

Questão 49

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Maria ajuizou reclamação trabalhista em face de sua exempregadora, a empresa privada SSS, dando à causa o valor de R$ 16.500,00. Nesta reclamação,

Questão 50

TRT 18ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Considere as assertivas abaixo a respeito das provas:

I. O ônus de provar o término do contrato de trabalho, quando negados a prestação de serviços e o despedimento, é do empregado.

II. Em regra, a prova da jornada extraordinária é do empregado por tratar-se de fato constitutivo do seu direito.

III. É do empregador o ônus da prova do fato impeditivo, modificativo ou extintivo da equiparação salarial.

IV. O termo inicial do direito ao salário-família coincide com a prova da filiação e, em regra, se feita em juízo, corresponde à data do ajuizamento do pedido.

Está correto o que consta APENAS em



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