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TRT 2ª 2014 TRT 2ª 2018

TRT 2ª 2008

Analista Judiciário - Estatística

Questão 1

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
A afirmação que está no título do texto faz referência ao fato de que, para o autor:

Questão 2

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Atente para as seguintes afirmações:

I. A pergunta “qual futuro?”, no segundo parágrafo, expressa a perplexidade do autor diante da falta de respostas possíveis.

II. O período histórico referido no terceiro parágrafo foi marcado, segundo o autor, pela projeção de um futuro altamente promissor.

III. A restrição à declaração de George Steiner, no último parágrafo, deve-se à importância que o autor do texto atribui ao tempo futuro.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em:

Questão 3

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Considerando-se o contexto, estabelecem uma franca oposição entre si as seguintes expressões:

Questão 4

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Está clara e correta a redação do seguinte comentário sobre o texto:

Questão 5

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Estão plenamente respeitadas as normas de concordância verbal em:

Questão 6

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Transpondo-se para a voz passiva a construção a voz do futuro nos acorda, a forma verbal resultante será:

Questão 7

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Está inteiramente correta a construção da seguinte frase:

Questão 8

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
O futuro encolheu
 
Nós, modernos, nos voltamos sobretudo para o futuro.
 
Pois nos definimos pela capacidade de mudança – não pelo que
 
somos, mas pelo que poderíamos vir a ser: projetos e
5
potencialidades. O tempo da nossa vida é o futuro. Em nosso
 
despertar cotidiano, podemos ter uma experiência fugaz e
 
minoritária do presente, mas é a voz do futuro que nos acorda e
 
nos força a sair da cama.
 
A questão é: qual futuro? Ele pode ser de longo prazo:
10
desde o apelo do dever de produzir um mundo mais justo até o
 
medo das águas que subirão por causa do efeito estufa. Ou
 
então ele pode ser imediato: as tarefas do dia que começa, as
 
necessidades do fim do mês, a perspectiva de um encontro
 
poucas horas mais tarde.
15
Do século 17 ao começo do século 20, o tempo
 
dominante na experiência de nossa cultura parece ter sido um
 
futuro grandioso – projetos coletivos a longo prazo. Hoje
 
prevalece o futuro dos afazeres imediatos. Nada de utopia,
 
somente a agenda do dia.
20
Trata-se de uma nova experiência do tempo: uma manei-
 
ra original de ser e de criar. Como George Steiner se apressa a
 
declarar em seu livro Gramáticas da criação, não há por que
 
sermos nostálgicos dos futuros que já foram. Afinal, aqueles
 
futuros tornaram-se freqüentemente cúmplices da barbárie do
25
século. Por que será, então, que acho o futuro encolhido de
 
hoje um pouco inquietante?
 
É que o futuro não foi inventado, como sugere Steiner,
 
só para espantar a morte. O futuro nos serve também para
 
impor disciplina ao presente. Ele é nosso árbitro moral. Espera-
30
mos dele que avalie nossos atos. A qualidade de nossos atos
 
de hoje depende do futuro com o qual sonhamos. Receio que
 
futuros muito encolhidos comandem vidas francamente mes-
 
quinhas.
(Contardo Calligaris, Terra de ninguém)
Atente para as seguintes frases:

I. Caberia aos homens de hoje, que despacharam as utopias, buscar revigorá-las.

II. Os sonhos coletivos, que alimentaram tempos passados, deram lugar aos afazeres imediatos.

III. Preocupa-nos, hoje, muito mais a agenda do dia do que um projeto de longo prazo.

A supressão das vírgulas altera o sentido da frase SOMENTE em:

Questão 9

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
De acordo com o autor, os recursos da tecnologia:

Questão 10

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
O autor do texto estabelece um confronto entre dois tipos antagônicos de sociedade:

Questão 11

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
No contexto do segundo parágrafo, deve-se entender que:

Questão 12

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
Manipulada por uma sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.

A frase acima NÃO sofrerá alteração de sentido caso venhamos a iniciá-la com:

Questão 13

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
A tecnologia, servindo ao homem, liberta-o; mas se o homem endeusar a tecnologia, pondo a tecnologia acima de sua liberdade, tornará a tecnologia um instrumento de opressão social.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por:

Questão 14

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:

Questão 15

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1
Tecnologia e totalitarismo
 
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são al-
 
tas criações do espírito humano, mas não encerram, em si
 
mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela
5
pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida
 
em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode me-
 
lhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana,
 
contanto que o organismo social em que se insere faça dessa
 
meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma
10
sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e
 
predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação.
 
Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo
 
que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu
 
centro – a liberdade.
15
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem
 
a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a
 
pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço
 
do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É
 
esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de
20
uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da
 
televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças
 
e adultos, percamos nossa integridade originária e nos
 
transformemos em números anônimos, em consumidores de
 
mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Pla- neta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
Justificam-se ambos os usos do sinal de crase em:

Questão 16

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Começa a executar a partir da ROM quando o hardware é ligado. Exerce a função de identificar o dispositivo do sistema a ser inicializado para, em última instância, executar o carregador de boot. Este enunciado define

Questão 17

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O Windows XP possui um componente chamado “restauração do sistema” que atua sobre o registry. Esse componente salva periodicamente, além de outros estados de software,

Questão 18

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FAT, RAID e FTP são siglas aplicáveis, respectivamente, a

Questão 19

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A configuração de rede mais adequada para conectar computadores de − um pavimento − um estado − uma nação é, respectivamente:

Questão 20

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O protocolo mais comum utilizado para dar suporte ao correio eletrônico é o

Questão 21

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Quando o modo de substituição do editor BrOffice.org Writer estiver ativado, o cursor de texto terá o formato de

Questão 22

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A exibição de um * (asterisco) em um determinado campo da barra de status da planilha BrOffice.org Calc indica que apenas

Questão 23

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A personalização do Mozilla Thunderbird 2, por meio do gerenciamento de extensões e temas em um único lugar, ficou facilitada com o novo

Questão 24

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A função Live Bookmarks do Mozilla Firefox 2 permite receber

Questão 25

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O software que infecta um computador, cujo objetivo é criptografar arquivos nele armazenados e, na seqüência, cobrar um resgate do usuário para fornecer uma senha que possibilite decriptar os dados, é um malware do tipo

Questão 26

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1
 
Considere a distribuição de freqüências abaixo, re-
 
ferente aos salários dos empregados de uma
 
empresa em setembro de 2008.
5
 
O valor da média aritmética dos salários dos empregados desta empresa, calculado considerando que todos os valores incluídos num certo intervalo de classe são coincidentes com o ponto médio deste intervalo, pertence ao intervalo de classe que contém

Questão 27

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1
 
Considere a distribuição de freqüências abaixo, re-
 
ferente aos salários dos empregados de uma
 
empresa em setembro de 2008.
5
 
O valor da mediana dos salários dos empregados, obtido pelo método da interpolação linear, é igual a

Questão 28

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1
 
Considere a distribuição de freqüências abaixo, re-
 
ferente aos salários dos empregados de uma
 
empresa em setembro de 2008.
5
 
A amplitude do intervalo entre o valor do quinto decil e o valor do terceiro quartil, encontrados por interpolação linear, é igual a

Questão 29

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1
 
Considere a distribuição de freqüências abaixo, re-
 
ferente aos salários dos empregados de uma
 
empresa em setembro de 2008.
5
 
Utilizando o método da interpolação linear, o número de empregados da empresa que ganham salários menores ou iguais a R$ 2.100,00 é igual a

Questão 30

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A média aritmética dos salários dos 200 funcionários de uma empresa é igual a R$ 1.500,00. Caso haja a demissão de todos os funcionários que ganham, cada um, R$ 2.000,00 e admissão de 10 funcionários ganhando, cada um, R$ 1.200,00, a média aritmética fica com o valor de R$ 1.325,00. Isto significa que o número de funcionários da empresa passa a ser de

Questão 31

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Com relação às definições e propriedades da média aritmética e da variância, é correto afirmar:

Questão 32

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Em uma grande cidade, a probabilidade de uma pessoa responder corretamente a uma questão formulada por um entrevistador é igual a 40%. Selecionando ao acaso três pessoas sem reposição e fazendo a pergunta para cada uma independentemente, a probabilidade de pelo menos uma acertar a resposta é igual a

Questão 33

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A probabilidade de que Antônio esteja vivo daqui a 10 anos é igual a 80% e de que Paulo o esteja daqui a 10 anos é 70%. Então, a probabilidade de que somente um deles esteja vivo daqui a 10 anos é igual a

Questão 34

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Considere que 60% do total dos títulos que um investidor possui é do tipo X e o restante do tipo Y. A probabilidade do título X apresentar uma taxa de retorno igual ou superior à taxa de inflação é igual a 80% e do título Y igual a 50%. Selecionando ao acaso um título entre estes em poder do investidor e verificando que a taxa de retorno apresentada foi inferior à taxa de inflação, a probabilidade dele ser um título do tipo Y é igual a

Questão 35

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Uma variável aleatória contínua X tem média igual a 100 e desvio padrão igual a 10. Então, pelo Teorema de Tchebyshev, a probabilidade mínima de que X pertença ao intervalo (75, 125) é igual a

Questão 36

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» Esta questão foi anulada pela banca.
Considere que a duração, em anos, de um equipamento em uma indústria é uma variável aleatória contínua X com a seguinte função densidade de probabilidade:


A probabilidade deste equipamento apresentar uma duração superior a 1 ano é igual a

Questão 37

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Seja X uma variável aletória. Sabe-se que a média e a variância da variável aleatória Y = 2X + 1 são 9 e 36, respectivamente. Então, a média e a variância de X são, respectivamente,

Questão 38

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O número de peças vendidas diariamente numa loja pode ser considerada como uma variável aleatória X com a seguinte distribuição de probabilidades:


Sabendo que em um determinado dia o número de peças vendidas não foi nulo, então a probabilidade de ter sido inferior a 4 é igual a

Questão 39

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O gerente de uma empresa espera, em um determinado ano, obter os seguintes Índices de Lucratividade em função dos cenários “Bom”, “Médio” e “Ruim”:


A esperança matemática do respectivo Índice de Lucratividade é igual a

Questão 40

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O número de peças defeituosas fabricadas por uma empresa tem distribuição de Poisson, com uma taxa média de 1 peça defeituosa por 1.000 peças fabricadas. Adquirindo 100 peças desta empresa, a probabilidade de, no máximo, uma peça ser defeituosa é igual a

Questão 41

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Seja X uma variável aleatória discreta com distribuição geométrica de parâmetro p, média igual a 4 e com a função de probabilidade definida como P(X = K) = p(1 − p)K − 1, K = 1, 2, 3, ... . Então P(X = 2) é igual a

Questão 42

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Uma variável aleatória X é uniformemente distribuída no intervalo [1, 5]. A média e a variância correspondentes são, respectivamente,

Questão 43

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1
 
Considere a tabela abaixo, que fornece os valores
 
das probabilidades P(Z ≥ z) para a distribuição
 
normal padrão.
5
 
O número de processos analisados em uma repartição pública por semana apresenta uma distribuição normal, com média igual a 50 processos e desvio padrão igual a 10 processos. A probabilidade de, em uma determinada semana, ser analisado um número de processos menor ou igual a 40 é igual a

Questão 44

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1
 
Considere a tabela abaixo, que fornece os valores
 
das probabilidades P(Z ≥ z) para a distribuição
 
normal padrão.
5
 
As taxas de retorno no mercado de um determinado investimento distribuem-se normalmente com média igual a 5% e desvio padrão igual a 4%. Selecionando ao acaso uma taxa de retorno, a probabilidade dela não ser nula ou negativa é igual a

Questão 45

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1
 
Considere a tabela abaixo, que fornece os valores
 
das probabilidades P(Z ≥ z) para a distribuição
 
normal padrão.
5
 
As alturas dos estudantes em uma escola apresentam uma distribuição considerada normal. Sabendo-se que apenas 16% dos estudantes apresentam uma altura igual ou superior a 170 cm e que 40% são iguais ou inferiores a 145 cm, temse que a média das alturas dos estudantes é igual a

Questão 46

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1
 
Considere a tabela abaixo, que fornece os valores
 
das probabilidades P(Z ≥ z) para a distribuição
 
normal padrão.
5
 
Seja W = (X , Y) uma variável aleatória com distribuição normal bivariada, com vetor de médias e matriz de covariâncias . Uma amostra aleatória simples de 100 observações (Xi, Yi) i = 1, 2, 3, ..., 100 da distribui- ção de W, forneceu os valores para as respectivas médias de Xi e Yi, respectivamente. A probabilidade de que a diferença, em valor absoluto, entre e (µx − µy) seja superior ou igual a 1 é

Questão 47

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Seja a função densidade de probabilidade conjunta de (X, Y) dada por


A função distribuição no ponto (1/4, 1) é igual a

Questão 48

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Considere que T’ e T’’ são dois estimadores de um parâmetro T. Com relação à teoria da Estimação, é correto afirmar que:

Questão 49

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Em uma cidade, considerada com uma população de tamanho infinito, é feito um estudo objetivando detectar a proporção de habitantes que preferem a marca do sabonete X. Uma amostra piloto forneceu um valor de 20% para essa proporção. Deseja-se obter um intervalo de confiança de 95% para a proporção, tendo o intervalo uma amplitude de 10%. Se a distribuição amostral da freqüência relativa dos habitantes que preferem a marca do sabonete X é normal e utilizando a informação da distribuição normal padrão (Z) que a probabilidade P(|Z| ≤ 2) = 95%, tem-se que o tamanho da amostra deve ser de

Questão 50

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A vida das lâmpadas fabricadas por uma empresa apresenta uma distribuição normal com uma variância populacional igual a 400 (horas)2 . Extrai-se uma amostra de 64 lâmpadas e verifica-se que a respectiva vida média é igual a 1.200 horas. Considerando a população de tamanho infinito e a informação da distribuição normal padrão (Z) que a probabilidade P(Z > 2) = 2,5%, tem-se que o intervalo de confiança de 95% para a vida média das lâmpadas é

Questão 51

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
Para uma experiência realizada com referência à medição do comprimento de determinada peça fabricada por uma grande indústria, utilizou-se uma amostra aleatória de 16 peças, apurando-se uma média de 0,9 m e um desvio padrão de 0,2 m. Supondo que os comprimentos das peças tenham uma distribuição normal, com média µ e variância desconhecida, deseja-se saber, ao nível de significância de 5%, se o comprimento da peça não é inferior a 1 m. Seja H0 a hipótese nula do teste (µ = 1 m),H1 a hipótese alternativa (µ < 1 m ) e t0,05 = −1,75 o quantil da distribuição t de Student tabelado para teste unicaudal, com 15 graus de liberdade. Então, pelo teste t de Student,

Questão 52

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
A amostra 12, 10, 15, 18, 24 foi extraída de uma população com função de densidade , com 0 < x < λ. O estimador de máxima verossimilhança da variância da população é igual a

Questão 53

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
Um teste não-paramétrico adequado para decidir se 10 amostras independentes provêm de populações diferentes, com a suposição que a variável em estudo tenha distribuição inerente contínua com mensuração no mínimo ao nível ordinal, é o Teste

Questão 54

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
A tabela abaixo corresponde ao resultado de um concurso aplicado a 100 pessoas. Foram formados dois grupos (A e B) com 50 pessoas cada um. O grupo A recebeu um treinamento para participar do concurso e o grupo B não.


Deseja-se saber se o resultado do concurso depende do treinamento utilizando o teste qui-quadrado ao nível de significância de 5%.

Dados:
Valores críticos da distribuição qui-quadrado [P (qui-quadrado com n graus de liberdade < valor tabelado) = 1 − α]


O valor do qui-quadrado observado e a respectiva conclusão é

Questão 55

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
 
Considere as informações abaixo, referentes
 
ao modelo de regressão linear simples
 
Yi = α + βXi + εi, em que α e β são parâmetros
5
desconhecidos e εi é o erro aleatório na observa-
 
ção i, com as respectivas hipóteses consideradas
 
para o modelo de regressão linear simples:
 
a) Utilizou-se para obtenção das estimativas de α e β
 
o método dos mínimos quadrados, com base em
10
uma amostra de 10 pares de observações
 
(Xi, Yi) i = 1, 2, 3, ... 10. A estimativa encontrada para
 
foi de 1,5.
 
b) e
 
em que i é o valor da
15
previsão de Y, obtido pela equação da reta de mínimos
 
quadrados para a observação Xi e a média
 
aritmética dos valores de Yi.
Para testar a existência da regressão, o valor da estatística F (F calculado) utilizado para comparação com o F tabelado (variável F de Snedecor com m graus de liberdade no numerador e n graus de liberdade no denominador, ao nível de significância ) é igual a

Questão 56

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
 
Considere as informações abaixo, referentes
 
ao modelo de regressão linear simples
 
Yi = α + βXi + εi, em que α e β são parâmetros
5
desconhecidos e εi é o erro aleatório na observa-
 
ção i, com as respectivas hipóteses consideradas
 
para o modelo de regressão linear simples:
 
a) Utilizou-se para obtenção das estimativas de α e β
 
o método dos mínimos quadrados, com base em
10
uma amostra de 10 pares de observações
 
(Xi, Yi) i = 1, 2, 3, ... 10. A estimativa encontrada para
 
foi de 1,5.
 
b) e
 
em que i é o valor da
15
previsão de Y, obtido pela equação da reta de mínimos
 
quadrados para a observação Xi e a média
 
aritmética dos valores de Yi.
O valor da estimativa do parâmetro é igual a

Questão 57

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
1
 
Considere as informações abaixo, referentes
 
ao modelo de regressão linear simples
 
Yi = α + βXi + εi, em que α e β são parâmetros
5
desconhecidos e εi é o erro aleatório na observa-
 
ção i, com as respectivas hipóteses consideradas
 
para o modelo de regressão linear simples:
 
a) Utilizou-se para obtenção das estimativas de α e β
 
o método dos mínimos quadrados, com base em
10
uma amostra de 10 pares de observações
 
(Xi, Yi) i = 1, 2, 3, ... 10. A estimativa encontrada para
 
foi de 1,5.
 
b) e
 
em que i é o valor da
15
previsão de Y, obtido pela equação da reta de mínimos
 
quadrados para a observação Xi e a média
 
aritmética dos valores de Yi.
Utilizando a equação da reta obtida pelo método dos mínimos quadrados, tem-se, para um determinado valor de X, uma previsão para Y de um valor igual a 173. Então, neste caso, X é igual a

Questão 58

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
Considere o seguinte modelo auto-regressivo de ordem 1, em que ∈t caracteriza o processo conhecido como ruído branco de média zero e variância σ2:

yt = θyt −1 + εt

Sabendo que a série yt é estacionária e que , sendo r um número real, tem-se que

Questão 59

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
O modelo a seguir corresponde a uma série temporal em que εt é o ruído branco de média zero e variância σ2:

Yt = 2 + εt + 0,4 εt - 1

A média e a variância do processo são, respectivamente,

Questão 60

TRT 2ª 2008 - FCC - Analista Judiciário - Estatística
A técnica da análise multivariada empregada para descobrir as características que distinguem os membros de um grupo dos de outro, de modo que, conhecidas as características de um novo indivíduo, se possa prever a que grupo pertence, é a análise



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