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TRT 6ª 2006 TRT 6ª 2015 TRT 6ª 2018

TRT 6ª 2012

Analista Judiciário - Administrativa

* As numerações que você vê abaixo não correspondem à numeração original da prova. Alguns ajustes foram necessário para colocar estas questões no sistema
Questão 1

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
No que diz respeito ao ensino religioso na escola pública, o autor mantém-se

Questão 2

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
No que diz respeito ao ensino religioso na escola pública, o autor mantém-se

Questão 3

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Atente para estas afirmações:

I. Ao se declarar um cidadão ao mesmo tempo ateu e liberal, o autor enaltece essa sua dupla condição pessoal valendo-se do exemplo da própria CNBB.

II. A falta de oportunidade para se acessarem mensagens religiosas poderia ser suprida, segundo o autor, pela criação de redes de comunicação voltadas para esse fim.

III. Nos dois últimos parágrafos, o autor mostra não reconhecer nem legitimidade nem prioridade para a implementação do ensino religioso na escola pública.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em

Questão 4

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Atente para estas afirmações:

I. Ao se declarar um cidadão ao mesmo tempo ateu e liberal, o autor enaltece essa sua dupla condição pessoal valendo-se do exemplo da própria CNBB.

II. A falta de oportunidade para se acessarem mensagens religiosas poderia ser suprida, segundo o autor, pela criação de redes de comunicação voltadas para esse fim.

III. Nos dois últimos parágrafos, o autor mostra não reconhecer nem legitimidade nem prioridade para a implementação do ensino religioso na escola pública.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em

Questão 5

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Pode-se inferir, com base numa afirmação do texto, que

Questão 6

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Pode-se inferir, com base numa afirmação do texto, que

Questão 7

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente um segmento em:

Questão 8

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente um segmento em:

Questão 9

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto: O articulista da Folha de S. Paulo

Questão 10

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto: O articulista da Folha de S. Paulo

Questão 11

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
A concordância verbal está plenamente observada na frase:

Questão 12

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
A concordância verbal está plenamente observada na frase:

Questão 13

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
O Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado já dá conta.

A nova redação da frase acima estará correta caso se substitua o elemento sublinhado por

Questão 14

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
O Estado deve ficar fora das atividades de que o setor privado já dá conta.

A nova redação da frase acima estará correta caso se substitua o elemento sublinhado por

Questão 15

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
(...) ele afirma que não faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo.

Mantém-se, corretamente, o sentido da frase acima substituindo-se o segmento sublinhado por:

Questão 16

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
(...) ele afirma que não faz sentido nem obrigar uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo.

Mantém-se, corretamente, o sentido da frase acima substituindo-se o segmento sublinhado por:

Questão 17

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
A pontuação está plenamente adequada no período:

Questão 18

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
A pontuação está plenamente adequada no período:

Questão 19

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Transpondo-se para a voz passiva a frase Sempre haverá quem rejeite a interferência do Estado nas questões religiosas, mantendo-se a correta correlação entre tempos e modos verbais, ela ficará:

Questão 20

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Concordo plenamente com Dom Tarcísio Scaramussa,
 
da CNBB, quando ele afirma que não faz sentido nem obrigar
 
uma pessoa a rezar nem proibi-la de fazê-lo. A declaração do
 
prelado vem como crítica à professora de uma escola pública de
5
Minas Gerais que hostilizou um aluno ateu que se recusara a
 
rezar o pai-nosso em sua aula.
 
É uma boa ocasião para discutir o ensino religioso na
 
rede pública, do qual a CNBB é entusiasta. Como ateu, não
 
abraço nenhuma religião, mas, como liberal, não pretendo que
10
todos pensem do mesmo modo. Admitamos, para efeitos de
 
argumentação, que seja do interesse do Estado que os jovens
 
sejam desde cedo expostos ao ensino religioso. Deve-se então
 
perguntar se essa é uma tarefa que cabe à escola pública ou se
 
as próprias organizações são capazes de supri-la, com seus
15
programas de catequese, escolas dominicais etc.
 
A minha impressão é a de que não faltam oportunidades
 
para conhecer as mais diversas mensagens religiosas, onipre-
 
sentes em rádios, TVs e também nas ruas. Na cidade de São
 
Paulo, por exemplo, existem mais templos (algo em torno de
20
4.000) do que escolas públicas (cerca de 1.700). Creio que aqui
 
vale a regra econômica, segundo a qual o Estado deve ficar fora
 
das atividades de que o setor privado já dá conta.
 
Outro ponto importante é o dos custos. Não me parece
 
que faça muito sentido gastar recursos com professores de re-
25
ligião, quando faltam os de matemática, português etc. Ao con-
 
trário do que se dá com a religião, é difícil aprender física na
 
esquina.
 
Até 1997, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação acer-
 
tadamente estabelecia que o ensino religioso nas escolas ofi-
30
ciais não poderia representar ônus para os cofres públicos. A
 
bancada religiosa emendou a lei para empurrar essa conta para
 
o Estado. Não deixa de ser um caso de esmola com o chapéu
 
alheio.
(Hélio Schwartsman. Folha de S. Paulo, 06/04/2012)
Transpondo-se para a voz passiva a frase Sempre haverá quem rejeite a interferência do Estado nas questões religiosas, mantendo-se a correta correlação entre tempos e modos verbais, ela ficará:

Questão 21

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Para fazer um trabalho, um professor vai dividir os seus 86 alunos em 15 grupos, alguns formados por cinco, outros formados por seis alunos. Dessa forma, sendo C o número de grupos formados por cinco e S o número de grupos formados por seis alunos, o produto C⋅S será igual a

Questão 22

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Para fazer um trabalho, um professor vai dividir os seus 86 alunos em 15 grupos, alguns formados por cinco, outros formados por seis alunos. Dessa forma, sendo C o número de grupos formados por cinco e S o número de grupos formados por seis alunos, o produto C⋅S será igual a

Questão 23

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Uma faculdade possui cinco salas equipadas para a projeção de filmes (I, II, III, IV e V). As salas I e II têm capacidade para 200 pessoas e as salas III, IV e V, para 100 pessoas. Durante um festival de cinema, as cinco salas serão usadas para a projeção do mesmo filme. Os alunos serão distribuídos entre elas conforme a ordem de chegada, seguindo o padrão descrito abaixo:

A partir da 8a pessoa, o padrão se repete (I, III, II, IV, I, V, II...). Nessas condições, a 496a pessoa a chegar assistirá ao filme na sala

Questão 24

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Uma faculdade possui cinco salas equipadas para a projeção de filmes (I, II, III, IV e V). As salas I e II têm capacidade para 200 pessoas e as salas III, IV e V, para 100 pessoas. Durante um festival de cinema, as cinco salas serão usadas para a projeção do mesmo filme. Os alunos serão distribuídos entre elas conforme a ordem de chegada, seguindo o padrão descrito abaixo:

A partir da 8a pessoa, o padrão se repete (I, III, II, IV, I, V, II...). Nessas condições, a 496a pessoa a chegar assistirá ao filme na sala

Questão 25

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em um determinado ano, o mês de abril, que possui um total de 30 dias, teve mais domingos do que sábados. Nesse ano, o feriado de 1o de maio ocorreu numa

Questão 26

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em um determinado ano, o mês de abril, que possui um total de 30 dias, teve mais domingos do que sábados. Nesse ano, o feriado de 1o de maio ocorreu numa

Questão 27

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
As normas de redação dos documentos oficiais estão inteiramente respeitadas em:

Questão 28

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
As normas de redação dos documentos oficiais estão inteiramente respeitadas em:

Questão 29

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em um edifício, 40% dos condôminos são homens e 60% são mulheres. Dentre os homens, 80% são favoráveis à construção de uma quadra de futebol. Para que a construção seja aprovada, pelo menos a metade dos condôminos deve ser a favor. Supondo que nenhum homem mude de opinião, para que a construção seja aprovada, o percentual de mulheres favoráveis deve ser, no mínimo,

Questão 30

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em um edifício, 40% dos condôminos são homens e 60% são mulheres. Dentre os homens, 80% são favoráveis à construção de uma quadra de futebol. Para que a construção seja aprovada, pelo menos a metade dos condôminos deve ser a favor. Supondo que nenhum homem mude de opinião, para que a construção seja aprovada, o percentual de mulheres favoráveis deve ser, no mínimo,

Questão 31

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O processo de monitoramento de programas de governo pressupõe

Questão 32

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O processo de monitoramento de programas de governo pressupõe

Questão 33

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Como uma das dimensões do Estado contemporâneo empreendedor, o princípio da desconcentração se efetiva por meio

Questão 34

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Como uma das dimensões do Estado contemporâneo empreendedor, o princípio da desconcentração se efetiva por meio

Questão 35

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação às características inovadoras do Plano Plurianual − PPA no ciclo orçamentário brasileiro, considere:

I. É aprovado por lei anual, sujeita a prazos e ritos ordinários de tramitação. Tem vigência do primeiro ano de um mandato presidencial até o último ano do respectivo mandato.

II. O PPA é dividido em planos de ações, e cada plano deverá conter indicadores que representem a situação que o plano visa a alterar, necessidade de bens e serviços para a correta efetivação do previsto, ações não previstas no orçamento da União e regionalização do plano.

III. Os programas não serão executados por uma unidade responsável competente, pois durante a execução dos trabalhos várias unidades da esfera pública serão envolvidas.

IV. O PPA prevê que sempre se deva buscar a integração das várias esferas do poder público (federal, estadual e municipal), e também destas com o setor privado.

V. Prevê a atuação do governo, durante o período mencionado, em programas de duração continuada já instituídos ou a instituir no médio prazo.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 36

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação às características inovadoras do Plano Plurianual − PPA no ciclo orçamentário brasileiro, considere:

I. É aprovado por lei anual, sujeita a prazos e ritos ordinários de tramitação. Tem vigência do primeiro ano de um mandato presidencial até o último ano do respectivo mandato.

II. O PPA é dividido em planos de ações, e cada plano deverá conter indicadores que representem a situação que o plano visa a alterar, necessidade de bens e serviços para a correta efetivação do previsto, ações não previstas no orçamento da União e regionalização do plano.

III. Os programas não serão executados por uma unidade responsável competente, pois durante a execução dos trabalhos várias unidades da esfera pública serão envolvidas.

IV. O PPA prevê que sempre se deva buscar a integração das várias esferas do poder público (federal, estadual e municipal), e também destas com o setor privado.

V. Prevê a atuação do governo, durante o período mencionado, em programas de duração continuada já instituídos ou a instituir no médio prazo.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 37

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O estilo tradicional de direção (Teoria X) está apoiado numa concepção da natureza humana que enfatiza

Questão 38

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O estilo tradicional de direção (Teoria X) está apoiado numa concepção da natureza humana que enfatiza

Questão 39

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O comportamento ético na gestão pública exige que se valorize

Questão 40

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O comportamento ético na gestão pública exige que se valorize

Questão 41

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os direitos sociais reconhecidos aos trabalhadores pela Constituição Federal

Questão 42

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os direitos sociais reconhecidos aos trabalhadores pela Constituição Federal

Questão 43

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Rodolfo, com 18 anos de idade, deseja, pela primeira vez, concorrer para o cargo de Vereador em Município que pertence ao mesmo Estado no qual seu pai é Deputado Estadual. Neste caso, segundo a Constituição, Rodolfo

Questão 44

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Rodolfo, com 18 anos de idade, deseja, pela primeira vez, concorrer para o cargo de Vereador em Município que pertence ao mesmo Estado no qual seu pai é Deputado Estadual. Neste caso, segundo a Constituição, Rodolfo

Questão 45

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em decisão recente, o Supremo Tribunal Federal considerou que o Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei no 10.671/2003) cuida de matéria que se insere dentre as competências concorrentes, na medida em que compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre educação, cultura, ensino e desporto. Nesse sentido, no âmbito da competência concorrente, o Estatuto de Defesa do Torcedor estabelece normas

Questão 46

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em decisão recente, o Supremo Tribunal Federal considerou que o Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei no 10.671/2003) cuida de matéria que se insere dentre as competências concorrentes, na medida em que compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre educação, cultura, ensino e desporto. Nesse sentido, no âmbito da competência concorrente, o Estatuto de Defesa do Torcedor estabelece normas

Questão 47

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos, o Procurador-Geral da República, com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte, poderá

Questão 48

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos, o Procurador-Geral da República, com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte, poderá

Questão 49

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
João, brasileiro naturalizado, com 62 anos de idade, é nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Presidente da República, depois de aprovada sua escolha pela maioria absoluta do Congresso Nacional. João não era juiz de carreira, atuava como advogado trabalhista e lecionava em uma Faculdade de Direito. A arguição pública a que fora submetido comprovou que tinha notável saber jurídico e reputação ilibada. Desta hipótese, conclui-se que o processo para a nomeação de João

Questão 50

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
João, brasileiro naturalizado, com 62 anos de idade, é nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Presidente da República, depois de aprovada sua escolha pela maioria absoluta do Congresso Nacional. João não era juiz de carreira, atuava como advogado trabalhista e lecionava em uma Faculdade de Direito. A arguição pública a que fora submetido comprovou que tinha notável saber jurídico e reputação ilibada. Desta hipótese, conclui-se que o processo para a nomeação de João

Questão 51

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação às Fontes do Direito do Trabalho, considere:

I. A Lei Ordinária que prevê disposições a respeito do 13o salário é uma fonte material autônoma.

II. As fontes heterônimas decorrem do exercício da autonomia privada, ou seja, sujeitos distintos do Estado possuem a faculdade de editar.

III. O contrato individual de emprego é uma fonte autônoma.

IV. A Convenção Coletiva de Trabalho é uma fonte autônoma.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 52

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação às Fontes do Direito do Trabalho, considere:

I. A Lei Ordinária que prevê disposições a respeito do 13o salário é uma fonte material autônoma.

II. As fontes heterônimas decorrem do exercício da autonomia privada, ou seja, sujeitos distintos do Estado possuem a faculdade de editar.

III. O contrato individual de emprego é uma fonte autônoma.

IV. A Convenção Coletiva de Trabalho é uma fonte autônoma.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 53

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Afrodite trabalha em posto de revenda de combustível líquido, possuindo contato permanente com líquidos combustíveis. Neste caso, de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, ela terá direito ao adicional de

Questão 54

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Afrodite trabalha em posto de revenda de combustível líquido, possuindo contato permanente com líquidos combustíveis. Neste caso, de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, ela terá direito ao adicional de

Questão 55

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Em Fevereiro de 2012, Artêmis e Hera, empregadas da empresa “XX”, receberam aviso prévio de rescisão injustificada de contrato individual de trabalho por prazo indeterminado. Considerando que Artêmis possuía três anos de serviço na empresa “XX” e Hera dez anos, elas terão direito ao Aviso Prévio de

Questão 56

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa

» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Em Fevereiro de 2012, Artêmis e Hera, empregadas da empresa “XX”, receberam aviso prévio de rescisão injustificada de contrato individual de trabalho por prazo indeterminado. Considerando que Artêmis possuía três anos de serviço na empresa “XX” e Hera dez anos, elas terão direito ao Aviso Prévio de

Questão 57

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Clodoaldo, empregado da empresa “VV” há cinco anos, forneceu informação falsa quanto às suas necessidades de deslocamento de sua residência para o seu local de trabalho, visando receber maiores vantagens a título de vale transporte. Neste caso, Clodoaldo

Questão 58

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Clodoaldo, empregado da empresa “VV” há cinco anos, forneceu informação falsa quanto às suas necessidades de deslocamento de sua residência para o seu local de trabalho, visando receber maiores vantagens a título de vale transporte. Neste caso, Clodoaldo

Questão 59

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No lojinha “Xérox e companhia” trabalham desde 2008 apenas duas empregadas, Loira e Linda, que são, respectivamente, mãe e filha. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, Loira e Linda

Questão 60

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No lojinha “Xérox e companhia” trabalham desde 2008 apenas duas empregadas, Loira e Linda, que são, respectivamente, mãe e filha. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho, Loira e Linda

Questão 61

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação ao Grupo Econômico, considere:

I. O Grupo Econômico não se caracteriza, necessariamente, pela natureza das sociedades que o integram.

II. O Grupo de Empresas pode não ter personalidade jurídica e existir de fato.

III. A sociedade de economia mista, as entidades beneficentes e os sindicatos podem fazer parte de um grupo econômico.

IV. É possível a soma do tempo de serviço prestado para as diversas empresas do grupo para efeito de férias.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 62

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação ao Grupo Econômico, considere:

I. O Grupo Econômico não se caracteriza, necessariamente, pela natureza das sociedades que o integram.

II. O Grupo de Empresas pode não ter personalidade jurídica e existir de fato.

III. A sociedade de economia mista, as entidades beneficentes e os sindicatos podem fazer parte de um grupo econômico.

IV. É possível a soma do tempo de serviço prestado para as diversas empresas do grupo para efeito de férias.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 63

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Branca Pink, empregada da empregada “T” obteve a guarda judicial da menor Soraya de 7 anos de idade para fins de adoção. Neste caso, segundo a Consolidação das Leis Trabalhista, Branca Pink

Questão 64

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Branca Pink, empregada da empregada “T” obteve a guarda judicial da menor Soraya de 7 anos de idade para fins de adoção. Neste caso, segundo a Consolidação das Leis Trabalhista, Branca Pink

Questão 65

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com a Lei no 8.666/1993, constitui hipótese de inexigibilidade de licitação

Questão 66

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com a Lei no 8.666/1993, constitui hipótese de inexigibilidade de licitação

Questão 67

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com a Lei nº 10.520/2002, que trata da modalidade licitatória pregão,

Questão 68

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com a Lei nº 10.520/2002, que trata da modalidade licitatória pregão,

Questão 69

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No curso da execução de contrato administrativo regido pela Lei nº 8.666/1993 para a construção de uma rodovia, identificou-se a necessidade de alteração do projeto inicial para melhor adequação técnica. A alteração importou majoração dos encargos do contratado, em relação àqueles tomados por base para o oferecimento de sua proposta na fase de licitação. Diante dessa situação, a Administração contratante

Questão 70

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No curso da execução de contrato administrativo regido pela Lei nº 8.666/1993 para a construção de uma rodovia, identificou-se a necessidade de alteração do projeto inicial para melhor adequação técnica. A alteração importou majoração dos encargos do contratado, em relação àqueles tomados por base para o oferecimento de sua proposta na fase de licitação. Diante dessa situação, a Administração contratante

Questão 71

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com a Lei nº 8.112/1990, o servidor público sujeita-se à penalidade de

Questão 72

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
De acordo com a Lei nº 8.112/1990, o servidor público sujeita-se à penalidade de

Questão 73

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A interdição de estabelecimento comercial privado por autoridade administrativa constitui exemplo do exercício do poder

Questão 74

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A interdição de estabelecimento comercial privado por autoridade administrativa constitui exemplo do exercício do poder

Questão 75

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito das modalidades licitatórias previstas na Lei nº 8.666/1993 e legislação correlata, é correto afirmar que se aplica

Questão 76

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A respeito das modalidades licitatórias previstas na Lei nº 8.666/1993 e legislação correlata, é correto afirmar que se aplica

Questão 77

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que diz respeito a convalidação dos atos administrativos, é correto afirmar que

Questão 78

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No que diz respeito a convalidação dos atos administrativos, é correto afirmar que

Questão 79

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na estrutura organizacional de tipo linear

Questão 80

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na estrutura organizacional de tipo linear

Questão 81

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação às convergências e diferenças entre a gestão pública e a gestão privada, considere as afirmativas a seguir.

I. As empresas devem suas receitas aos seus clientes. Os governos têm os tributos como fonte exclusiva de receita.

II. Os clientes só pagam às empresas se comprarem seus produtos, mas pagam ao governo mesmo que não estejam "consumindo" seus serviços.

III. As empresas normalmente operam em um ambiente competitivo (seus clientes podem trocar de fornecedor se não estiverem satisfeitos), já os governos sempre operam por meio de monopólios.

IV. Os cidadãos controlam o governo por meio das eleições, já as empresas privadas são controladas pelo mercado.

V. A Administração Pública só pode fazer o que estiver autorizado em lei, enquanto o gestor privado pode fazer tudo que não estiver proibido.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 82

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Com relação às convergências e diferenças entre a gestão pública e a gestão privada, considere as afirmativas a seguir.

I. As empresas devem suas receitas aos seus clientes. Os governos têm os tributos como fonte exclusiva de receita.

II. Os clientes só pagam às empresas se comprarem seus produtos, mas pagam ao governo mesmo que não estejam "consumindo" seus serviços.

III. As empresas normalmente operam em um ambiente competitivo (seus clientes podem trocar de fornecedor se não estiverem satisfeitos), já os governos sempre operam por meio de monopólios.

IV. Os cidadãos controlam o governo por meio das eleições, já as empresas privadas são controladas pelo mercado.

V. A Administração Pública só pode fazer o que estiver autorizado em lei, enquanto o gestor privado pode fazer tudo que não estiver proibido.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 83

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A gestão adequada para evitar a difusão de boatos que distorcem as mensagens entre a direção e os níveis intermediários de gestão deve focar prioritariamente os fluxos de informação

Questão 84

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A gestão adequada para evitar a difusão de boatos que distorcem as mensagens entre a direção e os níveis intermediários de gestão deve focar prioritariamente os fluxos de informação

Questão 85

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
As redes organizacionais se caracterizam por

Questão 86

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
As redes organizacionais se caracterizam por

Questão 87

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na gestão de desempenho em órgãos públicos deve-se focalizar prioritariamente

Questão 88

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na gestão de desempenho em órgãos públicos deve-se focalizar prioritariamente

Questão 89

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na gestão de pessoas no setor público deve-se utilizar os quadros terceirizados em

Questão 90

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Na gestão de pessoas no setor público deve-se utilizar os quadros terceirizados em

Questão 91

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A Prefeitura ABC apresentou as seguintes informações relativas a Receitas e Despesas:

Com base nessas informações e de acordo com o regime contábil misto, o resultado do exercício de 2012 foi, em R$ (mil),

Questão 92

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A Prefeitura ABC apresentou as seguintes informações relativas a Receitas e Despesas:

Com base nessas informações e de acordo com o regime contábil misto, o resultado do exercício de 2012 foi, em R$ (mil),

Questão 93

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Restos a Pagar Processado refere-se a despesa

Questão 94

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Restos a Pagar Processado refere-se a despesa

Questão 95

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

A economia orçamentária apurada pela entidade Vale Norte, em R$ (mil), era:

Questão 96

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

A economia orçamentária apurada pela entidade Vale Norte, em R$ (mil), era:

Questão 97

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

A arrecadação das Receitas Correntes apresentou

Questão 98

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

1
Com base nos dados do Balanço Orçamentário da entidade Vale Norte, de 31.12.2011, abaixo, responda às questões a seguir.
 

A arrecadação das Receitas Correntes apresentou

Questão 99

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em relação às Demonstrações Contábeis, considere:

I. O Saldo Patrimonial é evidenciado no Balanço Patrimonial.

II. O principal objetivo da Demonstração das Variações Patrimoniais é demonstrar a movimentação financeira do disponível.

III. A movimentação extra-orçamentária é evidenciada no Balanço Orçamentário.

IV. O resultado patrimonial de cada exercício é incorporado ao saldo patrimonial do Balanço Patrimonial.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 100

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em relação às Demonstrações Contábeis, considere:

I. O Saldo Patrimonial é evidenciado no Balanço Patrimonial.

II. O principal objetivo da Demonstração das Variações Patrimoniais é demonstrar a movimentação financeira do disponível.

III. A movimentação extra-orçamentária é evidenciada no Balanço Orçamentário.

IV. O resultado patrimonial de cada exercício é incorporado ao saldo patrimonial do Balanço Patrimonial.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 101

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O Princípio Orçamentário que determina a inclusão na Lei Orçamentária Anual de todas as receitas e despesas orçamentárias é o da

Questão 102

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O Princípio Orçamentário que determina a inclusão na Lei Orçamentária Anual de todas as receitas e despesas orçamentárias é o da

Questão 103

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em relação ao Plano Plurianual, considere:

I. Lei que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas correntes e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

II. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Plano

Plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

III. Lei que dispõe sobre o Plano Plurianual estabelece as normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos e das operações de créditos para as despesas de capital.

IV. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o Plano Plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.

Está correto o que se afirma apenas em

Questão 104

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Em relação ao Plano Plurianual, considere:

I. Lei que estabelece, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas da administração pública federal para as despesas correntes e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada.

II. Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no Plano

Plurianual, ou sem lei que autorize a inclusão, sob pena de crime de responsabilidade.

III. Lei que dispõe sobre o Plano Plurianual estabelece as normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas financiados com recursos dos orçamentos e das operações de créditos para as despesas de capital.

IV. Os planos e programas nacionais, regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o Plano Plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional.

Está correto o que se afirma apenas em

Questão 105

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No Anexo de Metas Fiscais, parte integrante do projeto de lei de diretrizes orçamentárias, estão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. O Anexo de Metas Fiscais contém

Questão 106

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No Anexo de Metas Fiscais, parte integrante do projeto de lei de diretrizes orçamentárias, estão estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes. O Anexo de Metas Fiscais contém

Questão 107

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A prefeitura ABC precisa executar no exercício de 2012 uma despesa orçamentária relativa a Obras NÃO incluída na Lei Orçamentária do referido exercício. A prefeitura deverá utilizar o crédito adicional

Questão 108

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
A prefeitura ABC precisa executar no exercício de 2012 uma despesa orçamentária relativa a Obras NÃO incluída na Lei Orçamentária do referido exercício. A prefeitura deverá utilizar o crédito adicional

Questão 109

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os dados a seguir foram obtidos do Estado Riacho Verde em 31.12.2011:

Fixação do Crédito Especial ........................................ 10.000,00

Execução do Crédito Especial....................................... 7.000,00

Ativo Financeiro............................................................ 50.000,00

Passivo Financeiro ....................................................... 5.000,00

Previsão da Receita..................................................... 90.000,00

Execução da Receita.................................................. 110.000,00

Com base nessas informações e considerando os recursos para a abertura de créditos adicionais, é fonte de recursos para abertura de crédito adicional no exercício seguinte a 2011

Questão 110

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Os dados a seguir foram obtidos do Estado Riacho Verde em 31.12.2011:

Fixação do Crédito Especial ........................................ 10.000,00

Execução do Crédito Especial....................................... 7.000,00

Ativo Financeiro............................................................ 50.000,00

Passivo Financeiro ....................................................... 5.000,00

Previsão da Receita..................................................... 90.000,00

Execução da Receita.................................................. 110.000,00

Com base nessas informações e considerando os recursos para a abertura de créditos adicionais, é fonte de recursos para abertura de crédito adicional no exercício seguinte a 2011

Questão 111

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nos modelos contemporâneos de gestão de pessoas enfatiza-se

Questão 112

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Nos modelos contemporâneos de gestão de pessoas enfatiza-se

Questão 113

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O gestor de recursos humanos orientado para a construção de uma organização competitiva, quando focado no envolvimento das pessoas prioriza

Questão 114

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O gestor de recursos humanos orientado para a construção de uma organização competitiva, quando focado no envolvimento das pessoas prioriza

Questão 115

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O principal limite a uma adequada gestão das pessoas no setor público brasileiro é

Questão 116

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
O principal limite a uma adequada gestão das pessoas no setor público brasileiro é

Questão 117

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No processo de gestão da mudança, no setor público, deve-se estar atento, principalmente,

Questão 118

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
No processo de gestão da mudança, no setor público, deve-se estar atento, principalmente,

Questão 119

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Para que seja factível utilizar indicadores de desempenho no processo de avaliação de um órgão público é imprescindível, em primeiro lugar,

Questão 120

TRT 6ª 2012 - FCC - Analista Judiciário - Administrativa
Para que seja factível utilizar indicadores de desempenho no processo de avaliação de um órgão público é imprescindível, em primeiro lugar,



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