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TCM/SP 2015

Agente de Fiscalização - Administração

Questão 1

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Considerando o conjunto do texto 1, o título “Alterar o ECA independe da situação carcerária” representa:

Questão 2

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Na progressão do texto 1 há uma série de segmentos em que a relação entre a situação de menores infratores e a de prisioneiros adultos é estabelecida; o segmento em que essa relação está ausente é:

Questão 3

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“Nas unidades de internação de menores infratores reproduzemse as mesmas mazelas dos presídios para adultos: superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação, leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos procedimentos de reinclusão social etc.”.

Nesse segmento do primeiro parágrafo do texto 1, o emprego da forma ETC. indica que:

Questão 4

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Na estruturação do texto 1, a função do primeiro parágrafo é:

Questão 5

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
A linguagem empregada no texto 1 exemplifica tanto a linguagem lógica como a linguagem figurada; o segmento em que ocorrem somente casos de linguagem lógica é:

Questão 6

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
No texto 1 há um grupo de vocábulos com sentido negativo produzido pela presença do prefixo IM/IN/I; a opção em que esse prefixo apresenta esse sentido nos dois vocábulos é:

Questão 7

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1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
No texto 1, há duas oportunidades em que o autor empregou dois pontos(:):

1 – “...as mesmas mazelas dos presídios para adultos: superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação...”;
2 – “...para uma conclusão que dele se dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes...”.

Sobre essas duas ocorrências desses sinais de pontuação, a afirmação correta é:

Questão 8

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
A substituição do termo destacado por um adjetivo é INADEQUADA em:

Questão 9

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“Nas unidades de internação de menores infratores reproduzemse as mesmas mazelas dos presídios para adultos”; a frase abaixo em que se repete o mesmo sentido do vocábulo sublinhado é:

Questão 10

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Foram manipulados 25 mL de uma vitamina que deverá ser administrada diariamente a uma pessoa, na dose de 5 gotas/dia. Considerando-se o mês como 30 dias, e que cada gota tem aproximadamente 0,05 mL, com essa quantidade, essa pessoa poderá fazer uso da vitamina por, aproximadamente,

Questão 11

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Ao citar o levantamento feito pelo Conselho Nacional do Ministério Público, o autor do texto 1 tem a finalidade argumentativa de:

Questão 12

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
O segmento do texto 1 em que está ausente uma estrutura de base comparativa é:

Questão 13

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“Assim como os presídios, os centros não regeneram”; a forma de reescrever-se esse período do texto 1 que mostra uma possibilidade de mudança de sentido é:

Questão 14

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
A seção de jornal de onde foi retirado o texto denomina-se Opinião; no caso do texto 1, a opinião que é estruturalmente a mais importante é a de que:

Questão 15

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Em algumas passagens do texto 1 o autor emprega construções com voz passiva, o que traz a vantagem de omitir-se o agente da ação; a frase abaixo que NÃO exemplifica essa estratégia, por não estar na voz passiva, é:

Questão 16

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“...que seria contraproducente enviar jovens delinquentes, supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções”.

Nesse segmento do texto 1, a forma sublinhada indica:

Questão 17

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“Esta é uma questão que precisa ser tratada no âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, incluída a melhoria das condições socioeducativas para os menores de idade”.

A afirmação correta sobre o termo “aí” é:

Questão 18

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
A passagem do texto 1 em que o termo sublinhado tem uma forma equivalente corretamente indicada é:

Questão 19

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Diante do leitor, a voz do autor do texto 1 é:

Questão 20

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
O autor do texto fala do paternalismo e da esquizofrenia do ECA; no texto 1, o termo sublinhado se refere a(à):

Questão 21

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“...seria contraproducente enviar jovens delinquentes a presídios”; se desenvolvermos a oração reduzida desse segmento do texto 1, a forma adequada seria:

Questão 22

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
“Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a ficar paralisado diante de um falso impasse”.

A afirmativa correta sobre um dos componentes desse segmento do texto 1 é:

Questão 23

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
Nos pares abaixo, o adjetivo que NÃO pode ser classificado entre os adjetivos de relação é:

Questão 24

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1
Nas unidades de internação de menores infratores reproduzem-
 
se as mesmas mazelas dos presídios para adultos:
 
superpopulação, maus-tratos, desprezo por ações de educação,
 
leniência com iniciativas que visem à correição, falhas graves nos
5
procedimentos de reinclusão social etc. Um levantamento do
 
Conselho Nacional do Ministério Público mostra que, em 17
 
estados, o número de internos nos centros para jovens
 
delinquentes supera o total de vagas disponíveis; conservação e
 
higiene são peças de ficção em 39% das unidades e, em 70%
10
delas, não se separam os adolescentes pelo porte físico, porta
 
aberta para a violência sexual.
 
Assim como os presídios, os centros não regeneram. Muitos são,
 
de fato, e também a exemplo das carceragens para adultos, locais
 
que pavimentam a entrada de réus primários no mundo da
15
criminalidade. Esta é uma questão que precisa ser tratada no
 
âmbito de uma reforma geral da política penitenciária, aí incluída
 
a melhoria das condições das unidades socioeducativas para os
 
menores de idade. Nunca, no entanto, como argumento para
 
combater a adequação da legislação penal a uma realidade em
20
que a violência juvenil se impõe cada vez mais como ameaça à
 
segurança da sociedade.
 
O raciocínio segundo o qual as más condições dos presídios
 
desaconselham a redução da maioridade penal consagra, mais do
 
que uma impropriedade, uma hipocrisia. Parte de um princípio
25
correto – a necessidade de melhorar o sistema penitenciário do
 
país, uma unanimidade – para uma conclusão que dele se
 
dissocia: seria contraproducente enviar jovens delinquentes,
 
supostamente ainda sem formação criminal consolidada, a
 
presídios onde, ali sim, estariam expostos ao assédio das facções.
30
Falso. A realidade mostra que ações para melhorar as condições
 
de detentos e internos são indistintamente inexistentes. A
 
hipocrisia está em obscurecer que, se o sistema penitenciário
 
tem problemas, a rede de “proteção” ao menor consagrada no
 
Estatuto da Criança e do Adolescente também os tem. E numa
35
dimensão que implica dar anteparo a jovens envolvidos em atos
 
violentos, não raro crimes hediondos, cientes do que estão
 
fazendo e de que, graças a uma legislação paternalista, estão a
 
salvo de serem punidos pelas ações que praticam.
 
Preservar o paternalismo e a esquizofrenia do ECA equivale a
40
ficar paralisado diante de um falso impasse. As condições dos
 
presídios (bem como dos centros de internação) e a violência de
 
jovens delinquentes são questões distintas, e pedem, cada uma
 
em seu âmbito específico, soluções apropriadas. No caso da
 
criminalidade juvenil, o correto é assegurar a redução do limite
45
da inimputabilidade, sem prejuízo de melhorar o sistema
 
penitenciário e a rede de instituições do ECA. Uma ação não
 
invalida a outra. Na verdade, as duas são necessárias e
 
imprescindíveis.
(O Globo, Opinião, 23/06/2015)
O segmento do texto 1 em que a conjunção E une termos que, no contexto, podem ser vistos como redundantes é:

Questão 25

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Uma determinada entidade está sendo investigada após denúncias de envolvimento de funcionários em esquemas de corrupção e desvios de verbas. Com isso, o conselho de administração da entidade solicitou uma auditoria para determinar se as atividades financeiras e operacionais do segmento de distribuição estão obedecendo às regras que lhe são aplicáveis.

Esse tipo de auditoria solicitada pelo conselho de administração da entidade é denominado auditoria:

Questão 26

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
De acordo com a NBC TA que trata da estrutura conceitual para trabalhos de asseguração, nesses trabalhos o auditor independente expressa uma conclusão com a finalidade de aumentar o grau de confiança dos outros usuários previstos acerca do resultado de avaliações ou mensurações efetuadas. O trabalho de asseguração requer a consideração de alguns elementos. Das opções a seguir, a que NÃO constitui um dos elementos do trabalho de asseguração é:

Questão 27

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Ao elaborar um contrato com uma empresa de auditoria independente, a entidade que seria auditada pela primeira vez incluiu no contrato uma cláusula acerca do trabalho a ser feito. A cláusula mencionava que, após o trabalho, o parecer deveria assegurar de forma incontestável que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante devido a fraude ou erro. Essa cláusula é considerada inadequada em decorrência do(a):

Questão 28

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Uma determinada firma de auditoria iniciou os trabalhos em uma entidade, a partir de um contrato que prevê execução de auditoria por cinco anos. Um dos auditores, ao executar o trabalho de auditoria inicial nessa entidade, atestou argumentos apresentados pela empresa auditada de tal forma a indicar comprometimento da objetividade do seu trabalho.
O posicionamento do auditor constitui ameaça à independência em decorrência de:

Questão 29

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
O contador está envolvido em um esquema de desfalques no caixa da empresa em que trabalha. A empresa mantém contas nos bancos X e Y. Com o objetivo de encobrir falta de dinheiro na conta do banco X, o contador deposita em 31/12 a quantia que faltava nessa conta, por meio de cheque da conta do banco Y. Porém, o cheque só foi registrado como desembolso na conta do banco Y em janeiro do ano seguinte. Na reconciliação bancária a falta de dinheiro no caixa é temporariamente ocultada em decorrência do tempo de compensação do cheque. Nos trabalhos de auditoria, esse tipo de desfalque é denominado:

Questão 30

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Na determinação da extensão dos testes de auditoria, em geral, o auditor emprega técnicas de amostragem, porém essas apresentam alguns riscos. Acerca dos riscos de amostragem, avalie as afirmativas a seguir.

I) O nível do risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar dos resultados afeta o tamanho da amostra.
II) O auditor está sujeito aos riscos de amostragem tanto nos testes substantivos quanto nos testes de observância.
III) Os riscos de superavaliação de confiabilidade e o risco de aceitação incorreta afetam a eficiência da auditoria, pois em geral conduzem o auditor a realizar trabalhos adicionais.
IV) Os riscos de subavaliação da confiabilidade e o risco de rejeição incorreta afetam a eficácia da auditoria e têm mais probabilidade de conduzir a uma conclusão errônea.

É correto o que se afirma em:

Questão 31

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 32

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Uma empresa realizou e registrou as seguintes atividades, durante o exercício de 2014:

Ao final do exercício de 2014, a Demonstração dos Fluxos de Caixa – DFC, pelo método direto, da empresa evidenciou como efeito das transações ocorridas no exercício:

Questão 33

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 34

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
A concepção doutrinária do princípio da unidade é que o orçamento deve ser uno, ou seja, cada unidade orçamentária deve possuir apenas um orçamento. A análise desse princípio, quanto às disposições constitucionais e legais para a elaboração da Lei Orçamentária Anual, permite afirmar que:

Questão 35

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
O ciclo de aprovação, execução, controle e prestação de contas do orçamento público apresenta uma série de etapas com suas competências. Associe os órgãos/poderes e suas respectivas competências no ciclo orçamentário.

A associação correta é:

Questão 36

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 37

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
A Lei de Diretrizes Orçamentárias está prevista na Constituição Federal e deve ser elaborada a partir das definições do PPA e também orientar a elaboração da LOA. Acerca da LDO, é correto afirmar que:

Questão 38

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Uma descrição típica para uma Lei Orçamentária Anual do município de São Paulo seria: “Estima a receita e fixa a despesa do Município de São Paulo para o exercício financeiro de ____ e dá outras providências”. Uma providência que pode ser dada na LOA sem ferir o princípio da exclusividade é:

Questão 39

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 40

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Considerando as diretrizes das Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, em especial a NBC T 16.1, o conceito de unidade contábil deve ser aplicado para a:

Questão 41

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
As normas e as técnicas próprias da Contabilidade Pública têm como campo de aplicação, de acordo com os preceitos da NBC T 16.1, as entidades que atuem:

Questão 42

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
A Secretaria de Saúde da Prefeitura de Ararazul, para fins de cumprimento do limite constitucional de aplicação em Ações e Serviços Públicos em Saúde, realizou, ao final do exercício de 2014, o empenho da despesa de pessoal referente ao salário dos médicos de janeiro do exercício seguinte. Considerando esse empenhamento, o setor contábil não realizou a provisão para salários a pagar sob o enfoque patrimonial.
Sob a ótica da Resolução CFC nº 750/93 e suas atualizações, ao deixar de realizar esse registro, ele incorreu no descumprimento do seguinte princípio contábil:

Questão 43

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Sob a perspectiva do serviço público, o princípio contábil que determina que a autonomia patrimonial tem origem na destinação social do patrimônio e a responsabilização pela obrigatoriedade da prestação de contas pelos agentes públicos é o princípio da:

Questão 44

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
A Empresa Pública de Direitos Iguais, previamente ao encerramento do exercício financeiro, analisou seus contratos e identificou a realização de despesas sem prévio empenho, referente à aquisição de gêneros alimentícios para a festa de final do ano da empresa. O contador teve conhecimento desse fato e decidiu pelo registro patrimonial da despesa sem empenho, visando seu reflexo nas Demonstrações Contábeis do exercício. Sob a perspectiva da entidade pública, a realização desse registro no final do exercício teve por pressuposto a necessidade de atendimento dos seguintes princípios contábeis:

Questão 45

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
Segundo a Constituição da República, o controle externo de cada município é exercido pelo Poder Legislativo municipal com auxílio do órgão municipal de contas, onde houver, ou de órgão estadual de contas.

Considerando esse modelo de controle externo, caso um município que ainda não possua, mas pretenda instituir, um órgão de contas municipal:

Questão 46

TCM/SP 2015 - FGV - Agente de Fiscalização - Administração
De acordo com o art. 11 da Lei Orgânica do Município de São Paulo ”qualquer munícipe, partido político, associação ou entidade é parte legítima para denunciar irregularidades à Câmara Municipal ou ao Tribunal de Contas, bem como aos órgãos do Poder Executivo”.
Segundo o Regimento Interno do Tribunal de Contas do Município de São Paulo, que disciplinou os requisitos de admissibilidade e processamento para essas denúncias, é correto afirmar que:

Questão 47

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As transferências voluntárias da União para estados e municípios realizadas mediante convênios, contratos de repasse e termos de parceria fazem parte de um sistema de cooperação para execução de ações de interesse recíproco, financiadas majoritariamente com recursos do orçamento federal. Suponha que a União, por meio do Ministério da Cultura, transfira voluntariamente, mediante convênio, recursos para a Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo para financiar um projeto na área de preservação da memória. O município cofinancia a ação por meio do aporte de uma contrapartida de 10% do total do ajuste.

Quanto à jurisdição dos órgãos de controle externo, é correto afirmar que:

Questão 48

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A Lei Orgânica do Município de São Paulo atribui ao Tribunal de Contas do município competência para realizar, nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo e Executivo do município, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial.

Essas auditorias podem ser realizadas por iniciativa do próprio Tribunal ou se solicitadas:
(I) pela Câmara Municipal de São Paulo;
(II) por comissões da Câmara Municipal ou por vereador no cumprimento de seu mandato;
(III) pelo prefeito do município;
(IV) pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo;
(V) por cidadãos que subscreverem requerimento de pelo menos 1% (um por cento) do eleitorado do município.

A opção que contém apenas legitimados a requerer auditorias ao Tribunal de Contas, segundo a Lei Orgânica do Município, é:

Questão 49

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Acerca dos dispositivos constitucionais sobre o Sistema Único de Saúde − SUS, é correto afirmar que

Questão 50

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Considere as seguintes afirmações:

I. Nos termos da Constituição Federal, ao controle interno cabe avaliar os resultados da gestão orçamentária, financeira e patrimonial dos órgãos e entidades da Administração Federal, de maneira que fica excluída a sua avaliação sobre a aplicação de recursos por entidades de direito privado, em virtude da natureza dessas pessoas jurídicas.

II. Nos termos da Constituição Federal, a missão atribuída ao controle interno para exercer o monitoramento das operações de crédito, avais e garantias, possibilita a ele estender esse controle até mesmo sobre os direitos e haveres da União.

III. Nos termos da Lei de Responsabilidade Fiscal − LRF, o Poder Legislativo, diretamente ou com o auxílio dos Tribunais de Contas, e o sistema de controle interno de cada Poder e do Ministério Público, fiscalizarão o cumprimento das normas da LRF, com ênfase ao atingimento das metas estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias, o que, por uma razão de lógica, é determinante para que tão somente o Tribunal de Contas fiscalize o cumprimento da LRF no tocante aos limites e condições para realização de operações de crédito.

IV. Nos termos da Lei Orgânica do Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás − LOTCM/GO, os responsáveis pelo controle interno deverão realizar auditorias nas contas dos responsáveis sob seu controle, emitindo relatório, certificado de auditoria e parecer, o que reserva a ele a prerrogativa de, conforme o caso, alertar formalmente a autoridade administrativa competente, para que instaure tomada de contas, sempre que tiver conhecimento de quaisquer das ocorrências referidas em dispositivo específico da LOTCM/GO.

Está correto o que se afirma APENAS em

Questão 51

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Na medida em que a existência da lei orgânica municipal está prevista na Constituição da República, sujeitando-se aos balizamentos ali estabelecidos, é correto afirmar que:

Questão 52

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Epaminondas, servidor público estadual, ao refletir sobre a possibilidade de concorrer a um mandato eletivo, procurou um advogado e pediu orientação a respeito da sistemática constitucional de acumulação de cargos públicos. A esse respeito, é correto afirmar que o servidor público:

Questão 53

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Considerando as elevadas disponibilidades de caixa de determinado ente federativo, foi formulada consulta, pelo Chefe do Poder Executivo, à sua assessoria, a respeito do que deveria ser feito com esses recursos. Com os olhos voltados às normas constitucionais afetas às finanças públicas, é correto afirmar que essas disponibilidades:

Questão 54

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 55

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Determinado município iniciou processo licitatório para, na modalidade pregão, contratar sociedade empresária para fornecer à municipalidade determinado material escolar, cujo padrão de desempenho e qualidade foram objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificações usuais no mercado. Durante a chamada fase externa do pregão, aberta a sessão pública, os interessados entregaram os envelopes contendo a indicação do objeto e do preço oferecidos. Assim, verificou-se que os cinco licitantes participantes apresentaram ofertas abaixo do valor estimado pelo município, da seguinte forma: 50 mil, 52 mil, 53 mil, 54 mil e 58 mil reais. Passo seguinte, levando em consideração o que dispõe a Lei nº 10.520/02, o pregoeiro deve:

Questão 56

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Rafael é servidor público ocupante de cargo efetivo de Técnico Administrativo do Poder Executivo municipal. Por meio de uma portaria assinada pelo Prefeito, Rafael foi cedido para o Poder Legislativo do mesmo município, para exercer a função de chefe de gabinete de Vereador, no período de 01/06/14 até 01/06/16. Em meados de 2015, por necessidade do serviço, o Prefeito expediu nova portaria revogando a cessão de diversos servidores (dentre eles, a de Rafael) a órgãos estranhos ao executivo municipal e determinando seu retorno ao órgão de origem, em 30 dias. Inconformado, Rafael impetrou mandado de segurança, pleiteando a manutenção de sua cessão à câmara municipal até o dia 01/06/16. A pretensão de Rafael merece ser julgada:

Questão 57

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A Lei Federal nº 11.079/04 institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da Administração Pública. De acordo com tal lei, é vedada a celebração de contrato de parceria público-privada:

Questão 58

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 59

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Antônio é servidor público estatutário municipal estável ocupante de cargo efetivo. Após estudos estratégicos sobre pessoal, realizados pela Secretaria Municipal de Administração, foi editada lei municipal extinguindo alguns cargos do Poder Executivo, dentre eles o ocupado por Antônio. De acordo com a disciplina constitucional que rege a matéria, Antônio:

Questão 60

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 61

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Tanto as Organizações Sociais como as Organizações das Sociedades Civis de Interesse Público são entidades privadas, sem fins lucrativos, que recebem tal qualificação pelo Poder Público, uma vez preenchidos os requisitos legais. Conhecendo as peculiaridades que distinguem as Organizações Sociais (OS’s) das Organizações das Sociedades Civis de Interesse Público (OSCIP’s), é correto afirmar que:

Questão 62

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Gabriel, funcionário público que atua junto à Receita Federal instalada no aeroporto internacional de São Paulo, com função de controle dos produtos que ingressam no país, possui um acordo com a sociedade empresária em que trabalha seu filho no sentido de que não obstará a entrada de mercadorias estrangeiras proibidas em território nacional. No dia 02 de junho de 2015, colocou o acordo em prática, permitindo a entrada de animais silvestres comprados pela sociedade sem a devida autorização. Nesse caso, é correto afirmar que Gabriel praticou o crime de:

Questão 63

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O princípio da transparência fiscal traz a ideia de que toda atividade financeira deve se desenvolver com clareza e transparência, como forma de legitimação do Estado Social e Democrático de Direito. Visando dar aplicabilidade a esse princípio, a Lei nº 10.028/2000 introduziu os artigos 359-A até 359-H no Código Penal, trazendo os chamados Crimes contra as Finanças Públicas.

Sobre o tema, é correto afirmar que o crime de:

Questão 64

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José, juiz de direito do Tribunal de Justiça de São Paulo, depara-se com um processo em que figura na condição de ré uma grande amiga de infância de sua filha. Não havendo causa de impedimento ou suspeição, separa o processo para proferir, com calma, na manhã seguinte, uma sentença condenatória bem fundamentada, pois sabe que sua filha ficaria chateada diante de sua decisão. Ocorre que, por descuido, esqueceu o processo no armário de seu gabinete por 06 meses, causando a prescrição da pretensão punitiva. Considerando a hipótese narrada, é correto afirmar que a conduta de José:

Questão 65

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O diretor de uma empresa afirmou que a maior parte de seu tempo é dedicada à participação em reuniões com stakeholders externos e entrevistas à mídia, informando sobre as atividades, políticas e resultados da organização. O diretor desempenha, principalmente, um papel:

Questão 66

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 67

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Um preço cai 20%. Esse preço novo sofre um aumento de 40% e assim ele torna-se, em relação ao preço inicial antes da queda,

Questão 68

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O diagrama abaixo representa o CPM de um pequeno projeto, com a duração de cada atividade em dias.

O caminho crítico desse projeto leva:

Questão 69

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Uma metalúrgica tem seu layout de produção organizado por processo. O diretor de operações está estudando possíveis mudanças nesse layout, com o objetivo de reduzir os custos de manuseio de materiais e de mudanças de máquinas, bem como de simplificar o planejamento e controle da produção. Seria um layout adequado para atender a esses objetivos:

Questão 70

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No contexto atual, há uma tendência ao encurtamento do ciclo de vida dos produtos, especialmente em indústrias como a de computadores e de bens de consumo. Esse encurtamento do ciclo de vida dos produtos apresenta como efeito para a administração de operações, entre outros:

Questão 71

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Um gerente de marketing recebeu cerca de 50 currículos de candidatos a uma vaga para analista na sua área. Diante do grande número de informações e das restrições de tempo e de recursos para avaliar todos os candidatos, o gestor decidiu restringir sua análise aos currículos dos candidatos formados nas duas universidades consideradas as melhores da cidade, pois acredita que “dessas universidades só sai gente bem formada”.
Em seu processo de tomada de decisão, o gerente está utilizando-se de uma heurística conhecida como:

Questão 72

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Uma montadora de automóveis precisa decidir se fabrica internamente um novo modelo de válvula para os motores ou se compra a válvula de um fornecedor externo. Estima-se que serão necessárias ao processo de montagem dos carros, anualmente, 10.000 válvulas. No fornecedor, a válvula custa R$80,00. Os engenheiros da montadora estimam um custo fixo anual de R$150.000,00 e um custo variável de R$70,00/unidade para produzir as válvulas internamente. A montadora deve optar por fabricar as válvulas internamente quando o volume anual necessário ao processo de montagem dos carros for maior do que:

Questão 73

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Um jovem acaba de ser contratado para o cargo de analista de marketing em um banco. Para facilitar sua integração e aprendizado, o jovem gostaria de conhecer melhor a cultura do banco. Para isso, ele poderia observar:

Questão 74

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 75

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Um gerente precisa decidir que carro adquirir para uso funcional. A tabela abaixo apresenta a avaliação das alternativas de modelos de carros em cada um dos critérios de avaliação considerados, bem como os pesos atribuídos a cada critério:

Assumindo que esses são todos os critérios relevantes para a avaliação de um carro, pelo modelo racional de tomada de decisão o gerente deveria escolher o modelo de carro:

Questão 76

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Uma empresa fabricante de instrumentos médicos adota estratégia competitiva de diferenciação e tem estratégia de marketing baseada na flexibilidade, na qualidade e na rápida entrega dos produtos. A estratégia de operações mais apropriada para dar suporte a essa orientação dos negócios compreenderia o foco no:

Questão 77

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Em uma metalúrgica, o planejamento de pessoal é feito por meio da análise histórica do movimento de entradas, saídas, promoções e transferências internas do pessoal. A diretora de recursos humanos quer implantar um modelo de planejamento integrado para o planejamento de pessoal. Para isso, seria necessário considerar, como fatores intervenientes no planejamento de pessoal, entre outros:

Questão 78

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 79

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A vistoria da CIPA na agência de um banco detectou a seguinte situação em relação à segurança do trabalho: ruídos excessivos, jornada de trabalho prolongada, repetitividade e presença de vírus e bactérias. O local apresenta agentes de riscos:

Questão 80

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A diretora de RH de uma instituição de ensino e pesquisa vai formular as estratégias de treinamento e desenvolvimento da instituição para o ano de 2016 e 2017. Tendo em vista o alto custo do treinamento e desenvolvimento dos profissionais da instituição, especialmente dos professores e dos pesquisadores, a diretora quer fazer um levantamento amplo das necessidades de treinamento, considerando os níveis de análise organizacional, dos recursos humanos e da estrutura de cargos, apoiada em vários indicadores.

São indicadores de necessidades de treinamento:

Questão 81

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Um banco de investimentos quer melhorar o controle e a avaliação do desempenho dos processos sob responsabilidade das diversas áreas funcionais, através da adoção de indicadores de desempenho. Seriam indicadores adequados para avaliar o desempenho operacional dos processos da área de recursos humanos:

Questão 82

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 83

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 84

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 85

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Um consultor foi contratado por uma grande empresa para desenvolvimento de um projeto de análise organizacional, visando identificação de problemas e formulação de soluções relativas à estrutura e aos métodos e processos de trabalho. Por limitações de tempo e de recursos, o consultor precisa decidir entre entrevistas ou questionários como instrumento de levantamento de informações. A entrevista apresenta, em relação ao questionário, as seguintes vantagens, entre outras:

Questão 86

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A tabela abaixo apresenta a estrutura de custos resumida da editora Épsilon, que produz dois produtos, L1 e L2.

Considere os custos de depreciação como indiretos. Usando como critério de rateio o volume de produção total, os custos unitários de L1 e de L2 são, respectivamente:

Questão 87

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A tabela abaixo apresenta as informações de produção e de custos e despesas da Cerâmica Alfa, para os meses de janeiro e fevereiro. A Cerâmica Alfa produz apenas um produto.

Os custos unitários para os meses de janeiro e fevereiro, calculados por custeio variável são, respectivamente:

Questão 88

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Uma pet shop funciona com uma jornada de 40 horas/semana. O tempo-padrão para o serviço de tosa de um cachorro é de 0,5 hora. Em uma determinada semana, os três funcionários atenderam 150 cachorros, levando em média 0,6 hora para realizar cada tosa. O gasto semanal da pet shop é de R$2.400,00 e o preço do serviço de tosa é de R$15,00. Analisando-se os gastos da pet shop, é correto afirmar que, para essa semana, os valores das perdas referentes à ineficiência e à ociosidade foram, respectivamente:

Questão 89

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Um preço cai 20%. Esse preço novo sofre um aumento de 40% e assim ele torna-se, em relação ao preço inicial antes da queda,

Questão 90

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A administração pública gerencial surgida no final do século passado tem como fundamento o pressuposto de que:

Questão 91

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A transição de um modelo burocrático de gestão para um modelo gerencial pode gerar um hibridismo de práticas de gestão que vão desde o excesso até a escassez de burocratização, trazendo consequências capazes de levar à desordem.
É um exemplo de escassez de burocratização:

Questão 92

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A reforma do aparelho do Estado introduzida pelo DecretoLei nº 200 de 1967 trouxe algumas iniciativas no sentido de romper com o modelo burocrático estabelecido por Getúlio Vargas.

A reforma proposta centrava-se em diversos conceitos, EXCETO no de:

Questão 93

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O modelo do Novo Serviço Público (NSP) tenta se diferenciar do modelo da Nova Administração Pública (NAP) e suas práticas gerenciais, por meio do conceito de coprodução e a parceria entre governo e sociedade.

Nesse sentido, o NSP sustenta-se sobre o pressuposto de que:

Questão 94

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Um conselho de gestão é uma forma de organização administrativa que possibilita a participação da população na gestão das políticas públicas - como saúde, educação e assistência social -, possuindo funções distintas.

Quando um conselho realiza controle e acompanhamento das ações de gestão dos governantes, entende-se que está desenvolvendo a função:

Questão 95

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Analise o trecho a seguir:
“Neste novo cenário as redes de políticas públicas se autoorganizam. Trocando em miúdos, auto-organização quer dizer que as redes são autônomas e autogovernáveis, elas se desvinculam da liderança governamental, desenvolvem suas próprias políticas e moldam seus ambientes” R. A. W. Rhodes (1997:52)

O autor está abordando a transição de um modelo de gestão das políticas públicas para aquele centrado no conceito de:

Questão 96

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 97

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Antônio Carlos, Técnico de Segurança Institucional, voltando de uma diligência, deparou-se com a presença de populares em ato de protesto em frente ao prédio em que exerce as suas funções. Dada a grande movimentação na via pública, disparou a arma que portava apontando para um canto em que não havia transeuntes, objetivando assustá-los e abrir caminho para adentrar ao prédio. A conduta de Antônio Carlos foi

Questão 98

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Uma retrospectiva da evolução do modelo de excelência na gestão pública no Brasil remonta às iniciativas relacionadas inicialmente ao desenvolvimento de programas de qualidade. NÃO foi uma dessas iniciativas a implantação do:

Questão 99

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As transformações recentes na administração pública no mundo vêm apontando para a retomada, em alguns contextos, de uma orientação neo-weberiana em contraposição ao modelo gerencial pós-burocrático.

O avanço do neo-weberianismo encontra sustentação em aspectos relacionados ao fato de:

Questão 100

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Ao tratarmos das formas de atuação conjunta entre o ente público e organizações privadas sem fins lucrativos, observa-se que diferentes possibilidades apresentam características específicas.

Nesse sentido, é correto afirmar que uma OSCIP caracteriza-se por ser qualificada:



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