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Assembleia Legislativa/RJ 2017

Especialista Legislativo -Contabilidade

Questão 1

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 2

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 3

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 4

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
Ao dizer que o livro é escrito “sem intenção de proselitismo”, o autor quer dizer que o livro NÃO pretende:

Questão 5

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
”O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta”.
Nesse primeiro parágrafo do texto 1 há referências aos espaços em que o Cristianismo está presente e, no segundo parágrafo, há uma especificação dessa referência. Assinale a opção em que a especificação está INADEQUADA:

Questão 6

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 7

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
Para argumentar que a presença do Cristianismo é importante em nossa civilização, o autor do texto 1 apela para:

Questão 8

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 9

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
“...implica poder decifrar as referências cristãs...”; a forma reduzida sublinhada fica convenientemente substituída por uma oração em forma desenvolvida na seguinte opção:

Questão 10

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
Segundo nossas gramáticas, a classe dos adjetivos expressa semanticamente: características, qualidades, estados e relações.
O adjetivo abaixo que expressa uma característica é:

Questão 11

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
“Entender os debates mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a bioética, o choque de culturas também / supõe um conhecimento do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina, das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua adaptação ao mundo”.
O trecho acima foi separado em duas partes por uma barra inclinada. Sobre o emprego das vírgulas nessas duas partes, é correto afirmar que:

Questão 12

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
Independentemente da posição no texto 1, se substituíssemos os complementos dos verbos abaixo por pronomes pessoais oblíquos enclíticos, a única forma INADEQUADA seria:

Questão 13

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
No último parágrafo do texto 1, o autor organizador do livro alude a uma série de características desse tipo de texto; as duas características abaixo que ele objetiva atingir e que estão explicitamente expressas no texto são:

Questão 14

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
Os cidadãos suíços são convocados a se pronunciar
 
periodicamente, de quatro a cinco vezes por ano
 
aproximadamente, sobre um total de quinze temas da atualidade
 
política. Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos
5
são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou
 
não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos
 
quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das
 
comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o
 
referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente
10
100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso
 
do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o
 
que a preocupa.
(Argumentação, Hermès. Paris: CNRS Edições. 2011, p. 58)
O texto 2 emprega as formas verbais “são convocados” e “são convidados” em referência aos cidadãos suíços. Se bem empregadas, essas formas deveriam referir-se, respectivamente, a:

Questão 15

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
Os cidadãos suíços são convocados a se pronunciar
 
periodicamente, de quatro a cinco vezes por ano
 
aproximadamente, sobre um total de quinze temas da atualidade
 
política. Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos
5
são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou
 
não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos
 
quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das
 
comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o
 
referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente
10
100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso
 
do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o
 
que a preocupa.
(Argumentação, Hermès. Paris: CNRS Edições. 2011, p. 58)
O texto 2 representa o modelo didático de textos; sobre a estrutura desse gênero textual, a afirmativa INADEQUADA é:

Questão 16

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1
Os cidadãos suíços são convocados a se pronunciar
 
periodicamente, de quatro a cinco vezes por ano
 
aproximadamente, sobre um total de quinze temas da atualidade
 
política. Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos
5
são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou
 
não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos
 
quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das
 
comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o
 
referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente
10
100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso
 
do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o
 
que a preocupa.
(Argumentação, Hermès. Paris: CNRS Edições. 2011, p. 58)
Cidadãos e opiniões são substantivos formados com o sufixo -ão, que fazem seus plurais, exata e respectivamente, como:

Questão 17

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1
Os cidadãos suíços são convocados a se pronunciar
 
periodicamente, de quatro a cinco vezes por ano
 
aproximadamente, sobre um total de quinze temas da atualidade
 
política. Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos
5
são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou
 
não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos
 
quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das
 
comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o
 
referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente
10
100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso
 
do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o
 
que a preocupa.
(Argumentação, Hermès. Paris: CNRS Edições. 2011, p. 58)
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
Entre as palavras abaixo, retiradas dos textos 1 e 2, aquela que só existe com acento gráfico é:

Questão 18

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1
Os cidadãos suíços são convocados a se pronunciar
 
periodicamente, de quatro a cinco vezes por ano
 
aproximadamente, sobre um total de quinze temas da atualidade
 
política. Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos
5
são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou
 
não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos
 
quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das
 
comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o
 
referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente
10
100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso
 
do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o
 
que a preocupa.
(Argumentação, Hermès. Paris: CNRS Edições. 2011, p. 58)
1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
Entre as frases abaixo, retiradas dos textos 1 e 2, aquela em que a preposição sobre tem valor diferente do dos demais casos é:

Questão 19

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 20

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1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
A frase abaixo que se estrutura sobre uma intertextualidade é:

Questão 21

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1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
O texto abaixo que carece de coerência é:

Questão 22

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1
O cristianismo impregna, com maior ou menor evidência, a vida
 
cotidiana, os valores e as opções estéticas até mesmo dos que o
 
ignoram. Ele contribui para o desenho da paisagem dos campos e
 
das cidades. Às vezes, ganha destaque no noticiário. Contudo, os
5
conhecimentos necessários à interpretação dessa presença se
 
apagam com rapidez. Com isso, a incompreensão aumenta.
 
Admirar o monte Saint-Michel e os monumentos de Roma, de
 
Praga ou de Belém, deleitar-se com a música de Bach ou de
 
Messiaen, contemplar os quadros de Rembrandt, apreciar
10
verdadeiramente certas obras de Stendhal ou de Victor Hugo
 
implica poder decifrar as referências cristãs que constituem a
 
beleza desses lugares e dessas obras-primas. Entender os debates
 
mais recentes sobre a colonização, as práticas humanitárias, a
 
bioética, o choque de culturas também supõe um conhecimento
15
do cristianismo, dos elementos fundamentais da sua doutrina,
 
das peripécias que marcaram sua história, das etapas da sua
 
adaptação ao mundo.
 
Foi nessa perspectiva que nos dirigimos a eminentes
 
especialistas. Propusemos a eles que pusessem seu saber à
20
disposição dos leitores de um vasto público culto. Isso, sem o
 
peso da erudição, sem o emprego de um vocabulário
 
excessivamente especializado, sem eventuais alusões a um
 
suposto conhecimento prévio, que não tem mais uma existência
 
real, e, claro, sem intenção de proselitismo. (História do
Cristianismo, org. Alain Corbin. São Paulo: Martins Fontes. 2009. p.XIII).
“Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente 100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o que a preocupa”.
O termo sublinhado no segmento acima que mostra seu antecedente textual de forma INADEQUADA é:

Questão 23

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1
Os cidadãos suíços são convocados a se pronunciar
 
periodicamente, de quatro a cinco vezes por ano
 
aproximadamente, sobre um total de quinze temas da atualidade
 
política. Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos
5
são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou
 
não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos
 
quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das
 
comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o
 
referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente
10
100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso
 
do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o
 
que a preocupa.
(Argumentação, Hermès. Paris: CNRS Edições. 2011, p. 58)
“Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das comunas. Esse sistema repousa sobre a iniciativa popular e sobre o referendum, que permitem a uma minoria, respectivamente 100.000 cidadãos, no caso da iniciativa popular, e 50.000, no caso do referendum, obrigar o conjunto do país a se interessar sobre o que a preocupa”.
O comentário adequado sobre os componentes desse segmento do texto 2 é:

Questão 24

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“Além de cada uma dessas votações populares, os cidadãos são convidados a dar suas opiniões (votando simplesmente sim ou não) sobre três ou quatro problemas de interesse nacional, aos quais se acrescentam alguns tópicos especiais dos cantões e das comunas”.
O termo entre parênteses – votando simplesmente sim ou não – indica:

Questão 25

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Ednaldo, brasileiro naturalizado, e Pedro, estrangeiro residente no País, travaram intenso debate a respeito de quem seria titular dos direitos fundamentais referidos no art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil. Considerando a situação jurídica de Ednaldo e de Pedro, é correto afirmar, em relação aos referidos direitos fundamentais, que:

Questão 26

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Maria disse a Eliomar que tinha conhecimento de um grande esquema de desvio de recursos públicos e tencionava ajuizar uma ação popular para obrigar os responsáveis a devolver o dinheiro desviado. Antes de procurar um advogado, leu a Constituição da República Federativa do Brasil e constatou que somente o cidadão poderia ajuizar referida ação.

No sistema jurídico-constitucional brasileiro, considera-se cidadão quem:

Questão 27

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Enaldo, estudante de direito, leu um alentado livro a respeito da Teoria Geral do Estado e constatou que a forma de Estado adotada pela República Federativa do Brasil é a federação. Ao questionar os seus amigos a respeito de que entes integrariam a federação brasileira e quais as suas características essenciais, recebeu várias opiniões diferentes.

Assinale a única que se compatibiliza com o sistema constitucional brasileiro:

Questão 28

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Pedro e José, membros do diretório nacional de um partido político, ficaram muito preocupados com a grave crise financeira que assola o País, pois estava afetando as contribuições dos seus correligionários. Preocupados com esse estado de coisas, procuraram determinados governantes da América do Sul, cuja plataforma política era semelhante à do seu partido, e solicitaram que fossem feitas doações de natureza financeira.

À luz da sistemática constitucional brasileira, é correto afirmar que as doações almejadas:

Questão 29

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Edílio, dias após ser empossado como Deputado Estadual, foi informado de que possuía um tipo de imunidade material no exercício da função, o que impedia que certos atos por ele praticados ensejassem as mesmas consequências que ensejariam para uma pessoa comum.

Considerando o sistema jurídico-constitucional brasileiro, é correto afirmar que configura imunidade dessa natureza a impossibilidade de o referido parlamentar ser:

Questão 30

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Ernesto possuía uma grande área de terra, que estava em frente a uma avenida e confrontava, nos fundos, com a praia da região e, dos lados, com um prédio do Estado que abrigava uma repartição pública e com um terreno do Estado abandonado há décadas. Em determinado dia, recebeu correspondência da secretaria de obras informando que a cerca que estava construindo para garantir a segurança de sua propriedade invadira um bem dominical ali existente.

É correto afirmar que tem a natureza jurídica de bem dominical:

Questão 31

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Augusto foi convidado, pelo Prefeito do Município em que vive, para ingressar no serviço público. Logo após a conversa, consultou a legislação municipal e constatou que o Município dispunha de cargos de provimento efetivo, cargos em comissão e funções de confiança.

Por desconhecer as características gerais dessas figuras, procurou um advogado, que o informou que o seu ingresso no serviço público:

Questão 32

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 33

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De acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Mesa Diretora da Assembleia:

Questão 34

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Em relação às comissões da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, seu Regimento Interno dispõe que:

Questão 35

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No que tange às sessões da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, seu regimento interno estabelece que serão:

Questão 36

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Em tema de controle interno, o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro determina que a administração contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial e o sistema de controle interno serão coordenados e executados por órgãos próprios integrantes da estrutura dos serviços administrativos:

Questão 37

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Governador do Estado do Rio de Janeiro vetou projeto de lei que versava sobre meio ambiente encaminhado pela Assembleia Legislativa, após parecer exarado por Procurador do Estado, que concluiu pela inconstitucionalidade do ato normativo.

Com a devolução do projeto de lei vetado, consoante dispõe o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, a Casa Parlamentar:

Questão 38

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Em tema de fases de elaboração legislativa, o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro dispõe que discussão é a fase dos trabalhos destinada ao debate em Plenário. Nesse contexto, o mencionado diploma normativo dispõe que:

Questão 39

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Após a mídia divulgar matéria jornalística denunciando grave desvio de verba pública em órgão público do Estado do Rio de Janeiro, a Assembleia Legislativa resolveu instaurar comissão parlamentar de inquérito para apurar os fatos. De acordo com o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, tal comissão tem, além de outros poderes previstos no Regimento Interno da Casa, poderes de investigação próprios das autoridades:

Questão 40

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Em matéria de emendas, o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro estabelece que:

Questão 41

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A necessidade de uma informação contábil possuir valor preditivo ou valor confirmatório, conforme a Estrutura Conceitual para Elaboração das Demonstrações Contábeis, aprovada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, está associada à característica qualitativa da:

Questão 42

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Certa entidade tem uma obrigação tributária a pagar, no montante de R$ 100.000,00 com juros de 5% ao ano, sem correção monetária, com pagamento em parcela única ao final de 24 meses. A taxa de juros do mercado é de 10% ao ano.

De acordo com as normas do CPC 12, o valor presente inicial dessa obrigação é:

Questão 43

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 44

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Certa entidade revisou os cálculos das perdas com créditos de liquidação duvidosa ao final de um determinado exercício com base em novas informações disponíveis e confiáveis.
De acordo com as definições do CPC 23, essa revisão constitui uma:

Questão 45

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 46

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 47

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
De acordo com o CPC 06 (R1), o arrendamento mercantil é um acordo pelo qual o arrendador transmite ao arrendatário em troca de um pagamento ou série de pagamentos o direito de usar um ativo por um período de tempo acordado.

Nesse tipo de contrato:

Questão 48

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Uma transação sem contraprestação é aquela em que a entidade recebe ativos ou serviços ou tem passivos extintos e entrega valor irrisório ou nenhum valor em troca (Portaria STN nº 700/2014).

Considerando a estrutura da Administração Pública brasileira e a perspectiva das transações sem contraprestação, é correto afirmar que:

Questão 49

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Dentre as informações que devem ser geradas e disponibilizadas pelo Poder Legislativo em todos os entes governamentais está o Relatório de Gestão Fiscal (RGF), previsto na LRF.

Considerando as disposições legais e normativas para elaboração do RGF, é correto afirmar que:

Questão 50

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
O Código Civil apresenta uma classificação dos bens públicos de acordo com a sua utilidade no âmbito das atividades da Administração Pública.

De acordo com essa classificação:

Questão 51

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 52

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Considerando os dados apresentados no Quadro 02, o total das operações que não têm impacto no patrimônio é:

Questão 53

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
De acordo com o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, editado pela Secretaria do Tesouro Nacional, o valor justo (fair value) é o valor pelo qual um ativo pode ser intercambiado ou um passivo pode ser liquidado entre partes interessadas que atuam em condições independentes e isentas ou conhecedoras do mercado.

Para fins de reconhecimento inicial como elemento patrimonial, trata-se de um exemplo de ativo que deve ser registrado a valor justo:

Questão 54

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 55

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1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 56

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 57

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 58

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 59

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
1
A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 60

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Considerando a estrutura de demonstrações contábeis proposta no MCASP, a demonstração contábil que apresenta o detalhamento das receitas originárias e derivadas é o (a):

Questão 61

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O orçamento surgiu no setor público como instrumento de controle. A consolidação da democracia e o crescimento das atribuições do Estado criaram a necessidade de desenvolvimento de modelos orçamentários condizentes com as necessidades da Administração Pública.
Um elemento que caracteriza a concepção moderna de orçamento público é:

Questão 62

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
A elaboração do orçamento público é baseada em alguns princípios que servem como balizadores do formato e do conteúdo do orçamento.
A elaboração detalhada do orçamento, que expresse a origem dos recursos e sua aplicação em cada exercício está em consonância com o princípio da:

Questão 63

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A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
10
esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
15
amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 64

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
O estágio de execução da receita orçamentária que, a partir da ocorrência do fato gerador, identifica o sujeito passivo é o (a):

Questão 65

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Em um dado exercício, o orçamento de uma entidade pública previu receitas de 80 milhões. A arrecadação excedeu em 10% a previsão. Foram abertos créditos adicionais, que aumentaram a despesa fixada em 6 milhões. Quanto à despesa, não houve economia orçamentária do montante fixado. A inscrição em restos a pagar totalizou 9,5 milhões.
A partir das disposições do regime orçamentário, o montante da despesa executada foi de:

Questão 66

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Durante o exercício financeiro, em um determinado ente público foram levantadas as informações apresentadas no quadro, a seguir, com o objetivo de apurar o montante do superávit financeiro do exercício anterior para fins de abertura de créditos adicionais.

A partir das informações apresentadas, o montante disponível é:

Questão 67

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
A operação que envolve o repasse de recursos financeiros da Secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro é denominada:

Questão 68

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A amizade é um exercício de limites afetivos em permanente desejo de expansão. Por mais completa que pareça ser uma
 
relação de amizade, ela vive também do que lhe falta e da esperança de que um dia nada venha a faltar. Com o tempo, aprendemos
 
a esperar menos e a nos satisfazer com a finitude dos sentimentos nossos e alheios, embora no fundo de nós ainda esperemos a
 
súbita novidade que o amigo saberá revelar. Sendo um exercício bem-sucedido de tolerância e paciência – amplamente recom-
5
pensadas, diga-se – a amizade é também a ansiedade e a expectativa de descobrirmos em nós, por intermédio do amigo, uma
 
dimensão desconhecida do nosso ser.
 
Há quem julgue que cabe ao amigo reconhecer e estimular nossas melhores qualidades. Mas por que não esperar que o valor
 
maior da amizade está em ser ela um necessário e fiel espelho de nossos defeitos? Não é preciso contar com o amigo para
 
conhecermos melhor nossas mais agudas imperfeições? Não cabe ao amigo a sinceridade de quem aponta nossa falha, pela
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esperança de que venhamos a corrigi-la? Se o nosso adversário aponta nossas faltas no tom destrutivo de uma acusação, o amigo as
 
identifica com lealdade, para que nos compreendamos melhor.
 
Quando um amigo verdadeiro, por contingência da vida ou imposição da morte, é afastado de nós, ficam dele, em nossa
 
consciência, seus valores, seus juízos, suas percepções. Perguntas como “O que diria ele sobre isso?” ou “O que faria ele com isso?”
 
passam a nos ocorrer: são perspectivas dele que se fixaram e continuam a agir como um parâmetro vivo e importante. As marcas da
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amizade não desaparecem com a ausência do amigo, nem se enfraquecem como memórias pálidas: continuam a ser referências
 
para o que fazemos e pensamos.
(CALÓGERAS, Bruno, inédito)
Considere as seguintes afirmações:

I. No primeiro parágrafo, há a sugestão de que a tolerância e a paciência, qualidades positivas mas dispensáveis entre amigos verdadeiros, dão lugar à recompensa da incondicionalidade do afeto.
II. No segundo parágrafo, expressa-se a convicção de que o amigo verdadeiro não apenas releva nossos defeitos como também é capaz de convertê-los em qualidades nossas.
III. No terceiro parágrafo, considera-se que da ausência ocasional ou definitiva do amigo não resulta que seus valores e seus pontos de vista deixem de atuar dentro de nossa consciência.

Em relação ao texto está correto o que se afirma em

Questão 69

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
Na avaliação de sistemas de controle interno concebidos a partir da Estrutura Integrada proposta pelo Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO), a análise sobre as iniciativas da organização para que as pessoas assumam responsabilidade por suas funções de controle interno na busca por objetivos está relacionada ao componente:

Questão 70

Assembleia Legislativa/RJ 2017 - FGV - Especialista Legislativo -Contabilidade
A Lei Federal nº 8.429/1992 trata dos atos de improbidade administrativa praticados por agentes públicos e os apresenta em três tipos: os que importam enriquecimento ilícito, os que causam prejuízo ao erário e os que atentam contra os princípios da Administração Pública.

Constitui um exemplo de ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito:



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