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CRB 2ª Região 2019

Bibliotecário

Questão 1

CRB 2ª Região 2019 - QUADRIX - Bibliotecário
1
Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
5
Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
10
aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
15
linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
20
próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
25
No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
30
Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
35
aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
40
interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
O objetivo do texto acima é

Questão 2

CRB 2ª Região 2019 - QUADRIX - Bibliotecário
1
Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
5
Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
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aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
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linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
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próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
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No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
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Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
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aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
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interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Entende‐se da leitura do texto que

Questão 3

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Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
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Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
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aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
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linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
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próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
25
No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
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Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
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aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
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interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que há correta correspondência  entre a palavra destacada e o sentido que ela expressa no  texto.

Questão 4

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Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
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Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
10
aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
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linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
20
próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
25
No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
30
Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
35
aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
40
interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa correta acerca de aspectos linguísticos  do texto.

Questão 5

CRB 2ª Região 2019 - QUADRIX - Bibliotecário
1
Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
5
Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
10
aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
15
linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
20
próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
25
No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
30
Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
35
aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
40
interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
A oração “que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a voz  humana” (linhas 6 e 7) expressa, em relação à oração anterior, circunstância de

Questão 6

CRB 2ª Região 2019 - QUADRIX - Bibliotecário
1
Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
5
Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
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aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
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linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
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próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
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No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
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Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
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aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
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interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a substituição proposta manteria a correção gramatical e a coerência do texto.

Questão 7

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1
Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
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Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
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aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
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linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
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próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
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No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
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Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
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aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
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interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Considerando os mecanismos de coesão no texto, assinale a alternativa em que há correta correspondência entre o termo ou expressão destacados e o respectivo elemento de referência.

Questão 8

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Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
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Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
10
aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
15
linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
20
próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
25
No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
30
Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
35
aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
40
interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que é apresentada proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o seguinte trecho do texto: “é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio” (linha 40).

Questão 9

CRB 2ª Região 2019 - QUADRIX - Bibliotecário
1
Em termos gerais, a primeira revolução industrial foi desencadeada pela popularização da máquina a vapor; a segunda,
 
pelo uso da eletricidade e das linhas de montagem; a terceira, pelo surgimento da eletrônica e da robótica.  
 
Segundo especialistas, a quarta revolução industrial irá formatar a economia por meio da junção de vários fenômenos
 
atuais, como a própria internet das coisas e a ciência dos dados, ou, como é mais conhecida, a Big Data. 
5
Hoje já se vive essa realidade de tecnologias digitais e superconectividade, onde a informação é o bem mais valioso. O
 
avanço tecnológico é tanto, que os buscadores web podem reconhecer perguntas feitas com linguagem natural e até mesmo a
 
voz humana.
 
A vinda da computação nas nuvens, com terabyts de espaço para armazenamento e acesso remoto a informação, 
 
tem eliminado a necessidade de suportes físicos de armazenamento de dados. Os computadores quânticos são a promessa do
10
aumento sem precedente na capacidade de resolução de problemas. O Google anunciou recentemente ter um computador 
 
quântico já operacional. Segundo especialistas, a máquina resolve, em segundos, cálculos que normalmente os 
 
processadores já existentes levariam até cinco anos para resolver. 
 
Há também os assistentes virtuais, que prometem ser o próximo nível na realização de tarefas. A exemplo  disso, 
 
recentemente a IBM lançou o Watson, um “sistema cognitivo” que, segundo seus criadores, é capaz de entender a 
15
linguagem natural de tweets, textos, artigos, relatórios e estudos. Segundo a IBM, além de aprender a cada 
 
experiência de busca,o sistema também é capaz de ensinar as pessoas. 
 
Um relatório divulgado pelo Fórum Econômico Mundial e outros trabalhos recentes evidenciam mudanças dramáticas
 
no futuro das profissões. Segundo um estudo famoso realizado por pesquisadores da Universidade de Oxford, no Reino Unido,
 
acerca da grande incógnita sobre o futuro do trabalho nas próximas décadas, 702 profissões poderão ser automatizadas nos 
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próximos vinte anos. 
 
Esse estudo considerou atribuições específicas de cada profissão como, por exemplo, a capacidade de sugerir soluções
 
criativas, interações sociais, capacidade de negociar, persuasão, coordenação de funcionários, improvisação, 
 
adaptação e uma dezena de outros aspectos práticos e que envolvem inteligência social. Chegaram a um índice que 
 
varia entre 0 (nenhum risco de substituição) e 100% (risco total).  
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No livro A nova divisão do trabalho, publicado em 2004, os economistas Frank Levy, do Instituto de Tecnologia de
 
Massachusetts (MIT), e Richard Murnane, da Universidade Harvard, afirmavam que os robôs ainda não seriam capazes de
 
realizar algumas tarefas mais complexas como dirigir um veículo, por exemplo. A previsão foi superada logo no ano 
 
seguinte,
 
quando Stanley, um carro sem motorista da Universidade Stanford, venceu um desafio da Agência de Projetos Avançados de
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Defesa dos Estados Unidos. A tarefa, considerada essencialmente humana até 2004, tem agora 89% de chance de ser realizada 
 
por uma máquina. Outros projetos de robótica e inteligência artificial do Google já ameaçam superar o paradoxo de 
 
Moravec - como ficou conhecida a dificuldade de adaptação das máquinas, em referência a Hans Moravec, pesquisador de 
 
robótica da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos. Os projetos desenvolvidos pela empresa Boston Dynamics, 
 
por exemplo, estão criando robôs capazes de correr, saltar, atravessar obstáculos, reconhecer gestos humanos, além de 
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aprender com seus próprios erros e traçar estratégias complexas na resolução de problemas. Recentemente dois alunos de 
 
robótica da Aberystwyth University, no Reino Unido, criaram um “robô bibliotecário” com a capacidade de 
 
reconhecer solicitações verbais e autonomia
 
para se movimentar no acervo e encaminhar os estudantes até os livros requisitados. O robô Hugh está em fase de 
 
testes e, mesmo que ainda não seja um exemplo de inteligência artificial, tem potencial para realizar as tarefas de 
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interação e serviços de informação para usuários. 
 
A capacidade de adaptação às rápidas mudanças que estão ocorrendo no âmbito do trabalho não é mais uma opção
 
profissional, é uma condição sine qua non de qualquer trabalhador deste novo milênio.
Internet: www.biblio.cartacapital.com.br (com adaptações).
Em relação à pontuação no texto, assinale a alternativa  correta.

Questão 10

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Assinale a alternativa correta no que se refere à correção gramatical e à adequação da linguagem do trecho apresentado à correspondência oficial.

Questão 11

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Assinale a alternativa que apresenta o nome do cabo que é  usado para conectar o disco rígido ao microcomputador.

Questão 12

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Assinale a alternativa que apresenta os programas que invadem o computador sem que o usuário perceba e modificam o registro do Windows, “sequestrando” o  navegador, alterando a página inicial dele e fazendo com que  apareçam novas barras e botões.

Questão 13

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Considerando a figura acima, que mostra parte  da  tela  de  edição  do Microsoft Excel  2013, assinale a alternativa  que apresenta o resultado produzido após o usuário selecionar as células A2 e A3, arrastar a alça de preenchimento até a célula A4 e, posteriormente, soltá‐la.

Questão 14

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No Windows 10, o usuário pode utilizar alguns recursos para organizar sua Área de Trabalho, com a possibilidade de organizar os ícones espalhados. Entre as opções disponíveis, é possível classificar os ícones por

Questão 15

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software  utilizado  por  um  usuário  para  acessar,  remotamente, um computador e ainda realizar tarefas como  transferência de arquivos é o

Questão 16

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Os requisitos “acesso livre, arranjo coerente na estante, catálogo adequado e serviço de referência” dizem respeito à

Questão 17

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É considerado como o paradigma da biblioteconomia o foco

Questão 18

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O estudo dos aspectos quantitativos da produção, da distribuição e do uso da informação registrada é o objetivo da técnica denominada

Questão 19

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Assinale a alternativa que apresenta o tipo de catálogo que tem entradas ordenadas de acordo com um plano lógico   de assuntos e que inclui, além da descrição bibliográfica,  informações críticas e explicativas.

Questão 20

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No âmbito do estudo de usuários, o método por meio do qual o pesquisador capta a realidade que pretende analisar, de  forma espontânea e não estruturada, é a

Questão 21

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Na indexação, a linguagem natural

Questão 22

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No processo de busca e recuperação da informação, a extensão com a qual os itens recuperados em uma base de  dados são considerados como úteis é a de

Questão 23

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Um bibliotecário procura um sistema que o auxilie no tratamento de documentos que se baseiam em texto em linguagem natural.    

Com base nesse caso hipotético, o profissional deve  procurar o

Questão 24

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O planejamento para desenvolvimento de coleções

Questão 25

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A bibliografia que é publicada inicialmente em separado e depois é incorporada a outras bibliografias compiladas da mesma forma e sobre o mesmo tema é chamada de bibliografia

Questão 26

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Em 1999, a International Federation of Library Associations and Institutions definiu como um dos objetivos da biblioteca escolar o de

Questão 27

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Assinale a alternativa que apresenta o tipo de biblioteca que consiste no conjunto de mecanismos eletrônicos  que facilitam a localização da demanda informacional,  interligando recursos e usuários.

Questão 28

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No âmbito do planejamento bibliotecário, o(a)

Questão 29

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A Lei n.º 4.084/1962 definiu que o Conselho Federal de Biblioteconomia

Questão 30

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Assinale a alternativa que apresenta a avaliação que um  bibliotecário deve empreender para aferir dados sobre a  forma de funcionamento mais econômica e eficiente para a  biblioteca.

Questão 31

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Segundo a Lei n.º 9.674/1998, que dispõe sobre o exercício da  profissão de bibliotecário, assinale a alternativa correta.

Questão 32

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De acordo com a Resolução do Conselho Federal de Biblioteconomia n.º 33/2001, que dispõe sobre o processo fiscalizatório dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia, quando houver uma infração, será aberto um  processo  administrativo que terá início

Questão 33

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Com base no Código de Ética dos Bibliotecários  (Resolução  n.º 42/2002 do Conselho Federal de Biblioteconomia),  assinale a alternativa correta.

Questão 34

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Conforme a Resolução n.º 60/2004 do Conselho Federal de  Biblioteconomia, assinale a alternativa que apresenta a(s) atividade(s) que é(são) de competência do Plenário  do  Conselho Regional de Biblioteconomia.

Questão 35

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Considerando a Resolução n.º 60/2000, assinale a alternativa que apresenta a ação que cabe ao Conselho Regional de Biblioteconomia no âmbito de suas finalidades.



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