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FHGV 2019

Técnico em Segurança do Trabalho

Questão 1

FHGV 2019 - QUADRIX - Técnico em Segurança do Trabalho
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
O objetivo do texto é

Questão 2

FHGV 2019 - QUADRIX - Técnico em Segurança do Trabalho
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Depreende‐se da leitura do texto que

Questão 3

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1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Assinale a alternativa em que, no trecho destacado do texto, identifica‐se uma oração adverbial que expressa circunstância de tempo.

Questão 4

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Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Assinale a alternativa em que são corretamente apresentados, respectivamente, o emprego gramatical e o significado do termo “incessantes” (linha 23) no texto.

Questão 5

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Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Assinale a alternativa em que o emprego das vírgulas justifica‐se por isolar aposto.

Questão 6

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1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
A conjunção “mas” (linha 44) poderia ser substituída, no texto, correta e coerentemente, por

Questão 7

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1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência textual caso se substituísse o trecho

Questão 8

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Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Assinale a alternativa em que é apresentada proposta de reescrita gramaticalmente correta e coerente para o primeiro parágrafo do texto.

Questão 9

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Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
20
unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
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Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
São acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica as palavras

Questão 10

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Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”, como checagem de medicação e registro de pacientes,
 
já foram transportadas para o sistema digital.
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema único
 
desenhado pela área de tecnologia da informação permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
5
todos os seus movimentos sejam monitorados.
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. Quando o médico
 
solicita um remédio, o pedido chega à farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o paciente
 
ou plano de saúde.
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de medicação,
10
tempo de atendimento e processos administrativos, como solicitação de equipamentos”, diz um gerente de
 
tecnologia da informação de uma dessas instituições.
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a funcionar
 
mais amplamente, o número de atendimentos emergenciais realizados aumentou 40%. O tempo para a liberação de um
 
leito caiu de seis horas para uma hora e vinte minutos.
15
“A informatização evita telefonemas, caminhadas incessantes
 
entre setores para localizar dados, reduz custos com papel e filmes radiográficos e nos libera para prestar mais
 
atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o coordenador de emergência geral de um desses hospitais.
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria para identificar pacientes e funcionários, implementou o sistema para
 
tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a instituição resolveu adotar, mais recentemente, prontuários digitais
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unificados para toda a rede, além de uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line, totens de autoatendimento
 
e até aplicativos para celular em que o usuário pode acompanhar resultados de exames e marcar procedimentos.
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um atendente”, diz o superintendente de tecnologia da rede hospitalar.
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em 20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o número de
 
consultas e exames.
25
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais
 
pode, sim, revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso acontecer.
 
“Tem modismo nessa história de informatização
 
e, às vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o papel.
 
Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”.
30
O ideal, de acordo com o presidente, além de ser tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário unificado não só na rede
 
privada, mas também no sistema público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: < www.temas.folha.uol.com.br > (com adaptações).
Assinale a alternativa em que o trecho apresentado é gramaticalmente correto e adequado à correspondência oficial mediante e‐mail.

Questão 11

FHGV 2019 - QUADRIX - Técnico em Segurança do Trabalho
A Constituição Federal de 1988 (CF) estabelece que a União aplicará, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais calculados sobre a receita corrente líquida do respectivo exercício financeiro, não podendo ser inferior a

Questão 12

FHGV 2019 - QUADRIX - Técnico em Segurança do Trabalho
A CF estabelece que os gestores locais do Sistema Único de Saúde (SUS)

Questão 13

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O Hospital Municipal Getúlio Vargas terá, em sua estrutura organizacional básica, os seguintes órgãos:

Questão 14

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Em relação à rede de atenção às urgências no SUS, assinale a alternativa correta.

Questão 15

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O Hospital Municipal Getúlio Vargas é uma

Questão 16

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A contratação de serviços e compras pelo Hospital Municipal Getúlio Vargas

Questão 17

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Quanto à diretoria executiva do Hospital Municipal Getúlio Vargas, é correto afirmar que

Questão 18

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O empregado deve

Questão 19

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No que se refere à transferência do empregado, assinale a alternativa correta.

Questão 20

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O processo sumário disciplinar, adotado sempre que o ato praticado pelo empregado for de flagrante irregularidade e inequívoca autoria, compreenderá, ordenadamente, as seguintes etapas:

Questão 21

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O atestado de saúde ocupacional (ASO) deverá conter

Questão 22

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Em relação aos exames toxicológicos para motoristas de ambulância de hospitais, assinale a alternativa correta.

Questão 23

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Além das empresas privadas que possuam empregados regidos pela CLT, as NRs são de observância obrigatória para as seguintes instituições:

Questão 24

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Nos hospitais em que o ambiente de trabalho contenha agente biológico, físico ou químico, é

Questão 25

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Os intervalos mínimos dos exames periódicos estabelecidos pela NR 7 devem ser realizados de acordo com a idade e a exposição a riscos e conforme tabela específica para trabalhadores

Questão 26

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Quanto à exposição ocupacional a agentes biológicos, assinale a alternativa correta.

Questão 27

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As exposições acidentais de profissionais da área de saúde a agentes biológicos patogênicos veiculados pelo sangue e por secreções de natureza ocupacional estão particularmente associadas à transmissão de vírus, estimando‐se que a transmissão, em ordem crescente de risco, seja:

Questão 28

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No que se refere à profilaxia de agentes biológicos para trabalhadores da saúde, assinale a alternativa correta.

Questão 29

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Acerca dos riscos químicos e físicos ocupacionais para trabalhadores da saúde, assinale a alternativa correta.

Questão 30

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A respeito do dimensionamento de profissionais do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e de Medicina do Trabalho (SESMT), assinale a alternativa correta.

Questão 31

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De acordo com a NR 7 – ergonomia, as condições de trabalho incluem aspectos relacionados

Questão 32

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Assinale a alternativa que apresenta a classificação toxicológica, isto é, a cor da faixa no rótulo do produto, dos agrotóxicos, segundo a DL 50, na seguinte ordem: pouco tóxico; medianamente tóxico; altamente tóxico; e extremamente tóxico.

Questão 33

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Para caracterização e classificação da insalubridade devido à exposição a vibrações de corpo inteiro, utiliza‐se a avaliação

Questão 34

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Um técnico em segurança do trabalho deverá verificar se a exposição ao calor gerado pela caldeira de um hospital ultrapassa os limites de tolerância para exposição ao calor. A referida caldeira encontra‐se em ambiente fechado e os trabalhadores não permanecem no local durante seu período de repouso.

Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as temperaturas que o técnico precisará medir (tbn = temperatura de bulbo úmido natural, tg = temperatura de globo, tbs = temperatura de bulbo seco) e o(s) dado(s) que deverá obter.

Questão 35

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O exame periódico de saúde é um procedimento de

Questão 36

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A organização das ações de saúde direcionadas ao trabalhador nas diversas instâncias do SUS deve considerar que

Questão 37

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Um trabalhador asmático, depois de anos na atividade de cavador de poço, iniciou quadro de pneumoconiose.

Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a doença e sua relação com o trabalho (segundo a classificação de Schilling).

Questão 38

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Assinale a alternativa que apresenta a substância utilizada em hospitais como esterilizante para equipamentos hospitalares que, em caso de acidente, irrita olhos e pele, causa asma, náuseas, vômitos, depressão do SNC, com síndrome do pé caído e diminuição da sensibilidade e de reflexos, além de ser carcinogênica por estar relacionada à produção de leucemias.

Questão 39

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A respeito do trabalho em turnos e noturno, assinale a alternativa correta.

Questão 40

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Para controlar a liberação de agentes químicos cuja produção é muito rápida e em grandes quantidades, a melhor forma de ventilação é a ventilação



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