×
×

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019

Técnico em Informática

Questão 1

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
O objetivo do texto é

Questão 2

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Depreende‐se da leitura do texto que

Questão 3

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que, no trecho destacado do texto,  identifica‐se uma oração adverbial que expressa  circunstância de tempo.

Questão 4

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que são corretamente apresentados, respectivamente, o emprego  gramatical  e  o  significado do termo “incessantes” (linha 23) no texto.

Questão 5

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que o emprego das vírgulas   justifica‐se por isolar aposto.

Questão 6

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
A conjunção “mas” (linha 44) poderia ser substituída, no  texto, correta e coerentemente, por

Questão 7

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência textual caso se substituísse o trecho

Questão 8

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que é apresentada proposta de  reescrita gramaticalmente correta e coerente para o primeiro parágrafo do texto.

Questão 9

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
São acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação  gráfica as palavras

Questão 10

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
1
Em alguns hospitais brasileiros, rotinas “analógicas”,
 
como checagem de medicação e registro de pacientes, já
 
foram transportadas para o sistema digital. 
 
Em um desses hospitais, por exemplo, um sistema
5
único desenhado  pela área de tecnologia da informação
 
permite que, desde a entrada do paciente na instituição,
 
todos os seus movimentos sejam monitorados. 
 
Prontuários e exames são visualizados on‐line. 
 
Quando o médico solicita um remédio, o pedido chega à
10
farmácia, a enfermagem é notificada e a conta já vai para o
 
paciente ou plano de saúde. 
 
“É tudo interligado. O sistema monitora horários de
 
medicação, tempo de atendimento e processos
 
administrativos, como  solicitação de equipamentos”, diz
15
um gerente de tecnologia da informação de uma dessas
 
instituições. 
 
De seis anos para cá, quando a ferramenta passou a
 
funcionar mais amplamente, o número de atendimentos
 
emergenciais realizados aumentou  40%. O tempo para a
20
liberação de um leito caiu de seis horas para uma hora e
 
vinte minutos. 
 
“A informatização evita telefonemas, caminhadas
 
incessantes entre setores para localizar dados, reduz custos
 
com papel e filmes radiográficos e nos  libera para prestar
25
mais atenção no paciente e menos na papelada”, afirma o
 
coordenador de emergência geral de um desses hospitais. 
 
Uma rede de hospitais, pioneira no uso da biometria
 
para identificar pacientes e funcionários, implementou o
 
sistema para tentar reduzir fraudes. Deu tão certo que a
30
instituição resolveu adotar, mais recentemente,
 
prontuários digitais unificados para toda a rede, além de
 
uma ferramenta para o agendamento de consultas on‐line
 
totens de autoatendimento e até aplicativos para celular em
 
que o usuário pode acompanhar resultados de exames e
35
marcar procedimentos. 
 
“Se o paciente não quiser, nem precisa falar com um
 
atendente”,  diz o superintendente de tecnologia da rede
 
hospitalar. 
 
Nos últimos três anos, a rede conseguiu diminuir em
40
20% o tempo de espera nos ambulatórios. Caiu também o
 
número de consultas e exames. 
 
Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de
 
Clínica Médica, o uso da tecnologia em hospitais pode, sim,
 
revolucionar o atendimento, mas falta muito para isso
45
acontecer. 
 
“Tem modismo nessa história de informatização e, às
 
vezes, pouca funcionalidade. Tem hospital que diz ter
 
prontuário eletrônico e, na verdade, digita e imprime o
 
papel. Ou o médico deixa a prescrição escrita e outros
50
profissionais digitam. Isso pode resultar em erros sérios”. 
 
O ideal, de acordo com o presidente, além de se
 
tudo digital, seria implementar um sistema de prontuário
 
unificado não só na rede privada, mas também no sistema
 
público. “Isso sim seria revolucionário”, opina.
Juliana Vines. Sistemas digitais agilizam recursos e reduzem custos nos hospitais. Internet: www.temas.folha.uol.com.br (com adaptações).
Assinale a alternativa em que o trecho apresentado é gramaticalmente  correto e adequado à correspondência oficial mediante e‐mail. 

Questão 11

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
A Constituição Federal de 1988 (CF) estabelece que a União  aplicará, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde,  recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais  calculados sobre a receita corrente líquida do respectivo  exercício financeiro, não podendo ser inferior a

Questão 12

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
A CF estabelece que os gestores locais do Sistema Único de  Saúde (SUS)

Questão 13

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
O Hospital Municipal Getúlio Vargas  terá, em sua estrutura  organizacional básica, os seguintes órgãos:

Questão 14

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Em relação à rede de atenção às urgências no SUS, assinale a  alternativa correta.

Questão 15

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
O Hospital Municipal Getúlio Vargas é uma

Questão 16

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
A contratação de serviços e compras pelo Hospital Municipal Getúlio Vargas

Questão 17

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Quanto à diretoria executiva do Hospital Municipal Getúlio  Vargas, é correto afirmar que

Questão 18

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
O empregado deve

Questão 19

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
No que se refere à transferência do empregado, assinale  a  alternativa correta.

Questão 20

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
O processo  sumário  disciplinar, adotado sempre que o ato praticado pelo empregado for de flagrante irregularidade e inequívoca autoria, compreenderá, ordenadamente, as  seguintes etapas:

Questão 21

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Possui uma grande largura de banda,  independentemente de processador, que pode funcionar  como um mezanino ou barramento periférico. Em  comparação com outras especificações de barramento  comuns, ele oferece melhor desempenho de sistema  para  subsistemas de E/S de alta velocidade (por exemplo, adaptadores de vídeo gráficos, controladores de interface de rede, controladores de disco e assim por diante).   

William Stallings. Arquitetura e organização de computadores. 8.ª ed.   São Paulo: Pearson Pratice Hall, 2010, p. 76 (com adaptações).   

O texto acima trata do tipo de barramento conhecido como

Questão 22

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
A técnica em que é possível combinar todos os espaços vazios  na memória, deixados pelas trocas de processos, em um único espaço contíguo de memória, movendo‐os, o máximo  possível, para os endereços mais baixos, é denominada

Questão 23

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
No sistema operacional Windows Server, o serviço que consiste em uma estrutura hierárquica que armazena  informações sobre objetos na rede, como usuários e computadores, que armazena informações sobre contas de  usuário, incluindo  nomes, endereços de e‐mail,  senhas e números de telefone, e que permite que outros usuários  autorizados na mesma rede acessem essas informações é o

Questão 24

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Assinal  a alternativa que apresenta as características  do sistema de arquivos NTFS (New Technology File System). 

Questão 25

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Quanto aos conceitos básicos sobre desenvolvimento e manutenção de sistemas e aplicações, assinale a alternativa  correta.

Questão 26

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
O comando utilizado no Windows para verificar o estado de conexões de rede, o processo que está utilizando determinada conexão e o IP que está sendo utilizado  para conectar‐se no host é o

Questão 27

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
No sistema operacional Linux, ao executar, em um terminal,  o comando  ,  será possível

Questão 28

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
O arquivo do sistema operacional Linux que representa uma  lista de usuários reconhecidos pelo sistema e que serve para ser consultado pelo Linux, em tempo de login, para determinar o UID e o diretório inicial de um usuário é o

Questão 29

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Em relação ao roteador, um dos equipamentos de interconexão utilizados em redes de computadores, assinale  a alternativa correta.

Questão 30

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
A respeito de cabos UTP, utilizados no cabeamento de redes  locais, assinale a alternativa correta.

Questão 31

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Assinale a alternativa que apresenta as quatro primitivas que são previstas pelo sistema de resolução de nomes do protocolo NetBIOS.

Questão 32

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
No que se refere ao CIDR (Classless Interdomain Routing), assinale a alternativa correta.

Questão 33

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
A topologia ativa da correspondente VLAN ou do correspondente grupo de VLANs é representada por meio  do(da)

Questão 34

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Não permite uma conexão TCP de ponta a ponta; em  vez disso, o gateway prepara duas conexões TCP, uma entre ele mesmo e um usuário TCP em um host interno e uma entre ele mesmo e um usuário TCP em um host externo. Quando as duas conexões são estabelecidas, o gateway  normalmente  repassa segmentos TCP de uma conexão para outra sem examinar o conteúdo. A função de segurança consiste em  determinar quais conexões serão permitidas.   

William Stallings. Criptografia e segurança de redes. 4.ª ed. São Paulo:  Pearson Prentice Hall, 2008, p. 449 (com adaptações).   

O texto acima descreve características do tipo de firewall conhecido como

Questão 35

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Acerca da implementação de protocolos seguros em sistemas, assinale a alternativa correta.

Questão 36

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática


Com base na figura e nas  informações acima apresentadas,  assinale a alternativa correta.

Questão 37

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Em um banco de dados relacional, o tipo de dado que descreve os tipos de valores que podem aparecer em cada  coluna é representado por um(a)

Questão 38

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
No banco de dados MySQL, a variável que controla o tamanho  máximo de seu buffer de comunicação é a

Questão 39

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática


A partir do modelo acima, assinale a alternativa que apresenta uma forma de se escrever uma consulta em SQL  (Structured Query Language) que mostre somente os nomes  dos pacientes que foram atendidos no dia 10/05/2019.

Questão 40

Fundação Hospitalar Getúlio Vargas 2019 - QUADRIX - Técnico em Informática
Assinale a alternativa que apresenta o programa utilitário do  PostgreSQL destinado à exportação de dados.



Provas de Concursos » Quadrix 2019