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Pref. Diadema/SP 2011

Agente Administrativo II - Escriturário

Questão 1

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
O texto apresenta como tema central

Questão 2

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1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
De acordo com o texto, um dos propósitos dos cursos de formação de voluntários é

Questão 3

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1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Segundo as informações do texto, o processo de seleção permite perceber que

Questão 4

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O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que

Questão 5

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1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Leia a frase do penúltimo parágrafo: Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final.

A expressão destacada – Cerca de – pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:

Questão 6

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1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Considere a frase que encerra o texto: Enfim, não basta um exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com situações tão delicadas.

Com essa frase, pode-se concluir que

Questão 7

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1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
São sinônimas, no texto, as palavras

Questão 8

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O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
São antônimas, no texto, as palavras

Questão 9

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O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Observe a frase do segundo parágrafo: A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário.

Assinale a alternativa em que a frase está reescrita corretamente e com o sentido inalterado.

A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou...

Questão 10

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1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
A palavra maratona, no título e ao início do segundo parágrafo, contém a ideia de

Questão 11

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
O pronome em destaque no terceiro parágrafo – ... tentativa de torná-lo mais comprometido... – refere-se

Questão 12

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
1

 
O processo é longo e pode envolver entrevista, dinâmica de
 
grupo, cursos, estágio supervisionado, prova de conhecimentos ge-
 
rais e formatura no final. Em muitos casos, quem falta é eliminado.
5
A maratona, quem diria, não é para conseguir um emprego ou
 
uma bolsa de estudos: é para fazer trabalho voluntário. Se antes
 
bastava querer para doar seu tempo em prol de crianças pobres,
 
pessoas doentes, deficientes ou das florestas do planeta, hoje não
 
é bem assim. Organizações não governamentais estão profissio-
10
nalizando o recrutamento de voluntários, promovendo seleções e
 
cursos de capacitação que podem durar quase um ano.
 
Os motivos para a mudança são muitos. A necessidade de
 
preparar o voluntário para lidar com a metodologia da ONG, com
 
o público atendido e com o ambiente de atuação é um deles. Outras
15
razões são a tentativa de torná-lo mais comprometido – “um
 
voluntário descompromissado e despreparado mais atrapalha do
 
que ajuda”, dizem alguns – e a inevitabilidade de ter que selecionar
 
diante de uma procura maior do que a demanda.
 
Para Sílvia Naccache, coordenadora do CVSP (Centro de
20
Voluntariado de São Paulo), trata-se de uma tendência, princi-
 
palmente nas ONGs de São Paulo. “As pessoas vinham cheias de
 
boa vontade, mas queriam fazer do jeito delas, a qualquer hora.”
 
Segundo ela, o perfil dos voluntários vem mudando. “Antes era
 
coisa de mulher, mais velha, aposentada. Hoje vemos muitos
25
homens, jovens, pessoas que estão no mercado de trabalho.”
 
Uma preocupação de ONGs que atuam em hospitais, por
 
exemplo, é com a segurança em relação à contaminação. A pales-
 
tra de segurança hospitalar é uma das que compõem a seleção
 
da associação Viva e Deixe Viver, que atua com contação de
30
histórias para crianças doentes. São todas aos sábados e, no fim,
 
o candidato acompanha um contador mais experiente. É preciso
 
pagar R$ 70 para cobrir as despesas. Entre a inscrição e o fim do
 
processo, passa quase um ano.
 
Cerca de um quinto dos 500 inscritos ficam até o final. “Na
35
primeira palestra, o número já diminui pela metade. As pessoas
 
têm o desejo genuíno de ajudar, mas, quando se exige dedicação,
 
muitas desistem”, afirma Valdir Cimino, presidente da associação.
 
Nos treinamentos, há respostas a questões como: E se uma
 
criança no hospital pedir água? Você deve dar? Pois um voluntário
40
que fez isso atrapalhou o jejum para um exame. Se ela quiser saber
 
sobre a doença? Não, o papel é dos médicos. Enfim, não basta um
 
exército de pessoas com boa vontade que não saibam lidar com
 
situações tão delicadas.
(Revista da Folha de S.Paulo. Adaptado)
Os termos Para e Segundo, destacados no quarto parágrafo, têm valor

Questão 13

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Considerando as regras de regência da palavra tendência, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna da frase seguinte.

Hoje existe uma tendência _______ oferecer cursos preparatórios para exercer o voluntariado.

Questão 14

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Assinale a alternativa correta quanto à regência dos verbos em destaque.

Questão 15

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do acento indicador de crase.

Questão 16

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
No que respeita às regras de concordância, está correta a seguinte frase:

Questão 17

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1
O seguro morreu de guarda-chuva.
(Sapato Florido)
A palavra seguro no verso acima – assim como no provérbio O seguro morreu de velho – faz referência a uma pessoa

Questão 18

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
1
O seguro morreu de guarda-chuva.
(Sapato Florido)
Observe as frases:

I. Ao empregar a palavra guarda-chuva no lugar de velho, o poeta chama a atenção para o caráter imprevisível e inevitável da morte.
II. O uso da palavra guarda-chuva, em comparação com velho, dá ao poema um efeito cômico, apesar de trágico.
III. A máxima O seguro morreu de velho ensina que a velhice traz segurança para a vida das pessoas.
Está correto o que se afirma apenas em

Questão 19

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Assinale a alternativa em que a forma verbal em negrito está empregada corretamente.

Questão 20

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Observe a colocação do pronome na frase e assinale a alternativa correta.

Questão 21

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Sendo a, um número natural maior do que 4 e menor do que 11 e b, um número natural maior do que 15 e menor do que32, o maior valor que b/a pode assumir é

Questão 22

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Uma classe de 30 alunos obteve média 52 em um exame.
Outra classe de 25 alunos obteve média 30 no mesmo exame.
A média dos 55 alunos nesse exame foi

Questão 23

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Os livros de uma série foram publicados em intervalos de 5 anos. Quando o quinto livro foi publicado, a soma dos anos de publicação dos cinco livros era de 9 915.
O ano em que o primeiro livro foi publicado ocorreu em

Questão 24

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Ao fazer o percurso de casa para o trabalho de bicicleta e do trabalho para casa a pé, um homem leva 40 minutos. Quando faz o percurso de ida e volta de bicicleta ele leva 18 minutos, logo ao fazer o percurso de ida e volta a pé ele levará

Questão 25

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Trinta e uma moedas, algumas de 50 centavos e as outras de 25 centavos somam juntas R$ 12,00. A diferença entre o número de moedas de 50 centavos e de 25 centavos é

Questão 26

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Na comemoração de um título de vôlei, em um estádio, todos os torcedores cumprimentaram-se com apertos de mãos. Quando duas pessoas se cumprimentam, cada uma conta um aperto de mãos. Os números de apertos de mãos que cada torcedor deu não são necessariamente iguais, mas necessariamente

Questão 27

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Beatriz e Juliana decidiram montar um negócio próprio. Beatriz participou com um capital de R$ 14.000,00 e Juliana com R$ 6.500,00, combinando que o lucro seria dividido proporcionalmente ao capital investido. O lucro que obtiveram com seu negócio após 10 meses foi de R$ 8.200,00, logo a parte devida a Beatriz será de

Questão 28

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Um time de basquete venceu 40 jogos dos 50 de que participou até o momento, restando ainda 40 jogos para disputar.
O número de jogos que esse time ainda deve vencer, para que seu total de vitórias no torneio seja de 70%, é

Questão 29

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Um antigo problema hindu afirma: “De uma quantidade de puras flores de lótus, uma terça parte, um quinto e um sexto foram oferecidas aos deuses Siva, Vishnu e Sol. Um quarto da quantidade original foi ofertada a Bhavani. Os seis lótus restantes foram dados ao venerável preceptor”.
Resolvendo esse problema, conclui-se que a quantidade original de flores é

Questão 30

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
A média de idade, em anos, de quatro agentes vale M. Um novo agente de 31 anos foi integrado ao grupo e a nova média de idade desses cinco agentes passou a ser de 33 anos.
Conclui-se que M, em anos, vale

Questão 31

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Um tanque na forma de um paralelepípedo tem as dimensões de 12 dm x 9 dm x 6 dm e está totalmente cheio de água. Um furo nesse tanque permite que a água escoe a uma taxa de 8 litros por hora, fazendo com que o tanque esvazie completamente após

Questão 32

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
A tabela a seguir indica a porcentagem de desconto a ser dada em relação ao total gasto pelo cliente de um supermercado.

Se um cliente pagou R$ 940,50 por suas compras, pode-se afirmar que o valor sem desconto que ele pagaria era

Questão 33

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O comprimento de um retângulo vale dois terços de sua largura. Adicionando 3 cm ao comprimento e subtraindo 3 cm da largura, obtém-se um quadrado.
O perímetro do retângulo original vale

Questão 34

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Tanto a diferença como a divisão entre dois números vale 5.
A soma desses números vale

Questão 35

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Para iluminar uma sala Caio utiliza exatamente 3 velas, cada vela de uma marca diferente e que são consumidas totalmente em 24 minutos, 36 minutos e 42 minutos, respectivamente.
Apenas uma vela de cada marca fica acesa por vez e cada vez que uma vela se apaga, imediatamente Caio acende outra da mesma marca, repetindo esse processo até que as 3 velas se apaguem ao mesmo tempo. Após acender simultaneamente as 3 primeiras velas, o tempo total que a sala ficará iluminada será de

Questão 36

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Aplicando R$ 1,00 no sistema de juros simples a uma taxa de 0,5% ao mês, para que o montante atinja o valor de R$ 10,00 serão necessários(as)

Questão 37

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
A área do quadrado ABCE da figura vale 49 cm2 e o comprimento do segmento DB vale 31 cm.

O perímetro do triângulo CDE vale, em cm,

Questão 38

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Dois homens começam a pedalar suas bicicletas a velocidades de 4 km/h e 7,5 km/h. Eles partem de um mesmo ponto, mas seguem em direções perpendiculares. Depois de 2 horas, a distância em linha reta entre eles será de

Questão 39

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
O produto de dois números pares, positivos e consecutivos, vale 1 224. O máximo divisor comum desses números vale

Questão 40

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Um comerciante comprou um relógio por R$ 20,00 para revendê-lo por R$ 80,00. Uma pessoa comprou esse relógio pagando com uma nota de R$ 100,00. O comerciante, após dar o troco à pessoa, percebeu que a nota de R$ 100,00 era falsa. O prejuízo total que o comerciante teve com esse relógio foi de

Questão 41

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Para localizar arquivos na pasta Documentos de seu computador, um usuário está utilizando o aplicativo

Windows Explorer, que pertence ao Microsoft Windows XP, em sua configuração padrão. Sabe-se que os arquivos de nomes apresenta.ppt, correlato.dwg, recado.rtf, recato.xls, relatório.doc, remessa.doc, remoto.xls e trepidar.doc pertencem à pasta em questão e que o critério utilizado na busca é o mostrado na figura.

O número de arquivos encontrados, nessa pesquisa, é

Questão 42

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Analise a estrutura de pastas que está sendo visualizada por meio do Windows Explorer, que integra o Microsoft Windows XP, em sua configuração padrão, e assinale a alternativa correta.

Questão 43

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
No programa Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, os menus que oferecem as opções que permitem ao usuário definir o idioma em que o texto está sendo editado e visualizar seu cabeçalho e rodapé são, respectivamente,

Questão 44

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Para fazer com que um texto que está sendo editado por meio do programa Microsoft Word 2003, em sua configuração padrão, seja apresentado numa página contendo duas colunas, dos ícones mostrados na figura a seguir, um usuário deverá acionar o de número

Questão 45

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Um usuário preencheu suas células de uma planilha Microsoft Excel 2003, a partir de sua configuração padrão, conforme mostrado na figura a seguir:


Em seguida, o usuário realizou o procedimento com os seguintes comandos:
I. Digitou a expressão =A1*B1+C1 na célula D1.
II. Copiou o conteúdo da célula D1 para as células D2 e D3.
III. Selecionou as células B1, B2 e B3.
IV. Acionou o ícone e confirmou a ação com o botão .
Assinale a alternativa que contém os valores numéricos obtidos, respectivamente, nas células D1, D2 e D3 da planilha após a realização do procedimento acima.

Questão 46

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Um Agente Administrativo que está utilizando o programa Microsoft Excel 2003, em sua configuração padrão, inseriu a expressão =SOMA(A1:A3) na célula A4 e a expressão =MÉDIA(A1;B1;C1) na célula D1. Se ele copiar o conteúdo da célula A4 para a célula D5 e o conteúdo da célula D1 para a célula E2, as expressões obtidas nas células D5 e E2 serão, respectivamente,

Questão 47

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Sabendo-se que a coluna da esquerda apresenta ícones da barra de Desenho do programa Microsoft PowerPoint 2003, em sua configuração padrão, e que a coluna da direita descreve suas funcionalidades, selecione a alternativa que, de cima para baixo, relaciona-as corretamente.

Questão 48

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Selecione a alternativa que completa, correta e respectivamente, o parágrafo a seguir, sabendo-se que ele tem afirmações sobre recursos disponíveis no Microsoft Power Point 2003, em sua configuração padrão.
Transições de slide são os efeitos de __________ que ocorrem no modo de exibição Apresentação de Slides quando você move de um slide para o __________. É possível controlar a ___________ de cada efeito de transição e também adicionar __________.

Questão 49

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Analise as seguintes afirmações relacionadas ao serviço de correio eletrônico ou e-mail da Internet:
I. A sequência de caracteres maria#dominio.com.br tem uma estrutura compatível com o endereço de um usuário registrado no Brasil.
II. O termo Anexo diz respeito ao arquivo que o usuário do serviço de e-mail pode agregar a mensagem e enviar ao destinatário desejado.
III. Cliente de e-mail é o nome do programa que deve ser instalado no computador do usuário para que ele possa enviar e receber mensagens.
É correto apenas o que se afirma em

Questão 50

Pref. Diadema/SP 2011 - VUNESP - Agente Administrativo II - Escriturário
Um Agente Administrativo necessita fazer uma pesquisa sobre índices de inflação anual e, para tanto, pretende utilizar-se dos recursos de busca de informações na Internet que são oferecidos por sites consagrados como



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