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SAP/SP 2011

Analista Administrativo

Questão 1

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Leia os quadrinhos e analise as afirmações.

I. A lacuna do primeiro quadrinho poderia ser preenchida com está ou estamos, pois ambas as formas atendem a norma culta da língua.
II. Se o termo Mãe, no primeiro quadrinho, viesse no final da frase, não haveria necessidade do uso da vírgula.
III. A fala da filha, no último quadrinho, revela que ela não concorda com o que a mãe disse.
Está correto apenas o que se afirma em

Questão 2

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
De acordo com o texto, os dois fatos apresentados aconteceram no Rio em 27 de outubro. Na análise do autor, a coincidência de data revela que

Questão 3

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Sobre o homem procurado pela polícia, sabe-se que ele

Questão 4

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Com a frase – Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão é simples: a lei é para todos. – entende-se que o autor do texto

Questão 5

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
A frase – A se acreditar no que afirma sua mãe, a prisão foi ilegal. – permite afirmar que

Questão 6

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho – Uma mulher procurada (...) apresenta-se à polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura seis meses e é presa. – está corretamente reescrito quanto à concordância, em conformidade com a norma padrão.

Questão 7

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Na frase – No segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão rigorosamente observada. – o termo em destaque significa

Questão 8

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1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
1
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acompanharem a suspeita à delegacia.
A forma verbal em destaque expressa uma ação

Questão 9

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1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
1
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acompanharem a suspeita à delegacia.
Substituindo-se o termo suspeita por um pronome, obtém-se, em conformidade com a norma padrão, a seguinte oração:

Questão 10

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1

RIO DE JANEIRO – Um homem procurado pela polícia sob
 
suspeita de ter estuprado 40 mulheres apresenta-se à delegacia, é
 
reconhecido por três de suas vítimas, confessa os crimes e é solto.
 
Uma mulher procurada pela polícia sob suspeita de ter man-
5
tido relações sexuais com uma aluna de 13 anos apresenta-se à
 
polícia, confessa o crime, revela que o relacionamento já dura
 
seis meses e é presa.
 
Os dois fatos aconteceram no Rio em 27 de outubro, quatro
 
dias antes do segundo turno das eleições.
10
No primeiro caso, aplicou-se o artigo 236 do Código Eleito-
 
ral: de cinco dias antes a dois dias depois das eleições, eleitores
 
só podem ser presos se houver flagrante, se tiverem condenação
 
por crime inafiançável ou por desrespeito a salvo conduto. No
 
segundo caso, há indícios de que a aplicação da lei não foi tão
15
rigorosamente observada.
 
Não se trata de defender esse ou aquele personagem. A questão
 
é simples: a lei é para todos.
 
A liberação do suspeito dos estupros atendeu à legislação:
 
não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria.
20
Já na detenção da professora, há dúvidas. A se acreditar no que
 
afirma sua mãe, a prisão foi ilegal.
 
Em depoimento à repórter Diana Brito, a mãe contou que,
 
ao ligar para a delegacia de madrugada para informar que a filha
 
se apresentaria, ouviu dos policiais que não seria seguro saírem
25
sozinhas de casa àquela hora.
 
Os policiais teriam, então, se oferecido para, em escolta, acom-
 
panharem a suspeita à delegacia. Chegando lá, foi presa em fla-
 
grante. Se tivesse ido sozinha, não haveria base legal para a prisão.
 
Desde então, está presa. Divide cela com nove detentas em
30
Bangu 8, presídio de segurança máxima.
 
O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido:
 
apresentou-se à delegacia passado o período previsto pela legis-
 
lação eleitoral. Também está preso.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Analise as afirmações.
I. Observando as frases – ... confessa os crimes e é solto. – e – ... confessa o crime (...) e é presa. – é correto afirmar que, na articulação dos elementos textuais, os termos destacados são antônimos.
II. Na frase – O suspeito dos 40 estupros cumpriu o que havia prometido... – o emprego do numeral dá ênfase à informação, reforçando, também, o horror do crime.
III. Em – ... não houve flagrante, pois ele se apresentou por vontade própria. – a conjunção destacada estabelece relação de causa entre as orações do período.
Está correto apenas o que se afirma em

Questão 11

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Leia os quadrinhos.

As lacunas do 1.º quadrinho devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com

Questão 12

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
O título do texto justifica-se porque o valor de R$ 140

Questão 13

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
No primeiro parágrafo do texto, as possibilidades apresentadas para se usar o valor de R$ 140 mostram que as pessoas referidas

Questão 14

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
No 2.º parágrafo, com a frase – Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tempo. – revela-se que, na sociedade brasileira, R$ 140 é um valor

Questão 15

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
A frase – Temos alguma ideia de como é a vida dessas pessoas? – não contém uma pergunta, de fato. Por meio dela, o autor quer dizer que

Questão 16

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Ao construir sua argumentação, o autor dirige-se ao leitor, de forma a fomentar neste a reflexão sobre o assunto em análise. Isso se comprova com o trecho:

Questão 17

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
Analise as afirmações elaboradas com base no trecho: Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram 57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.

I. O uso dos numerais é significativo, pois eles indicam a intensidade da mudança vivenciada na sociedade brasileira no que diz respeito aos índices de pobreza.
II. O advérbio ainda, indicativo de tempo, revela que a vida de mais de 30 milhões de pessoas não mudou na última década.
III. A expressão por mês é indicativa de finalidade.

Está correto apenas o que se afirma em

Questão 18

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
1
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o grande
 
mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a per-
 
cepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
No contexto, um sinônimo do termo mérito é

Questão 19

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
1
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o grande
 
mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a per-
 
cepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
Assinale a alternativa correta quanto ao uso do acento indicativo da crase, na continuidade da frase: O atual governo teve o grande mérito histórico de dar visibilidade

Questão 20

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

SÃO PAULO – Um tanque de gasolina. O preço de dois ou
 
três livros. Um jantar razoável para duas pessoas. Tudo isso pode
 
custar R$ 140. Pense no quanto você gastou nesses dias de feriado.
 
Mais de 30 milhões de pessoas (15,5% da população) ainda vivem
5
com menos de R$ 140 por mês no Brasil. Há dez anos eram
 
57 milhões de pessoas (33,3% da população) nessa condição.
 
Seria o caso de comemorar e de ter vergonha ao mesmo tem-
 
po. Dos quase 31 milhões de miseráveis, 12,4 milhões ainda são
 
considerados “indigentes”. É como são chamados, tecnicamente,
10
aqueles que sobrevivem com renda mensal de até R$ 70. Temos
 
alguma ideia de como é a vida dessas pessoas?
 
O problema, na verdade, é maior. O próprio governo reco-
 
nhece, na reportagem publicada ontem pela Folha, que R$ 140
 
mensais per capita (que define o teto da clientela do Bolsa Família)
15
é um valor ridiculamente baixo. A economista Lena Lavinas, da
 
UFRJ, defende que a definição de pobreza seja reconsiderada:
 
quem vive com menos de 60% da renda familiar média per capita
 
(R$ 465), ou seja, com até R$ 280 mensais.
 
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o
20
grande mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a
 
percepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
(Folha de S.Paulo, 15.11.2010. Adaptado)
1
O atual governo, no entanto, entre tantos erros e acertos, teve o grande
 
mérito histórico de dar visibilidade aos pobres, alargando a per-
 
cepção do país sobre si mesmo. Fez com que os pobres se vissem
 
como portadores de direitos sociais e protagonistas da política.
No contexto, a locução conjuntiva no entanto encerra sentido de

Questão 21

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 22

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Leia os quadrinhos.

As lacunas das falas devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com

Questão 23

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1

Najwa se casou com Osama em 1974. Tinha 15 anos e logo
 
engravidou. Teve um filho, depois outro e mais outro – nos 3
 
primeiros anos de casamento, foram 3 filhos homens. Ela estava
 
louca para ser mãe de uma menina. E, quando teve o quarto filho,
5
Omar, não se aguentou – começou a deixar o cabelo do menino
 
crescer e a vesti-lo como uma menina. “Minhas amigas diziam
 
que Omar era muito bonito e me encorajavam”, conta. Era 1981
 
e Osama passava longas temporadas longe de casa, combatendo
 
a invasão soviética no Afeganistão. Um dia, ao voltar para seu
10
lar na Arábia Saudita, se deparou com a cena bizarra. “Primeiro,
 
ele ficou perplexo. Se agachava e passava os dedos nos cachos
 
de Omar, e no vestido”, relata Najwa. Depois, explicou ao me-
 
nino: “Omar, este vestido que você está usando é para meninas.
 
Este corte de cabelo é para meninas. Você é um menino”. Osama
15
mandou a mulher parar com a brincadeira, e ela obedeceu. Mas
 
logo voltou a travestir o pequeno Omar nas ausências do marido.
 
Até que Osama chegou de surpresa. “Ele não falou nada. Ficou
 
parado, me encarando com uma expressão que deixava bem claro
 
que eu não deveria brincar com o destino”, conta. Najwa cortou os
20
cabelos do menino, sumiu com os vestidos e nunca mais brincou
 
de boneca até ter a primeira filha, 6 anos depois.
(Superinteressante, maio de 2010)
De acordo com o texto, Osama incomodou-se com

Questão 24

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

Najwa se casou com Osama em 1974. Tinha 15 anos e logo
 
engravidou. Teve um filho, depois outro e mais outro – nos 3
 
primeiros anos de casamento, foram 3 filhos homens. Ela estava
 
louca para ser mãe de uma menina. E, quando teve o quarto filho,
5
Omar, não se aguentou – começou a deixar o cabelo do menino
 
crescer e a vesti-lo como uma menina. “Minhas amigas diziam
 
que Omar era muito bonito e me encorajavam”, conta. Era 1981
 
e Osama passava longas temporadas longe de casa, combatendo
 
a invasão soviética no Afeganistão. Um dia, ao voltar para seu
10
lar na Arábia Saudita, se deparou com a cena bizarra. “Primeiro,
 
ele ficou perplexo. Se agachava e passava os dedos nos cachos
 
de Omar, e no vestido”, relata Najwa. Depois, explicou ao me-
 
nino: “Omar, este vestido que você está usando é para meninas.
 
Este corte de cabelo é para meninas. Você é um menino”. Osama
15
mandou a mulher parar com a brincadeira, e ela obedeceu. Mas
 
logo voltou a travestir o pequeno Omar nas ausências do marido.
 
Até que Osama chegou de surpresa. “Ele não falou nada. Ficou
 
parado, me encarando com uma expressão que deixava bem claro
 
que eu não deveria brincar com o destino”, conta. Najwa cortou os
20
cabelos do menino, sumiu com os vestidos e nunca mais brincou
 
de boneca até ter a primeira filha, 6 anos depois.
(Superinteressante, maio de 2010)
Segundo o texto, a atitude de Najwa com o filho advém de

Questão 25

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1

Najwa se casou com Osama em 1974. Tinha 15 anos e logo
 
engravidou. Teve um filho, depois outro e mais outro – nos 3
 
primeiros anos de casamento, foram 3 filhos homens. Ela estava
 
louca para ser mãe de uma menina. E, quando teve o quarto filho,
5
Omar, não se aguentou – começou a deixar o cabelo do menino
 
crescer e a vesti-lo como uma menina. “Minhas amigas diziam
 
que Omar era muito bonito e me encorajavam”, conta. Era 1981
 
e Osama passava longas temporadas longe de casa, combatendo
 
a invasão soviética no Afeganistão. Um dia, ao voltar para seu
10
lar na Arábia Saudita, se deparou com a cena bizarra. “Primeiro,
 
ele ficou perplexo. Se agachava e passava os dedos nos cachos
 
de Omar, e no vestido”, relata Najwa. Depois, explicou ao me-
 
nino: “Omar, este vestido que você está usando é para meninas.
 
Este corte de cabelo é para meninas. Você é um menino”. Osama
15
mandou a mulher parar com a brincadeira, e ela obedeceu. Mas
 
logo voltou a travestir o pequeno Omar nas ausências do marido.
 
Até que Osama chegou de surpresa. “Ele não falou nada. Ficou
 
parado, me encarando com uma expressão que deixava bem claro
 
que eu não deveria brincar com o destino”, conta. Najwa cortou os
20
cabelos do menino, sumiu com os vestidos e nunca mais brincou
 
de boneca até ter a primeira filha, 6 anos depois.
(Superinteressante, maio de 2010)
Na frase – Um dia, ao voltar para seu lar na Arábia Saudita, se deparou com a cena bizarra. – o antônimo do termo em destaque é

Questão 26

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1

Najwa se casou com Osama em 1974. Tinha 15 anos e logo
 
engravidou. Teve um filho, depois outro e mais outro – nos 3
 
primeiros anos de casamento, foram 3 filhos homens. Ela estava
 
louca para ser mãe de uma menina. E, quando teve o quarto filho,
5
Omar, não se aguentou – começou a deixar o cabelo do menino
 
crescer e a vesti-lo como uma menina. “Minhas amigas diziam
 
que Omar era muito bonito e me encorajavam”, conta. Era 1981
 
e Osama passava longas temporadas longe de casa, combatendo
 
a invasão soviética no Afeganistão. Um dia, ao voltar para seu
10
lar na Arábia Saudita, se deparou com a cena bizarra. “Primeiro,
 
ele ficou perplexo. Se agachava e passava os dedos nos cachos
 
de Omar, e no vestido”, relata Najwa. Depois, explicou ao me-
 
nino: “Omar, este vestido que você está usando é para meninas.
 
Este corte de cabelo é para meninas. Você é um menino”. Osama
15
mandou a mulher parar com a brincadeira, e ela obedeceu. Mas
 
logo voltou a travestir o pequeno Omar nas ausências do marido.
 
Até que Osama chegou de surpresa. “Ele não falou nada. Ficou
 
parado, me encarando com uma expressão que deixava bem claro
 
que eu não deveria brincar com o destino”, conta. Najwa cortou os
20
cabelos do menino, sumiu com os vestidos e nunca mais brincou
 
de boneca até ter a primeira filha, 6 anos depois.
(Superinteressante, maio de 2010)
Observe as frases.

I. E, quando teve o quarto filho, Omar, não se aguentou...
II. ... e a vesti-lo como uma menina.
III. Se agachava e passava os dedos nos cachos de Omar...

Quanto às regras de colocação pronominal, está em conformidade com a norma culta apenas o contido em

Questão 27

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1

Najwa se casou com Osama em 1974. Tinha 15 anos e logo
 
engravidou. Teve um filho, depois outro e mais outro – nos 3
 
primeiros anos de casamento, foram 3 filhos homens. Ela estava
 
louca para ser mãe de uma menina. E, quando teve o quarto filho,
5
Omar, não se aguentou – começou a deixar o cabelo do menino
 
crescer e a vesti-lo como uma menina. “Minhas amigas diziam
 
que Omar era muito bonito e me encorajavam”, conta. Era 1981
 
e Osama passava longas temporadas longe de casa, combatendo
 
a invasão soviética no Afeganistão. Um dia, ao voltar para seu
10
lar na Arábia Saudita, se deparou com a cena bizarra. “Primeiro,
 
ele ficou perplexo. Se agachava e passava os dedos nos cachos
 
de Omar, e no vestido”, relata Najwa. Depois, explicou ao me-
 
nino: “Omar, este vestido que você está usando é para meninas.
 
Este corte de cabelo é para meninas. Você é um menino”. Osama
15
mandou a mulher parar com a brincadeira, e ela obedeceu. Mas
 
logo voltou a travestir o pequeno Omar nas ausências do marido.
 
Até que Osama chegou de surpresa. “Ele não falou nada. Ficou
 
parado, me encarando com uma expressão que deixava bem claro
 
que eu não deveria brincar com o destino”, conta. Najwa cortou os
20
cabelos do menino, sumiu com os vestidos e nunca mais brincou
 
de boneca até ter a primeira filha, 6 anos depois.
(Superinteressante, maio de 2010)
Na frase – ... e passava os dedos nos cachos de Omar... – a preposição em destaque tem o mesmo emprego que se verifica em

Questão 28

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1
Suave Preguiça, que do mau-querer
 
E de tolices mil ao abrigo nos pões...
 
Por causa ______, quantas ________ ações
 
Deixei de cometer!
As lacunas do poema devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com

Questão 29

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
1
Suave Preguiça, que do mau-querer
 
E de tolices mil ao abrigo nos pões...
 
Por causa ______, quantas ________ ações
 
Deixei de cometer!
O eu lírico mostra que a preguiça

Questão 30

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Leia a charge.

Observando as frases das duas personagens, é correto afirmar que

Questão 31

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Uma embalagem contém meio quilo de uma mistura dos produtos A e B, sendo que, nessa mistura, a quantidade de A corresponde a 2/3 da quantidade de B. Sabe-se que os preços de custo dos produtos A e B são, respectivamente, R$ 25,00/kg e R$ 20,00/kg, e que o preço de venda dessa embalagem é igual ao dobro do custo da mistura nela contida. Pode-se concluir, então, que o preço de venda dessa embalagem é

Questão 32

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
O medicamento líquido contido em um recipiente cúbico, cujo perímetro de uma face é igual a 20 cm, ocupava 2/5 da sua capacidade total. Esse medicamento foi totalmente ingerido por um paciente em 5 doses iguais. Cada dose ingerida continha

Questão 33

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Uma pessoa comprou três terrenos quadrados vizinhos, representados por 1, 2 e 3 na figura. Sabe-se que a área do terreno 2 é 44% maior que a área do terreno 1. Se a área do terreno 2 é 144 m², então a área do terreno 3 é, em m², igual a

Questão 34

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Toda segunda-feira, os clientes de um supermercado recebem, diretamente no caixa, um desconto promocional de 12% sobre o valor da compra que exceder R$ 50,00. Para receber o desconto, as compras das irmãs Ana e Júlia, no valor de R$ 40,00 cada uma, foram passadas no caixa como sendo uma compra única. Assim, em relação ao valor da compra de cada uma, o desconto real foi de

Questão 35

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
No triângulo retângulo ABC mostrado na figura, a soma dos valores de c e a é 36, e a razão entre eles é 4/5, nessa ordem.
Nesse caso, b vale

Questão 36

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
A partir da lista de arquivos disposta na tela do Windows Explorer do MS-Windows XP, exibida parcialmente na figura, assinale a alternativa que contém o arquivo que, ao ser clicado duplamente, inicia a auto-apresentação de slides do MS-PowerPoint 2003.

Questão 37

SAP/SP 2011 - VUNESP - Analista Administrativo
Observe a figura.


O botão da barra de ferramentas Formatação do MS-Word 2003, destacado na figura, tem sua função também encontrada no menu Formatar, opção

Questão 38

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Sabendo-se que a célula Z7 e Z8 de uma planilha do MS-Excel 2003, em sua configuração padrão, contém, respectivamente, os números 4 e 6, assinale a alternativa que apresenta o resultado correto da fórmula a ser inserida na célula Z9: =SE(E(Z7<4;Z8=6);MÉDIA(3;5;7)–6*2;SOMA(3;5;7)–6*2)

Questão 39

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Assinale a alternativa que contém as duas opções de envio de um anexo inserido numa mensagem de correio eletrônico MS-Outlook 2003.

Questão 40

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No Internet Explorer 8, os cabeçalhos e rodapés permitem que o usuário adicione informações como data ou hora, números das páginas, título da janela ou endereço da página na parte superior e inferior das páginas Web que serão impressas.
Excluindo o item Personalizado, assinale a alternativa com a quantidade de itens diferentes que podem ser inseridos no Cabeçalho ou Rodapé.

Questão 41

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Em setembro de 2010, foi indicado para disputar pelo Brasil o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2011 o longa, dirigido pelo cineasta Fábio Barreto, intitulado

Questão 42

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Para tentar conter a queda do dólar em relação ao real, em outubro de 2010, o governo brasileiro

Questão 43

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Sobre as eleições de outubro de 2010 para o Congresso brasileiro, é correto afirmar que garantiram

Questão 44

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Cresce a pressão da União Europeia para que Irlanda e Portugal aceitem um pacote de resgate, evitando a contaminação de outras economias. O debate sobre como dar solução permanente à crise na Europa ocorrerá hoje, em reunião de ministros de Finanças em Bruxelas. Os dois governos serão cobrados a detalhar como esperam (…), mas não se acredita que só medidas de austeridade sejam suficientes.
(O Estado de S.Paulo, 16.11.2010. Adaptado)
A União Europeia esperava, desses países,

Questão 45

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A onda de protestos contra a Minustah (a missão da ONU no país), promovida nesta semana por manifestantes que atribuem a seus membros a epidemia de cólera que afeta o país, chegou ontem pela primeira vez a Porto Príncipe.
A segurança da capital é, em grande parte, comandada pelo batalhão brasileiro da missão (…).
Os protestos tiveram início no fim de semana no norte do país, que é o epicentro da epidemia de cólera que já matou mais de 1 100 pessoas e infectou outras 18 mil.
(Folha de S.Paulo, 19.11.2010. Adaptado)
Esse problema atingiu

Questão 46

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Analise as afirmativas.
I. A autarquia é pessoa jurídica de direito privado, e a empresa pública é de direito público.
II. O decreto do Chefe do Poder Executivo é o instrumento legal de criação das Fundações.
III. A sociedade de economia mista, com a participação de capital do poder público, é pessoa jurídica de direito privado.
IV. As autarquias são pessoa políticas, com poderes para criar o seu próprio direito.
Está correto somente o que se afirma em

Questão 47

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Conforme o que estabelece a Constituição Federal, é reconhecida a instituição do júri, com a organização que lhe der a lei, ficando assegurada a

Questão 48

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A Constituição Federal não veda o estabelecimento de fiança para o seguinte crime:

Questão 49

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Assinale a alternativa que está de acordo com o texto expresso da Constituição Federal.

Questão 50

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A Constituição Federal estabelece sobre a cassação de direitos políticos que

Questão 51

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Assinale a alternativa que está em conformidade com o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo.

Questão 52

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» Essa questão pode ter algum problema e está sendo revisada. Em breve estará corrigida.
Segundo o que reza o Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado de São Paulo, após a posse, o funcionário deverá entrar no exercício do cargo dentro do prazo de

Questão 53

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É um atributo do ato administrativo a

Questão 54

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Um ato administrativo discricionário é um ato

Questão 55

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Assinale a alternativa que contém uma hipótese em que a Lei n.º 8.666/93 autoriza a dispensa ou inexigibilidade de licitação pela Administração Pública.

Questão 56

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É uma modalidade de garantia contratual prevista na Lei de Licitações:

Questão 57

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Conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, o percentual máximo da receita corrente líquida que os Estados poderão comprometer com despesa total com pessoal, em cada período de apuração, é de

Questão 58

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A entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde é denominada pela Lei Complementar n.º 101/2000 de

Questão 59

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Assinale a alternativa correspondente ao conceito de Direito Constitucional.

Questão 60

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A competência atribuída aos Estados Federados brasileiros para a elaboração de suas constituições, segundo doutrina pacífica a esse respeito, é denominada

Questão 61

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É um dos objetos das Constituições:

Questão 62

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De acordo com o texto da Constituição da República, “Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir

Questão 63

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O instrumento jurisdicional de controle de constitucionalidade, cabível no instante em que um comando descrito na Constituição não consegue ser colocado em prática, devido à ausência de normas infraconstitucionais, necessárias a sua efetividade, é denominado

Questão 64

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É um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, constante da Constituição Federal:

Questão 65

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A respeito dos direitos e deveres individuais e coletivos, insculpidos na Constituição da República, pode-se afirmar que

Questão 66

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São requisitos para a caracterização de um “Estado Democrático de Direito”:

Questão 67

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Incluem-se entre os bens dos Estados Federados, de acordo com a Constituição Federal,

Questão 68

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De acordo com a Constituição da República, é competência da União

Questão 69

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Assinale a alternativa correta, a respeito da inviolabilidade de domicílio, no direito brasileiro.

Questão 70

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São princípios básicos da Administração Pública previstos na Constituição Federal:

Questão 71

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As autarquias

Questão 72

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A Constituição Federal, ao contemplar no art. 37, § 6.º, que “As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa”, no que tange à responsabilidade civil do Estado, acolheu a

Questão 73

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Relativamente aos cargos, empregos e funções públicas, a Constituição Federal

Questão 74

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A revogação de um ato administrativo poderá ser ordenada

Questão 75

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O controle da Administração Pública

Questão 76

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No contrato administrativo,
I. as cláusulas exorbitantes possibilitam a alteração unilateral pela Administração Pública;
II. o objeto pode corresponder ao interesse privado;
III. a forma verbal é vedada pela Lei n.º 8.666/93.
Está correto o contido em

Questão 77

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A Lei n.º 8.666/93 enumera os seguintes princípios incidentes no procedimento licitatório:

Questão 78

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São modalidades de licitação:

Questão 79

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A respeito das Empresas Públicas, é correto afirmar que

Questão 80

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São requisitos do ato administrativo:



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