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SEE/SP 2011

Professor II - História

Questão 1

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O livro Educação: um Tesouro a Descobrir, coordenado por Jacques Delors (1998), aborda de forma bastante didática os quatro pilares de uma educação para o século XXI.

Assinale a afirmativa a seguir que está de acordo com as ideias tratadas nessa obra.

Questão 2

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Hargreaves (2004), citando Schumpeter, afirma que “assim como outros tipos de capitalismo, a economia do conhecimento é uma força de destruição criativa, estimulando o crescimento e a prosperidade, ao mesmo tempo em que sua busca incansável de lucro e de interesse próprio desgasta e fragmenta a ordem social.” Argumenta que, sendo assim, é necessário fazer com que as nossas escolas

Questão 3

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A LDBEN 9394/96, em seu Artigo 1.º, § 2.º, estabelece que “A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social”. Por sua vez, a equipe que elaborou a Proposta Curricular do Estado de São Paulo estabeleceu princípios norteadores para essa elaboração, levando em conta, para pensar o conteúdo e o sentido da escola, a complexidade da ambiência cultural, das dimensões sociais, econômicas e políticas, a presença maciça de produtos científicos e tecnológicos e a multiplicidade de linguagens e códigos no cotidiano.

Dentre os princípios estabelecidos para a elaboração da Proposta Curricular do Estado de São Paulo, os que apresentam uma relação mais direta com o conteúdo desse parágrafo da LDBEN são:

Questão 4

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Em relação à competência do trabalho docente, Rios (2005) afirma que ela se revela na ação e que as qualidades que a compõem “apresentam-se como um conjunto de requisitos que não fazem parte, em sua totalidade, do desempenho de cada indivíduo, mas podem fazer e sua possibilidade é verificada na própria realidade.” Pondera que a competência não é algo que se adquire de uma vez por todas e nem isoladamente, o que nos leva, ao discuti-la, a relacioná-la com

Questão 5

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Libâneo (2003) assinala que “a ideia de ter as escolas como referência para a formulação e gestão das políticas educacionais não é nova, mas adquire importância crescente no planejamento das reformas educacionais exigidas pelas recentes transformações do mundo contemporâneo.”O autor afirma que há, “pelo menos, duas maneiras de ver a gestão educacional centrada na escola”: a neoliberal e a sociocrítica.

Assinale a alternativa que faz a correspondência correta entre cada uma dessas perspectivas e o significado que assume, em cada uma delas, a decisão de “pôr a escola no centro das políticas”.

I. Na perspectiva neoliberal, a decisão de “pôr a escola no centro das políticas” significa:

II. Na perspectiva sociocrítica, a decisão de “pôr a escola no centro das políticas” significa:

1 – dar liberdade aos profissionais da escola para aplicarem os recursos financeiros a ela destinados e para adotarem métodos de ensino, sem restrições.

2 – liberar o Estado de boa parte de suas responsabilidades, deixando às comunidades e às escolas a iniciativa de planejar, organizar e avaliar os serviços educacionais.

3 – valorizar as ações concretas dos profissionais na escola, decorrentes de sua participação em razão de interesse público, sem, com isso, desobrigar o Estado de suas responsabilidades.

4 – promover a avaliação e a crítica dos serviços educacionais da escola pela sociedade, como base para políticas que visem sua melhoria para o progresso da economia.

Questão 6

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A Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008) traz a afirmação de que, para constituir uma escola à altura dos tempos atuais, dentre outras ações, “os gestores, como agentes formadores, devem aplicar com os professores tudo aquilo que recomendam a eles que apliquem com seus alunos”.

A esse respeito, Lerner (2002) refere-se a uma estratégia de formação em que o formador coloca os professores em situação de aprendizes, por exemplo, para uma atividade de produção de textos de determinado gênero; mas também organiza o grupo com observadores das intervenções didáticas e, no momento de reflexão sobre o ocorrido, trabalha com eles os conteúdos referentes ao processo de aprendizagem que vivenciaram como alunos e, igualmente, aqueles que dizem respeito à ação hipotetizada do docente.

A autora denomina essa estratégia formadora “situações de

Questão 7

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Na obra Saberes docentes e formação profissional, Maurice Tardif (2008), pesquisador e professor universitário no Canadá, expõe sua visão a respeito dos saberes que alicerçam o trabalho e a formação dos professores das escolas de ensino fundamental e de ensino médio. São muitos os pontos de convergência encontrados entre o pensamento de Tardif e as ideias externadas na Proposta Curricular do Estado de São Paulo para o Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio: documento de apresentação (São Paulo: SE, 2008).

Das alternativas a seguir, assinale a que incorpora tanto as convicções de Tardif quanto o espírito da Proposta Curricular supracitada.

Questão 8

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Os escritórios de gerenciamento de projetos (PMO) podem ser de

I. esfera departamental para apoio a diversos projetos simultâneos.

II. gestão dos projetos interdepartamentais.

III. planejamento estratégico dos projetos e gestão do conhecimento empresarial.

IV. projeto específico separado das operações da empresa.

Um escritório de projeto corporativo atua em

Questão 9

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 10

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Os escritórios de gerenciamento de projetos (PMO) podem ser de

I. esfera departamental para apoio a diversos projetos simultâneos.

II. gestão dos projetos interdepartamentais.

III. planejamento estratégico dos projetos e gestão do conhecimento empresarial.

IV. projeto específico separado das operações da empresa.

Um escritório de projeto corporativo atua em

Questão 11

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A bibliografia constante da Resolução SE n.º 13, de 3.3.2011, que dá suporte ao presente concurso, indicou a leitura de uma reportagem do site Educar para Crescer, intitulada Por dentro do Ideb: o que é o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica?. De acordo com essa reportagem, pode-se afirmar que

Questão 12

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Os professores de todas as disciplinas do currículo escolar dependem da mediação de sistemas simbólicos, principalmente da mediação do sistema da língua/linguagem, para desenvolver o trabalho didático-pedagógico junto a seus alunos. Por outro lado, ao ensinar essa ou aquela disciplina, esses professores também estão ensinando a língua materna, o que pode ser feito de forma significativa, relacionando vida e conhecimento, fazendo leitura de mundo enquanto se leem e se escrevem textos. Por essa razão, a Proposta Curricular do Estado de São Paulo, coerente com estudos contemporâneos, como o de Lerner (2002), estabelece prioridade para

Questão 13

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Zabala, em Coll (2006), argumenta que, no processo de planejamento, as decisões relativas à seleção dos diferentes tipos de conteúdos que farão parte de determinada unidade didática, bem como as decisões relacionadas às situações de aprendizagem, às atividades e tarefas a serem propostas para trabalhar esses conteúdos, e ainda as decisões relativas à organização e distribuição do tempo e do espaço para desenvolvê-las, aos materiais didáticos mais adequados, levando em conta as características dos agrupamentos de alunos, todas elas são guiadas ou orientam-se

Questão 14

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No artigo A estabilidade do currículo disciplinar: o caso das ciências, Alice Casimiro Lopes e Elizabeth Macedo (2002) problematizam a integração curricular, examinando a disciplina a que fazem referência.

Nesse trabalho, as autoras argumentam que

Questão 15

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Leia atentamente as diversas formas de conceber a avaliação da aprendizagem, que constam a seguir.

1 – Avaliação classificatória.
2 – Avaliação vinculada ao projeto político-pedagógico.
3 – Avaliação mediadora.
4 – Avaliação seletiva e excludente.
5 – Avaliação envolvendo a melhoria da situação avaliada.
6 – Avaliação que se limita à observação e à interpretação da situação avaliada.
7 – Avaliação com o objetivo de verificação do desempenho do aluno e de registro de dados desse desempenho.
8 – Avaliação a serviço da aprendizagem do aluno, da sua formação e da busca de cidadania.
9 – Avaliação visando à promoção moral e intelectual dos alunos.
10 – Avaliação facilitada para promover automaticamente o aluno.

Assinale a alternativa que reúne apenas os itens que apresentam formas de conceber a avaliação coerentes com o pensamento de Hoffmann (2001), com o de Vasconcellos (2008) e com as concepções e orientações relativas à Progressão Continuada, nos termos da Deliberação CEE n.º 9/97 e da Indicação CEE n.º 8/97.

Questão 16

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Para PERRENOUD (2000), a capacidade de organizar e dirigir situações de aprendizagem constitui uma das dez competências para ensinar e mobilizar competências específicas, dentre as quais, de acordo com o autor, encontra-se a competência para

Questão 17

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Luís tem onze anos e frequenta o sexto ano do Ensino Fundamental numa escola estadual. Ele apresenta muita dificuldade na leitura e na escrita, o que o leva a ter um baixo rendimento em todas as disciplinas, embora seja uma criança desejante de aprender. Nessas circunstâncias, e levando-se em conta o que dispõe o Artigo 13 da atual LDBEN, o professor PEB II, de Português, que vem desenvolvendo, com os devidos registros, um processo de recuperação contínua, levou o caso de Luís para ser discutido pelo Conselho de Classe, o qual julgou adequado encaminhá-lo à recuperação paralela.

Das alternativas que seguem, escolha a que corresponde às orientações contidas no documento Caderno do Gestor (2009) vol. 1, e que serviram de suporte para o encaminhamento do caso de Luís.

Questão 18

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Os escritórios de gerenciamento de projetos (PMO) podem ser de

I. esfera departamental para apoio a diversos projetos simultâneos.

II. gestão dos projetos interdepartamentais.

III. planejamento estratégico dos projetos e gestão do conhecimento empresarial.

IV. projeto específico separado das operações da empresa.

Um escritório de projeto corporativo atua em

Questão 19

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» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 20

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Beaudoin e Taylor (2006) defendem que o bullying é mais do que um simples fenômeno: é uma cultura na escola.
Entretanto, não devemos aceitá-lo como algo natural e inevitável entre os estudantes, é preciso investir esforços para proporcionar mudanças significativas nas relações de convívio tanto escolar quanto social.

Com esse entendimento, é correto afirmar que o bullying

Questão 21

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Nos grupos humanos precedentes à Revolução Agrícola havia uma divisão sexual de tarefas: aos homens cabia a caça e a preparação de todo equipamento para essa atividade, enquanto as mulheres colhiam e cuidavam das crianças pequenas. Embora as atividades econômicas fossem complementares e a coleta fosse de fato a que propiciasse na maioria das vezes mais alimentos ao grupo, a caça, por sua raridade, era simbolicamente mais valorizada.
(Carla Bassanezi Pinsky, Gênero. In: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de história)

Acerca do texto, é correto considerar que

Questão 22

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As principais civilizações desenvolveram-se em regiões banhadas por grandes rios que garantiam a fertilidade da terra – algo fundamental para o cultivo de alimentos – e que demandavam “um trabalho sistemático, organizado e de grande envergadura” desenvolvido por uma “força de trabalho concentrada” comandada por uma liderança reconhecida, legitimada. Na Índia (junto ao Indo), na China (às margens do Rio Amarelo), na Mesopotâmia (no vale formado pelos rios Tigre e Eufrates) e no Egito (em torno do Nilo) desenvolveram-se organizações sociais desse tipo.
(Fábio Pestana Ramos, Alimentação. In: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de história)

O regime de trabalho “sistemático, organizado e de grande envergadura” a que o texto faz referência era

Questão 23

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Os gregos e romanos dominaram extensões territoriais que possibilitaram aos estratos mais elevados manter um estilo de vida gastronômico sofisticado, regado mais que a azeite e vinho, também a queijos, hortaliças como alho, cebola e agrião e condimentos que iam do manjericão à pimenta e ao cravo.
(Fábio Pestana Ramos, Alimentação. In: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de história)

Acerca do texto, é correto considerar que

Questão 24

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Cada vez mais, os livros didáticos tratam não só dos temas e das explicações historiográficas tradicionais, mas procuram diversificar os objetos e as abordagens. A Grécia idealizada como a inventora da democracia e da filosofia cede passo para interpretações mais abrangentes, que recuam a Grécia para muito antes de Homero e que mostram as ligações umbilicais entre os helenos e o Mediterrâneo Oriental.
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

Sobre o ensino de História Antiga, é correto afirmar que

Questão 25

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Nos livros didáticos, ao tratar das relações de dominação entre senhores e camponeses, ambos os grupos parecem compactos e claramente definidos, os senhores como arrogantes e opressores, os camponeses (às vezes confundidos pura e simplesmente com servos), como oprimidos e passivos, inermes e inertes.
(José Rivair Macedo, Repensando a Idade Média no ensino de História. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)

Um dos aspectos da sociedade medieval que desmente a visão esquemática reproduzida nos livros didáticos citada no texto é

Questão 26

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Diferentes culturas têm buscado instituir referências temporais, organizando calendários segundo o tempo físico e astronômico. No mundo ocidental europeu, o calendário solar serviu de base para a constituição do calendário gregoriano, sistematizado no pontificado de Gregório XIII (1582), o qual acabou se impondo aos demais.
(Circe M. F. Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos. Adaptado)

A imposição do calendário citado ocorreu em razão

Questão 27

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O autor introduz na esfera política do Renascimento uma cosmovisão de ética muito diferente da introduzida por um More, com a sua Utopia. Trata-se de uma ética de resultados que terá consequências, a curto prazo, no âmbito da conquista e colonização do Novo Mundo – não se pode esquecer que provavelmente Hernán Cortés tenha recebido influências desse autor – e, a longo prazo, no âmbito do que hoje conhecemos como “mundo da política”.
(Rafael Ruiz, Literatura – Novas formas de abordar o ensino de História. In: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)

O trecho traz referências de

Questão 28

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1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
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possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
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de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
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nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 29

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O protestantismo luterano teve influência sobre as populações do Sacro Império. Nesse sentido, é correto assinalar que

Questão 30

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Leia o fragmento a seguir, extraído da Cartilha real para os jovens da província do Paraguai.

P. – Quem sois vós?
R. – Sou um fiel Vassalo do rei da Espanha.
P. – Quem é o rei da Espanha?
(...)
R. – O Senhor Dom Carlos IV.
P. – De onde vem seu Poder Real?
R. – Do próprio Deus.
P. – Sua pessoa é sagrada?
R. – Sim, Padre.
(...)
P. – Por que o Rei representa Deus?
R. – Porque é escolhido por sua Providência para a execução de seus planos.
(...)
P. – Que pecado se comete atacando a pessoa do Rei?
R. – Sacrilégio.
P. – Por que é sacrilégio?
R. – Porque os Reis são ungidos com os óleos sagrados e porque recebem seu Poder Soberano do próprio Deus.
(Dom Lázaro de Ribera. Assunción del Paraguay, 17 de maio de 1796. Apud: Circe M. F. Bittencourt. Ensino de História: fundamentos e métodos)

O documento está vinculado ao contexto histórico

Questão 31

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Muito pouco se sabe acerca do ocorrido nos bastidores da diplomacia europeia, capaz de informar propósitos e resultados das negociações que culminaram em um dos períodos mais violentos da época contemporânea. O que parece consensual, no entanto, foram os quatro principais motivos que levaram à realização do encontro. O primeiro deles, verificado na conjuntura de 1865 até meados dos anos 1890, refere-se aos interesses do rei Leopoldo II da Bélgica em fundar um império ultramarino. (...)
O terceiro grande motivo foi o expansionismo da política francesa expresso na participação da França com a Grã-Bretanha no controle do Egito, em 1879; no envio de expedições exploradoras ao Congo; na ratificação de tratados com Makoko (chefe dos betekes) na bacia do Congo (...)
(Leila Leite Hernandez, África na sala de aula: visita à história contemporânea. Adaptado)

O fragmento faz referência

Questão 32

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No início do século XIX, o que a França e a Inglaterra, os dois países que estavam à frente da construção do moderno sistema capitalista, queriam da África eram basicamente matérias-primas e mercados consumidores para os produtos que sua indústria produzia.
(Marina de Melo e Souza, África e o Brasil Africano)

A partir do fragmento, é correto concluir que

Questão 33

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A ideia de “trabalhador” foi modificada com a entrada das mulheres em setores do mercado de trabalho antes reservados aos homens. O próprio termo “mulheres trabalhadoras” se alterou no decorrer da industrialização que possibilitou novas percepções do que significava ser mulher. A ideia de que a mulher é frágil, destinada apenas à procriação e às tarefas domésticas pôde ser contestada com a participação feminina crescente nas oportunidades abertas pelo desenvolvimento industrial.
(Carla Bassanezi Pinsky, Gênero. In: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de história)

Acerca do texto, é correto considerar que

Questão 34

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Ora, o tema não pode ser estudado de modo abrangente se for colocada de lado uma questão de extrema importância: o desenvolvimento da Química na Alemanha e, posteriormente, em outros países, determinante no emprego de gases venenosos como armas e no desfecho de diversas batalhas.
(Silvia Figueirôa. “Ciência e Tecnologia”. In: Carla B. Pinsky. Novos temas nas aulas de história. Adaptado)

O tema proposto refere-se à

Questão 35

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O Estado totalitário nazista, associado a diversos símbolos de masculinidade, procurava controlar a sexualidade das mulheres. Ele adotava uma política natalista para as alemãs (para obter mais e mais soldados) e uma outra, de extermínio, para as mulheres que considerava de “raça inferior”.
Estas eram submetidas a atrocidades como a esterilização compulsória e o assassinato em massa.
(Carla B. Pinsky. “Gênero”. In: C. B. Pinsky. Novos temas nas aulas de história)

O fragmento exemplifica

Questão 36

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(...) Apologia da história é também o produto de um momento. O da França vencida, prostrada na derrota, na Ocupação e na infâmia de Vichy, mas onde Marc Bloch capta os primeiros frêmitos de uma esperança, tanto de uma libertação da história, que é preciso ajudar na resistência ativa, como de um progresso da ciência histórica, que é preciso esclarecer escrevendo este livro.
(Jacques Le Goff. Prefácio da obra de Marc Bloch. Apologia da História)

O texto refere-se ao período em que a França

Questão 37

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Observe o quadro Guernica, de Pablo Picasso, de 1937.


A pintura foi concebida pelo artista, após o ataque à cidade de Guernica, pela força aérea da Alemanha nazista, e é um importante registro sobre

Questão 38

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Em alguns movimentos anticolonialistas e/ou nacionalistas, a identidade nacional se fortalece na supervalorização da “tradição” contra os “costumes estrangeiros”. No caso do Irã atual, por exemplo, a demarcação e o reforço de uma certa identidade nacional e religiosa tem se valido da recuperação de valores arcaicos baseados em preceitos fundamentalistas que pregam a submissão feminina em oposição aos chamados “valores ocidentais”.
(Carla Bassanezi Pinsky, Gênero. In: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de história)

Acerca do imperialismo no Irã, é correto afirmar que

Questão 39

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Assim ia se formando uma nova sociedade angolana, fruto da presença colonial portuguesa e das tradições africanas. À medida que se consolidava uma sociedade de dominação colonial, aumentava o volume de pessoas escravizadas, vendidas para os traficantes que abasteciam as sociedades americanas de mão de obra. Enquanto na América os portugueses mantinham uma colônia de exploração agrícola e mineral (durante o período de exploração do ouro e de diamantes), em Angola eles mantinham uma colônia dedicada principalmente à produção e comercialização de escravos.
(Marina de Melo e Souza, África e o Brasil Africano. Adaptado)

Considerando o texto, está correto afirmar que a relação dos portugueses com a África

Questão 40

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A narrativa da vida de Francisco Felix de Souza, o Chachá, baiano sem vintém que se tornou um grande mercador de escravos na África, faz com que os alunos ingressem nas tramas e complexidades da escravidão. Chachá era colono mestiço, de origem pobre na Bahia, radicado em Ajudá, na atual Nigéria, tendo provavelmente chegado lá como comerciante ou pequeno funcionário e ascendendo socialmente a ponto de se tornar uma importante liderança entre os comerciantes portugueses de escravos naquela parte do mundo.
(Kalina Vanderlei Silva, Biografias. In: Carla Bassanezi Pinsky (org.), Novos temas nas aulas de história. Adaptado)

As “tramas e complexidades da escravidão” a que o texto se refere podem ser relacionadas com

Questão 41

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Com atrativos consideráveis tanto para comerciantes europeus como africanos, o tráfico atlântico de escravos fazia que também crescesse a necessidade de capturar pessoas para escravizá-las, o que acontecia principalmente por meio de guerras e de ataques a aldeias desprotegidas. Assim, as guerras entre os povos vizinhos, que lutavam por territórios, por soberania sobre outros povos, por controle de rotas de comércio, passaram a buscar antes de mais nada prisioneiros a serem escravizados.
(Marina de Melo e Souza, África e o Brasil Africano)

É correto considerar que, para a África, “o tráfico atlântico de escravos” representou

Questão 42

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» Esta questão foi anulada pela banca.
No BrOffice.org 3.2 Calc, é INCORRETO afirmar

Questão 43

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Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 44

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Não é difícil encontrar, nos livros didáticos, expressões como “Conquistadores e Conquistados”. “Europeus destemidos para enfrentar os mares desconhecidos” opondo-se a índios entregues ao “mais desolador sentimento de apatia” diante das doenças encaradas como castigo de seus deuses.
Em vez de lutar, “o imperador Montezuma enviou emissários com presentes e pedidos para que o invasor se retirasse. (...)”. Em outras palavras, “a superioridade das armas dos conquistadores sobre o equipamento de guerra dos nativos”: armas de fogo e aço em oposição a arcos, pedras e flechas.
(Luiz E. Fernandes e Marcus Vinícius de Morais. “Renovação da História da América”. In: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula)

De acordo com o fragmento, está correto afirmar que muitos livros didáticos trazem dos povos pré-colombianos uma visão

Questão 45

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Mais um exemplo bem conhecido: vencedores e vencidos é uma estrutura binária. Os espanhóis conquistaram o México.
Portanto, são homens maus. Os índios foram conquistados.
Portanto, são os homens bons. Esse raciocínio dual é um mau caminho para a compreensão de um fenômeno histórico. Só podemos analisar a conquista da América por meio de uma complexa política de alianças. Sem o apoio de grupos indígenas, Cortés não teria conquistado a cidade do México.
(Janice Theodoro. “Educação para um mundo em transformação”. In: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula)

Considerando o fragmento, é correto concluir que

Questão 46

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Diferentes formas de trabalho compulsório predominaram na América espanhola, enquanto uma delas – a escravidão – foi dominante no Brasil.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Na época da colonização, o trabalho compulsório na região da atual Bolívia era utilizado principalmente para a

Questão 47

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
No México, a História foi o lugar privilegiado da luta entre espanhóis e crioulos, os primeiros negando o passado anterior à conquista e os segundos valorizando-o em nome da independência obtida em 1821. Durante todo o século XIX, conservadores e liberais disputariam o terreno da História. É verdade que a luta contra o imperialismo estrangeiro, essencialmente o dos Estados Unidos, tornou-se o tema obsessivo da história, a ponto de no tempo de Pancho Villa e Zapata o indigenismo assumir a preeminência sobre a visão católica e eurocêntrica da História.
(Marc Ferro. A manipulação da história no ensino e nos meios de comunicação. Adaptado)

Considerando o fragmento, é correto afirmar que

Questão 48

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Tratando-se da América Latina, a presença americana fezse marcante por meio de inúmeros mecanismos: ingerindo nos processos políticos – como, por exemplo, no golpe político de 1964; na elaboração da política educacional, especialmente nos currículos; e por meio de intensa propaganda anticomunista. A recomendação de estudos de história da América sem hostilidades, livres de conceitos ofensivos, sem ódios, valorizando o estudo da cultura e do desenvolvimento fazia-se presente no ensino médio.
(Selva G. Fonseca. Didática e prática de ensino de História)

O fragmento trata

Questão 49

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Os escritórios de gerenciamento de projetos (PMO) podem ser de

I. esfera departamental para apoio a diversos projetos simultâneos.

II. gestão dos projetos interdepartamentais.

III. planejamento estratégico dos projetos e gestão do conhecimento empresarial.

IV. projeto específico separado das operações da empresa.

Um escritório de projeto corporativo atua em

Questão 50

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Os grupos indígenas dessas primeiras obras didáticas [final do século XIX] eram representados como “selvagens” (...). Em versão diferente e produzida em 1900, (...) o livro História do Brasil das escolas primárias, de João Ribeiro, oferece outras imagens dos índios. Destacou a importância de se entender a cultura indígena em suas singularidades e evitar considerações genéricas, tais como “povos selvagens”. Dentro dessa perspectiva, as ilustrações apresentadas em seu livro didático divulgam uma versão diferente das anteriores, destacando as características culturais específicas dos índios (...)
(Circe Bittencourt. “Livros didáticos entre textos e imagens”. In: Saber histórico na sala de aula)

Observe as imagens.




Considerando o texto, aproxima-se da versão apresentada pela obra de João Ribeiro a imagem contida em

Questão 51

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Uma forma excepcional de resistência dos índios consistiu no isolamento, alcançado através de contínuos deslocamentos para regiões cada vez mais pobres. Em limites muito estreitos, esse recurso permitiu a preservação de uma herança biológica, social e cultural. Mas, no conjunto, a palavra “catástrofe” é mesmo a mais adequada para designar o destino da população ameríndia. Milhões de índios viviam no Brasil na época da conquista e apenas 250 mil existem nos dias de hoje.
(Boris Fausto, História do Brasil)

A “catástrofe” a que o texto se refere pode ser percebida, dentre outras situações,

Questão 52

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
A concepção definidora da colonização pela grande empresa monocultora escravista é um modelo cujo valor consiste em dar as linhas básicas de entendimento de um sistema que caracterizou o Brasil na Colônia e deixou suas marcas após a Independência. Que marcas são essas? A grande propriedade, a vinculação com o exterior através de uns poucos produtos primários de exportação, a escravidão e suas consequências.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Na comparação entre o modelo descrito e o modelo de colonização das colônias inglesas do norte da América do

Norte, é correto considerar que

Questão 53

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Dentre as conspirações contra Portugal que ocorreram no Brasil Colônia, destaca-se a Conjuração dos Alfaiates (Bahia, 1798). Acerca desse movimento, é correto afirmar que

Questão 54

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
A transferência da Corte portuguesa para o Brasil, no início do século XIX, tem relação direta com

Questão 55

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
A emancipação do Brasil não resultou em maiores alterações da ordem social e econômica, ou da forma de governo.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Sobre os processos de independência na América e considerando a citação, é correto afirmar que

Questão 56

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
Exemplo único na história da América Latina, o Brasil ficou sendo uma monarquia entre repúblicas.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Entre as principais razões que explicam essa afirmação, pode-se destacar

Questão 57

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(...) provinha de uma ideia do escritor francês Benjamim Constant, cujos livros eram lidos por Dom Pedro e por muitos políticos da época. Benjamim Constant defendia a separação entre o Poder Executivo, cujas atribuições caberiam aos ministros do rei, e o poder propriamente imperial, chamado de neutro (...)
(Boris Fausto. História do Brasil)

O fragmento faz referência a um dispositivo presente na primeira Constituição brasileira. Trata-se

Questão 58

SEE/SP 2011 - VUNESP - Professor II - História
1
Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 59

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A dependência regional maior ou menor da mão de obra escrava teve reflexos políticos importantes no encaminhamento da extinção da escravatura. Mas a possibilidade e a habilidade de lograr uma solução alternativa – caso típico de São Paulo – desempenharam ao mesmo tempo papel relevante.
A solução alternativa consistiu na atração de mão de obra europeia para vir trabalhar nas fazendas de café. Devemos nos perguntar (...) por que não se tentou transformar escravos em trabalhadores livres (...)
(Boris Fausto. História do Brasil)

Pode-se responder à pergunta do autor, ao menos em parte, pela consideração de que

Questão 60

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Na capital da República, quando do surgimento dos primeiros partidos operários no fim do século XIX, predominaram um vago socialismo e um sindicalismo que hoje chamaríamos “de resultados”. Ou seja, o movimento operário carioca tendeu a buscar o alcance de reivindicações imediatas, como aumento de salário, limitação da jornada de trabalho, salubridade, ou médio alcance, como o reconhecimento dos sindicatos pelos patrões e pelo Estado. (...)
(Boris Fausto. História do Brasil)

Sobre o movimento operário em São Paulo, no mesmo período, é correto afirmar que

Questão 61

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No começo dos anos 20, surgiu uma crise no interior do anarquismo. Ela foi consequência principalmente de dois fatores. Os poucos resultados obtidos pelas greves, apesar de seu ímpeto, abriram caminho para as dúvidas sobre as concepções anarquistas. Ao mesmo tempo, no plano internacional, chegavam ao Brasil notícias da ruptura entre os anarquistas e os comunistas que tinham triunfado na Rússia. (...) Nasceu assim em março de 1922 o Partido Comunista do Brasil, cujos fundadores, em sua maioria, provinham do anarquismo. (...)
Os comunistas colocam no horizonte a sociedade socialista, mas distinguem-se dos anarquistas em pontos fundamentais.
(Boris Fausto. História do Brasil)

Entre esses pontos de distinção, é correto apontar que

Questão 62

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(...) os comunistas e os “tenentes” de esquerda muito próximos a eles, aliados a grupos menores, preparavam o lançamento da Aliança Nacional Libertadora (ANL), que veio a público no Rio de Janeiro, a 30 de março de 1935.
Nessa ocasião, um jovem estudante de direito – Carlos Lacerda – leu o manifesto do movimento e indicou para ser seu presidente de honra Luís Carlos Prestes, escolhido por aclamação. (...)
O programa básico da ANL tinha conteúdo nacionalista, sendo curioso observar que nenhum de seus cinco itens tratava especificamente dos problemas operários. (...)
A formação da ANL se ajustou à nova orientação dada ao PCB [Partido Comunista do Brasil] (...)
(Boris Fausto. História do Brasil)

A “nova orientação dada ao PCB” consistiu na

Questão 63

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Muitas das medidas tomadas por Getúlio no plano econômico-financeiro não resultaram de novas concepções, mas das circunstâncias impostas pela crise mundial. Na área dos negócios cafeeiros, um decreto de fevereiro de 1931 estabeleceu que o governo federal compraria todos os estoques existentes no país.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Acerca das consequências da crise de 1929 no Brasil, é correto afirmar que

Questão 64

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A política trabalhista de Vargas teve por objetivos principais reprimir os esforços organizatórios da classe trabalhadora urbana fora do controle do Estado e atraí-la para o apoio difuso ao governo.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Acerca dos dois objetivos da política trabalhista de Vargas apresentados pelo texto, é correto afirmar que

Questão 65

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Observe as imagens.



Dentre outras possibilidades de análise, é correto concluir que as imagens refletem que o Estado Novo

Questão 66

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Um movimento expressivo nasceu nos anos 30, quando em outubro de 1932, logo após a Revolução Constitucionalista, Plínio Salgado e outros intelectuais fundaram em São Paulo a Ação integralista Brasileira (AIB).
O integralismo se definiu como uma doutrina nacionalista cujo conteúdo era mais cultural do que econômico. Sem dúvida, combatia o capitalismo financeiro e pretendia estabelecer o controle do Estado sobre a economia. Mas sua ênfase maior se encontrava na tomada de consciência do valor espiritual da nação, assentado em princípios unificadores; “Deus, Pátria e Família” era o lema do movimento.
(Boris Fausto. História do Brasil)

A AIB teve como fonte de inspiração

Questão 67

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No período de 1934-1940, houve crescente participação da Alemanha no comércio exterior do Brasil. Esse fato foi modificado com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, o que levou ao recuo comercial da Alemanha na América Latina. Essa situação relaciona-se com

Questão 68

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Sobre o movimento operário no Brasil dos anos 1930 e 1940, na Era Vargas, é correto afirmar que

Questão 69

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Pensando os blogs
 
 
Há não muito tempo, falava-se em imprensa escrita,
 
falada e televisada quando se desejava abarcar todas as
5
possibilidades da comunicação jornalística. Os jornais e as
 
revistas, o rádio e a televisão constituíam o pleno espaço
 
público das informações. Tinham em comum o que se po-
 
de chamar de “autoria institucional”: dizia-se, por exemplo, que
 
tal notícia “deu no Diário Popular”, ou “foi ouvida na rádio
10
Cacique”, ou “passou no telejornal da TV Excelsior”. Funciona-
 
va como prova de veracidade do fato.
 
Hoje a autoria institucional enfrenta séria concorrência
 
dos autores anônimos, ou semi-anônimos, que se valem dos
 
recursos da internet, entre eles os incontáveis blogs. Conside-
15
rados uma espécie de cadernos pessoais abertos, os blogs
 
possibilitam intervenção imediata do público e exploram em seu
 
espaço virtual as mais distintas formas de linguagem: textos,
 
desenhos, gravuras, fotos, músicas, vídeos, ilustrações, repor-
 
tagens, entrevistas, arquivos importados etc. etc. A novida-
20
de maior dos blogs está nessa imediata conexão que podem
 
realizar entre o que seria essencialmente privado e o que seria
 
essencialmente público. Até mesmo alguns velhos jornalis-
 
tas mantêm com regularidade esses espaços abertos da
 
internet, sem prejuízo para suas colunas nos jornais tradicio-
25
nais. A diferença é que, em seus blogs, eles se permitem
 
depoimentos subjetivos e apreciações pessoais que não teriam
 
lugar numa Folha de S. Paulo ou num O Globo, por exemplo.
 
São capazes de narrar a cerimônia de posse do presidente da
 
República incluindo os apartes e as impressões dos filhos
30
pequenos que também acompanhavam e comentavam o
 
evento.
 
Qualquer cidadão pode resolver sair da casca e dizer ao
 
mundo o que pensa da seleção brasileira, ou da mulher que o
 
abandonou, ou da falta de oportunidades no seu ramo de ne-
35
gócio. Artistas plásticos trocam figurinhas em seus blogs diante
 
de um largo público de espectadores, escritores adiantam um
 
capítulo do próximo romance, um músico resolve divulgar sua
 
nova canção já acompanhada de cifras para acompanhamen-
 
to no violão. É só abrir um espaço na internet.
40
Outro dia, num blog de algum sucesso, o autor gabava-
 
se de promover democraticamente, entre os incontáveis segui-
 
dores seus, uma discussão sobre as mesmas questões que
 
preocupavam a roda fechada e cerimoniosa dos filósofos com-
 
panheiros de Platão. Isso sim, argumentava ele, é que é um
45
diálogo verdadeiro. Tal atrevimento supõe que quantidade im-
 
plicaria qualidade, e que democracia é uma soma infinita das
 
impressões e opiniões de todo mundo...
 
Não importa a extensão das descobertas tecnológicas,
 
sempre será imprescindível a atuação do nosso espírito críti-
50
co diante de cada fato novo que se imponha à nossa atenção.
(Belarmino Braga, inédito)
Ao final do texto, o autor desaprova, precisamente, o fácil entusiasmo de quem considera os blogs

Questão 70

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(...) a festa de confraternização dos vencedores do nazifascismo durou muito pouco tempo. A China e a Grécia se tornaram o campo de confrontação de uma guerra civil. A hegemonia dos Estados Unidos e o equilíbrio europeu eram ameaçados pela ocupação direta ou indireta dos países do leste europeu pela União Soviética. Confirmavam-se desse modo as suspeitas pessimistas sobre as intenções de Stálin. Em resumo, as esperanças de paz mundial desembocaram no que se convencionou chamar de “guerra fria”.
(Boris Fausto. História do Brasil)

A conjuntura apresentada teve como um dos seus reflexos, no Brasil, a

Questão 71

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Na distribuição regional da população [entre as décadas de 1950 e 1980], tiveram significado os grandes deslocamentos do Nordeste e de Minas Gerais, rumo ao Centro-Sul, e a ocupação da fronteira agrícola que se situou a princípio no Paraná e depois no Centro-Oeste (Goiás e Mato Grosso) e noroeste do país (Rondônia).
(Boris Fausto. História do Brasil)

O deslocamento de nordestinos para o Centro-Sul tem relação com

Questão 72

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No início da década de 50, o governo promoveu várias medidas destinadas a incentivar o desenvolvimento econômico, com ênfase na industrialização. Foram feitos investimentos públicos no sistema de transportes e de energia, com a abertura de um crédito externo de 500 milhões de dólares. Tratou-se de ampliar a oferta de energia para o Nordeste e equacionou-se o problema do carvão nacional.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Entre as características da política de desenvolvimento de Getúlio Vargas estão

Questão 73

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A entrada do Brasil tanto na Primeira quanto na Segunda Guerra Mundial teve como motivação – alegada pelos governos dos respectivos períodos – um fato semelhante nos dois episódios. Trata-se

Questão 74

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No plano dos direitos políticos, o governo Jango sustentava a necessidade de estender o direito de voto a dois setores diversos: os analfabetos e os inferiores das Forças Armadas, de sargento para baixo, no caso do Exército.
(Boris Fausto, História do Brasil)

Sobre os anos 1960 no Brasil e considerando a citação, é correto afirmar que

Questão 75

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A perspectiva do desenvolvimento nacional autônomo estava se esgotando naqueles anos.
(Boris Fausto, História do Brasil)

A afirmação faz referência à crise do governo Jango e ao golpe civil-militar de 1964. Acerca desse contexto, é correto afirmar que

Questão 76

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Observe a charge de Fortuna.


A charge é uma referência aos governos militares do Brasil, acerca

Questão 77

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Partido Comunista Brasileiro (PCB), tradicional organização de esquerda, em 1967, sofreu rompimento por parte de vários integrantes, dentre os quais Carlos Marighella, que formou a Aliança de Libertação Nacional (ALN), após sua saída do partido. A causa desse rompimento foi motivada pelo fato de que o PCB

Questão 78

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O movimento operário veio à tona, no governo Geisel, com novo ímpeto e novas feições. A reconstrução do sindicalismo populista era inviável porque o regime não se assentava, nem pretendia se assentar, no movimento operário organizado.
(Boris Fausto. História do Brasil)

Sobre o movimento operário no período citado, é correto associá-lo

Questão 79

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Observe a tira do cartunista Glauco.


A obra é uma referência ao período da história do Brasil que pode ser identificado com

Questão 80

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A emenda Dante de Oliveira foi colocada em votação, no Congresso Nacional, em 1984, momento em que houve grande mobilização popular. Multidões foram às ruas em várias cidades brasileiras, em apoio à aprovação da emenda.

Essa mobilização refere-se



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